quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sobre Constantino

   “Deus me defende dos amigos, que dos inimigos me defendo eu.”
 [Voltaire]

   Ao contrário do que muitos pensam o império Romano não foi derrotado por um exército invasor, ele foi derrotado por sua grandiosidade, ficou GRANDE DEMAIS difícil de administrar.

  Ficou tão grande que por volta de 280 se dividiu em Ocidental e Oriental.
  Sim senhores, muitas gerações depois de Cristo ele continuava firme e forte.
  Constantino antes de uma batalha a qual seu exército estava em desvantagem teve a visão de uma cruz e ouviu uma voz lhe dizer:

 Meus Pace est cum Vos . . .In Hoc Signo Vinces.

(“Minha paz está contigo… com este signo vencerás”.)

  E de fato, assim se deu.

  Dias depois, em 28 de outubro de 312, um pouco antes de ter que atravessar a Ponte Milvio sobre o rio Tibre, travando uma outra batalha para poder chegar ao centro de Roma, novamente ouviu uma voz.
  Desta vez ela ordenara-lhe que removesse a águia imperial dos escudos romanos, colocando um outro símbolo no seu lugar.
  De imediato Constantino providenciou a alteração, afixando neles as letras “chi” (”c” em grego, que tinha forma de um xis) e “rho” (”p” em grego), que vinham a ser as iniciais gregas de Cristo, logo encimadas pela coroa de espinhos.
  Os inimigos foram esmagados nas estreituras da ponte.

  É meus amigos, Jesus esqueceu a leseira da igreja do primeiro século para jogar pesado novamente, o resto da história todos conhecem, menos os protestantes que construíram seu mundo de sonhos e fantasias em algum lugar do passado remoto, mas “Aquele que nos Controla” também soube se aproveitar no tempo certo desta característica dos que optaram pelo protestantismo quando a Igreja Católica ficou GRANDE DEMAIS para ser administrada, mas esta é outra história…




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