terça-feira, 7 de julho de 2026

American Power

 







William: Os Estados Unidos em 1929 optaram pela Centro direita, são o 20º melhor país em qualidade de vida.
   O Brasil, na pratica, optou pela Centro Esquerda, Estado altamente intervencionista em tudo, o resultado ... estamos na posição 84º em qualidade de vida.




Alcides: William, esse gráfico é um exemplo de como você ignora a história para vender uma narrativa. 
  Comparar o crescimento do PIB dos EUA com o do Brasil dessa forma é uma simplificação que ignora a estrutura do imperialismo.
  Os Estados Unidos não se tornaram a potência que são apenas por 'escolha política', mas porque estruturaram um sistema global que extrai a riqueza das nações periféricas para sustentar o próprio desenvolvimento.

William: Se fosse só isso haveria pelo menos umas 5 nações no mesmo nível dos americanos.
  Veja o caso do Brasil, na escola aprendemos sobre o tratado de Tordesilhas.
   Ficamos do tamanho que somos invadindo outros territórios, chegamos a comprar o Acre, assim como os americanos fizeram com o Alaska.



   A Rússia não nasceu gigante. 
   Ela começou como o pequeno Grão-Principado de Moscou no século XIV e se expandiu brutalmente de duas formas:

1 - A Oeste e Sul: Imperialismo clássico. 
  Através de guerras contra a Suécia, Império Otomano e Polônia, os Czares (como Pedro e Catarina, a Grande) invadiram e anexaram territórios na Europa, Ucrânia e Cáucaso para ganhar acesso aos mares.

2 - A Leste (Sibéria): Uma corrida expansionista insana atrás do comércio de peles. 
  Cossacos e exploradores avançaram por terras congeladas enfrentando tribos locais isoladas. 
  Em apenas 60 anos, saíram de Moscou e chegaram ao Oceano Pacífico.
   A Rússia (maior país do mundo)  é o resultado de invasão militar de reinos vizinhos e colonização de fronteira na marra.

  Pensem nisso quando ouvirem as narrativas criticando apenas o expansionismo dos Estados Unidos.
  Nem vou falar da URSS que se não me falha a memória era o domínio politico e econômico dos russos sobre outras 14 nações.

Alcides: Você faz um esforço enorme para listar a expansão territorial de impérios antigos, mas ignora o ponto central do debate: a diferença entre a formação histórica de estados nacionais (que ocorreu com quase todas as potências, inclusive as europeias) e o imperialismo financeiro moderno que discutimos.

William:  Eu tenho amplo conhecimento.
  Basta você decidir o período que quer analisar.
  Os americanos se firmaram como potência econômica depois de passar duros perrengues, na crise de 1929.
   Quase foram dominados com o ataque do Japão em Pear Habor.
   Decidiram entrar na Segunda Guerra apoiando principalmente os Ingleses.
   Eles não começaram a guerra na Europa que praticamente se destruiu.
   O fim do padrão ouro alavancou o poder do Dólar.
   É a vida, eles foram mais espertos que todos ou “Deus”, “A Força”, “A Sorte” .... estava com eles.
   Como preferir...😂




Alcides: ​Já que você menciona ter amplo conhecimento, vamos analisar um período chave para entender a estrutura do sistema que você defende, o biênio 1971-1974.
  Como você classifica o ato de uma nação unilateralmente quebrar sua promessa de lastro de moeda e, na sequência, forçar o mundo inteiro a comprar sua moeda para acessar um recurso essencial como o petróleo? 
  Isso é 'esperteza' ou é o uso da força militar para sustentar uma hegemonia financeira artificial?

William: Primeiro a analise lógica econômica, sem entrar em pormenores senão fica um texto gigantesco.
  A população da Terra em 1900 não chegava a 1,7 Bilhão.
  Em 1974 chegou a 4 Bilhões.
  Em 1900 a eletrificação estava engatinhando no Mundo.
  Em 1974 até nações pouco desenvolvidas como Brasil já tinham eletricidade em 50% das residências, concentradas nos grandes centros, óbvio.
  A eletricidade aumentou a produtividade, a variedade de produtos, baixou preços, mudou hábitos culturais arraigados ... turbinou o comércio internacional.
  Os navios ficaram mais eficientes, aviões então ... em 1974 já tinha uso coletivo acessível, pelo menos a classe média dos países.
  Na "minha análise", o padrão Ouro comportava bem a economia até por volta de 1940.(só para citar didaticamente uma data)
  Depois a complexidade econômica exigia uma nova solução.
  Os americanos tinham isso em mente desde o inicio ou perceberam durante o processo e foram forçados a fazer adaptações?
  Não sei.
  Eu não imagino a economia mundial crescendo tanto lastreada em ouro, hoje somos 8 Bilhões.
  Agora (com a Internet) estão tentando com o Bitcoin.
  Veja que as coisas vão acontecendo e a humanidade vai se adaptando.
  
   Agora a análise geopolítica.
   Você é o Governo Americano e combinou uma meta de lastrear a economia em Ouro.
   Isso rapidamente começa a sair do controle.
   Tem alterações possíveis como lastrear a economia na sua moeda, o que lhe daria grande vantagem econômica.
   Correndo em paralelo tinha uma URSS querendo subjugar toda a Europa, já tinha chegado até em Cuba.
   Os americanos foram espertos sim.
   Se não tivessem agido como agiram, possivelmente a hegemonia hoje seria dos Soviéticos.
   Por tudo que conheço de história, prefiro os americanos.
   Trump é ruim?
   Putin é muito pior.

Alcides:  A questão não é 'preferir' A ou B, mas entender que o sistema desenhado após 1971 não é sobre garantir a liberdade, mas sobre garantir privilégios para o emissor da moeda.

William:  Os americanos seriam muito imbecis se não aproveitassem a oportunidade.
  Lembra quando os países árabes combinaram para subir o preço do petróleo destruindo economias como a do Brasil?
  Porque eles fizeram?
  PORQUE PODIAM, por vezes tudo se resume a isso.

  Pessoas iguais você cobram uma “retidão moral” dos americanos e ingleses (paradoxalmente) como se eles fossem superiores a humanidade em geral e tivessem obrigação de serem 100% éticos em tudo, o tempo todo, em todas as épocas.😉





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 Resumo: 


1. Escolha política como fator decisivo — Os EUA optaram pelo centro-direita a partir de 1929 e hoje ocupam a 20ª posição em qualidade de vida; o Brasil optou pelo centro-esquerda intervencionista e está na 84ª posição. Para você, isso ilustra o impacto de decisões políticas no desenvolvimento de um país.

2. O imperialismo não é exclusividade americana — Você contesta a tese de que os EUA cresceram apenas por explorar nações periféricas, argumentando que, se essa fosse a explicação central, outras potências imperialistas (como a Rússia) deveriam ter alcançado o mesmo nível de desenvolvimento.

3. Expansão territorial é um padrão histórico geral — Você usa os exemplos do Brasil (Tratado de Tordesilhas, compra do Acre) e principalmente da Rússia (expansão do Grão-Principado de Moscou até se tornar o maior país do mundo, via guerras a oeste/sul e colonização da Sibéria a leste) para mostrar que a formação de grandes potências por conquista territorial não é uma particularidade americana.

4. Contextualização histórica da ascensão americana — Você recorda que os EUA enfrentaram a Crise de 1929 e o ataque a Pearl Harbor, entraram na Segunda Guerra apoiando os britânicos (sem tê-la iniciado) e se beneficiaram do fim do padrão-ouro — atribuindo esse sucesso a uma combinação de esperteza estratégica e circunstâncias favoráveis.

5. O fim do padrão-ouro como resposta a uma necessidade econômica real, não apenas manipulação — Você argumenta que o crescimento populacional (de 1,7 bi em 1900 para 4 bi em 1974), a eletrificação e o avanço tecnológico tornaram o padrão-ouro inviável para sustentar a economia mundial a partir de certo ponto, tornando a mudança uma adaptação necessária, e não só um ato de força.

6. Justificativa geopolítica: conter a URSS — Você defende que, no contexto da Guerra Fria (com a URSS avançando até Cuba), os EUA agiram estrategicamente para preservar sua hegemonia, e que a alternativa — um mundo sob domínio soviético — seria pior. Daí sua preferência declarada pelos americanos sobre a Rússia/Putin.

7. Crítica ao duplo padrão moral aplicado aos EUA — Você questiona por que se exige dos americanos e ingleses uma "retidão moral" absoluta, como se fossem obrigados a agir com ética perfeita em todas as épocas, enquanto outras nações (como os países árabes ao elevar o preço do petróleo) são julgadas com menos rigor por agirem em benefício próprio simplesmente "porque podiam".


  

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domingo, 5 de julho de 2026

Escola Sucateada

 

Adriana: Se os políticos realmente ouvissem profissionais da educação, a educação no Brasil não estaria tão sucateada.

William: Não sei bem o que quer dizer “sucateada”.
  O Brasil é grande, tem municípios muito pobres, mas no geral o que precisa para ensinar crianças do ensino fundamental!?
  Estudei em escola pública, minha infância foi terrivelmente pobre.
  É lousa, giz, caderno e livros.
  O que o Estado tem que dar a mais para o professor dar uma boa aula?

Adriana: Condições materiais, bons salários, bons coordenadores, escolas com o mínimo de estrutura... lousa, giz e caderno não são o suficiente quando você tem uma sala com 50 estudantes num calor absurdo (porque não tem ventilador ou a estrutura da escola não foi pensada para o calor) e sem uma folha de papel sulfite a mais para desenhar ou uma quadra em boas condições.

William: 


 Média Real de Alunos por Turma – 2026 São Paulo

 De acordo com os dados do Censo Escolar e indicadores de fluxo, as médias gerais costumam ficar configuradas nos seguintes intervalos:

Educação Infantil (Redes Municipais): As salas são menores para garantir o cuidado. A média varia de 15 a 20 crianças por turma.
Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano): Geralmente sob responsabilidade dos municípios e do Estado. A média real fica em torno de 25 a 27 alunos.
Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano): Concentrado na rede estadual. A média sobe para 30 a 32 alunos.
Ensino Médio (Rede Estadual): É onde as salas costumam ser mais cheias. A média real gira em torno de 33 a 35 estudantes por classe (podendo ser menor nas escolas de Tempo Integral - PEI).

  O limite pode chegar a 44, mas são situações excepcionais, não é a regra.

Gemini

  

Salários: Vou falar só da escola pública e de São Paulo para evitar subjetividades.
 Cerca de 53% dos professores de São Paulo são temporários com contrato máximo de 3 anos.
  O salário final é proporcional ao número de horas atribuídas na escola. 
  O Piso é de R$ 5.130,63 para a jornada completa de 40 horas semanais, pagando o valor proporcional se o docente pegar uma carga horária menor (como 12h, 24h ou 30h).

  Gente!
  Escala 5 por 2, com direito a todos os feriados.
  Férias de 30 dias em Janeiro mais em geral 2 semanas de recesso escolar em julho.
  A nível de Brasil é um bom emprego.

  Em 2023 foram abertas 15 mil vagas para ser efetivado no Ensino Fundamental e Médio.
  Até onde sei 12 mil já foram chamados
  Se o professor efetivo atuar em uma escola do Programa de Ensino Integral, ele recebe uma gratificação de 75% sobre o salário-base.
   Na jornada de 40h, isso eleva o ganho inicial bruto para perto de R$ 9.000,00.
   Além disso, o concursado tem direito a benefícios consolidados de servidor público, como estabilidade após o estágio probatório, previdência própria (SPPREV) e uma pontuação fixa que garante prioridade absoluta na hora de escolher em qual escola quer trabalhar no início de cada ano letivo.
   Mais uma vez, a nível de Brasil é um bom emprego.
   Nem vou falar dos professores Universitários onde o ganho chega a 24 mil nas Universidades Públicas.
   Se o professor não corre atrás e prefere permanecer temporário é um direito dele.

   Um técnico de enfermagem, vai ganhar como técnico de enfermagem o tempo que permanecer nessa função.
  Não vai ganhar salário de médico por tempo de serviço 😉.

Adriana: Professor esgotado porque precisa pegar duas escolas e 50 horas semanais para ganhar um salário decente.

William: Não sei a realidade do Estado que você mora.
  Aqui em São Paulo, 5 mil por 40 horas é um salário decente para maioria dos brasileiros.
  Não esqueça que o salário dos professores sai do dinheiro dos impostos.
  Se a Sociedade quer pagar piso de 10 mil ... tudo bem, mas só em São Paulo são cerca de 320 mil professores.
  Com o custo Brasil (encargos) seria um desembolso de "pelo menos" 18 mil por professor ganhando o piso.
  Evidente que os professores com algum plano de carreira não iriam querer receber o mesmo que os iniciantes.

   Lembrei de uma greve de garis no Rio de Janeiro onde eles tiveram um aumento fabuloso, os cariocas comemoraram.
   Parabéns aos garis, mas ... o salário deles não vai sair do contra cheque do Prefeito ou dos Vereadores.
   Vai sair do aumento de taxas como o IPTU, ou de tirar verbas de outros setores como educação, saúde ou segurança.
   "Não existe almoço grátis".😉
   
Adriana: Sem hora atividade para corrigir todos os trabalhos passados, sem estabilidade, com uma coordenação que não liga para as violências sofridas em sala e com superiores que contestam um simples laudo de gripe. 
  Dizer que a escola está sucateada não é só sobre as condições dentro da sala, e sim tudo que a envolve. Os professores estão adoecendo, com a saúde mental completamente debilitada, tento que lidar com uma série de violências... como você faria o seu trabalho se fosse assediado moralmente todos os dias, dos seus "clientes" e de seus superiores? Isso que nem falamos dos usos de grandes modelos de linguagem nas escolas. Não é só sobre os valores investidos. É sobre um trabalho que é cada dia mais desmerecido por todos os lados. É sobre ter que lidar com uma pessoa colocando vidro quebrado na sua aula e as pessoas ao redor tratando com normalidade.
  De novo, é por isso que os professores se incomodam tanto com pessoas que não são da educação falando sobre ela. Porque elas sequer conhecem as condições que muitos de nós trabalhamos.

William: Não sei como os professores imaginam que é a vida de outros trabalhadores.
  Quantos trabalhadores tem estabilidade no emprego?
  Quantos trabalhadores não tem nenhum tipo de atrito com a chefia?
  Toda empresa recebe atestados médicos feliz da vida?

   Mas nem vou me estender mais.
   NINGUEM É OBRIGADO A SER PROFESSOR.
   Os salários a serem  pagos estão nos editais para quem quiser ver.
   Se não te interessa, não se candidate.
   Se tem oportunidade profissional melhor, vai.

   Poucas categorias reclamam tanto da vida quanto os professores, e isso já faz décadas.
   Vai dizer que quem optou por esse profissão lá na década de 1990 não sabia de todas as dificuldades!?
   Ou antes de 1990 tudo era uma maravilha?
   Se era, porque mesmo assim nosso nível educacional deixava a desejar!?

  Sorte das minha filhas que nasceram em uma época que já podem contar com a Internet.
   Na rede encontramos professores realmente dedicados, que sentem prazer em ensinar.
   Nos meus concursos públicos as vídeo aulas foram minha salvação.
   Melhor ainda para geração atual que pode contar com as IAs.

  O Brasileiro (sem generalizações) só quer ganhar, não se preocupa em prestar um bom trabalho, ser bom profissional, professores não são exceção.
  Sempre lembro daquela frase da novela antiga, mais ou menos assim:

  "Brasileiros são uma mistura genética que não deu certo".

   Antes era falta de informação (ignorância), e agora qual a desculpa!?


   Com lulismo e bolsonarismo dominando o país ... não tenho como discordar da personagem Odete Roitman.

   Sinto muito pelas pessoas que ainda tem bom senso nesse país.
   Algumas estão indo para o Paraguai atrás de uma sociedade mais COERENTE!
   Quem diria hein...😥






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 Resumo: 


1. Visão simplificada da estrutura necessária para o ensino: Você argumenta que, essencialmente, o que um professor precisa para ministrar uma boa aula no Ensino Fundamental são itens básicos como lousa, giz, caderno e livros, questionando a necessidade de o Estado fornecer aparatos complexos além disso.

2. Utilizando dados estatísticos do Censo Escolar de 2026 de São Paulo, você demonstra que a média real de alunos por turma varia entre 15 e 35 (dependendo da etapa de ensino). Com isso, rebate a ideia de que salas superlotadas com 50 estudantes sejam a regra, classificando lotações extremas como exceções.

3. Defesa do salário e das condições da carreira em São Paulo: Você defende que o piso salarial de R$ 5.130,63 para 40 horas semanais, somado à escala 5x2, feriados e recesso escolar em julho, configura um "bom emprego" a nível de Brasil. Aponta ainda que o salário pode chegar a cerca de R$ 9.000,00 no Programa de Ensino Integral (PEI) para professores efetivos.

4. Responsabilidade individual pelo crescimento profissional: Você afirma que a permanência como professor temporário é uma escolha/direito de cada um, criticando quem não "corre atrás" das oportunidades, como as 15 mil vagas de concurso abertas em 2023. Para ilustrar, faz uma analogia dizendo que um técnico de enfermagem não receberá salário de médico apenas por tempo de serviço.

5. Consciência sobre a origem dos recursos públicos ("Não existe almoço grátis"): Você argumenta que aumentos salariais expressivos para o funcionalismo público geram um impacto financeiro bilionário que recai sobre a sociedade. Explica que o dinheiro sai dos impostos, o que exigiria o aumento de taxas (como o IPTU) ou o corte de verbas de outras áreas essenciais como saúde e segurança.

6. Pragmatismo sobre o mercado de trabalho e livre arbítrio: Ao rebater as queixas sobre assédio, estresse e falta de estabilidade, você argumenta que essas dificuldades e atritos com chefias existem em qualquer profissão do setor privado. Afirma categoricamente que "ninguém é obrigado a ser professor", pois as condições e salários constam nos editais, cabendo ao profissional migrar de área se encontrar algo melhor.

7. Valorização da tecnologia e crítica à postura do profissional brasileiro: Você destaca a internet, as videoaulas e as Inteligências Artificiais como as verdadeiras soluções educacionais atuais, onde se encontram professores genuinamente dedicados. Por fim, faz uma crítica cultural ao comportamento do brasileiro (incluindo professores), afirmando que muitos buscam apenas o ganho financeiro sem a preocupação de entregar um bom trabalho, concluindo com um desabafo sobre a falta de coerência e bom senso no país.


  

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sábado, 4 de julho de 2026

Rei Traoré

 





  A homossexualidade foi proibida e criminalizada em Burkina Faso sob o regime liderado pelo capitão Ibrahim Traoré.

  Pessoas condenadas por atos homossexuais ou práticas semelhantes enfrentam de 2 a 5 anos de reclusão.
  Aplicação de penalidades financeiras que podem chegar a 10 milhões de francos CFA. 
  (17 mil dólares, Julho 2026)

  Há sanções para comportamentos ou atos que façam a promoção ou apologia de práticas LGBTQ+.
   Cidadãos estrangeiros que violarem a nova determinação estão sujeitos à deportação imediata.
   A decisão alinha Burkina Faso a mais de 30 nações do continente africano que penalizam legalmente a homossexualidade.

   O governo do Ibrahim Traoré possui uma orientação econômica que se aproxima do socialismo de viés nacionalista e pan-africanista,  inspirado pelo legado de Thomas Sankara.
   (Líder revolucionário marxista do país na década de 1980).

  O ouro é a principal exportação de Burkina Faso. 
  O governo Traoré mudou radicalmente a postura em relação às mineradoras estrangeiras.
   Revogou licenças de exploração de multinacionais ocidentais.
   Nacionalizou e assumiu o controle direto de reservas de ouro.

  Construiu a primeira refinaria de ouro estatal do país para processar o metal localmente, retendo o valor agregado na economia interna.
  O Estado passou a investir diretamente na criação de indústrias nacionais. 
   Foram inauguradas fábricas estatais de processamento de alimentos (como indústrias de extrato de tomate) e a primeira fábrica estatal de laticínios e produtos farmacêuticos do país.
  Ao romper com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o eixo ocidental, o governo buscou financiamento alternativo e parcerias estratégicas com países como a Rússia e a China, utilizando o modelo de cooperação estatal e militar.

   Quando assumiu o poder por meio de um golpe de Estado em setembro de 2022, Traoré prometeu realizar eleições e devolver o poder a um governo civil até julho de 2024.
   Em 2023, Traoré declarou que a realização de eleições não era a prioridade do país enquanto cerca de um terço do território nacional estivesse sob o controle de grupos terroristas jihadistas.

  O comportamento político do regime foi se fechando cada vez mais, especialmente com decisões drásticas tomadas entre o início de 2025 e 2026.
  No início de 2026, o governo decretou a dissolução e proibição de todos os partidos políticos do país, sob o argumento de que a "proliferação partidária" gerava divisões internas e atrapalhava o combate ao terrorismo.

  Veículos de imprensa internacionais e locais foram suspensos ou expulsos. 
  Ativistas de direitos humanos, jornalistas e críticos do governo têm sido detidos arbitrariamente ou enviados à força para o front de batalha como punição (recrutamento militar compulsório de dissidentes).

  O próprio Ibrahim Traoré afirmou publicamente em discursos na TV estatal que a população de Burkina Faso deveria esquecer o conceito ocidental de democracia, alegando que esse modelo "não serve para nós" no atual contexto de sobrevivência nacional.
  Embora uma parte significativa da população local apoie Traoré devido à sua retórica nacionalista e à promessa de restaurar a segurança, a eliminação do pluralismo político, o banimento de partidos e a extensão unilateral do próprio mandato preenchem todos os critérios clássicos que definem uma ditadura militar contemporânea.

  A África sendo África.
  Burkina Faso vai dar certo?
  Para o “Rei” Ibrahin Traoré e sua “corte” já deu.
  Quanto a Burkina como um todo, mais um país com pretensões de ser China, mas “provavelmente” não vai passar nem de Angola … e poder virar um Mali.


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 Resumo: 


1. Criminalização e repressão à comunidade LGBTQ+: O governo baniu e criminalizou a homossexualidade no país, estipulando penas rígidas de reclusão (2 a 5 anos), multas financeiras severas, sanções contra a apologia ou promoção de práticas LGBTQ+ e deportação imediata de estrangeiros que violarem a norma.

2. Orientação econômica nacionalista e pan-africanista de esquerda: Inspirado pelo legado marxista de Thomas Sankara, Traoré rejeita o livre mercado ocidental. Seu governo adotou o controle estatal sobre os recursos, revogando licenças de multinacionais, nacionalizando reservas de ouro e construindo a primeira refinaria estatal do país para reter o valor agregado na economia interna.

3. Industrialização estatal e ruptura com o Ocidente: O Estado passou a investir diretamente em indústrias nacionais (alimentos, laticínios e fármacos) e rompeu com o FMI, o Banco Mundial e o eixo ocidental, substituindo-os por parcerias estratégicas, econômicas e militares com a Rússia e a China.

4. Adiamento das eleições e o argumento da segurança: Embora tenha prometido devolver o poder a um governo civil até julho de 2024, Traoré recuou e postergou o pleito, argumentando que a realização de eleições não é prioridade enquanto cerca de um terço do território nacional estiver sob o controle de grupos terroristas jihadistas.

5. Fechamento político e eliminação do pluralismo: O regime intensificou seu caráter autoritário entre 2025 e 2026, decretando a dissolução e proibição de todos os partidos políticos sob a justificativa de que a "proliferação partidária" gerava divisões internas e prejudicava o combate ao terrorismo.

6. Repressão à dissidência e rejeição da democracia ocidental: Há uma forte censura à imprensa e perseguição a críticos, que enfrentam prisões arbitrárias ou recrutamento militar compulsório para o front. O próprio Traoré declarou na TV estatal que a população deve esquecer o conceito ocidental de democracia, alegando que o modelo não serve para o contexto de sobrevivência do país.

7. Consolidação de uma ditadura militar e ceticismo sobre o futuro do país (Seu Argumento Central): Você conclui que, apesar do apoio popular à retórica nacionalista, a eliminação do pluralismo, o banimento de partidos e a extensão unilateral do mandato caracterizam o regime como uma ditadura militar contemporânea. O projeto funcionou para o "Rei" Traoré e sua "corte", mas, para o país como um todo, a pretensão de se tornar uma potência como a China dificilmente se concretizará, restando o risco de não passar de uma Angola ou de se degradar como o Mali.


  

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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Imigração EUA

 




Mariana: A história da humanidade é uma história de
migrações, assimilações e sincretismos.
Apagar isso é meio que cair na loucura da extrema direita.


William: Em 1900 a população da Terra era 1,6 bilhão, hoje somos 8 bilhões.
  Ignorar isso é cair na alienação da extrema esquerda.
  Antes, mesmo o imigrante legal, chegava e se virava, se adaptava a cultura local.
  Hoje quer todos os benefícios possíveis e
imagináveis do Governo.
  Quer manter sua cultura que não deu certo.
  Nem vou falar do ilegais ... Link



Mariana: O sistema de imigração americano tá totalmente quebrado e com um backlog gigantesco.
 Mesmo profissionais altamente qualificado esperam anos pra ter seus casos deferidos....
 E não atende demandas da economia, só ver onde tem mão de obra imigrante.
 Vc negar essa realidade não a muda.

William: A solução é melhorar o sistema de imigração, torna-lo mais eficiente.
  Se o problema esta identificado ... porque persistir no erro!?
  Veja o caso da Argentina, qual a lógica de Milei persistir nos vários erros que vinham sendo cometidos na economia!? 

Mariana: O fim do trabalho imigrante teria um efeito inflacionário em toda a cadeia produtiva americana.
  E tbm não tem mão de obra nacional pra suprir a imigrante. 
  Os EUA tão vivendo esse exato momento.

William: Inflação, os preços ficariam mais perto da realidade produtiva e não seriam mantidos na base de baixos salários para imigrantes ilegais.
  Mão de obra, já disse que o combate é a imigração ilegal.
  A imigração legal pode ser ampliada de acordo com a necessidade, pretendentes não faltam.
  Seu apoio a ilegalidade é constrangedor.

Mariana: A começar pela discussão sobre pagamentos de impostos, imigrantes tbm pagam impostos - até pq mto do financiamento do SUS vem de estados e municípios.
  Cujos impostos vem do consumo e não do IR.


William: O SUS tem uma receita própria que vem descontada no salário do trabalhador formal.
  Confira seu contra cheque.
  O trabalhador informal paga menos pelos mesmos direitos ao atendimento.

Mariana: Isso acontecia até a ditadura.
  Não acontece mais.... 
  A maior parte do $ vem de impostos estaduais e municipais - que são de consumo.

William: Então, o que era para ser autossustentável ficou insustentável, o rombo da Previdência como um todo só faz crescer.
  É mais lógico corrigir esse problema, não ficar inflando até não dar mais.

  Você acha que os recursos que estão indo para tapar o buraco da Previdência vem de onde?
   Vem dos orçamentos de segurança, educação, infraestrutura.
   "Não tem almoço grátis".
   Sem grana para tudo o Governo pega empréstimos e paga juros, depois culpam os Bancos.


Mariana: Aliás, comparativamente, pessoas pobres pagam mais imposto do ricos - pq nosso sistema tributário é considerado regressivo.

William: Essa é uma narrativa questionável, o rico paga impostos "também" através da pessoa jurídica.
  Quanto uma Magazine Luiza pagou em impostos só esse ano? 


Mariana: Vc entende o conceito de "proporcionalmente"?
  Magazine Luiza e a Luiza são coisas diferentes.

William: Você consegue se esforçar para entender o que eu quis dizer?
  Eu só pago imposto como pessoa física, a Luiza Física paga também como jurídica.
  O que esses ricos fazem (e a lei permite), é fazer gastos pessoais e declarar como gasto empresariais.
 





 
    O plano original da Constituição de 1988 era usar uma fatia de toda a arrecadação da Seguridade (aquele valor cobrado no contracheque) para o SUS, a realidade prática engoliu esse modelo.

   O dinheiro arrecadado diretamente dos trabalhadores e das empresas na folha de pagamento é praticamente todo consumido para pagar os benefícios previdenciários (as aposentadorias e pensões atuais).

  O SUS, hoje, se mantém muito mais pelos impostos gerais que todo mundo paga no dia a dia (embutidos no preço do arroz, do feijão, da gasolina, da conta de luz), como o ICMS, ISS, IPI e o Imposto de Renda, do que pelo desconto específico da folha de pagamento.


  Foi feita uma Constituição de Fantasia, a grana vai para caixa preta do Governo.

  O que não é fantasia é que o trabalhador formal paga a mais para receber o mesmo atendimento.

   



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 Resumo: 


  
1. Impacto do crescimento demográfico global: Você argumenta que a realidade da imigração mudou drasticamente devido ao crescimento da população mundial (de 1,6 bilhão em 1900 para 8 bilhões atualmente), o que impede que o tema seja tratado da mesma forma que no passado.

2. Mudança no perfil e na adaptação do imigrante: Você aponta que, historicamente, os imigrantes (mesmo legais) buscavam se adaptar à cultura local por conta própria, enquanto hoje há uma tendência de dependência de benefícios governamentais e uma insistência em manter culturas de seus países de origem que, segundo sua visão, não deram certo.

3. Eficiência do sistema legal vs. Ilegalidade: Sua proposta para o sistema de imigração é torná-lo mais eficiente e corrigir os erros identificados, defendendo que o foco do combate deve ser estritamente a imigração ilegal, enquanto a imigração legal pode ser ampliada conforme a necessidade econômica do país.

4. Crítica à sustentação econômica baseada em ilegalidade: Você rebate o argumento inflacionário afirmando que os preços de mercado devem refletir a realidade produtiva real, em vez de serem mantidos artificialmente baixos por meio de salários defasados pagos a imigrantes ilegais.

5. Financiamento e uso de serviços públicos (SUS): Você esclarece que o financiamento de sistemas como o SUS possui receita atrelada diretamente ao desconto em folha do trabalhador formal, argumentando que o trabalhador informal acaba pagando menos proporcionalmente pelos mesmos direitos de atendimento.

6. Questionamento sobre a regressividade de impostos: Você contesta a narrativa de que os mais pobres pagam mais impostos que os ricos, argumentando que as grandes fortunas e empresários contribuem massivamente através de suas pessoas jurídicas.

7. Volume de contribuição corporativa: Para ilustrar seu ponto sobre a tributação, você cita o exemplo de grandes empresas (como a Magazine Luiza), destacando que o volume total de impostos pago por uma única grande pessoa jurídica supera o montante individual de milhões de cidadãos de baixa renda.

  

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Sistema Brasileiro de Ensino

 



Douglas: Sou professor de escola pública há 15 anos, mestre e doutor em Filosofia, meu principal conselho é: eduque seus filhos em casa. 
  Vivi o sistema por dentro e afirmo que as escolas não educam mais; viraram creches em larga escala com Wi-Fi.
  A realidade é pior do que os pais imaginam. 
  O desrespeito virou a norma, alunos passam o tempo em telas e o tempo real de aula é mínimo.
  Com turmas lotadas, o ensino é nivelado por baixo e há uma pressão constante pela aprovação automática, focando apenas em diplomas. 
  Além disso, o sistema prioriza a conformidade burocrática e agendas ideológicas em detrimento do aprendizado real.
  A educação domiciliar funciona porque elimina o ambiente de medo e estresse da escola moderna. 
  Sem o modo de sobrevivência, o aprendizado acelera e a curiosidade é preservada.

William: Tenho uma dica para os professores.
  Esqueçam a "educação libertadora".
  Crianças precisam de disciplina.
  Muitos pais pensam igual eu, mas os "especialistas em educação" dizem que estamos errados.
  Os especialistas são professores e pedagogos... os políticos seguem os conselhos desses técnicos.
  Qualquer um fora desse meio dizem que "não tem lugar de fala".

   Que crianças devem receber educação em casa é o óbvio do óbvio.
   Mas e a escolarização!?

   Educar é formar o caráter, transmitir valores, hábitos e princípios para a vida tarefa que começa e pertence à família. 
   Escolarizar é oferecer ensino sistemático de conteúdos e competências acadêmicas. 
  Uma criança pode ser bem educada e mal escolarizada, ou bem escolarizada e mal educada. 
   O ideal é unir as duas coisas.

   O pessoal ligado ao "Sistema Brasileiro de Ensino" , desde a década de 1960 insiste em querer substituir a família no papel da educação.
   Não conseguem, óbvio.
   A criança fica em média 4 horas por dia na escola, 5 dias por semana.
   Com familiares fica 20 horas por dia, 7 dias por semana.
   Digamos que seja uma família tradicional da década de 1960, com pai, mãe e 5 filhos.
   O pai trabalha, a mãe é do lar.
   É uma mulher adulta cuidando de 5 crianças sobre as quais ela tem poder para infligir algum castigo até físico se necessário.
   Na escola geralmente é uma mulher adulta (ensino fundamental) que mesmo que tenha melhor formação acadêmica assume a responsabilidade de educar de 30 a 40 crianças, com poder disciplinador bem diminuído.
   Sabemos que na década de 1960, 1970 o professor tinha o poder de tirar pontos, o que poderia resultar na repetência do aluno, já faz décadas que em muitos Estados do Brasil nem isso pode ser feito na pratica.

  Sem mais delongas ...

  Nós enquanto povo temos que voltar ao "feijão com arroz", educar é função da família.

  E os professores?
  Precisam entender que o trabalho deles é ESCOLARIZAR.

  Precisam criar meios de restabelecer o poder na sala de aula.
  A escola deve ter normas técnicas e comportamentais que se desrespeitadas tem que possibilitar punições.
  Câmeras  ficaram muito baratas, armazenar imagens também.
  Professores (a maioria que conheço) são radicalmente contra câmeras na sala de aula porque!?
  O mal comportamento da criança será registrado oficialmente, se a família não der um jeito ... suspensão, expulsão.
  O adolescente tem mais de 14 anos, cometeu uma agressão, vai responder criminalmente.

   Acho legal o professor "Douglas" (os nomes são fictícios) se conscientizar que educação é função da família.
  Mas eu pergunto.
  E a escolarização!?
  Defendo o direito ao homeschooling.
  Não tenho como defender a obrigação do homeschooling.
  Pais e mães precisam trabalhar.
  Escolarizar é trabalho dos professores.
  O que o Douglas quer?
  Acabar com essa profissão ou receber só para ser um adulto na sala de aula que esta ali com função profissional indefinida?


  
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 Resumo: 

1. Distinção conceitual central: educar vs. escolarizar — Educar é formar caráter, valores e hábitos, tarefa que começa e pertence à família; escolarizar é oferecer ensino sistemático de conteúdos e competências acadêmicas. Uma criança pode ser bem educada e mal escolarizada, ou vice-versa — o ideal é unir as duas coisas.

2. O Sistema Brasileiro de Ensino tenta substituir a família, e fracassa por natureza estrutural — Desde os anos 1960, o sistema insiste em ocupar o papel educativo da família, mas não consegue: a criança passa cerca de 4h/dia, 5 dias por semana na escola, contra 20h/dia, 7 dias por semana com a família.

3. Comparação de poder disciplinador entre família e escola — Numa família tradicional, uma mãe cuida de poucas crianças com autoridade real (inclusive física, se necessário); na escola, uma professora responde por 30-40 alunos com poder disciplinador muito reduzido — desequilíbrio que explica por que a escola não consegue "educar" como a família.

4. Erosão histórica do poder do professor — Nas décadas de 1960-70 o professor podia tirar pontos e reprovar o aluno; hoje, em muitos estados brasileiros, nem isso é possível na prática.

5. Defesa do direito ao homeschooling, mas não da sua obrigatoriedade — Você defende claramente o direito à educação domiciliar, mas pondera que não pode defendê-la como obrigação, já que pais e mães precisam trabalhar e a escolarização é função profissional dos professores.

6. Proposta prática: câmeras em sala de aula como ferramenta de responsabilização — Como o custo de câmeras e armazenamento caiu, você sugere seu uso para registrar oficialmente o mau comportamento, permitindo consequências reais (suspensão, expulsão, e até responsabilização criminal para maiores de 14 anos).

7. Provocação final ao professor Douglas — Você questiona diretamente se ele quer acabar com a profissão docente ou apenas ser remunerado como "um adulto em sala de aula" sem função profissional definida, cobrando clareza sobre o papel que cabe aos professores caso a educação seja devolvida à família.


  


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