Adriano >> Os críticos de Lula se pautam nos gastos públicos com as camadas mais pobres, esquecendo que governos de direita se preocupam em saldar dividas milionárias de empresários que tem dinheiro escondido em espécie.
Incrível que no meu caso, 59 anos, nunca o governo perdoou qualquer imposto e ainda cobra uma fortuna de IR, além dos impostos sobre todos os demais itens.
Abrir e manter em funcionamento empresas requer competência e não dá para jogar na conta do governo tudo.
Pobres e ricos se endividam.
Fatores como descontrole financeiro, gastos desnecessários, vícios, separações judiciais e falta de leitura adequada do mercado influenciam no endividamento.
As boas relações do Lula com dezenas de países trazem novas parcerias, além do discurso de paz e o olhar para as pessoas que sofrem com as demandas do capitalismo, bem como, com a exploração contínua de trabalhadores.
“Os críticos de Lula se pautam nos gastos
públicos com as camadas mais pobres,
esquecendo que governos de direita se
preocupam em saldar dívidas milionárias
de empresários que tem dinheiro escondido
em espécie.”
William >> Pode citar quais foram os governos de direita no Brasil?
Vamos focar no pós segunda guerra mundial quando houve a polarização USA (direita) vs URSS (esquerda).
(Antes disso as fronteiras entre a ideias eram mais difíceis de identificar.)
Os militares criaram mais de 100 estatais, não sei que governo de direita faria isso.
Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique, Lula, Dilma, Bolsonaro.
Com exceção de Bolsonaro todos se diziam de esquerda.
Entretanto Bolsonaro em uma entrevista no Jô Soares disse que Fernando Henrique deveria ser fuzilado por ter feito algumas privatizações.
(Privatizações meia boca, uma vez que os Fundo de Pensões Estatais ficaram com boa parte das ações.)
"Incrível que no meu caso, 59 anos,
nunca o governo perdoou qualquer
imposto e ainda cobra uma fortuna de IR,
além dos impostos sobre todos
os demais itens."
William >> Em 1984 a carga tributária era de 24%, hoje é 32%.
Veja que depois da redemocratização a carga subiu em 8 pontos e para partidos como o PT ainda não é suficiente.
Nós enquanto povo optamos por isso elegendo políticos que queriam mais Estado.
"As boas relações do Lula com dezenas
de países trazem novas parcerias, além do
discurso de paz e o olhar para as pessoas
que sofrem com as demandas do capitalismo,
bem como, com a exploração contínua de trabalhadores."
William >> Flávio pode ter relações ainda melhores.
A imagem de Lula esta muito associada a de ditadores.
Chaves, Maduro, Ortega, Putin, Fidel, Xi ...
Flávio esta mais ligado a nações democráticas, basta continuar assim ... SEM hostilizar os ditadores, apenas manter uma distância saudável.
Estados Unidos tem relações "satisfatórias" com Rússia, China, Arábia Saudita.
Flávio pode fazer o mesmo sempre sinalizando que esta no eixo democrático.
Negócios são negócios, cada povo escolhe se prefere democracia ou autoritarismo - Link
✧✧✧
Resumo:
1. Questionamento sobre governos de direita pós-2a Guerra: No histórico brasileiro recente, a atuação do Estado (como a criação de mais de 100 estatais no regime militar) diverge das pautas tradicionais de direita.
2. Autodeclaração política predominante à esquerda: Com exceção de Bolsonaro, a maioria dos presidentes do período pós-redemocratização se identificava com vertentes da esquerda ou centro-esquerda.
3. Privatizações limitadas: As privatizações realizadas (como no governo FHC) foram parciais e mantiveram forte presença estatal através dos fundos de pensão de empresas públicas.
4. Crescimento contínuo da carga tributária: O peso dos impostos subiu de 24% do PIB em 1984 para cerca de 32% hoje, demonstrando a expansão do tamanho do Estado após a redemocratização.
5. Aumento do Estado por escolha eleitoral: O crescimento do Estado e do endividamento público reflete as opções políticas feitas pela própria população ao votar em agendas expansionistas nos gastos.
6. Associação internacional desfavorável: A imagem externa de Lula sofre pelo alinhamento e proximidade histórica com regimes autoritários e ditaduras (como Venezuela, Nicarágua e Rússia).
7. Pragmatismo pragmático e democrático (Exemplo Flávio): Defesa de uma política externa que priorize o eixo de nações democráticas, mantendo diplomacia e comércio com regimes autoritários sem adesão ideológica ("negócios são negócios").
.

