Em 2024, a mineradora Vale pagou um total de US$ 6,3 bilhões em tributos globais.
Mais de 96% foi recolhida diretamente no Brasil.
Tributos sobre a renda: US$ 1,990 bilhão
Tributos sobre produtos e serviços: US$ 1,837 bilhão
Tributos sobre a mineração (como a CFEM): US$ 1,297 bilhão
Tributos sobre a folha de pagamento: US$ 926 milhões
Os US$ 6,3 bilhões pagos em impostos e tributos globais pela Vale em 2024 representam 102,1% do seu lucro líquido do mesmo ano.
Lucro Líquido (2024): US$ 6,166 bilhões
Total de Impostos Pagos (2024): US$ 6,300 bilhões
Isso significa que, na prática, o valor desembolsado pela companhia para cobrir a carga tributária e as compensações de mineração superou o lucro final distribuível aos acionistas naquele ano.
Essa proporção ocorre porque uma parte considerável dos impostos recolhidos incide sobre o faturamento, a produção (como a CFEM) e a folha de pagamento, sendo devida independentemente de o lucro líquido subir ou descer.
https://vale.com/pt/esg/transparencia-fiscal
Fonseca: Para evitar este joguinho de malandragem de esconde e mostra, vamos fazer o seguinte, escolhemos os tópicos, neste caso podemos debater a Vale e outras estatais vendidas, mas vamos a fundo com documentos primários, auditorias, geopolítica, sabotagens e tudo que temos de conhecimento, se vc quiser e só chamar, pois ficar neste ambiente criado por golpistas internacionais que usam o preço de transferência e leis de isenção fiscal e transferência etc só vai mostrar que idiotas vão defender a casa grande e se orgulhar de ser enrabado pelo capitão do Mato, e só chamar ok, e vc tem a opção de ser por vídeo sem consulta só pelo conhecimento real ok...
William: Eu não acredito 100% em nada.
O filósofo que mais gosto é Sócrates.
“Só sei que nada sei.”
Vamos supor que os dados passados pela empresa são mentirosos.
É fraude fiscal.
Cabe a quem investigar?
Ao ESTADO.
Nós pacatos cidadãos não temos como apurar esse tipo de coisa pela grandiosidade das operações.
Como explicar o sucesso esplendoroso da JBS?
Até uns anos atrás confessaram pagamento de propina, por isso se tornaram "Campeãs Nacionais"!?
Fica clara a importância de elegermos políticos com conhecimento e éticos.
Não adianta eleger jogador de futebol, ator, cantor, palhaço ... "se" eles não tiverem bom nível de conhecimento.
Vai na rede social do cidadão, veja suas argumentações, o quanto ele entende de algo importante como economia.
Será que aquele candidato da "Caneta Azul" sabe o básico do básico sobre Bolsa de Valores?
De repente o cidadão é comunicativo, demonstra bom nível de conhecimento, mas mesmo antes de ser eleito já sabemos de terríveis "falhas éticas" (no mínimo, para não falar em crime.)
Exemplo, Pablo Marçal.
Melhor votar em outro candidato o qual temos dúvidas, esse já temos certeza que tem tendência a participar de falcatruas.
Mas e se infelizmente a opção é Sérgio Cabral (O ex-governador corrupto do Rio de Janeiro)?
Anular o voto não vai ajudar em nada.
Votar em Pablo Marçal "pragmaticamente" é o que nos resta.
É bem a situação Lula vs Flávio.
Adivinha qual deles seria o Sérgio Cabral?
Enfim.
Suponhamos que você pacato cidadão tenha ótimo conhecimento contábil.
Isso não basta, tem que ter informações.
Precisaria ter acesso a tudo que a Receita Federal tem disponível.
Cruzar com informações vindas do exterior, paraísos fiscais, caso aceitem colaborar.
Seguir o dinheiro até possíveis "laranjas".
Mas vamos ignorar tudo isso.
Você é também um gênio da computação, como nos filmes 😂, não tem computador que você não consiga acessar.
Junta provas cabais que o balanço da empresa é fraudulento e aí?
TOFFOLI SUSPENDE MULTA
BILIONÁRIA DO ACORDO DE
LENIÊNCIA DA J&F
Decisão foi tomada no primeiro dia do recesso dos
ministros do STF; a esposa de Toffoli, Roberta Rangel, é advogada do grupo.
20 dez 2023
Com o Governo que temos (Executivo + Legislativo + Judiciário) o mais provável é que você seja preso por invadir computadores, o que afinal é crime mesmo sem ordem judicial do ESTADO.
O Brasil é do jeito que a maioria dos eleitores querem que seja.
(Há inocentes em meio ao povo.)
Essa lógica entra em sua mente?
✧✧✧
Resumo:
1. A magnitude da carga tributária sobre as grandes empresas: Você aponta que, em 2024, os tributos globais pagos pela Vale (US$ 6,3 bilhões, a maioria no Brasil) superaram o próprio lucro líquido da companhia (102,1%). Isso demonstra como impostos sobre faturamento, produção e folha incidem independentemente da oscilação do lucro.
2. A limitação fiscalizatória do cidadão comum: Adotando uma postura socrática de dúvida, você argumenta que, mesmo se os dados das empresas fossem fraudulentos, o cidadão comum não tem capacidade nem ferramentas para investigar operações dessa grandiosidade; essa é uma atribuição exclusiva do Estado.
3. Crítica às "Campeãs Nacionais" e à corrupção corporativa: Você questiona o sucesso de empresas como a JBS, relembrando que o status de "Campeãs Nacionais" muitas vezes esteve atrelado a confissões passadas de pagamento de propina e favorecimento político.
4. A urgência de critérios técnicos e éticos no voto: Você defende que o eleitor precisa avaliar o nível real de conhecimento (especialmente em economia) e a conduta dos candidatos, criticando a eleição de figuras puramente midiáticas, folclóricas ou sem preparo técnico básico.
5. O voto pragmático em cenários de crise ética: Diante de escolhas políticas difíceis ou candidatos com "falhas éticas" conhecidas (citando exemplos como Pablo Marçal, Sérgio Cabral, Lula e Flávio), você argumenta que anular o voto não resolve e que, às vezes, o eleitor é forçado a votar pragmaticamente na opção que julga menos prejudicial.
6. A impunidade institucional e a inversão da justiça: Você ilustra — usando como exemplo a suspensão de multas da J&F pelo STF — que, mesmo se um cidadão genial conseguisse provar uma fraude contábil por conta própria, o arranjo atual dos poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) tenderia a punir quem denunciou/investigou ilegalmente, em vez de punir os fraudadores.
7. A corresponsabilidade do eleitorado ("Não tem povo inocente"): O seu argumento central de encerramento é que a situação do país é reflexo direto das escolhas da maioria dos eleitores. Salvo exceções individuais, a população colhe o governo que tolera e elege, não sendo uma vítima passiva do sistema.
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