sábado, 22 de agosto de 2026

Vulnerabilidade




Comentarista >> 
Se sabemos que determinados jovens estão em situação de vulnerabilidade, por que esperamos que cometam o crime para então oferecer ao estado uma solução, a prisão?
  Ser "contra" ou "a favor" de presídios, é perguntar que tipo de sociedade estamos construindo e se queremos formar cidadãos ou administrar criminosos depois que eles já foram produzidos pela exclusão.

William >> 
Já perceberam que a maioria dos jovens que nascem em "situação de vulnerabilidade" NÃO cometem crimes.
  Observamos empiricamente que menos de 2% cometem.
  Então porque tratar a tal vulnerabilidade como principal causa do problema?
  Percebem que é mais lógico combater a IMPUNIDADE?




  Evito ler esse tipo de noticia, mas elas são bem comuns.
  Os jovens são pobres?
  Sim.
  São "excluídos" que vivem na miséria?
  Não vemos nenhum indicio disso.
  Como não vemos nenhuma citação ao nome do pai, "talvez" a Samara Conceição fosse uma mãe solo ou separada.
  Essa é a situação de vulnerabilidade da adolescente que deve servir de justificativa para o crime!?

  Com 11 anos eu já não vivia mais com meu pai, éramos em 5 crianças e passamos terríveis necessidades.
  Matar minha mãe ... nem consigo imaginar.

  (Matar meu pai ... confesso que havia uma possibilidade, caso ele tentasse matar minha mãe, logo após a separação tememos essa ocorrência por pelo menos dois anos, ele a seguia na rua alcoolizado).

  Minhas três irmãs mulheres tiveram grande conflitos com minha mãe na adolescência (e até depois), mas nunca passou de bate boca, inimaginável ver minhas irmãs irem além disso.

  Percebem que é sempre o "psicologismo"?

  "Todos nascemos puros e bons, a sociedade a nossa volta é que nos corrompe."

  Isso chega a ser um "dogma" para os mais a esquerda.
  Quanto mais grave o delito de um cidadão (independente da idade) mais a "sociedade falhou com ele".

  Socialmente eu não vou assumir esse B.O.
  Do jeito que o Brasil esta ... temos escolas suficientes, precisamos de mais presídios. 


 "Ele participou das buscas pelo filho desaparecido, mas ele havia matado e enterrado o menino por causa de uma pensão de R$ 280".


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Resumo:

1. Rejeição do conceito de "vulnerabilidade" como justificativa para o crime: Você questiona a ideia de que ser pobre, viver em família monoparental ou passar por dificuldades sociais/econômicas sirva de desculpa ou atenuação para um ato de extrema gravidade, como o matricídio.

2. Uso da experiência pessoal como contra-argumento: Ao relembrar a própria infância — vivendo sem o pai, em uma família de cinco crianças e enfrentando privações severas —, você demonstra que a vulnerabilidade social e financeira não leva, de forma determinista, à violência contra a própria mãe.

3. Normalidade de conflitos familiares na adolescência sem desfecho violento: Ao citar que suas três irmãs tiveram grandes conflitos com sua mãe durante a adolescência e que tudo se limitou a discussões verbais, você argumenta que atritos familiares não explicam nem justificam atitudes extremas.

4. Crítica ao "psicologismo" e ao determinismo social: Você critica a narrativa de que os indivíduos são puramente bons e fruto exclusivo do meio, argumentando que culpar apenas a "sociedade" pelos atos do indivíduo retira a responsabilidade pessoal do infrator.

5. Apontamento de um dogma ideológico: Você aponta que a tese de que "quanto mais grave o delito, mais a sociedade falhou com o indivíduo" tornou-se uma postura dogmática (especialmente associada ao pensamento de esquerda), com a qual você desacredita.

6. Recusa da culpa coletiva: Ao afirmar que não vai "assumir esse B.O.", você rejeita a ideia de que a sociedade em geral deva ser culpabilizada ou se sentir responsável pelos crimes cometidos por indivíduos, independentemente da idade deles.

7. Defesa do fortalecimento do sistema penal/prisional: Você conclui posicionando-se sobre as prioridades do país, argumentando que a infraestrutura educacional atual é suficiente para a demanda e que o Brasil precisa, na realidade, de mais presídios para punir e conter a criminalidade.


 


  


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