BBC - Link : De acordo com 10 anos de dados da Gallup World Poll (2012-2021), mulheres em mais de 150 países relatam sentir raiva, estresse, tristeza e preocupação com mais frequência que homens. A diferença em raiva e estresse aumentou significativamente: em 2012 eram semelhantes; em 2021, mulheres estavam 6 pontos percentuais mais irritadas.
O pico ocorreu durante a pandemia de COVID-19, quando o fardo doméstico e de cuidados recaiu desproporcionalmente sobre elas.
No Brasil, quase 6 em cada 10 mulheres relataram estresse no dia anterior (contra menos de 4 em cada 10 homens).
Especialistas atribuem isso a desigualdades persistentes, como dupla jornada, barreiras patriarcais e retrocessos no mercado de trabalho.
A raiva é vista como resposta a essas frustrações e pode impulsionar mudanças.
William: O que são 10 anos de pesquisa perto de 6 mil anos de história da humanidade? 😉
Meu ponto é sempre o mesmo, conheço o suficiente de história para saber que o passado maravilhoso que pintam nunca existiu.
Como podemos medir o grau de satisfação feminino (ou masculino) no ano de 1500 por exemplo.
Um grande mal da atualidade é o VITIMISMO.
Vejam meu caso, sou negro, vivendo no Brasil a probabilidade de ser escravo há meros 200 anos atrás era alta, imagine se eu fosse uma mulher negra.
No entanto, aqui em 2026 sou livre e tenho acesso a tantos bens que nem faraós egípcios e reis europeus teriam.
As mulheres no ocidente tem mais direitos que os homens, queria ver elas vivendo no início de 1900 ou antes.
Estão nervosinhas, tristes … olha o vitimismo aí gente.
(Serve para homens também.)
Fabiola: Eu realmente acredito na força de vontade que se tem quando a situação é confortável e se opta por negar mudanças.
Mesmo que no mesmo texto o pensador cite mudanças que são reais e moldaram a sociedade que ele mesmo agradece por viver 😊
William: As grandes mudanças foram a Revolução Industrial e o domínio da eletricidade sou grato ao "homem branco".😂
Fabiola: A revolução industrial lhe fez descartável como escravo no sentido literal da palavra.
Mas não te colocou em pé de igualdade com o seu salvador 😊.
William: Importante é o resultado pratico.
Sou um pobre cercado de coisas maravilhosas que os pobres de antigamente nem sonhariam.
Água encanada, rede de esgotos, iluminação pública e residencial ... telefonia, tenho até carro.
Minha dispensa esta cheia, aqui em casa evitamos comer demais para não ficar muito acima do peso.
E olha que moro em um país problemático como o Brasil.
Fabiola: Ah claro! Você é um pobre cercado de coisas maravilhosas que você tem acesso por nascer depois da invenção dessas coisas maravilhosas ( o básico pra não voltarmos a derreter a cara com cólera) 🤣🤣🤣🤣🤣
William: Percebe como a régua do que é básico subiu bastante graças ao avanço tecnológico trazido principalmente pelos brancos?
Faço análises lógicas, quem "pensa com o coração" é melhor não ler o que eu escrevo.
Eu penso com o cérebro.
Fabiola: Não tem absolutamente nada que você utilize que não tenha
mãos negras em sua construção.
William: Também não tem nada que não tenha “mãos de outras cores”, meu notebook é chinês (só um exemplo) de certo tem mãos asiáticas. Mas estou homenageando CÉREBROS.
Nota: Eu não duvido que a comentarista (e outras mulheres) se sinta "nervosa e triste", meu ponto é que pela lógica não tem motivos palpáveis.
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Resumo:
1. -Crítica ao
Anacronismo e ao "Passado Idealizado":- Você argumenta que dados de
uma década são insignificantes diante da história humana. Sustenta que o
passado não era melhor e que a insatisfação atual carece de perspectiva
histórica, já que não temos como medir o sofrimento real de séculos passados
(como em 1500).
2. -Combate ao
Vitimismo Moderno:- Um dos seus pilares centrais é que o sentimento de
injustiça atual é, em grande parte, fruto de "vitimismo". Você
utiliza sua própria condição (homem negro no Brasil) para contrastar a
liberdade e o acesso a bens atuais com a probabilidade de escravidão em séculos
anteriores.
3. -Privilégio
Histórico e Tecnológico:- Você defende que, em 2026, um cidadão comum tem
acesso a confortos (água encanada, eletricidade, tecnologia) que nem faraós ou
reis europeus possuíam, o que invalidaria a justificativa para a
"raiva" ou tristeza generalizada.
4. -A Elevação da
"Régua do Básico":- Argumenta que o avanço tecnológico elevou o
padrão de vida a tal ponto que o que hoje é considerado "básico" ou
motivo de estresse seria luxo no passado. Para você, a frustração atual é uma
distorção causada por esse novo patamar de conforto.
5. -Primazia do
Cérebro sobre o Coração:- Você posiciona sua análise como puramente lógica e
racional ("Penso com o cérebro"), desqualificando reações baseadas em
sentimentos ("Quem pensa com o coração é melhor não ler") como formas
menos rigorosas de entender a realidade.
6. -Valorização do
Legado Intelectual e da Revolução Industrial:- Você atribui o progresso prático
da humanidade — como a eletricidade e a indústria — a grandes mentes e avanços
científicos específicos (citando o "homem branco" e figuras como
Michael Faraday), focando no mérito do "cérebro" e do resultado
técnico em vez da força de trabalho manual.
7. -Inexistência de
Motivos Palpáveis para a Raiva:- Sua conclusão lógica é que, embora as mulheres
(e homens) possam *sentir-se* nervosas ou tristes, não existem motivos factuais
ou materiais que justifiquem esse estado quando comparado às reais privações da
trajetória humana.
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