quarta-feira, 22 de julho de 2026

Chat-gepetização

 

Adele: Não aguento mais escrever um texto e as pessoas falarem que ficou a cara do chat GPT. 
  Por que eu emprego bem a vírgula? 
  Por que meu vocabulário é extenso? 
  Por que citei uma referência que você ainda não teve contato?
  Não aguento mais a chat-gepetização de tudo! 
  Eu só quero escrever!!!!

William: Então escreva uai!😉
  Que importância tem isso?
  Se a pessoa não vai lhe pagar nada deixe ela se enganar, nesses casos a verdade geralmente aparece.
  Se você recebe alguma grana (direitos autorais) o dinheiro continua vindo pra você não para o GPT.

  Eu escrevo nas Redes bem antes das IAs, meu primeiro blog foi em 2011.
  Pessoas próximas duvidavam que era eu escrevendo.
  Achavam que eu copiava de algum autor estrangeiro.
  O que eu já ouvi de:

  "Não foi você que escreveu isso."

  É de perder as contas.
  Depois da fase da negação, veio a fase de me chamarem de louco, alguns continuam até hoje.
  Demorou uns 7 anos até a maioria acreditar que sou eu que escrevo e que não sou louco, pelo menos não muito.
  Hoje sou considerado sem noção, arrogante, prepotente, burro pra cara...😂

  Comecei esse comentário pensando em te deixar uma palavra de conforto, mas descobri que não tenho nenhuma.
  Apenas te desejo BOA SORTE!

  Tenho certeza que é você que escreve seus textos.
  Se confundem com o GPT, você escreve bem, parabéns!




Carolina na Grade Escolar - Link  (Para ter sucesso a "sorte" conta muito.)

✧✧✧

 

 Resumo: 

1. Não vale a pena gastar energia tentando convencer quem acha que um texto foi escrito por IA. Se não há prejuízo concreto, a opinião alheia tem pouca importância.

2. A verdade tende a aparecer com o tempo. Quem produz conteúdo de forma consistente acaba demonstrando a autoria pelo histórico e pela continuidade do trabalho.

3. Se o autor é remunerado, o reconhecimento prático permanece com ele. Direitos autorais e ganhos financeiros continuam pertencendo ao verdadeiro criador, não ao ChatGPT.

4. Você relata uma experiência semelhante muito antes das IAs. Desde seu primeiro blog, em 2011, já ouviu repetidamente que seus textos "não pareciam seus".

5. A desconfiança sobre a autoria pode evoluir, mas raramente desaparece. Você descreve uma sequência: primeiro negavam que escrevia, depois o chamavam de louco e, mais tarde, passaram a atribuir outros rótulos.

6. A persistência é a melhor resposta às acusações. Foram necessários cerca de sete anos para que a maioria aceitasse que os textos eram realmente seus.

7. Você conclui com incentivo à autora. Afirma acreditar que ela escreve os próprios textos e interpreta a comparação com o ChatGPT como um elogio à qualidade da escrita.


  


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