sábado, 6 de janeiro de 2018

A Solução pra África

  Devemos estimular que cada povo resolva seus problemas dentro de suas fronteiras.
  Não dá mais para aturar cidadãos que defendem o Socialismo/Esquerdismo no seu país de origem e querem os benefícios do Liberalismo Econômico/Capitalismo.

  Em qualquer nação, por mais pobre que seja, há pessoas ricas ou classe média alta que tem oportunidade de sair de seu país subdesenvolvido e conhecer de perto nações de primeiro mundo.
  Em geral gostam do que veem em uma Inglaterra ou Holanda.
  Se gostam, como são da elite em seus país de origem, deveriam ao voltar levar esses novos conceitos e implementa-los.
  Mas não.
  Valorizam a própria Cultura a ponto de defender que nada seja mudado.
  É impossível conseguir com uma teocracia islâmica os mesmo resultados de um Estado Laico alemão.

  É comum colocarem a culpa das mazelas no continente africano na conta dos colonizadores/invasores europeus.
  Como se a África antes disso fosse um mar de rosas, um exemplo de desenvolvimento e qualidade de vida.

  Porém não vamos revirar o passado, olhemos o presente e projetemos o futuro.

  Faz tempo que as nações africanas são soberanas.
  Africanos são governados por africanos.
  Se em Gana tem uma elite corrupta e com péssimas práticas administrativas que culpa cabe ao povo da Suíça, Noruega ou Portugal!?

  Africanos, árabes, latinos tem que acordar para a realidade que a melhora de seus povos tem que vir de uma mudança CULTURAL.

  Não dá pra plantar culturalmente uma “Somália” e querer colher um “Canadá”.

  Precisamos de mais indivíduos iguais Patrick Awuah:


  




  “Nasci e cresci em Gana.
  Às vésperas de entrar na universidade, percebia com nitidez como o país estava enredado em um perverso ciclo de pobreza e escassez de valores.

  Decidi abrir uma universidade em Gana.

  A Universidade Ashesi, em um subúrbio de Acra, a capital do país, começou com dinheiro de doações, inclusive de gente da Microsoft, e um empréstimo do Banco Mundial.
  Eu mesmo botei algum capital ali.
  No início, em 2002, eram trinta alunos; em 2018 chegaremos a 2000, já matriculados em áreas como administração, análise de sistemas e gestão.
  Dito assim, parece uma faculdade como qualquer outra.
  Mas tem um propósito que corre lado a lado com a excelência nas ciências que ensinamos: formar cabeças capazes de discernir o que é ético do que é antiético e de disseminar essa compreensão — isso em um país onde a corrupção está entranhada de forma atávica à cultura.
  Os problemas postos em sala de aula sempre remexem nesse vespeiro ao mesmo tempo em que transmitem a matéria.
  Liberdade de expressão, livre-iniciativa, gestão moderna são termos relativamente novos no vocabulário de Gana.
 [Patrick Awuah]



  A solução para África são os africanos.

  O indivíduo pode escolher entre fazer parte do problema e perpetua-lo ou fazer parte da solução e promove-la.

  O mesmo serve para outros povos:

  “Pregam que os Estados Unidos são o grande satã que explora e desagrega nações em proveito próprio.
  Nós temos uma experiência “histórica cientifica”.
  No norte os Estados Unidos tem a nação Canadá de forte cultura Anglo Saxã.
  No sul tem a nação México com forte cultura latina.
  O Canadá é o 9º país em qualidade de vida.
  O México está na posição 74º.
  O problema do México é os Estados Unidos ou a Cultura Latina?”









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