quinta-feira, 30 de abril de 2026

Lula Justus

 



 Brasil 247:  Roberto Justus diz que não quer volta de Bolsonaro e elogia Lula: “muito inteligente”
  Empresário diz que ex-presidente não teve atitudes de um líder e elogiou a habilidade política de Lula

Roberto Justus: “Hoje eu não gostaria de ter o presidente Bolsonaro de volta. 
 O presidente Bolsonaro pisou muito na bola, acabou entregando de volta o governo à esquerda brasileira, com a incompetência dele, na minha opinião, de saber lidar com esses assuntos. 
  Podia ter sido uma mela mão da oposição, em vez de fazer toda essa lambança que foi feita, que nem quis nem aparecer, viajou e sumiu”.

William: Não sei bem onde Justus vê "inteligência" em Lula.
  Fernando Henrique deu uma boa arrumada no país, entregou muito melhor do que pegou.
  Pra mim, os inteligentes no primeiro mandato foram Palocci e Henrique Meirelles que praticamente continuaram a gestão FHC.

  A "articulação politica" de Lula no primeiro mandado foi o Mensalão.
  É isso que Justus achou inteligente!?
  Justus deve saber que o grande crescimento econômico de 2003 até 2008 foi um fenômeno mundial puxado pelo crescimento da China a da bolha imobiliária dos Estados Unidos.
   Mas a dinheirama que chegou no Brasil deu uma ilusão de prosperidade ao povo que reelegeu Lula em 2006.
  O que ele fez?
  Dobrou a aposta na corrupção com o Petrolão.

  Esses governos gastões são ótimos para pessoas como o Justus, a "Faria Lima".
  Ele tem por exemplo a Legend Investimentos, que em sociedade com o BTG Pactual, atua como um escritório de agentes autônomos e gestão de patrimônio. 
  Justus fez seu nome em uma empresa de propaganda, mas faz tempo que esta no ramo de investimentos financeiros.

  Mas chega de falar do passado ...
  Com o apoio da população (maioria dos votos validos), apoio do STF, Banqueiros (Itaú e outros) e grandes empresários (JBS, Raízen ...).

  Se Lula fosse inteligente (na minha opinião) faria uma gestão tranquila e de certo seria reeleito.
  (O eleitor já tinha ignorado seu passado nefasto nas eleições de 2022.)
  Não precisaria nada excepcional, bastaria manter o teto de gastos, com a divida publica sob controle a Selic poderia ser bem mais baixa, a economia fluiria naturalmente.

  No Congresso poderia ter acabado ao menos com o "Orçamento Secreto", mas continuou com os esquemas de sempre.



      Outro apoio que Lula jogou na lata do lixo foi o internacional.
   Visivelmente um grande defensor de ditaduras.
   Apostou todas sua fichas no Putin, Maduro, Aiatolás ... não deu nada certo.
   Ainda tem a China, mas os chineses tem uma politica muito mais predatória que Estados Unidos e Europa.
   Vejam o caso BYD, estão montando uma "vila" só para chineses.
   Com os subsídios dados pelo Governo Chinês o colapso de outras montadoras como GM e Volks não esta longe da acontecer.
   Mas tudo bem, seus funcionários podem usar o dinheiro das indenizações para trabalhar com algum aplicativo.
  O problema é aquele de sempre, oferta e demanda.
  Quanto mais gente recorrendo a aplicativos, menos rentável fica. 

  Enfim.

  Não tenho como defender que Jair Bolsonaro foi inteligente.
  Acontece que Flávio não é o pai, podemos dar o beneficio da dúvida.
  (Deixo claro que prefiro Romeu Zema.
    Se Jair tivesse escolhido Tarcísio a eleição poderia ser definida no primeiro turno com vitória de Tarcísio.)

  Meu ponto é:
  Justus achar Jair "pouco inteligente", concordo, também acho.
  Mas comparado com Lula!?
  Ai é forçar a barra demais.

  Já em 2019, Tofolli & Moraes instituíram o inquérito da Fakenews para cercear o avanço da Lava Jato, com a benção do Gilmar iniciaram a volta do Lula que seria mais favorável a eles.
  Paralelo a isso uma pandemia mundial.

  Jair tinha tantos poderosos contra ele e ainda se indispôs com a Globo, reduziu as propagandas do Governo na emissora.
  Mesmo assim a economia estava melhor encaminhada.

  Lula com tudo a favor construiu uma bomba fenomenal para 2027.
  Um lado meu até gostaria que ele ganhasse as eleições, brasileiro que elege esse tipo de gente tem mais que se fu*** ...

  O problema é que eu e tantos outros brasileiros sensatos estamos debaixo da mesma lona, "não é inteligente" torcer para o circo pegar fogo.

  Se Flávio (é o que temos com chances) for menos "atrapalhado" que Jair, com certeza já será um "gênio" se comparado com Lula.






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 Resumo:


  1.  Sucesso Econômico por Herança e Continuidade: Você argumenta que a prosperidade do primeiro mandato de Lula não se deveu à "inteligência" dele, mas sim à organização do país feita por Fernando Henrique Cardoso e à decisão de Palocci e Meirelles de manterem a gestão econômica anterior.


2.  Corrupção como "Articulação Política": Você contesta a habilidade política elogiada por Justus, afirmando que a verdadeira face da articulação de Lula foram os esquemas do Mensalão e, posteriormente, do Petrolão.


3.  Cenário Externo e Ilusão de Prosperidade: O crescimento entre 2003 e 2008 é atribuído por você a um fenômeno global (comodities puxadas pela China e bolha imobiliária nos EUA), o que teria gerado uma falsa sensação de competência interna.


4.  Conivência da Elite Financeira ("Faria Lima"): Você sugere que figuras como Justus e o setor de investimentos se beneficiam de "governos gastões", pois lucram com a gestão de patrimônio e a dinâmica do mercado financeiro que esses governos alimentam.


5.  Desperdício de Capital Político no Terceiro Mandato: Você aponta que Lula voltou ao poder com o apoio de setores poderosos (STF, banqueiros e grandes empresários), mas que, em vez de fazer uma gestão fiscalmente responsável (mantendo o teto de gastos), optou por manter velhos esquemas no Congresso.


6.  Política Externa e Alinhamento Ideológico Prejudicial: Você critica a diplomacia de Lula por apoiar ditaduras e permitir uma política comercial "predatória" da China (citando o caso BYD), o que, na sua visão, pode levar ao colapso da indústria automotiva tradicional no Brasil.


7.  Comparação entre Lula e Bolsonaro: Embora concorde que Bolsonaro foi "pouco inteligente" e "atrapalhado", você considera forçado compará-lo negativamente a Lula, argumentando que, mesmo com forte oposição institucional, a economia estava melhor encaminhada no governo anterior.


  

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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Sentido de Ter Filhos

 

Sandra: Qual sentido de ter filhos?
  Sinceramente só vejo como gasto de dinheiro e uma perda de liberdade por 20 anos pra no final correr o risco de gerar um ser humano que nem vai se importar com você, mesmo filhos bem cuidados podem virar babacas, é muito complexo. 
  Não vejo nenhuma vantagem que isso traga. 
  Boas amizades já podem te trazer afeto de maneira bem mais espontânea.
  Acho que no futuro só quem vai ter filhos serão os religiosos mesmo.

William: O sentido básico é a perpetuação da espécie.
  Por volta dos 12 anos, biologicamente, começamos a ser inundados com hormônios que nos induzem a pratica sexual.
  Sexo tem um potencial tão grande de nos trazer problemas que pela lógica seria melhor que não sentíssemos desejo, mas é mais forte que nós.
  
  Evidente que cada um é cada um, o desejo é mais intenso para uns que para outros.
  É menos frequente, mas há pessoas "assexuais" no sentido de praticamente não sentir desejo sexual, porem paradoxalmente podem sentir vontade de ter filhos ... e aqui chegamos ao X da questão.

  Temos certas programações biológicas.
  A maioria de nós, em alguma fase, sente forte ou fraco o instinto da paternidade.
  O mais comum é quando encontramos uma pessoa que pretendemos nos casar.

  O "amor" é um estratagema para constituirmos família?

  O casal já transou bastante, qual o próximo passo!?
  É uma sequência natural da vida.
  É raro os dois não querer ter filhos.
  Quando a mulher sente uma vontade natural de ser mãe ... qual  a vantagem em não ser?

  Quanto ao argumento do "filho ser ruim" esse tipo de risco esta em tudo.
  Transar livremente com varias pessoas ... tem o  risco de contrair doença venérea grave.
  Viajar conhecendo o mundo tem o risco do avião cair.
  Comprar o carro do  ano tem o risco de pegar um com defeito de fabrica e ficarem te enrolando; quem já não viu casos assim?
   Aquele moto que você desejou tanto  pode te deixar tetraplégico em um acidente de trânsito.
   Ter muita grana pode te tornar alvo de algum golpe ou sequestro ...
   Enfim, para "morrer basta estar vivo", "nada esta tão ruim que não  possa piorar" ...
   A "negatividade" (pessimismo) pode ser usada em qualquer coisa.

  Tenho duas filhas, são motivo de grande satisfação, não me arrependo nem por um segundo de tê-las.
  E olha que nem posso dizer que senti um forte chamado biológico para ser pai.
  Eu e minha esposa já estávamos juntos há 9 anos.
  Cinco anos de namoro, quatro anos de casados ... demos o  próximo passo.
  Duas filhas que preenchem nossas vidas de uma maneira que é difícil explicar.



  
  Nossos pais morrem ou ficam debilitados, os colegas de infância, irmãos, primos, sobrinhos ...vão seguindo seus rumos.
  Os filhos geralmente são os que vão continuar na "festa" enquanto nos retiramos depois de uma vida bem vivida ... um  ciclo que trouxe a humanidade até nossos dias.

  Uma ilustração mental paralela ...

  Me veio a mente aquelas pessoas que usam aparelho de musculação da maneira errada (YouTube), que vemos em tantos vídeos da internet ou no cotidiano para quem frequenta academias.

  Você quer fazer pernas em um aparelho para braços?
  Não é impossível, mas dificilmente vai conseguir melhores resultados que se utilizasse os parelhos apropriados.
  Dependendo da sua "criatividade" pode até se prejudicar.

  Quer andar de costas na esteira?
  Raramente precisamos andar de costas além de poucos passos.
  O "tradicional" de andar para frente vai te dar um condicionamento físico mais eficiente para seu dia a dia.

  Sentiu vontade de casar e ter filhos?
  Surgiu uma situação favorável, mas foge dela por motivos ideológicos?

  A vida é sua, estrague como quiser.

  Na minha vida ... prefiro nadar a favor da correnteza.
  Nadar contra, sei que por vezes é preciso, mas minhas razões tem que ser lógicas não ideológicas.

  A lógica é o cálculo da rota para decidir o melhor caminho para o que pretendemos.
  Na ideologia o caminho já foi "dogmaticamente" decidido, apenas aceite.

  Já foi decidido por alguns que a "família tradicional" é nosso maior problema.

  Lógica ou Ideologia?

  Você decide ... escolha "SEU" caminho.


 "A lógica exige que você siga os fatos onde quer que eles levem.

  A ideologia exige que você selecione os fatos que levam onde você quer chegar."

  (Thomas Sowell)



 “Os nossos pais nos amam porque somos seus filhos.
   Nos momentos de SUCESSO, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de FRACASSO, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar.
  
  (Bertrand Russell)


 

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 Resumo:


 1. O sentido básico é biológico: perpetuação da espécie

Você parte do argumento central de que existe uma "programação biológica". Por volta dos 12 anos somos inundados por hormônios que induzem ao sexo, e o desejo sexual é "mais forte que nós". A paternidade/maternidade seria extensão natural desse instinto.

 

 2. O instinto parental existe, mesmo variando de intensidade

Reconhece que "cada um é cada um" e que o desejo é mais intenso pra uns que pra outros. Cita até assexuais que podem querer filhos. Mas afirma que "a maioria de nós, em alguma fase, sente forte ou fraco o instinto da paternidade", especialmente ao encontrar alguém pra casar.

 

 3. Ter filhos é a sequência natural da vida a dois

Usa a lógica: "O casal já transou bastante, qual o próximo passo!?" Defende que é raro os dois não quererem filhos. Questiona: "Quando a mulher sente uma vontade natural de ser mãe... qual a vantagem em não ser?"

 

 4. O argumento do risco vale pra tudo, não só pra filhos

Rebate o "filho pode ser ruim" listando riscos de outras escolhas: sexo livre = DST, viajar = avião cair, carro = defeito, moto = acidente, grana = sequestro. Conclui que "negatividade pode ser usada em qualquer coisa" e que "para morrer basta estar vivo".

 

 5. Experiência pessoal: satisfação que não se explica

Relata ter duas filhas como "motivo de grande satisfação" e "não me arrependo nem por um segundo". Destaca que nem sentiu "forte chamado biológico" - foram 9 anos juntos antes do "próximo passo". Diz que elas "preenchem nossas vidas de uma maneira que é difícil explicar".

 

 6. Filhos dão continuidade ao ciclo da vida

Quando pais morrem, irmãos e primos seguem seus rumos, "os filhos geralmente são os que vão continuar na 'festa' enquanto nos retiramos". Coloca a paternidade como parte do ciclo que "trouxe a humanidade até nossos dias".

 

 7. Lógica vs Ideologia: nadar a favor da correnteza

Usa a analogia da academia: usar aparelho errado ou andar de costas na esteira é ineficiente. Defende "nadar a favor da correnteza" e só nadar contra com razões lógicas, não ideológicas. Fecha com Thomas Sowell: "A lógica exige que você siga os fatos onde quer que eles levem. A ideologia exige que você selecione os fatos que levam onde você quer chegar."

 

Sua conclusão: se surgiu vontade/situação favorável pra casar e ter filhos, fugir por ideologia é "estragar a vida". A escolha entre lógica e ideologia é de cada um.

 


  


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segunda-feira, 27 de abril de 2026

PL 894/25 Salário

 


 

  O PL 894/25, do deputado Pollon, propõe que empregadores depositem o salário bruto integral aos funcionários, que passariam a recolher eles mesmos encargos como INSS, FGTS e IR.

  O objetivo é eliminar a "contabilidade invisível" da folha de pagamento, fazendo o trabalhador perceber o real custo do trabalho e o peso dos impostos.

  A ideia é gerar consciência fiscal e levar o cidadão a questionar a eficiência dos gastos públicos.


                            




YouTube - Link


Laudelino: Eu defendo o PL do Pollon como uma ferramenta psicológica brilhante para gerar consciência econômica. 

  Hoje vivemos um "teatro contábil" onde o governo se esconde atrás das empresas, fazendo o trabalhador crer que o patrão é o vilão, sem saber seu custo real para quem o contrata. 

  Minha tese é que, ao receber o valor bruto e pagar os próprios encargos, o cidadão terá um "choque de realidade" ao ver que o Estado abocanha quase metade do seu suor. 

  Isso acaba com a passividade e gera autonomia, forçando o brasileiro a cobrar eficiência pública ao perceber que patrão e empregado são vítimas da mesma carga tributária sufocante. 

  É um projeto de transparência contra a extração de renda invisível que domina nossa relação com o Estado.


William: Duvido que passe, mas só a discussão sobre o projeto já é bastante didática.

  Eu tenho uma proposta parecida.


  Defendo o atendimento público da Saúde.

  Manteria no desconto da conta do salário o SUS, para todos.

  Inclusive PJs e autônomos de todo tipo deveriam contribuir, saúde é coisa importante.

  Criaria uma conta poupança benefícios, entraria tudo mais em dinheiro.

  Suponhamos que a parcela do Plano de Saúde pago pela empresa seja de 500 reais.

  Ela discrimina oficialmente essa destinação, coloca na conta benefício 500 reais, o funcionário decide que plano contratar ou se prefere ficar com a grana.

  Por vezes é um jovem solteiro, com boa saúde, que tem outras prioridades.

  Lembremos que em caso de emergência ele teria o SUS.

   Veja o caso do vale alimentação.

   Porque precisa de uma empresa intermediaria tipo SODEXO ou VR!?

   (Empresas que obviamente tem custo de operação e precisam cobrar por seus serviços.)

   Bastaria o empregador depositar na conta beneficio o valor do auxílio alimentação discriminando oficialmente essa destinação.

   O funcionário gerência isso como achar melhor.

   Enfim.

   O Brasil é o que NÓS brasileiros fazemos dele.


   O gasto da empresa com o funcionário não deveria ter tanta intervenção do Governo.

   O funcionário deve administrar a própria renda.


  Conta Benefícios - Link



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 Resumo:


1.  Valor didático da discussão: Independentemente da aprovação do PL 894/25, você destaca que o simples debate sobre a transparência do salário bruto e dos encargos já cumpre um papel pedagógico essencial para o trabalhador.


2.  Manutenção do caráter universal do SUS: Diferente de uma desoneração total, você defende que a contribuição para a saúde pública deve permanecer como um desconto obrigatório para todos (incluindo PJs e autônomos), dada a importância da rede de segurança do SUS.


3.  Criação da "Conta Poupança Benefícios": Você propõe que os valores destinados a benefícios (como plano de saúde e auxílio-alimentação) sejam depositados em dinheiro em uma conta específica, em vez de ficarem retidos ou vinculados a serviços fechados.


4.  Liberdade de escolha e autonomia individual: O ponto central é que o funcionário deve ter o poder de decidir como usar essa verba. Por exemplo, um jovem saudável pode preferir ficar com o dinheiro do plano de saúde para outras prioridades, contando com o SUS para emergências.


5.  Eliminação de intermediários financeiros: Você questiona a necessidade de empresas operadoras de benefícios (como Sodexo ou VR). Seu argumento é que o depósito direto do auxílio-alimentação na conta do funcionário elimina custos operacionais desnecessários e taxas de serviço.


6.  Gestão direta da própria renda: Você sustenta a tese de que o trabalhador é o melhor gestor de seus próprios recursos e que a discriminação oficial desses valores na folha garante transparência sem tirar a liquidez do cidadão.


7.  Redução da intervenção estatal: Você defende que o governo deveria intervir menos na forma como a empresa gasta com o funcionário, permitindo que a relação trabalhista seja mais direta e que o colaborador tenha controle total sobre a administração de seus rendimentos e benefícios.


  

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domingo, 26 de abril de 2026

Algoritmos

 


Joice: Influenciador tendo que gravar vídeo de hospital para agradar ao algoritmo é o retrato da escravidão moderna.

William: Ela não tem que gravar, ela quer gravar.
  Não sei de quem se trata, mas nem o Lula se deixar de gravar vídeo por um mês vai fazer falta.
  Duvido que essa influenciadora seja mais importante que o presidente da República.

  Escravidão é uma palavra (conceito) tão forte, ainda me surpreende a vulgaridade com que usam essa palavra.


  Se o cidadão não gravar o vídeo vai levar chicotadas ou ser vendido para outro dono!?

  Uma coisa que acho entediante é quando o youtuber fica dando longas explicações porque deixou de postar seu vídeo diário ou semanal.
  Eu acelero a reprodução.
  (Se só comenta de passagem, acho normal.)

  Por curiosidade fiz uma pesquisa no Gemini.


  Líderes de Visualizações em 2026 (Engajamento Atual)

   Se considerarmos quem está "bombando" agora, com a maior média de views por vídeo publicado (dados de janeiro a abril de 2026):

 

Giuliana Mafra: Liderou recentemente com médias impressionantes de 7,4 milhões de views por vídeo.

 

Morimura: Destaque com cerca de 6,9 milhões de views por publicação.

 

Natan por Aí: Mantém uma das maiores retenções do país, com média superior a 4,8 milhões de visualizações por vídeo.

 

Emilly Vick: Consolidou-se como uma das criadoras mais assistidas, com foco em desafios e vlogs que geram milhões de acessos rápidos.



  Pensei que reconheceria algum nome, mas nenhum😂.
  E olha que eu passo um tempo considerável na Internet, é minha principal distração.

  Enfim, não quero abalar a autoestima de ninguém, mas se alguém gosta muito do conteúdo que você posta, vai te salvar nos favoritos e sempre dar uma conferida.
  Se a pessoa deixa ao sabor dos algoritmos é porque não se interessa muito pelas suas postagens.

  Tem o modismo, o "efeito manada", isso esta mais para o imponderável.
  Vejam o caso do vídeo em destaque no alto do texto.
  Não imagino a moça tendo uma audiência fiel, interessada em todos seus próximos vídeos.
  
  Tecnicamente os "algoritmos" refletem isso, o denominador comum das nossas ações navegando pela Internet e algumas sugestões aleatórias para não ficarmos presos em um looping.

Nota: Não sou ingênuo, evidente que a META (só um exemplo) na figura dos seus controladores podem privilegiar alguma ideologia ou tendência.
  O ideal é que os algoritmos sejam neutros, mas não vivemos em um mundo "eticamente" ideal.
 "Meu" procedimento é o mesmo usado na TV aberta.
  Comparar com outras fontes e fazer análises lógicas.
  Você tem cérebro, USE!

 
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 Resumo:


 

1.  Refutação do conceito de "Escravidão Moderna": Você critica a banalização do termo "escravidão" aplicada ao trabalho digital. Argumenta que a produção de conteúdo é uma escolha voluntária ("ela quer gravar") e que o conceito real de escravidão envolve ser propriedade de outrem e coerção física, o que não se aplica aos influenciadores.


2.  A Ilusão da Indispensabilidade: Você argumenta que ninguém é verdadeiramente indispensável no ecossistema digital. Nem mesmo figuras de alto escalão, como o Presidente da República, fariam "falta" se parassem de postar por um mês, sugerindo que a pressão sentida pelos influenciadores é, em parte, autoimposta.


3.  Fidelidade Real vs. Dependência do Algoritmo: Um dos seus pontos centrais é que o interesse genuíno do público independe de algoritmos. Se alguém realmente gosta de um conteúdo, usará os "favoritos" e buscará o autor; se o público depende apenas das sugestões da plataforma, o interesse é superficial.


4.  A Fragmentação da Fama Digital: Ao listar os líderes de visualizações de 2026 e não reconhecê-los, você demonstra que números massivos de engajamento não traduzem necessariamente em relevância cultural universal, evidenciando as "bolhas" criadas pela rede.


5.  A Natureza Técnica dos Algoritmos: Você define o algoritmo como um reflexo estatístico do "denominador comum" das ações dos usuários, temperado com sugestões aleatórias para evitar que o navegador fique preso em um ciclo repetitivo (*looping*).


6.  Reconhecimento do Viés das Plataformas: Você admite que não há ingenuidade quanto à neutralidade absoluta. Reconhece que empresas (como a Meta) podem privilegiar ideologias ou tendências específicas, distanciando-se do mundo "eticamente ideal".


7.  Soberania do Intelecto Humano: O argumento final é um chamado à responsabilidade individual. Você propõe que o usuário trate a internet como a TV aberta: comparando fontes, aplicando análises lógicas e, fundamentalmente, usando a própria capacidade cerebral para não ser um consumidor passivo.

 

  


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sábado, 25 de abril de 2026

Youtubização

 




Comentarista: A depressão e a ansiedade não são apenas crises biológicas, mas sim um projeto político intrínseco ao ultra-capitalismo. 
  Sustento que vivemos a "privatização do estresse", o sistema adoece a coletividade através da exploração extrema e da insegurança laboral (como a uberização), tratando o colapso mental como um fracasso individual.  
  Para mim, nenhum remédio resolve o sofrimento de quem trabalha 16 horas por dia sem perspectiva real de melhora. 
 Além disso, critico como o consumo e o vício em telas atuam como válvulas de escape que destroem os laços comunitários e nos mantêm isolados. 
  Minha tese é que o adoecimento é sistêmico; em vez de nos perguntarmos "o que há de errado comigo?" 
  Devemos questionar "o que há de errado com o mundo?"

William:  Porque você não critica a "youtubização" 😂. 
  Tem medo de perder o canal?
  Acho "engraçado" um youtuber criticar a Uber  
  (Serviços de aplicativo em geral).
  Na Uber o motorista trabalha o tempo que disponibilizar para isso, se quiser fazer escala 4 por 3 faz.
  Se quiser trabalhar 30 horas semanais, pode.
  Acontece o mesmo com o youtuber, a Google não estipula horários para produzir conteúdo.

  O Uber depende do número de passageiros que consegue?
  O youtuber depende da quantidade de visualizações do vídeo.
  O Uber tem a insegurança de não saber se o dia vai ser lucrativo? 
  O youtuber também.

  O cúmulo da hipocrisia é criticar o "vicio em telas".
  Não faz muito tempo tinha bancas de revistas e gibis por todo lado, estão cada vez mais raras, não lembro de nenhuma no bairro que moro em Campinas SP.
  Víamos pessoas lendo jornais, revistas, quadrinhos, álbuns de figurinhas, palavras cruzadas ...
  Eu mesmo cheguei a assinar 4 revistas e comprava pelo menos o jornal de Domingo.

  Quero dizer que sempre procuramos nos distrair com alguma leitura.

  Agora elas estão nas telas.

  A hipocrisia esta que o youtuber esta chegando as pessoas graças as telas dos celulares.
  Antigamente para chegar desse modo (telas) até as pessoas tinha que ter contrato com alguma emissora de TV.
 
  Enfim, vivemos momentos super interessantes, nossa tecnologia é um espetáculo.
  O que estraga não é o capitalismo que torna tantos bens acessíveis até para os mais pobres.

  O que estraga é o VITIMISMO, pessoas que tem saudades de um passado que não viveram e quando analisamos historicamente é difícil encontrar alguma "vantagem" em ter vivido nos anos de 1900, 1800, 1700 ...








 

  

 Frank: Na minha cabeça, depressão é quando o indivíduo não quer sair da cama.

  Da janela do meu apartamento eu só consigo ver pedestres e condutores subindo e descendo as avenidas, dando vida ao sistema social, mas eu sou totalmente incapaz de enxergar aqueles que ficaram presos nas camas.

  Como a OMS conseguiu quantificar essas pessoas e alertar que estamos à beira de uma epidemia?


 William: Isso é igual a causa LGBT, você é o que se declara.


  Depressão dá atestado, é só dizer que está com Burnout ...

 


 


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 Resumo:


1. A hipocrisia do youtuber que critica a uberização

Você aponta a contradição central: um criador de conteúdo no YouTube critica motoristas de aplicativo sem perceber que opera sob a mesma lógica , sem horários fixos, dependente de uma plataforma, com renda incerta e variável.

 

2. A analogia estrutural entre Uber e YouTube é precisa

Você demonstra que os dois modelos são equivalentes: autonomia de horário, ausência de garantias de renda, dependência do desempenho (passageiros vs. visualizações) e instabilidade financeira são comuns a ambos.

 

3. Crítica ao vício em telas é incoerente vinda de quem vive das telas

O youtuber só alcança seu público *graças às telas dos celulares*. Criticar esse "vício" enquanto depende dele para existir é, nas suas palavras, o cúmulo da hipocrisia.

 

4. As telas são apenas o novo suporte de um hábito antigo

Você lembra que jornais, revistas, gibis, palavras cruzadas e álbuns de figurinha já eram formas de distração e leitura cotidiana. As telas não criaram o comportamento , apenas o migraram para um novo meio.

 

5. A tecnologia democratizou o acesso à produção de conteúdo

Antes, chegar ao público em escala exigia contrato com emissora de TV. Hoje, qualquer pessoa pode fazer isso pelo celular. Isso representa uma expansão real de oportunidades, não um problema.

 

6. O capitalismo torna bens acessíveis, inclusive aos mais pobres

Você inverte o argumento do comentarista: o problema não é o sistema econômico que amplia o acesso a produtos e serviços, mas sim a narrativa do vitimismo que ignora esse progresso.

 

7. O vitimismo é o verdadeiro obstáculo , não o capitalismo

Seu argumento de encerramento é contundente: quem tem saudade de um passado idealizado ignora que, historicamente, os séculos anteriores ofereciam condições de vida muito piores. A nostalgia acrítica e o vitimismo distorcem a análise da realidade.

 

  


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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Média de Filhos

 



Henrique: Segundo o Deputado Nikolas, é só o caixa de supermercado ou o frentista de posto de combustível ir falar com patrão que ele vai ter a escala 6x1 reduzida. 😡

William: Não estamos mais em 1960, pensadores de
esquerda pararam no tempo.
  A média de filhos por mulher caiu para menos de dois ficando baixo da taxa mínima de reposição populacional.

1960: 6,28 filhos por mulher.
1980: 4,35 filhos por mulher.
1991: 2,89 filhos por mulher.
2000: 2,38 filhos por mulher.
2010: 1,90 filho por mulher. 
2022: 1,55 filho por mulher.
(IBGE)

  A geração Z que está no mercado não é aquela que precisava pegar o que aparecesse para ajudar no sustento dos irmãos.
  A empresa que não oferece condições satisfatórias fica com dificuldade de reposição.
  Ser contra a escala 6 por 1 NÃO significa achar viável economicamente a escala 4 por 3.
  Eu por exemplo sou contra a escala 6 por 1, mas defendo que o individuo tenha 8 folgas no mês, o que daria uma escala 5 por 2.

  Mas vamos pensar naquele individuo mais lascado, que por um motivo qualquer precisa desesperadamente de um emprego.
  Tem aquele velho ditado:

  "O que não tem remédio, remediado esta".

  Se você não pode mudar algo, de nada adianta ficar se lamentando o problema continua lá, e você só fica mais mal-humorado.
  É a versão ancestral do "aceita que dói menos".
  Se você já tentou de tudo e o desastre continua firme ... o problema acaba de ser promovido a "destino".
  Mas calma, se você aceitou o trabalho é porque a situação ficaria pior sem ele.
  Agora é usar esse primeiro degrau da escada para subir outros.

  Se o problema é falta de estudo, estude.

  Se o problema é uma cidade pequena que não oferece muitas oportunidades aja de maneira que seja possivel mudar para uma cidade maior.
  Entretanto PENSE BEM, sair de uma situação entediante (mas tranquila) para morar em uma "comunidade" tomada pela bandidagem ... você decide.

  No Brasil, existem 5.251 municípios com menos de 100 mil habitantes, restando apenas 319 municípios com população superior a 100 mil pessoas.
  Veja que é bem possivel viver satisfatoriamente em cidades pequenas.

  Suponhamos que você queira muito vir para uma cidade maior e o preço a pagar é encarar uma escala 6 por 1.
  O governo deve criar uma lei te proibindo de fazer isso?


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 Resumo:


1. Queda drástica na natalidade muda o poder de barganha do trabalhador

Os dados do IBGE mostram que a média de filhos por mulher despencou de 6,28 em 1960 para 1,55 em 2022, abaixo da taxa de reposição populacional. Isso transforma estruturalmente o mercado de trabalho.

 

2. A Geração Z não aceita qualquer coisa

Diferente das gerações anteriores, o trabalhador jovem de hoje não precisa aceitar condições ruins para ajudar a sustentar irmãos. A escassez de mão de obra favorece o trabalhador, não o patrão.

 

3. Empresas com condições ruins enfrentam dificuldade de reposição

A consequência prática da queda demográfica é que empregadores que não oferecem condições satisfatórias simplesmente não conseguem repor suas equipes, o mercado já pune naturalmente.

 

4. Ser contra o 6x1 não é o mesmo que defender o 4x3

Você faz uma distinção importante: a crítica à escala 6x1 não implica aceitar qualquer alternativa. Sua proposta concreta é de 8 folgas mensais, resultando numa escala 5x2, viável e equilibrada.

 

5. Para quem não tem saída, a postura pragmática é usar o degrau disponível

Ao indivíduo em situação desesperada, a filosofia prática se aplica: aceitar o que não pode ser mudado imediatamente e usar aquela posição como ponto de partida para subir, estudar, se qualificar, se mover.

 

6. Cidades pequenas oferecem qualidade de vida viável

Com 5.251 municípios brasileiros abaixo de 100 mil habitantes, você argumenta que é perfeitamente possível viver bem sem migrar para grandes centros, e que trocar tranquilidade por violência urbana exige reflexão séria.

 

7. O argumento final e central: se um adulto decide aceitar uma escala 6x1 para ter acesso a oportunidades em uma cidade maior, cabe a ele essa decisão, não ao governo legislar contra isso. A liberdade individual prevalece sobre o paternalismo estatal.

 

  


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