sábado, 15 de agosto de 2026

Fera Enjaulada

 


William >> Sigmund Freud e Karl Marx, boas intenções ... resultados deprimentes.
 
Adriano >> Marx, o pai sem caráter, super carregado de maus exemplos!

William >> Não estou falando do lado pessoal, estou focando nos pensamentos mesmo.
   É semelhante ao caso de Paulo Freire.
   Ele, “um homem, uma máquina, uma besta enjaulada” 😂 (aquele bordão do futebol) não fez nenhum mal a educação brasileira.
   A “pessoa Paulo Freire” divulgou ideias que acreditava, milhões de pessoas gostaram da ideia e colocaram em pratica.
  É repetitivo, mas NÃO EXISTE POVO INOCENTE.
  Até hoje a obra “Pedagogia do Oprimido” é cultuada por nossos pedagogos.

  A “fera enjaulada” morreu em 1997, há 29 anos
  Karl Marx em 1883, há 143 anos.  
  Sigmund Freud em 1939, há 87 anos.

  Deixemos os mortos em paz, fizeram o que acharam que tinham que fazer.

  E NÓS?
  O que achamos que devemos fazer com os pensamentos que chegaram até nossos dias?



   Talvez por eu ter conhecimento de história acima da média, considero a época que vivemos fascinante, a melhor de todos os tempos.
   (Evidente que tudo pode melhorar.)
 
   Não sei como as pessoas fantasiam tanto o passado.
   Imagine que você quebrasse algum osso do braço por volta de 1600.
   Anestésicos modernos pode esquecer.
   Com técnicas cirúrgicas muito rudimentares, mesmo que tivesse a incrível sorte de ter um médico acessível, dependendo da gravidade, você ficaria sequelado para o resto da vida.
   Sem antibiótico, infecções eram bem comuns e a amputação inevitável.
   Tudo ... SEM ANESTESIA, ficar bêbado era a indicação para suportar a dor. 
 
   Só pela existência de prontos socorros (no mundo todo não só no Brasil) viver hoje já é muito melhor que no passado.
 
   Com o domínio da eletricidade, "pra mim" a humanidade entrou em uma espécie de mundo encantado.
   Alta produtividade, trabalhos facilitados, transportes muito mais eficientes, comunicação inimaginável por nossos antepassados, entretenimento dentro das nossas casas como rádio, TV e agora internet.
   Técnicas cirúrgicas inacreditáveis ... transplante de coração!?
   Fala sério ... que avanço fenomenal!

   Se conseguirmos o novo "iluminismo" de DESCARTAR IDEOLOGIAS FRACASSADAS ... que mundo maravilhoso nossos netos poderão ter ... amém?




 
Adriano >> É repetitivo, mas temos que dizer...
  Gritar, martelar, espernear, insistir, persistir, incansavelmente, pela mudança...
  Não importa quê um terço da população, se faça a maioria, a mudança é a meta.
 
William>> Para isso é preciso divulgar ideias e torcer para que caiam no gosto da maioria, como voto distrital por exemplo.
  É o tipo de assunto que não tem pressão social, se algum grupo político começar a levantar essa bandeira, dando as explicações convencendo a maioria, a pauta passa a ser significativa.
  Que votamos na Mariazinha que gostamos e sem querer elegemos o Zézinho que não gostamos sabemos.
  O que fazer?
  Mudar para o que a maioria de nós acharmos mais eficiente.
  Se a maioria não está nem aí e quer deixar como está ... é a vontade do povo.


 




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Resumo:


1. Separação entre a pessoa e as ideias: A análise sobre pensadores como Freud, Marx e Paulo Freire deve focar no impacto de seus pensamentos e teorias, não na vida pessoal de cada um.

2. Responsabilidade coletiva ("Não existe povo inocente"): Figuras como Paulo Freire apenas divulgaram ideias nas quais acreditavam; a responsabilidade por colocá-las em prática e perpetuá-las (como no culto contínuo a obras como Pedagogia do Oprimido) é da própria sociedade e dos profissionais que as aceitaram.

3. Superação do passado e olhar para o presente: Os grandes pensadores do passado já morreram há décadas ou séculos e fizeram o que achavam correto. A questão central é o que a sociedade atual decide fazer hoje com as ideias que herdou.

4. Rejeição à romantização do passado: A percepção do passado como uma época melhor é uma fantasia, visto que limitações históricas como a falta de anestesia, antibióticos e cirurgias adequadas tornavam a vida muito mais dolorosa e arriscada.

5. Valorização da medicina moderna: A simples existência de prontos-socorros, antibióticos e procedimentos complexos como transplantes de coração já torna a época atual indiscutivelmente superior às anteriores.

6. A revolução da eletricidade: O domínio da eletricidade e da tecnologia (transportes, comunicação, rádio, TV e internet) colocou a humanidade em uma era de facilidades e alta produtividade sem precedentes na história.

7. Necessidade de descartar ideologias fracassadas: O avanço para um futuro ainda melhor para as próximas gerações depende de promover um "novo iluminismo", focado em superar e descartar ideologias que já se provaram ineficazes.


 


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