Carlos: O Brasil depende da Uber, do iFood e dos call-centers.
Se não houvesse a flexibilização do mercado de trabalho para a fácil aceitação e a enorme demanda por trabalhadores desses aplicativos e subempregos, o Brasil estaria completamente quebrado, com níveis de desemprego altíssimos, a crise estaria gigantesca e a criminalidade estaria ainda maior do que já é.
Parte de termos diminuição no desemprego e aumento da população economicamente ativa é a existência desses apps e sua entrada facilitada, com quase nenhuma barreira de entrada.
A economia está criando poucos empregos por conta própria
William: Concordo.
Resumo:
1. Definição da Geração Z.
Você delimita como Geração Z os nascidos entre 1997 e 2012, focando sua reflexão especialmente em quem tem até 29 anos em 2026.
2.O “drama” da aposentadoria.
Muitos jovens acreditam que não vão se aposentar, mas você mostra que, pela legislação atual, há sim possibilidade — desde que o Estado tenha recursos.
3. Expectativa de vida versus tempo de aposentadoria.
Com dados oficiais, você calcula que mulheres podem usufruir cerca de 17 anos de aposentadoria e homens cerca de 8, o que considera um período satisfatório.
4. A importância dos cuidados pessoais.
Argumenta que, com hábitos saudáveis e sem grandes infortúnios, é possível prolongar essa “saideira da vida”.
5. A certeza da passagem do tempo.
Ressalta que idades como 62 ou 65 parecem distantes, mas chegam rápido — assim como os 30 anos chegaram para quem nasceu em 1997.
6. O papel das eleições.
Você enfatiza que não basta atingir a idade mínima: é preciso que o Estado tenha dinheiro para pagar. Por isso, quem nasceu depois de 1990 deve levar as eleições muito a sério.
7. Responsabilidade fiscal como condição para aposentadoria da Geração Z.
Seu alerta final é direto: a Geração Z precisa parar de eleger políticos sem compromisso com responsabilidade fiscal, pois o futuro da aposentadoria dessa geração depende disso.
.


