quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Caso USP

  “As Faculdades de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP em 2009 fizeram uma passeata com cerca de 3000 pessoas pedindo que a PM não patrulhasse dentro do campus porque a “USP não pode ficar encastelada por forças repressoras”.   [Veja SP]
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  Porque será que os alunos não querem o patrulhamento da PM?

  Tá, parte da resposta é que nossas faculdades são inexplicavelmente Comunistas e Policia Militar é coisa da “direita opressora.”
  Não que eu consiga entender isso, porque Cuba, China e Coréia do Norte também tem suas policias, segundo sei também são militares e pelo menos 10 vezes mais opressoras que nossa PM, mas nem vou entrar por esta brecha, fica para outro dia.
  Os caras querem é liberdade para usarem drogas em paz, sem nenhum policial por perto para reprimir.

  Claro que acredito que a grande maioria dos estudantes não usam drogas, mas os que não usam são solidários aos que usam.

  Alguém consegue imaginar alguma outra justificativa para os estudantes serem contra o patrulhamento da PM?
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  Já me mandaram para muitos lugares que eu prefiro não comentar…HAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHA!
  Um dos lugares que já me mandaram várias vezes foi fazer Faculdade de Filosofia.
  Claro que já me interessei por isso, mas para um capitalista igual eu fazer Filosofia no Brasil é uma tortura insuportável.
  Se fosse no USA ou Inglaterra talvez fosse interessante, mas a maior parte da minha juventude foi difícil até trazer o que comer para casa que dirá um intercâmbio cultural no exterior.
  Vejam essa situação uma das mais renomadas universidades do Brasil formando filósofos que encontram justificativas para a PM não policiar dentro do campus alegando uma ação opressora por parte da polícia.
  Os estudantes querem liberdade talvez para invadir a reitoria a hora que bem entenderem!
  Espero que seja isto porque senão só nos resta a tese das drogas.
  Acho meio difícil um PM bater, prender ou torturar um estudante por ele estar com uma camiseta do Che Guevara é até mais provável que o policial esteja com uma camiseta do Mao ou do MST por baixo da farda.
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  Quando estudei na PUCC dois professores eram padres, um casou e não podia mais celebrar missas, mas continuava dar aulas.
  Achei incrível que mesmo o Vaticano não dando apoio a Teologia da Libertação esses padres eram admiradores dessa ideologia e a defendiam abertamente nas aulas com a simpatia máxima dos alunos.  Clique Aqui

  Lembro que a Ford estava trazendo robôs para sua linha de produção e o padre falava que era tudo “embromação capitalista para desvalorizar o trabalhador.”
  Eu disse ao professor que os robôs faziam serviços insalubres e que os robôs também eram fabricados e precisavam de manutenção de forma que um serviço insalubre era substituído por um de maior qualificação, os trabalhadores precisariam estudar cada vez mais o que era muito bom.  
  Derrubava a tese de que o capitalismo quer uma nação de analfabetos muito pelo contrário o trabalho iria ser menos braçal e cada vez mais mental.

  O professor "explicou" que eu já tinha sofrido lavagem cerebral e estava dizendo exatamente o que o “imperialismo” queria que eu dissesse.

  Mas a pergunta que nunca sai da minha cabeça é a seguinte:

  Um cara que passa 4 anos ou mais consumindo maconha, ecstasy e outras drogas magicamente para depois de formado e quem é conivente com o uso deixa de ser?
  “Decifra-me ou te Devoro!”



Universitários usam mais drogas

  Pesquisas revelam que alunos de curso superior consomem muito mais drogas do que a população em geral — o que derruba por terra o mito acadêmico de que a informação é o melhor método de prevenção.  Clique Aqui

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