Por unanimidade, o STF declarou inconstitucional a Lei Estadual de Santa Catarina, que proibia cotas raciais e ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais no ensino superior público e privado com recursos estaduais.
O relator afirmou que tais ações são constitucionais e necessárias para combater desigualdades.
A decisão derruba a norma que previa multas, anulação de editais e corte de verbas.
Universidades como Udesc celebraram; o autor da lei e o governador criticaram.
Ferreira: É assustador, mas previsível, ver ideias tão retrógradas sobre cotas.
Elas são essenciais para que o nível financeiro não dite quem tem direito ao conhecimento.
Cotas não são favor, são justiça para equilibrar um jogo que sempre foi desigual.
O STF sendo mais uma vez sensato e a favor do povo!
William: Sou negro, é assustador como minha raça regrediu ao se apegar ao vitimismo.
EU TENHO UM SONHO.
Que homossexuais ao serem xingados xinguem de volta ou ignorem.
Que mulheres ao serem xingadas xinguem de volta ou ignorem.
Que índios ao serem xingados xinguem de volta ou ignorem.
Que gordos ao serem xingados xinguem de volta ou ignorem.
Quando me xingam eu xingo de volta ou ignoro, geralmente ignoro, não gosto de perder tempo com infantilidade.
Nossa sociedade está com excesso de "sensíveis".
Frank: Você mencionou que afrodescendentes foram influenciados por ideais de esquerda e acabaram seguindo o 'coitadismo'.
O que te levou a essa conclusão?
William: Muitos pensadores decidiram ignorar toda complexidade que rege as relações econômicas e sociais.
Investiram no reducionismo de: Oprimidos vs Opressores.
Na meditação em questão mostro que foi diminuída (ou completamente ignorada) a responsabilidade dos afrodescendentes pela própria vida e povo.
Todas as mazelas são essencialmente fruto da opressão branca (diabólica) contra os negros(quase santos).
Leonor: Na abolição da escravatura, a direita fez lei pra obrigar o Estado a indenizar os donos de escravos
William: Quem era “direita” na época da abolição!?
Lembrando que o livro O Capital de Marx foi publicado em 1867, a abolição foi em 1888.
Antigamente não tinha internet, dificilmente algum exemplar teria chegado ao Brasil em tão pouco tempo e se tornado popular.
Lembrando que naquele tempo “direita” era um conceito ligado mais a quem apoiava a monarquia, partido conservador.
E foi a monarquia, Princesa Izabel, que decidiu pela abolição.
Resumo:
1. Crítica ao Vitimismo Contemporâneo: Você argumenta que houve uma "regressão" na postura da população negra ao adotar o que define como vitimismo, contrastando a situação atual com o prestígio alcançado por figuras negras ilustres no passado, como o ex-presidente Nilo Peçanha.
2. Explicação Técnica sobre Fotografia e Pele Negra: Ao rebater a ideia de racismo tecnológico, você explica que as fotos antigas eram claras ou sem detalhes devido às limitações químicas dos filmes ortocromáticos e a escolhas de custo-benefício da indústria (como a Kodak), que calibrava produtos para o seu mercado consumidor majoritário na época.
3. Influência de Ideologias Políticas: Você sustenta que, após a Revolução Russa, estratégias socialistas incentivaram minorias a focar na "cobrança de dívidas históricas" em vez do desenvolvimento pessoal, o que teria alterado a mentalidade de busca pelo sucesso através dos estudos.
4. Complexidade do Tráfico Negreiro: O texto aponta que o comércio de escravizados envolvia a participação de reinos africanos (como o Daomé) que capturavam e vendiam outras pessoas. Com isso, você questiona a narrativa simplificada de "dívida histórica" direcionada apenas ao Brasil.
5. Exemplos de Sucesso Pré-1930: Você lista intelectuais e profissionais negros de destaque — como Machado de Assis, André Rebouças e Luiz Gama — para demonstrar que, antes da década de 1930, o posicionamento social e a presença de negros em carreiras de prestígio (advocacia, engenharia, jornalismo) eram expressivos.
6. Defesa da Meritocracia vs. "Coitadismo": O argumento central é que o caminho da meritocracia e da persistência, seguido pelas gerações passadas, foi substituído por uma postura de "coitadismo" influenciada por ideais de esquerda, o que prejudicaria o progresso real.
7. Apelo à Resiliência da Geração Z: Você encerra com um chamado para que a nova geração rompa com o que considera equívocos das gerações anteriores, defendendo uma postura de maior força individual e menor "sensibilidade" diante de ofensas ou adversidades sociais.
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