sábado, 23 de fevereiro de 2013

Espíritos Justiceiros

   “Em uma cena da adolescência do protagonista uma garota lhe oferece amor, mas ele deixa bem claro que quer só sexo.
  A garota “cheia de amor” fica a sós em um quarto com um adolescente drogado que só está afim de sexo e ela espera o quê?”


  Quantos de nós já presenciamos situações parecidas na vida, aposto que muitos dos leitores passaram ou passam por isto.
  No filme o protagonista não a obriga a moça a nada ele simplesmente pede para transar, ela aceita.

  Os anos passam e aquela “pobre garota” continua a ama-lo mesmo ele tendo se comportado tão superficialmente, alguém que só queria seu corpo.

  A garota do filme é muito bonita, deve ter falado não para muitos garotos legais ...  porque os “espíritos justiceiros” não culpam a menina pelo “trauma” provocado em tantos meninos que ela desprezou? ​​

  Percebem como caminhamos para a loucura/paranoia, quando desenvolvemos certas estruturas de pensamento?
  Se a garota gostasse de “bons garotos” não se apaixonaria pelo protagonista então a pergunta que não quer calar é:

  Em que o espirito da moça é melhor?

  Porque devemos ter dó daquela pessoa que é pisoteada por outra, mas se diz cada dia mais apaixonada?

  Porque todo homem deve ser obrigado a retribuir o amor de uma mulher?

  Filosofar sobre o PRAZER é extremamente complexo.
  Porque gostamos do que gostamos?

  Se uma pessoa sente prazer no sofrimento deveria ser respeitada.

  Da mesma forma quem não gosta de sofrer deve ser respeitado.

  Não gosto de sofrer e sou muito discriminado, como o protagonista do filme sou taxado de “frio e insensível”.
  Claro que já teve amigas que queriam mais que sexo comigo.
  Há países que homens podem casar com várias mulheres desde que as sustente.
 Aqui no Ocidente só podemos casar com uma, bigamia (estar casado com mais de uma pessoa) é crime pelo nosso código penal.

  Só pode haver uma.


  Se uma pessoa tem vários pretendentes, quando diz sim pra uma está magoando todas as outras.







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