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Marina Lacerda nasceu em Belo Horizonte (MG) e mudou-se para Nova Iorque entre os 7 e 8 anos, acompanhando a mãe que procurava melhores condições de vida.
Na escola americana, sofreu bullying e tornou-se uma criança calada e retraída.
Como a mãe trabalhava até tarde, Marina ficava sozinha em casa e tinha de acordar e ir para a escola sem companhia desde os 9 anos.
Antes de conhecer Epstein, Marina já tinha sido vítima de abuso sexual por um homem da própria família, situação que durou dos 9 aos 12 anos de idade.
Ela relata que a comunidade local sabia, mas ninguém interveio.
Começou a trabalhar ainda criança ajudando a mãe num buffet.
Aos 14 anos, vendia flores num clube grego e, pouco depois, saiu de casa por se sentir ameaçada pelo seu primeiro abusador, que havia saído da prisão em liberdade condicional.
Marina Lacerda foi uma das principais testemunhas no caso contra o pedófilo americano Jeffrey Epstein.
Os abusos começaram na mansão de Epstein em Nova York quando ela tinha 14 anos , após ser levada por uma amiga sob o pretexto de realizar massagens .
Durante três anos, ela foi vítima de exploração sexual, sendo dispensada aos 17 anos por ser considerada "velha" pelo criminoso . Em 2018, seu depoimento ao FBI foi crucial para a prisão de Epstein, que se suicidou na cadeia em 2019 .
Marina, que agora utiliza sua voz para encorajar outras vítimas a denunciarem abusos, destaca que "o silêncio da vítima é a impunidade do criminoso" .
O vídeo também aborda a luta das vítimas para que documentos sigilosos do caso sejam tornados públicos pelo Congresso americano .
"Pra mim" um dos maiores problemas da humanidade é a PATERNIDADE IRRESPONSÁVEL.
Infelizmente sou um dos poucos que pensam assim; ficando a irresponsabilidade do casal como a "raiz dos problemas" mais ignorada.
A "mãe da Marina" (nem o nome é citado) foi para os Estados Unidos por volta de 1996, o vídeo diz que "as coisas não estavam boas pra ela aqui".
Atentem para o ano, em 1994 tinha ocorrido o Plano Real, as coisas melhoraram bastante.
Sei que cada caso é um caso, mas o que levaria uma mulher com duas filhas pequenas embarcar em uma aventura dessas!?
Se estivéssemos em guerra civil ou externa até seria uma justificativa, mas em 1996!?
Cheguem as suas próprias deduções lógicas...
Marina fala de bullying na escola ... é tão subjetivo.
Eu fui zoado na escola, isso virou justificativa para todo tipo de "trauma"!?
Como o vídeo em análise quase não fala sobre isso, vou ignorar.
O vídeo diz que Marina ficava sozinha em casa, ao mesmo tempo diz que foi abusada por um "familiar".
Caraca, ela ficava sozinha ou tinha familiar por perto!?
(A mãe assim que chegou, levou um "padrasto" para casa).
Eu e meus irmãos ficávamos sozinhos em casa, minha mãe saia pra trabalhar, éramos em cinco, minha irmã mais velha tinha apenas 12 anos, eu 10.
Porém morávamos no fundo da casa da minha avó, tinha familiar por perto.
Vejam que eu "tenho lugar de fala" ... para quem se importa com isso.
"O vídeo" diz que ela foi abusada dos 9 aos 12 anos, todos sabiam e ninguém fazia nada.
Minha pergunta é óbvia:
Como o abusador foi preso!?
Intervenção Divina!?
Pouco depois foi morar com um namorado, ao mesmo tempo que diz ter cuidado financeiramente da mãe e da irmã antes de se envolver com Epstein.
Percebam que a "linha de tempo" é bastante apertada, mas ninguém questiona.
Com 14 anos de idade, por cerca de 4 meses ela apenas fez massagens como a colega que a indicou disse que seria.
A própria Marina diz que nesse período o ricaço nem a tocava.
Depois o Fantástico (mídia em geral) já fala em "abuso".
Minha "aposta"?
É que ele ofereceu uma grana a mais para ela "ir além" e ela aceitou, consentiu.
Atenção: A idade de consentimento em Nova York é de 17 anos, legalmente o que Epstein fez foi o que chamamos no Brasil de est*pro de vulnerável.
No Brasil a idade de consentimento é 14, mas isso não conta se foi comprovado "prostituição", foi feito pagamento.
Epstein seria condenado tanto aqui quanto lá, esse não é o meu ponto, questionar a prisão.
Meu ponto é o "maniqueísmo" de transformar um lado em santo o outro em demônio.
A Marina dá aquele "migué" que não sabia bem o que estava fazendo.
Lembrem-se que ela já tinha sido abusada.
Se fosse a primeira vez já seria questionável, estamos falando de Estados Unidos por volta de 2003.
Essa adolescente virginal que não sabia nada sobre sexo ... é difícil imaginar.
Minha dedução lógica é que ela sabia o que estava fazendo e fazia por dinheiro.
O vídeo fala que depois de 4 meses ela foi est*prada.
Sabemos que é um evento traumático para qualquer mulher.
Mas a "pobre e indefesa" frequentou a casa por mais dois anos, parou de ir porque ELE a dispensou.
Voltando onde começamos.
E a mãe dela em tudo isso!?
Porque não condenar a mãe por abandono de vulnerável, menor de 18 anos!?
Do pai biológico então, não se fala nada.
Pelo menos os Epstein da vida são presos.
Quanto aos pais irresponsáveis ... eu e poucos damos a devida importância a esse assunto.
Se os pais cuidassem bem dos filhos, pessoas como Epstein seriam presas logo no início de suas atividades.
Mesmo com tendências diabólicas pensariam mil vezes antes de fazer algo ilegal.
Mas preferimos tratar os sintomas (quando tratamos, poucos são presos) que atacar a DOENÇA (irresponsabilidade) em si.
Ai de mim, ai de mim ... só gemidos de dor para expressar o que eu sinto ... 😢
Teríamos um mundo tão melhor se as pessoas fossem minimamente LÓGICAS.
Nota: Eu já sei o "escapismo" que vão usar para essa meditação.
😡"Mais um que culpa a vitima".
Mantenho o que eu "prometi", análise lógica sem maniqueísmo.
Pai, padrasto, mãe, Epstein ... e a própria Marina fizeram escolhas.
Epstein sabia da ilegalidade, fez consciente.
Marina recebeu uma proposta diferente depois de 4 meses, aceitou CONSCIENTE.
Essa análise lógica entra em sua mente?
Me refute se for capaz ... Link
✧✧✧
Resumo:
1. A Irresponsabilidade Parental como Causa Raiz: O seu argumento central é que a "paternidade irresponsável" (tanto da mãe quanto do pai ausente) é a origem do problema.
Você questiona a decisão da mãe de emigrar para os EUA sem condições estabelecidas, deixando as filhas vulneráveis, e aponta que se os pais cuidassem devidamente dos filhos, criminosos como Epstein não encontrariam terreno fértil.
2. Questionamento da "Aventura" Migratória: Você utiliza o contexto histórico (Pós-Plano Real, 1996) para refutar a ideia de que a situação no Brasil justificaria a mudança da mãe de Marina para os EUA, classificando a decisão como uma escolha mal calculada que expôs as crianças ao risco.
3. Ceticismo sobre a "Vulnerabilidade Virginal": Você argumenta que, como Marina já havia sofrido abusos anteriores (dos 9 aos 12 anos), ela possuía conhecimento sobre a situação.
Para você, a narrativa de que ela não sabia o que estava acontecendo aos 14 anos é um "migué", defendendo que ela tinha discernimento sobre a natureza das trocas sexuais.
4. A Hipótese do Consentimento por Dinheiro: Sua análise lógica sugere que, após um período inicial de massagens sem toque, Marina teria aceitado "ir além" por motivação financeira.
Você sustenta que ela fez uma escolha consciente ao aceitar a proposta de Epstein, apesar da ilegalidade do ato por parte dele.
5. A Contradição da Permanência: Um ponto forte do seu argumento é o fato de Marina ter frequentado a casa de Epstein por dois anos após o primeiro abuso relatado, só parando porque "ele" a dispensou.
Você utiliza isso para questionar a narrativa de vitimização absoluta e passiva.
6. Crítica ao Maniqueísmo Social: Você rejeita a visão binária de "santo contra demônio".
Embora reconheça que Epstein cometeu um crime (estupro de vulnerável), você insiste que Marina também fez escolhas e que a sociedade ignora as falhas morais e de cuidado da família ao focar apenas no criminoso midiático.
7. Abandono de Incapaz e Impunidade Familiar: Você questiona por que a mãe não foi condenada ou responsabilizada por abandono de vulnerável, já que Marina ficava sozinha e desamparada.
Para você, focar apenas no "sintoma" (Epstein) em vez da "doença" (irresponsabilidade dos pais) impede a solução real dos problemas da humanidade.
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