quinta-feira, 23 de maio de 2013

Prêmio e Recompensa?


  “O cérebro da maioria das pessoas só funciona pelo mecanismo de prêmio e recompensa, e a prática metafísica oferece isso.” [Nihil]
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  Lá vem você evitando pensar, só recitando o que leu em alguns livros e se tornou PADRÃO, parece um certo professor…HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
  Prêmio e recompensa até onde sei são sinônimos então a teoria já começa baseada em uma redundância.
  Vamos trazer o conceito de RESULTADO para esta equação e perceberemos que o pensamento fica muito melhor estruturado.

  “Contudo, até o momento, o exemplar mais notório da subespécie Homo sapiens foi o Homo de Cro-Magnon, de alta estatura, desenvolveu ferramentas detalhadas (faca, lança, arco e flecha, etc.), e demonstração de aptidões artísticas, inscrevendo algumas cenas de caça, evidenciadas por meio de pinturas rupestres preservadas em paredes de cavernas.” [Brasil Escola]

  Considerando que humanóides estejam na Terra há 1 milhão de anos e o Cro-Magnon surgiu há 90 mil anos podemos dizer que na maior parte do tempo permanecemos ateus.
  Hoje estou extremamente sem tempo, mas certa vez li um estudo muito interessante relacionando arte, religião e o inicio de enterrarmos nossos mortos.

  Os Cro-Magnon não inventaram ou imaginaram “espíritos”, foram os primeiros a PERCEBEREM AS INTERFERÊNCIAS.

  Imagino que alguma entidade indicou um remédio a alguém que viria a ser “pajé” e aquela aparente loucura deu RESULTADO.
  O relacionamento dos Cro-Magnon com a espiritualidade deu melhores resultados para eles do que obtiveram todos os demais humanóides que não tiveram a mesma percepção, inclusive [aparentemente] foram subjugados e exterminados.
  Claro que entendo meus antepassados, eu também observo interferências, parece não ser me permitido identificar exatamente como elas ocorrem, mas observo que o Darwinismo não é soberano e logicamente deveria ser.
  Depois de Mozart e Bethoven, pela teoria da evolução, não deveria surgir “éguinhas pocotó”HAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHA!

Pocotó, pocotó, pocotó, minha éguinha pocotó, revire-se na cova Darwin. 
[É amigo Darwin,  lamentável, mas a matemática é implacável eu também sinto muito]




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