William >> Tenho recebido denúncias (ou calúnias)
dizendo que não devo votar ou apoiar determinados candidatos por suspeita de corrupção.
Se vem de pessoas dispostas a votar no PT eu nem respondo.
É como alguém que defende o Maníaco do Parque dizer que é contra violência à mulheres.
INFELIZMENTE nesse momento do Brasil, a opção que nos resta é votar no qual "achamos" que é menos corrupto.
Fernando >> E quem é o menos corrupto para vc???😉😉😉😉😉
William >> Entre Flávio e Lula ... Flávio tem menos suspeitas de corrupção.
“Talvez” porque Flávio não teve toda a oportunidade que Lula teve.
Sou pragmático, prefiro arriscar.
Lula aparelhou o Estado, principalmente o Judiciário.
Flávio será muito mais fiscalizado.
Se fizer falcatrua é muito mais fácil conseguir o impedimento.
De qualquer forma, se não corresponder a alguma melhora significativa, em 2030 tiramos.
Lula é a certeza da ineficiência.
Flávio tem o benefício da dúvida.
Atenção: Não sou bolsonarista, no primeiro turno vou votar em Romeu Zema, mas não vejo muitos eleitores o apoiando, a não ser que ocorra uma reviravolta fabulosa é só meu voto "ético".
Deixando de lado o tema "corrupção" (nosso povo é extremamente tolerante com isso) outra coisa entediante é a extrema hipocrisia.
Li essa matéria em vários sites:
"Lula antecipa herança
para os filhos para fugir
de pagar impostos."
A solução para tudo no Governo petista é aumentar impostos, principalmente dos ricos.
Quando argumentamos que se aumentar muitos os impostos dos ricos eles param de investir no país, petistas dizem que podemos ficar tranquilos que isso não acontece, o dinheiro dos ricos esta meio que preso aqui.
Quando o governo quer aumentar imposto do rico é legítimo tentar não pagar, você pobre não tentaria!?
O rico usa bons advogados para achar brechas na lei ou mandar a grana para o exterior.
Se o cidadão quer permanecer rico não pode ser trouxa.
Parte da grana do Lula foi para o Lulinha, até onde sei ele mora na Espanha, percebe o dinheiro indo para o exterior?
Fora isso ninguém pode ser tão ingênuo a ponto de "ter certeza" que ricos não tem dinheiro em paraísos fiscais.
Isso nem é ilegal ... se a conta é identificável, declarada a Receita Federal.
O problema acontece em bancos que permitem sigilo total sobre quem é o cliente, evidente que não questionam de onde vem o dinheiro (licito ou ilícito).
Vejam um caso entre tantos.
"Na declaração de bens apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições de 2026, José Dirceu declarou possuir R$ 4,1 milhões em patrimônio.
O montante é composto majoritariamente por imóveis, além de aplicações financeiras e participações em empresas de consultoria e advocacia.
Além do patrimônio pessoal, sua empresa de consultoria (JD Assessoria) faturou dezenas de milhões de reais ao longo dos anos, consolidando uma situação financeira de alta renda."
O cara ficou preso, pagou advogados caríssimos, é difícil imaginar que ele não tinha alguma reserva financeira longe dos olhos da Receita Federal.
O que falar do Eike Batista?
As manchetes diziam que ele estava arruinado, falência total, patrimônio negativo.
É o que vemos no estilo de vida dele!?
Enfim...
O projeto de governo petista tem sido "querer" tirar dos ricos e distribuir para os pobres.
Vimos que tirar dinheiro do rico não é tão facil e por vezes é um tiro no pé.
Uma Gerdau fechada (encerrou parte das operações, esta preferindo investir nos Estados Unidos) não paga impostos.
Mas tem coisa pior, a carga tributária que era cerca de 24% em 1988 (Nova Constituição) já esta em 32% e só vemos o inchaço da Máquina Publica, a grana vai para o funcionalismo...
O Poder Judiciário do Brasil é apontado por levantamentos oficiais como um dos mais dispendiosos do planeta.
Dados do Tesouro Nacional mostram que o país gasta cerca de 1,3% a 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) com a Justiça, ficando atrás apenas de El Salvador no ranking internacional, e superando em mais de quatro vezes a média mundial.
Gazeta do Povo
Dados do Tesouro Nacional mostram que o país gasta cerca de 1,3% a 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) com a Justiça, ficando atrás apenas de El Salvador no ranking internacional, e superando em mais de quatro vezes a média mundial.
Gazeta do Povo
Fome basicamente é provocada por paternidade irresponsável, guerras, anomalias climáticas ou vícios fora de controle.
Não observo que tem uma "bala de prata" para acabar com essas coisas.
✧✧✧
Resumo:
1. Escolha pragmática entre "males menores" — Diante da impossibilidade de eliminar a corrupção, você defende votar em quem parece "menos corrupto", citando a comparação entre Flávio Bolsonaro e Lula.
2. Assimetria de oportunidade e fiscalização — Você argumenta que Flávio teria menos suspeitas por não ter tido o mesmo tempo/poder que Lula teve à frente do Estado, e que, por não controlar o aparato estatal, estaria sujeito a fiscalização mais rígida e a um eventual impeachment mais fácil.
3. Crítica à "aparelhagem" do Judiciário por Lula — Você sustenta que Lula teria usado sua gestão para influenciar o Judiciário, o que dificultaria sua responsabilização.
4. Posição de "voto ético" declarada — Você deixa claro não ser bolsonarista, afirmando pretender votar em Romeu Zema no primeiro turno, situando sua crítica a Lula fora do binarismo Bolsonaro x Lula.
5. Denúncia de hipocrisia fiscal do governo petista — Seu ponto central: o mesmo governo que defende taxar mais os ricos teria usado uma estratégia de antecipação de herança para reduzir a carga tributária da própria família, o que você considera contraditório.
6. Naturalização da fuga de capital pelos ricos em geral — Você argumenta que é comportamento racional/esperado que qualquer rico busque brechas legais ou destine recursos ao exterior, usando o filho de Lula na Espanha e os casos de José Dirceu e Eike Batista como exemplos de padrões financeiros pouco transparentes mesmo entre situações judiciais delicadas.
7. Ineficácia histórica do aumento de carga tributária — Você conclui com dados sobre o crescimento da carga tributária desde 1988 (de 24% para 32% do PIB) e o alto custo do Judiciário brasileiro, argumentando que o aumento de arrecadação não se traduziu em eficiência, mas em inchaço da máquina pública, citando ainda a saída de operações da Gerdau como exemplo de efeito colateral negativo.
.

