Alex: Amigo, professor deveria ser a profissão mais valorizada de um país.
Países que têm bons índices econômicos têm professores com os maiores salários entre as profissões de nível superior.
William: Talvez esses países ficaram desenvolvidos justamente porque tinham professores eficientes, boa metodologia.
Entendemos porque são valorizados.
Alex: No Brasil, qualquer profissão de nível superior paga melhor.
William: Não sei disso não tenho dois familiares que não são exceção.
Se formaram em advocacia, uma é cabeleireira (renda principal), outra preferiu ficar no magistério.
Vemos engenheiros dirigindo UBER, professores é difícil.
Alex: Professores também costumam estudar mais que a média, com especializações, mestrados, doutorados.
Ainda assim ganham menos que pessoas de mesmo nível em outras profissões.
William: Mestrados e doutorados no Brasil são no geral "encher linguiça".
No ensino fundamental e básico deveria ser passado conhecimentos fundamentais e básicos como os nomes sugerem.
O professor precisa de mestrado em Matemática ou em outras matérias corriqueiras para lecionar para crianças e adolescentes!?
Para o ensino superior é compreensível e esperado.
Mas para conhecimentos básicos de geografia, geometria, ciências!?
Alex: Se você olhar para qualquer questão social hoje no Brasil, é provável que a educação seja a resposta para começar a resolvê-lo.
E boa educação vc consegue fazendo os melhores profissionais ficarem nesta área.
William: Como já expliquei, para transmitir conhecimentos básicos acumulados pela humanidade não precisa ser ninguém fenomenal.
Se o cidadão dá aula de Geografia (só um exemplo) em pouco tempo até "decora" tudo que esta nos livros recomendados.
Depois de um ano dando várias aulas sobre os mesmos assuntos, para a pessoa não dominar os conhecimentos básicos tem que ser muito abaixo da média.
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Resumo:
1. Desenvolvimento impulsionado pela eficiência: A valorização dos professores em países desenvolvidos pode ser a consequência de eles terem sido eficientes e adotado boas metodologias no passado, o que justificaria o reconhecimento e o status atual nessas nações.
2. Divergência sobre o mercado de trabalho: Há uma contestação da ideia de que qualquer profissão de nível superior pague melhor que o magistério no Brasil, citando exemplos práticos de profissionais de outras áreas (como Direito) que migraram para ramos diferentes ou que preferiram o magistério, além de observar a presença de engenheiros trabalhando como motoristas de aplicativo.
3. Crítica à pós-graduação acadêmica no país: Os cursos de mestrado e doutorado no Brasil são classificados, de modo geral, como "encher linguiça", questionando o real valor prático ou qualitativo desses títulos para a educação como um todo.
4. Foco no propósito do ensino fundamental e básico: O objetivo central dessas etapas escolares deve ser estritamente a transmissão de conhecimentos fundamentais e básicos, condizentes com o nome dos respectivos níveis de ensino.
5. Questionamento sobre a necessidade de alta titulação na educação básica: Defende-se que títulos de mestrado ou doutorado em matérias corriqueiras são desnecessários para lecionar para crianças e adolescentes (em disciplinas como Geografia, Geometria e Ciências), sendo essa exigência compreensível e esperada apenas para o ensino superior.
6. Suficiência de habilidades pedagógicas regulares: Para transmitir o conhecimento básico acumulado pela humanidade nas escolas, o profissional não precisa ser alguém extraordinário ou fenomenal; o domínio do conteúdo padrão é perfeitamente acessível.
7. Domínio do conteúdo por meio da repetição e experiência: A prática contínua de lecionar os mesmos assuntos dos livros recomendados ao longo de um ano letivo é suficiente para que qualquer profissional de nível médio ou esperado domine perfeitamente os conhecimentos básicos da sua disciplina.
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