William >> Sigmund Freud e Karl Marx, boas intenções ... resultados deprimentes.
Adriano >> Marx, o pai sem caráter, super carregado de maus exemplos!
William >> Não estou falando do lado pessoal, estou focando nos pensamentos mesmo.
É semelhante ao caso de Paulo Freire.
Ele, “um homem, uma máquina, uma besta enjaulada” 😂 (aquele bordão do futebol) não fez nenhum mal a educação brasileira.
A “pessoa Paulo Freire” divulgou ideias que acreditava, milhões de pessoas gostaram da ideia e colocaram em pratica.
É repetitivo, mas NÃO EXISTE POVO INOCENTE.
Até hoje a obra “Pedagogia do Oprimido” é cultuada por nossos pedagogos.
A “fera enjaulada” morreu em 1997, há 29 anos
Karl Marx em 1883, há 143 anos.
Sigmund Freud em 1939, há 87 anos.
Deixemos os mortos em paz, fizeram o que acharam que tinham que fazer.
E NÓS?
O que achamos que devemos fazer com os pensamentos que chegaram até nossos dias?
Talvez por eu ter conhecimento de história acima da média, considero a época que vivemos fascinante, a melhor de todos os tempos.
(Evidente que tudo pode melhorar.)
Não sei como as pessoas fantasiam tanto o passado.
Imagine que você quebrasse algum osso do braço por volta de 1600.
Anestésicos modernos pode esquecer.
Com técnicas cirúrgicas muito rudimentares, mesmo que tivesse a incrível sorte de ter um médico acessível, dependendo da gravidade, você ficaria sequelado para o resto da vida.
Sem antibiótico, infecções eram bem comuns e a amputação inevitável.
Tudo ... SEM ANESTESIA, ficar bêbado era a indicação para suportar a dor.
Só pela existência de prontos socorros (no mundo todo não só no Brasil) viver hoje já é muito melhor que no passado.
Com o domínio da eletricidade, "pra mim" a humanidade entrou em uma espécie de mundo encantado.
Alta produtividade, trabalhos facilitados, transportes muito mais eficientes, comunicação inimaginável por nossos antepassados, entretenimento dentro das nossas casas como rádio, TV e agora internet.
Técnicas cirúrgicas inacreditáveis ... transplante de coração!?
Fala sério ... que avanço fenomenal!
(Evidente que tudo pode melhorar.)
Imagine que você quebrasse algum osso do braço por volta de 1600.
Anestésicos modernos pode esquecer.
Com técnicas cirúrgicas muito rudimentares, mesmo que tivesse a incrível sorte de ter um médico acessível, dependendo da gravidade, você ficaria sequelado para o resto da vida.
Sem antibiótico, infecções eram bem comuns e a amputação inevitável.
Tudo ... SEM ANESTESIA, ficar bêbado era a indicação para suportar a dor.
Alta produtividade, trabalhos facilitados, transportes muito mais eficientes, comunicação inimaginável por nossos antepassados, entretenimento dentro das nossas casas como rádio, TV e agora internet.
Técnicas cirúrgicas inacreditáveis ... transplante de coração!?
Fala sério ... que avanço fenomenal!
Se conseguirmos o novo "iluminismo" de DESCARTAR IDEOLOGIAS FRACASSADAS ... que mundo maravilhoso nossos netos poderão ter ... amém?
Gritar, martelar, espernear, insistir, persistir, incansavelmente, pela mudança...
Não importa quê um terço da população, se faça a maioria, a mudança é a meta.
É o tipo de assunto que não tem pressão social, se algum grupo político começar a levantar essa bandeira, dando as explicações convencendo a maioria, a pauta passa a ser significativa.
Que votamos na Mariazinha que gostamos e sem querer elegemos o Zézinho que não gostamos sabemos.
O que fazer?
Mudar para o que a maioria de nós acharmos mais eficiente.
Se a maioria não está nem aí e quer deixar como está ... é a vontade do povo.
✧✧✧
Resumo:
1. Separação entre a pessoa e as ideias: A análise sobre pensadores como Freud, Marx e Paulo Freire deve focar no impacto de seus pensamentos e teorias, não na vida pessoal de cada um.
2. Responsabilidade coletiva ("Não existe povo inocente"): Figuras como Paulo Freire apenas divulgaram ideias nas quais acreditavam; a responsabilidade por colocá-las em prática e perpetuá-las (como no culto contínuo a obras como Pedagogia do Oprimido) é da própria sociedade e dos profissionais que as aceitaram.
3. Superação do passado e olhar para o presente: Os grandes pensadores do passado já morreram há décadas ou séculos e fizeram o que achavam correto. A questão central é o que a sociedade atual decide fazer hoje com as ideias que herdou.
4. Rejeição à romantização do passado: A percepção do passado como uma época melhor é uma fantasia, visto que limitações históricas como a falta de anestesia, antibióticos e cirurgias adequadas tornavam a vida muito mais dolorosa e arriscada.
5. Valorização da medicina moderna: A simples existência de prontos-socorros, antibióticos e procedimentos complexos como transplantes de coração já torna a época atual indiscutivelmente superior às anteriores.
6. A revolução da eletricidade: O domínio da eletricidade e da tecnologia (transportes, comunicação, rádio, TV e internet) colocou a humanidade em uma era de facilidades e alta produtividade sem precedentes na história.
7. Necessidade de descartar ideologias fracassadas: O avanço para um futuro ainda melhor para as próximas gerações depende de promover um "novo iluminismo", focado em superar e descartar ideologias que já se provaram ineficazes.
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