A Gomo Coop é o primeiro mercado cooperativo participativo de São Paulo (e da América Latina), inaugurado em 6 de janeiro de 2026 na Rua Santa Isabel, no Centro.
No modelo sem patrão, os sócios são ao mesmo tempo donos, clientes e funcionários: pagam cota-parte de R$ 100 e fazem 3 horas de trabalho voluntário a cada 28 dias (caixa, estoque, limpeza etc.).
Decisões são democráticas (1 voto por pessoa).
Foca em produtos agroecológicos, orgânicos e de agricultura familiar/pequenos produtores, com preços mais justos e sem exploração.
Tem cerca de 400 cooperados (busca chegar a 700 para equilíbrio financeiro).
Inspira-se em cooperativas como a Park Slope Food Coop (NY).
Sobras são reinvestidas, sem fins lucrativos.
Para os mais à esquerda, “patrões” não trabalham.
O método de produção de Henry Ford, conhecido como fordismo, introduziu a linha de montagem móvel.
Cada trabalhador executava tarefas específicas, aumentando a eficiência, reduzindo custos e permitindo a produção em massa de automóveis.
Esse modelo revolucionou a indústria ao combinar padronização, divisão do trabalho e mecanização, tornando produtos acessíveis a um público amplo.
*Copilot*
Resumo:
1. Crítica à Inação da Esquerda: Você argumenta que há uma hipocrisia em setores da esquerda que detestam o capitalismo, mas não utilizam a liberdade do próprio sistema para colocar em prática o modelo de produção cooperativo/marxista que defendem.
2. Viabilidade Legal e Econômica: Você destaca que não existem impedimentos legais para a criação de cooperativas coletivas. Se o modelo "sem patrão" é teoricamente superior, ele deveria ser aplicado agora por quem acredita nele, sem esperar por mudanças estatais.
3. Eficiência e Preço Competitivo: Seu argumento central é que, ao eliminar o lucro e a figura do "patrão" (visto pela esquerda como alguém que não trabalha), os custos administrativos seriam reduzidos drasticamente, tornando os produtos das cooperativas imbatíveis frente às empresas tradicionais.
4. A Gomo Coop como Laboratório: Você utiliza o exemplo real da Gomo Coop em São Paulo para ilustrar que o modelo de sócios que são simultaneamente donos, clientes e funcionários (com trabalho voluntário e gestão democrática) já é uma realidade funcional.
5. Desafio ao Método Fordista: Ao citar a eficiência histórica de Henry Ford na produção em massa, você lança um desafio: se o "método Marx" de produção pretende ser mais humano e eficiente, ele deve provar sua superioridade na prática, através da execução e resultados.
6. Autossuficiência Ideológica: Você questiona por que os críticos do sistema esperam que a "direita" ou o governo promovam mudanças que os próprios interessados têm recursos (intelectuais e financeiros) para realizar por conta própria.
7. Chamado à Prática ("Quem sabe faz a hora"): O texto conclui com uma provocação existencial e política: em vez de apenas criticar as empresas tradicionais, os descontentes devem se organizar e produzir. A existência da alternativa depende da ação, não apenas da retórica.
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