sexta-feira, 3 de abril de 2026

Pandemia Ponderações

 

Jairo: A contraposição do bolsonarismo ao comunopetismo é meramente performática. 
  Limita-se à disputa de popularidade e ao palavrório (são de uma verbosidade doentia).

William: Jair Bolsonaro governou apenas por 4 anos e 2 anos foram com uma pandemia mundial.
  Não deu para saber de fato como seria o “bolsonarismo” governando, mas o pouco que conseguimos ver foi bem melhor que o PT.
  Estatais dando lucro, a Selic chegou a menos de 4% depois veio a pandemia e ferrou tudo.

  Fomos bastante enganados pela OMS.


Cristina: Disse o pós graduação em biologia 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 OMS enganou o planeta Terra.
  Você só não tem PROVAS! 

William:  Não digo que foi conscientemente, a OMS "apostou" (projetou) que a falta de vacina dizimaria nações.
   Muitas nações tiverem baixíssima cobertura de vacinação e não tiveram casos acima da média.
   Você sabe de alguma nação que perdeu metade da população por falta de vacina?
   Eu não sei de nenhuma.

Cristina: Nenhum político ou grande empresário que comanda a política mundial conseguiu provar 🤣🤣🤣🤣🤣 mesmo com todos os acessos ao poder financeiro que tem. 
  Mas o William Robson que mora em uma caixa em cima da outra, em São Paulo, sabe?? Cadê a prova Sherlock?

William: Cinco países que tiveram baixíssima cobertura vacinal contra a COVID-19 durante a pandemia (principalmente dados de 2022–2023, com foco em % da população com pelo menos uma dose), priorizando os de maior população.


 

  

1.  Congo (DRC)- População 105 milhões 

   Um dos países mais populosos da África com cobertura extremamente baixa (abaixo de 10% em 2022 e ainda muito baixa em relatórios de 2023).   

  Aparece consistentemente nas listas de piores coberturas na região africana.

 

2. Iêmen – População 34 milhões 

   Cobertura de cerca de 4% com pelo menos uma dose (dados da OMS de dezembro de 2023).

   Um dos mais baixos do mundo.

 

3. Madagascar – População 30 milhões 

   Cobertura muito baixa (listada entre os piores na África e no ranking global de % vacinado, com valores bem abaixo de 10% durante o período crítico).

 

4. Haiti – População  11 milhões 

   Cobertura de cerca de 5% com pelo menos uma dose (dados da OMS de dezembro de 2023).

 Um dos casos mais citados de baixíssima adesão.

 

5. Papua Nova Guiné – População 10 milhões 

   Cobertura de cerca de 4% com pelo menos uma dose (dados da OMS de dezembro de 2023)

  Também aparece entre os mais baixos globalmente.

 

  Esses dados refletem o cenário até o final de 2023 (quando a OMS considerou o fim da emergência).    

  Fontes principais: dashboard da OMS, Johns Hopkins Coronavirus Resource Center e relatórios regionais.


  *Grok*

 


   Essas nações NÃO tiveram mortes registradas por COVID muito acima da média mundial. 

  Na verdade, os números oficiais de mortes por COVID-19 nelas foram muito baixos em comparação com a média global, mesmo com a cobertura vacinal extremamente baixa.

  Dados consolidados (principalmente de Johns Hopkins, Wikipedia/OMS e estimativas até 2023):
  Mortes confirmadas por COVID por milhão de habitantes (aprox.)

 

  

  Média mundial cerca de 850 mortes por milhão

 

   Congo -            14 mortes por milhão.

   Iêmen -           56 mortes por milhão.

   Madagascar -  46 mortes por milhão.

   Haiti -               74 mortes por milhão.

   Nova Guiné -  65  por milhão.

 



    Os valores são bem abaixo da média mundial e de muitos países com alta vacinação como EUA, Brasil, vários europeus, que superaram 1.000 por milhão em alguns casos.

   No começo a razão dos números baixos foi creditado a subnotificação.
   Mas estudos que levaram em consideração o aumento de óbitos durante a Pandemia mostraram que apesar da subnotificação, o "excedente" de mortos não ficou acima da média mundial.
  Podemos multiplicar os números oficiais dos países com baixa cobertura vacinal por 4 e ainda assim ficam dentro ou abaixo da média global.

  Do outro lado ... lembrei de um caso exemplar.
  O irmão daquele pastor  Valdemiro Santiago "oficialmente" morreu de Covid.
  Bispo Vanderley Santiago, de 53 anos, morreu em 28 de Junho 2021.
  Havia tomado a primeira dose da vacina em 16 de junho. 
  Vanderley procurou atendimento no Centro de Triagem do Ginásio Milton Olaio Filho, local conhecido como "covidário", e, posteriormente, foi transferido para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Santa Felícia, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

 

  

  A morte por COVID-19 não tem um tempo exato e fixo, pois varia conforme a idade, comorbidades, gravidade da doença, variante do vírus, acesso a cuidados médicos e vacinação. 

  No entanto, estudos e relatórios epidemiológicos indicam um tempo médio (ou mediano) entre o início dos sintomas e o óbito em torno de 14 a 21 dias, com variações comuns entre 8 e 22 dias em diferentes contextos.


 *Grok"



   Análise Lógica:


  O Vanderley (até onde se sabe) não tinha nenhuma comorbidade.

  Parada cardiorrespratória não é incomum em alguém com mais de 50 anos, as causas podem ser varias, mas bateram o martelo que foi Covid.

  Algum problema pré existente, não.

  Efeito colateral da vacina, não.


   Para quem é muito leigo no assunto ...


   Ter algum vírus identificado em seu organismo não significa que você vai necessariamente desenvolver a doença correspondente.

   Até o devastador vírus HIV há casos de pessoas contaminadas que não apresentam sintomas.


   Mas ao que parece, em países como o Brasil, durante a pandemia, na dúvida coloca Covid como causa da morte.


  Não vamos entrar na discussão se isso foi certo ou errado, meu objetivo nessa questão é dar ao leitor alguma noção das diferentes metodologias de anotação do caso.

  Na Coréia do Norte por exemplo não houve nenhum caso de morte por Covid ... acredite quem quiser...

 


Nota: Em vários países a cobertura vacinal não atingiu 20% da população, escolhi esses cinco por estarem em três continentes diferentes e com grande população em relação ao tamanho do território sendo inevitável aglomerações, pelo menos nas grandes cidades.

  A pergunta é óbvia.
  A vacinação fez mesmo diferença?

  Decifra-me ou te devoro!




 

  

  Presidente da Argentina RECUSOU a proposta da Pfizer durante a Pandemia.

   O contrato era “abusivo”, o laboratório se eximia de responsabilidades sobre efeitos colaterais.

 

  Gazeta do Povo - Link

 


 

 


  
 
✧✧✧

 

 Resumo:


1. .O bolsonarismo não teve chance real de ser avaliado. 

   Jair Bolsonaro governou apenas 4 anos, sendo 2 deles sob uma pandemia mundial. O pouco que se viu (estatais dando lucro e Selic abaixo de 4% antes da crise) já foi .melhor. que o desempenho histórico do PT, mas a pandemia impediu uma avaliação completa do “bolsonarismo” no poder.

 

2. .Fomos enganados pela OMS (sem necessariamente ser conspiração consciente). 

   A OMS “apostou” fortemente que a falta de vacina causaria o dizimamento de nações. Essa projeção catastrófica não se confirmou na prática, gerando um engano coletivo sobre a necessidade urgente e absoluta da vacinação em massa.

 

3. .Países com cobertura vacinal extremamente baixa não tiveram mortalidade elevada. 

   Cinco países populosos de três continentes diferentes (Congo/DRC, Iêmen, Madagascar, Haiti e Papua Nova Guiné), com cobertura vacinal entre 4% e menos de 10%, registraram .mortes por COVID muito abaixo. da média mundial (média global ≈ 850 mortes por milhão; nesses países: 14 a 74 por milhão).

 

4. .Mesmo considerando subnotificação, o excesso de mortalidade não foi dramático. 

   Mesmo multiplicando por 4 os números oficiais de mortes nesses países (para ajustar possível subnotificação), os valores ainda ficam .dentro ou abaixo. da média global. Não houve nenhum caso de nação que “perdeu metade da população” por falta de vacina, como a narrativa da OMS sugeria.

 

5. .Exemplo do bispo Vanderley Santiago ilustra problemas na atribuição de causas. 

   O bispo (53 anos, sem comorbidades conhecidas) tomou a primeira dose da vacina em 16/06/2021 e morreu 12 dias depois (28/06/2021) de parada cardiorrespiratória, sendo registrado como morte por COVID. O tempo entre sintomas e óbito por COVID geralmente é de 14–21 dias, e a presença do vírus não significa necessariamente que ele foi a causa da morte.

 

6. .No Brasil, havia tendência de atribuir mortes a COVID “na dúvida”. 

   Diferente de metodologias mais rigorosas em outros lugares (ex.: Coreia do Norte registrou zero mortes), no Brasil muitas mortes eram creditadas à COVID mesmo quando poderia haver outras causas (problemas cardíacos, idade etc.). Ter o vírus detectado não prova que ele foi o responsável pelo óbito (comparação com HIV assintomático).

 

7. .A pergunta central que fica: a vacinação realmente fez diferença?. 

   Diante de nações com cobertura vacinal abaixo de 20% (algumas com aglomerações inevitáveis nas grandes cidades) que não colapsaram e não apresentaram mortalidade acima da média mundial, surge a dúvida legítima: .a vacinação em massa foi tão decisiva quanto nos foi vendido?. “Decifra-me ou te devoro!”

 

     Esses são os núcleos mais fortes dos seus argumentos no texto, priorizando sua linha de raciocínio e os dados que você trouxe para questionar a narrativa predominante. 


  

.