1. Congo (DRC)- População 105 milhões
Um dos países mais populosos da África com cobertura extremamente baixa (abaixo de 10% em 2022 e ainda muito baixa em relatórios de 2023).
Aparece consistentemente nas listas de piores coberturas na região africana.
2. Iêmen – População 34 milhões
Cobertura de cerca de 4% com pelo menos uma dose (dados da OMS de dezembro de 2023).
Um dos mais baixos do mundo.
3. Madagascar – População 30 milhões
Cobertura muito baixa (listada entre os piores na África e no ranking global de % vacinado, com valores bem abaixo de 10% durante o período crítico).
4. Haiti – População 11 milhões
Cobertura de cerca de 5% com pelo menos uma dose (dados da OMS de dezembro de 2023).
Um dos casos mais citados de baixíssima adesão.
5. Papua Nova Guiné – População 10 milhões
Cobertura de cerca de 4% com pelo menos uma dose (dados da OMS de dezembro de 2023)
Também aparece entre os mais baixos globalmente.
Esses dados refletem o cenário até o final de 2023 (quando a OMS considerou o fim da emergência).
Fontes principais: dashboard da OMS, Johns Hopkins Coronavirus Resource Center e relatórios regionais.
*Grok*
Essas nações NÃO tiveram mortes registradas por COVID muito acima da média mundial.
Média mundial cerca de 850 mortes por milhão
Congo - 14 mortes por milhão.
Iêmen - 56 mortes por milhão.
Madagascar - 46 mortes por milhão.
Haiti - 74 mortes por milhão.
Nova Guiné - 65 por milhão.
A morte por COVID-19 não tem um tempo exato e fixo, pois varia conforme a idade, comorbidades, gravidade da doença, variante do vírus, acesso a cuidados médicos e vacinação.
No entanto, estudos e relatórios epidemiológicos indicam um tempo médio (ou mediano) entre o início dos sintomas e o óbito em torno de 14 a 21 dias, com variações comuns entre 8 e 22 dias em diferentes contextos.
*Grok"
Análise Lógica:
O Vanderley (até onde se sabe) não tinha nenhuma comorbidade.
Parada cardiorrespratória não é incomum em alguém com mais de 50 anos, as causas podem ser varias, mas bateram o martelo que foi Covid.
Algum problema pré existente, não.
Efeito colateral da vacina, não.
Para quem é muito leigo no assunto ...
Ter algum vírus identificado em seu organismo não significa que você vai necessariamente desenvolver a doença correspondente.
Até o devastador vírus HIV há casos de pessoas contaminadas que não apresentam sintomas.
Mas ao que parece, em países como o Brasil, durante a pandemia, na dúvida coloca Covid como causa da morte.
Não vamos entrar na discussão se isso foi certo ou errado, meu objetivo nessa questão é dar ao leitor alguma noção das diferentes metodologias de anotação do caso.
Na Coréia do Norte por exemplo não houve nenhum caso de morte por Covid ... acredite quem quiser...
Presidente da Argentina RECUSOU a proposta da Pfizer durante a Pandemia.
O contrato era “abusivo”, o laboratório se eximia de responsabilidades sobre efeitos colaterais.
Resumo:
1. .O bolsonarismo não teve chance real de ser avaliado.
Jair Bolsonaro governou apenas 4 anos, sendo 2 deles sob uma pandemia mundial. O pouco que se viu (estatais dando lucro e Selic abaixo de 4% antes da crise) já foi .melhor. que o desempenho histórico do PT, mas a pandemia impediu uma avaliação completa do “bolsonarismo” no poder.
2. .Fomos enganados pela OMS (sem necessariamente ser conspiração consciente).
A OMS “apostou” fortemente que a falta de vacina causaria o dizimamento de nações. Essa projeção catastrófica não se confirmou na prática, gerando um engano coletivo sobre a necessidade urgente e absoluta da vacinação em massa.
3. .Países com cobertura vacinal extremamente baixa não tiveram mortalidade elevada.
Cinco países populosos de três continentes diferentes (Congo/DRC, Iêmen, Madagascar, Haiti e Papua Nova Guiné), com cobertura vacinal entre 4% e menos de 10%, registraram .mortes por COVID muito abaixo. da média mundial (média global ≈ 850 mortes por milhão; nesses países: 14 a 74 por milhão).
4. .Mesmo considerando subnotificação, o excesso de mortalidade não foi dramático.
Mesmo multiplicando por 4 os números oficiais de mortes nesses países (para ajustar possível subnotificação), os valores ainda ficam .dentro ou abaixo. da média global. Não houve nenhum caso de nação que “perdeu metade da população” por falta de vacina, como a narrativa da OMS sugeria.
5. .Exemplo do bispo Vanderley Santiago ilustra problemas na atribuição de causas.
O bispo (53 anos, sem comorbidades conhecidas) tomou a primeira dose da vacina em 16/06/2021 e morreu 12 dias depois (28/06/2021) de parada cardiorrespiratória, sendo registrado como morte por COVID. O tempo entre sintomas e óbito por COVID geralmente é de 14–21 dias, e a presença do vírus não significa necessariamente que ele foi a causa da morte.
6. .No Brasil, havia tendência de atribuir mortes a COVID “na dúvida”.
Diferente de metodologias mais rigorosas em outros lugares (ex.: Coreia do Norte registrou zero mortes), no Brasil muitas mortes eram creditadas à COVID mesmo quando poderia haver outras causas (problemas cardíacos, idade etc.). Ter o vírus detectado não prova que ele foi o responsável pelo óbito (comparação com HIV assintomático).
7. .A pergunta central que fica: a vacinação realmente fez diferença?.
Diante de nações com cobertura vacinal abaixo de 20% (algumas com aglomerações inevitáveis nas grandes cidades) que não colapsaram e não apresentaram mortalidade acima da média mundial, surge a dúvida legítima: .a vacinação em massa foi tão decisiva quanto nos foi vendido?. “Decifra-me ou te devoro!”
Esses são os núcleos mais fortes dos seus argumentos no texto, priorizando sua linha de raciocínio e os dados que você trouxe para questionar a narrativa predominante.
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