sexta-feira, 17 de abril de 2026

Garoto Valentão

 


Sheila: Meninos mirins não enxergam autoridade nas mães, por mais rígida que ela seja.
  Eles estão mais perversos a cada dia e ainda dizem que a mãe é a culpada pelo comportamento destrutivo deles.
  Qual mãe ensina filho a agredir meninas e meninos mais fracos?
  Que mãe que ensina que mulher é inferior?
  Qual delas incentiva a brutalidade? 
  Qual delas apresenta a pornografia ao filho?
  Meninos se espelham em homens, isso é fato, não adianta. 
  Consequentemente, não admiram mulheres, isso os impede de criar vínculos emocionais com elas.
  Respeito não vem do medo como muitos pensam.    
  Vem da admiração. 
  Quando alguém admira, respeitar não é sacrifício, não é fardo, é consequência.

                                               


  "Meninos mirins não enxergam autoridade nas mães, por mais rígida que ela seja.

  Eles estão mais perversos a cada dia e ainda dizem que a mãe é a culpada pelo comportamento destrutivo deles."

  (Sheila)


 


William: É um testemunho?
  Uma experiência pessoal?
  Seu filho ou irmão talvez?
  Se NÃO é uma experiência pessoal, vamos analisar holisticamente.
  Praticamente em todas escolas tem os "valentões", eles impõe medo porque?
  Porque a maioria das pessoas são de paz, fogem da violência física.
   Tem as meninas valentonas também, mas como sabemos o macho da espécie é naturalmente mais agressivo.
   Fora do Gibi da Mônica, raramente uma menina valentona se impõe sobre os garotos, ela se impõe entre as meninas.
   Ela até se imporia entre os garotos se pudesse, o problema é que mesmo aquele garoto mais "delicado" se ficar irado a menina pode levar a pior.
   Com o garoto valentão é diferente, ele sabe que se ocorrer o confronto dificilmente ele vai perder,  escolhe bem suas vitimas.
  As meninas não são páreo para os valentões.
  Os meninos ... 95% (só para colocar um numero) fogem do confronto físico.
  Já vi garotos até mais fortes que o  valentão, mas brigar "não é da natureza deles".
  E aqui chegamos no X da questão.
  NÃO nascemos folha em branco.

  Cada um já traz traços de personalidade no seu DNA ou "espirito", como preferir.

  Eu e meu irmão fomos criados praticamente sem pai.
  Sempre respeitamos a autoridade da nossa mãe.
  Somos a regra não a exceção.
  Por incrível que pareça as mais "rebeldes" 😉 (espero que elas não leiam) eram minha irmã mais velha (a barra era muito pesada para ela coitada) e minha irmã mais nova (bem cedo foi morar na casa de uma vizinha).
   Enfim ...

   O garoto valentão não tem culpa de ter nascido com agressividade (ou folgado) acima da média.

   Não foi ele que decidiu isso, aconteceu ao acaso.
   Entretanto se não manter essa agressividade nos limites civilizados tem que ser punido de acordo com o dano causado a outros.
   "Pra mim" a maioridade penal tem que ser reduzida para 14 anos.
   Já na escola o valentão não deve ter vida facil.
   Denuncias comprovadas de agressão, os pais tem que se responsabilizar por melhorar o comportamento da criança e rápido.
   Se nem eles derem jeito, sou a favor de internatos para crianças difíceis, disciplina militar.

  Já escrevi vários textos sobre individualização da culpa... não tem porque fazer leis que punem ou cerceiam (censuram) o coletivo por problemas específicos de alguns indivíduos.

   "Nem todos os homens mentem, nem todas as
mulheres prestam.
    Crianças as vezes, podem fazer mal, e cachorros
nem sempre vão ser bons.
    Não é só os negros que sofrem preconceito racial,
coloca um albino no meio de vinte negros pra ver
o que acontece.
    Nem todos os políticos nasceram corruptos, e nem
todas as policias fazem o mal.
    O problema, é que a sociedade generaliza demais."
    O problema é que existe um pra falar do bem,
e cem pra falar do mal."
     (Postagem no Face)




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 Resumo:


1.  A Negação da "Folha em Branco": O ser humano não nasce como uma folha em branco. Traços de personalidade e níveis de agressividade já vêm determinados no DNA ou no "espírito", sendo características intrínsecas ao indivíduo desde o nascimento.

 

2.  Diferenciação Biológica da Agressividade: Existe um reconhecimento de que o macho da espécie humana é naturalmente mais agressivo fisicamente. Embora existam "valentonas", a dinâmica de imposição física no bullying é majoritariamente masculina devido a essa natureza.

 

3.  Refutação da Falta de Autoridade Materna: Ao contrário da visão de que meninos não enxergam autoridade nas mães, o contra-argumento apresenta a experiência de filhos criados sem pai que mantêm total respeito pela figura materna, sugerindo que o respeito à autoridade depende mais da índole do que do gênero do progenitor.

 

4.  O Acaso da Natureza: O "valentão" não possui culpa moral por ter nascido com uma agressividade acima da média, pois ele não decidiu essa condição; trata-se de um evento que ocorre ao acaso.

 

5.  Responsabilidade e Limites Civilizados: Embora a tendência agressiva possa ser inata, o indivíduo é responsável por mantê-la dentro de limites civilizados. A punição deve ser aplicada de acordo com o dano causado a terceiros, focando no ato praticado.

6.  Propostas de Rigor Institucional: Como solução prática para o comportamento destrutivo, defende-se a redução da maioridade penal para 14 anos, a responsabilização direta dos pais e, em casos extremos, o uso de internatos com disciplina militar para crianças de difícil convívio.

 

7.  Individualização da Culpa contra a Generalização: O texto critica a tendência da sociedade de generalizar comportamentos. Argumenta-se que as leis e punições devem ser direcionadas aos indivíduos específicos que cometem infrações, evitando punir ou cercear o coletivo por erros de uma minoria.

 

  


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