sábado, 29 de março de 2014
O Consolo
quinta-feira, 27 de março de 2014
Deus te Ama?
William: "Deus te ama", você está certo disso?
Acredita nisso?
Amor é um sentimento que não dá para disfarçar.
Depois que fiquei experiente não tinha dificuldades em identificar quando uma mulher estava se apaixonando por mim ou tinha forte interesse, algumas devem ter pensado que eu era gay enrustido ou tinha problemas de impotência pelo tanto que me fazia de desentendido.
Na verdade eu já sabia que não poderia retribuir o mesmo sentimento, não queria que ela sofresse, o mais sensato era não dar muita corda.
Dessa forma mantinha o relacionamento que era mais importante para mim.
(É só um exemplo, o inverso também daria certo para essa meditação.)
Não tem essa do cidadão gostar mais da loira e casar com a morena.
Se ele casa com a morena é porque é dela que gosta mais, vê maiores vantagens no relacionamento, sente mais falta.
A mulher loira (do nosso exemplo) tem uma profunda necessidade de acreditar que o “verdadeiro amor” o homem sente por ela.
O homem gosta dela, tanto que a mantém como amante, mas sua escolhida foi a outra.
Quando dá certo ele transa com a loira que feliz da vida sentencia:
“Tá vendo como ele me ama!”
O cara diz para a loira que ao beijar a morena é nela que ele pensa.
“Tá vendo como ele me ama!”
O homem leva a loira em um motel caro.
“Tá vendo como ele me ama.”
Mas é com a morena que tem casa e filhos...
Enfim:
Fica CEGA para “detalhes”, só enxerga o que quer enxergar, INVENTA UMA REALIDADE.
Vamos para o plano religioso.
O crente católico vai a Aparecida agradecer a cura do filho, ele não olha para o lado, não vê que o filho do vizinho nem ao menos ficou doente e o cara não sabe rezar uma Ave Maria.
O crente não quer enxergar que outros que pouco vão a igreja (quando vão) gastam esse dinheiro na balada e ainda sobra muito dos seus salários.
Acontece que até onde sabemos todo espaço conhecido é pura desolação.
A Terra é um planeta bem pequeno, uma singularidade, algo que foge as regras de como são os outros inúmeros planetas.
Marte, Vênus, Júpiter... não tem flores, arvores, pássaros.
Devemos medir Deus pela pequenez da Terra ou pela imensidão do Universo?
Deus é vida ou desolação?
Como convencer a loira que a ESCOLHIDA foi a morena?
O crente não liga para as evidências, apenas tem uma profunda necessidade de acreditar que é um escolhido, mesmo que tudo a sua volta demonstre que ele é só mais uma criatura.
Qual minha sugestão?
Lembrei de outra frase conhecida:
Para quem tem o vício da idolatria ...é “imune” a essa meditação.
Independentemente de qualquer coisa vai viver sua ilusão até o ultimo suspiro de vida.
Mesmo precisando nesse momento desse tipo de relacionamento vai abrindo sua mente (coração) para melhores possibilidades.
Se é crente e gosta do ambiente religioso, continue frequentando, apenas evite exageros como ser fiel no dizimo ou empenhar muito tempo da sua vida a igreja, você não recebe muito, qual a lógica em se doar muito!?
Se essa meditação te incomodou demais, “envenenou” sua alma...
Pare com essa vida de amante, dê um ultimato, force seu parceiro(a) a uma escolha.
O tempo passa rápido, foram momentos maravilhosos, mas é melhor buscar ser a primeira opção na vida de alguém, casar, ter filhos ... a maioria de nós vive melhor se seguir o “ciclo biológico”.
Pare de frequentar religiões, se mantem sua “espiritualidade” ore em casa mesmo.
Se pra você as “coisas não caem do céu” (Sorte), invista seu tempo em trabalhar, estudar, ser bom cidadão.
A vida em sociedade pode ser tão melhor quanto as pessoas se esforçarem para serem melhores.
De ilusão também se vive, mas prefiro melhorar a realidade a minha volta.
Se percebeu que não é um escolhido ... faça A SUA ESCOLHA.
Deus te ama, mas as bênçãos melhores dá a outro!?
![]() |
| Religião para quem Precisa - Link |
Nota: Não posso convencer ninguém de nada, só posso fazê-lo pensar, os pensamentos em geral começam com questionamentos.
![]() |
| Escolhidos - Link |
Resumo:
1. A Necessidade de Acreditar vs. Evidências: Utilizando a premissa de Carl Sagan, você argumenta que a crença religiosa não se sustenta em provas materiais, mas sim em uma necessidade psicológica profunda do indivíduo de se sentir especial ou amparado, ignorando fatos que contradizem essa visão.
2. A Analogia da Amante (A "Loira" e a "Morena"): Você utiliza o exemplo de um triângulo amoroso para ilustrar a negação da realidade. Assim como a amante cria malabarismos mentais para acreditar que é a favorita (apesar de o homem construir a vida com outra), o fiel ignora a falta de privilégios reais para manter a ilusão de que é um "escolhido".
3. O Viés de Confirmação na Fé: Você aponta que o crente foca apenas nos sucessos pontuais (como a cura de um filho), ignorando que pessoas que não possuem a mesma fé alcançam resultados iguais ou melhores (como o vizinho cujo filho nem adoeceu ou o ímpio que prospera financeiramente).
4. A Perspectiva Universal vs. a Terrestre: O texto questiona a lógica de medir a "bondade" ou a existência de Deus apenas pelas flores e pássaros da Terra. Ao olhar para a imensidão desolada do universo (Marte, Vênus, Júpiter), você sugere que a vida é uma singularidade estatística, e não necessariamente uma prova de um design amoroso focado no ser humano.
5. Criatura vs. Escolhido: Um ponto central do seu argumento é a distinção entre ser apenas parte da criação e ser um alvo do favoritismo divino. Você propõe que a realidade ao redor da maioria dos fiéis demonstra que eles são "criaturas" sujeitas às dificuldades comuns da vida, e não "escolhidos" desfrutando de bênçãos exclusivas.
6. A Economia das Relações (Custo-Benefício): Você aplica uma lógica pragmática à dedicação religiosa: se um indivíduo não percebe benefícios práticos ou "investimentos" divinos proporcionais em sua vida, não faz sentido lógico doar excesso de tempo, energia ou recursos (como o dízimo) para a instituição religiosa.
7. A Autonomia e a Melhora da Realidade: O texto conclui que, ao reconhecer que não se é um "escolhido" por forças externas, o indivíduo ganha o poder de fazer suas próprias escolhas. Em vez de viver de ilusões ou esperar que as coisas "caiam do céu", a sugestão é investir no esforço pessoal, no estudo e na cidadania para melhorar a realidade tangível.
.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Cabeça Dura
[Texto Anterior]
terça-feira, 25 de março de 2014
Fritado
[Harru S. Truman]
[Texto Anterior]
[Rosicleide David]

















