[Isto É - Matéria Completa]
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"Somente no ano passado (2011), a Cultura aprovou 8,4 mil projetos por meio da Lei Rouanet, com isso, foi liberado R$ 1 bilhão.
Desde 2003, quando o Gilberto Gil era ministro, a lei ganhou um impulso muito grande, devido à ampliação do que se entende por cultura”.
“O grande destaque da lei Rouanet é a política de incentivos fiscais que possibilita empresas (pessoas jurídicas) e cidadãos (pessoas físicas) aplicarem uma parte do IR (imposto de renda) devido em ações culturais.
O percentual disponível de 6% do IRPF para pessoas físicas e 4% de IRPJ para pessoas jurídicas, ainda que relativamente pequeno permitiu que em 2017 fossem investidos em cultura, segundo o MinC (Ministério da Cultura) mais de R$ 1,1 bilhão.
“Uma das cantoras mais famosas do Brasil, que até já fez parcerias com artistas internacionais, tem um projeto que foi aprovado pela Lei Rouanet.
De acordo com o projeto, ela faria 12 shows em cidades da região Norte, Nordeste e Centro-Oeste e para fazer esses shows, a produtora pediu nada mais nada menos que R$ 5.883.100,00, sim caro leitor, quase 6 milhões de reais.
O projeto foi aprovado, mas por conta de alguns escândalos envolvendo o projeto, ela recebeu apenas 1,2 milhões.”
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Todos nascemos com predisposições genéticas, as boas não são problema em se tratando de procriação, mas as ruins são.
Essas predisposições se estendem pela consanguinidade.
Exemplo prático:
Suponhamos que eu nasci geneticamente predisposto a fibrose cística, mas não cheguei a desenvolver os sintomas.
Provavelmente minhas irmãs nasceram com esse mesmo gene recessivo e não desenvolveram os sintomas.
Se eu tiver filho com uma mulher que não tenha gene recessivo para fibrose dificilmente a criança nascerá com essa moléstia.
Se eu tiver filho com uma mulher que tenha o gene da fibrose, a ocorrência da doença é quase certa.
Ou seja:
A procriação entre pai/filha, mãe/filho, irmã/irmão tem probabilidades bem acima da média da criança nascer com alguma anomalia genética.
- Casal homem/mulher adultos.
- Sem laços de sangue em primeiro grau.
- Cidadãos independentes financeiramente.
- Personalidades compatíveis que namoram, casam, planejam 1 ou 2 filhos, proporcionam a eles uma infância com segurança econômica/emocional.
- Tentam permanecer juntos até que a morte os separe.
No passado não muito distante (pré pílula anticoncepcional) as mulheres tinham mais filhos, hoje com métodos mais modernos e maior participação no mercado de trabalho o numero de filhos tende a ser reduzido, isso é bom para o planeta.
Já somos mais de 7 bilhões, se tem uma coisa que o "planeta" não precisa é que cheguemos a 10 bilhões.