sexta-feira, 12 de abril de 2013

Capacidade de Amar


  “Amor não se conjuga no passado; ou se ama para sempre, ou nunca se amou verdadeiramente.”  [M. Paglia]
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  Quando em uma meditação me surgiu a teoria dos “diferentes tipos de espíritos” tive a
percepção que estava diante de um plano de pensamento fantástico, revolucionário…
  Olhando para trás me sinto tão patético acreditando que meus pensamentos trariam algo de bom, mas são coisas da vida, sigamos em frente.

  Eu observava que muito das frustrações das pessoas eram formadas por padrões irreais estabelecidos por um pensador que infelizmente caiu no gosto popular mesmo não correspondendo a uma realidade observável.

  As idéias se propagam como vírus e uma vez a mente infectada não há formulas magicas para entrarmos com uma nova idéia mesmo que ela seja mais eficiente, tenha LÓGICA.

“Se o amor não for para sempre então não é amor.”

  Fala sério, quantos de nós já não ficamos “divididos” entre duas pessoas e se pudéssemos ficaríamos com as duas, ou três…
  Tá bom, tem espíritos com esta capacidade de amar uma única pessoa por toda vida, mas também tem espíritos que se um amor não deu certo eles tentam [ou acontece] outro.

  Porque estabelecemos este padrão que o amor “verdadeiro” só pode ser direcionado a uma única pessoa por toda vida, porque estabelecemos que todos os espíritos são ou serão iguais?

  Este assunto é tão legal que eu poderia escrever um livro só falando sobre isso, mas quem iria ler, quem sou eu para por em xeque o “verdadeiro e único amor”.
   Uma boa pergunta é: Quem tem mais “capacidade de amar”?
   Um indivíduo que só é capaz de amar uma pessoa por toda vida ou quem consegue ter vários amores?
“Decifra-me ou te Devoro!”

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