Adriano: Comunicação é poder… quem controla o mundo controla com comunicação subentendida?
Em todos os patamares?
William: O mundo é muito grande, não tem como alguém controlar.
Ainda mais agora com a informação tão descentralizada.
Veja o caso do YouTube, são tantos vídeos diários, de tanta gente diferente que a Google pode até colocar algum filtro, mas muita coisa só consegue coibir depois que já foi postado e se começar censurar demais as pessoas acabam buscando alternativas.
Há grupos poderosos?
Claro que há, mas não consigo nem os imaginar concordando 100% em tudo.
Grupos de mídia asiáticos, árabes, americanos, europeus ... defendendo sempre os mesmos interesses!?
A Globo (sempre tão citada) não tem mais tanta força nem no Brasil, imagine em outros países.
Por enquanto pretendo votar em Romeu Zema no primeiro turno.
Mas se as intenções de voto em Ratinho Junior ou Ronaldo Caiado estiverem mais altas, voto em um deles.
Ainda não esta definido quais serão os candidatos (9/02/2026)
As pesquisas de intenções de votos são manipuladas?
De certo todas devem ter algum viés.
Mas são várias, assim como vários são os interesses.
Ignoremos os resultados radicais e consideremos os medianos.
Fora isso tem nossa própria percepção conversando no dia a dia e passeando pela internet ... desde que NÃO nos prendamos em uma bolha.
Entretanto até se prender em bolha e deletar opiniões contrarias é uma ESCOLHA sua eleitor.
Essa lógica entra em sua mente?
Nota: Cada brasileiro deve assumir suas próprias escolhas e diminuir as narrativas de "imperialismo", "colonialismo", "elite que domina tudo e todos" ...
Agora tem uma nova: "Tcnofeudalismo"
O importante é se fazer de vitima de alguma coisa.😉
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Resumo:
1. Os 200 milhões de brasileiros fazem escolhas livres e espontâneas, unindo-se a grupos por vontade própria (exemplo: entrada no PCC é rara para quem não se envolve com crime; forçada só em contexto prisional extremo).
2. Os votos válidos em cargos majoritários (presidente, governador, prefeito) refletem mensuravelmente o que predomina na cultura brasileira; para cargos proporcionais é mais fragmentado, e o voto distrital ajudaria, mas a cultura ainda não optou por isso.
3. Exagera-se a narrativa de manipulação pelas elites interferindo na vontade do povo; com o acesso amplo à internet, a “pretensão de inocência do povo” perde credibilidade.
4. O mundo é grande demais para controle total; a informação está descentralizada (ex.: YouTube com milhões de vídeos diários), filtros existem, mas censura excessiva leva a alternativas; grupos poderosos existem, mas não concordam 100% (mídias globais defendem interesses díspares; Globo perdeu força).
5. Pretende votar em Romeu Zema no primeiro turno, mas migrará para Ratinho Junior ou Ronaldo Caiado se as intenções de voto deles estiverem mais altas (candidatos ainda indefinidos em 09/02/2026).
6. Pesquisas de intenção de voto têm viés, mas várias fontes equilibram; foque na mediana, combine com percepção cotidiana e evite bolhas informacionais — prender-se em bolha é escolha do eleitor.
7. Cada brasileiro deve assumir suas próprias escolhas e abandonar narrativas de vitimização (“imperialismo”, “colonialismo”, “elite domina tudo”, “Tecnofeudalismo”); o importante é parar de se fazer de vítima.
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