Rodrigo: Refleti sobre o que aconteceria se eliminássemos os chefes do crime organizado.
Intuitivamente, pareceria positivo, mas a ordem natural traria líderes ainda piores, transformando o Brasil em um México.
Concluo que eles são um mal necessário: prefiro um "Bom-Mau" que se acha rei, protege o povo e pune quem quebrar suas leis, do que um governo que solta bandidos em menos de oito anos.
Além disso, a polícia muitas vezes traz mais perigo, especialmente para as mulheres.
A população é fraca para o bem comum, focando apenas em futilidades.
É uma hipótese, mas vejo o crime como um mal necessário.
William: Vixe!
Se existisse pena de morte os chefes do crime organizado não comandariam crimes da prisão.
No México não tem pena de morte, logo não teríamos como virar o México, entende essa conclusão?😉
Não entendi porque eliminar um líder de organização criminosa vai fazer surgir, com certeza, alguém pior, desafia qualquer lógica.
Sobre a polícia ser mais perigosa para mulheres que os marginais comuns ... nem sei o que dizer.
Você tem algum dado concreto sobre isso.
Ou só vê manchetes de jornais quando algum policial agride a parceira?
Nas delegacias de mulheres há algum dado dizendo que policiais são mais agressivos com as companheiras que outros profissionais?
Os policiais saem por aí assaltando mulheres!?
Você vê o crime como um mal necessário!?
Eu vejo o crime como um mal a ser combatido.
A grande maioria das pessoas vive bem sem cometer crimes e viveriam melhor se eles não acontecessem.
É a mesma coisa dizer que o câncer é um mal necessário!
Nota: Já li muitas hipóteses absurdas, mas essa vai ficar gravada na minha memória.
É o tipo de hipótese absurda que quando lida superficialmente, como a maioria faz, convence muitos.
A hipótese do “Bom Bandido”.
O “bom câncer”, mesmo que seja um tipo com altos índices de cura, precisa ser muito imbecil para achar a doença um mal necessário.
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Resumo:
1. Defesa da pena de morte: Você argumenta que a existência da pena de morte seria eficaz para impedir que os chefes do crime organizado continuassem comandando crimes de dentro da prisão.
2. Refutação do "efeito México": Você contesta a analogia do seu interlocutor sobre o Brasil virar o México, apontando uma falha lógica: como no México não há pena de morte, a aplicação dessa medida no Brasil geraria um cenário preventivo diferente, invalidando a comparação.
3. Questionamento lógico sobre a liderança criminosa: Você desafia a lógica de que a eliminação de um líder de facção resultaria obrigatoriamente no surgimento de um chefe ainda pior.
4. Cobrança por dados concretos sobre a polícia: Você rebate a afirmação de que a polícia é mais perigosa para as mulheres do que os criminosos comuns, questionando a falta de dados estatísticos (como registros em delegacias da mulher) e criticando conclusões baseadas apenas em manchetes isoladas de jornais.
5. O crime como um mal a ser combatido: Em oposição direta à ideia de que o crime é um "mal necessário", você defende categoricamente que o crime é algo a ser combatido, ressaltando que a grande maioria das pessoas vive honestamente e viveria ainda melhor sem a criminalidade.
6. A analogia do crime com o câncer: Para ilustrar o absurdo de aceitar o crime, você faz uma analogia com a saúde: dizer que o crime é necessário é o equivalente a dizer que o câncer é um mal necessário. Mesmo um câncer com altas chances de cura continua sendo uma doença a ser eliminada, e não aceita.
7. Crítica à superficialidade da hipótese do “Bom Bandido”: Na sua nota final, você classifica essa teoria como uma "hipótese absurda" , mas perigosa por conseguir convencer leitores superficiais.
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