domingo, 4 de outubro de 2026

Escola Modelo Chinês

 





  
 O modelo chinês trata os nove anos de escolaridade obrigatória de maneira diferente de outras etapas do sistema educacional. 
 Mesmo quando a instituição é privada, sua atuação nesse período fica submetida a regras específicas sobre finalidade e controle.
  Isso significa que os recursos gerados pela instituição precisam permanecer relacionados à atividade educacional, em vez de serem distribuídos como lucro aos responsáveis.
🏫 A legislação também estabelece limites para quem pode controlar essas escolas. 
  Empresas estrangeiras e organizações sob controle estrangeiro ficam impedidas de administrar ou exercer controle sobre instituições privadas que oferecem educação obrigatória.
  A medida faz parte de um conjunto maior de regras que mantém o ensino básico obrigatório sob forte supervisão estatal e restringe a participação de capital estrangeiro nesse setor.

📚 Fonte: Ministério da Educação da China e Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China.

Post no Face

William >> Toda ditadura tem essa doutrinação em massa.
  Em Cuba e na Coréia do Norte não é diferente.
  Método pedagógico é uma coisa, regime politico outra.
  O Governo chinês não quer que a criança desde cedo receba a informação (estrangeira) que os chineses de Taiwan tem IDH melhor?😉

Bruno>> Deve ser por isso que o analfabetismo nesses lugares (China, Cuba, Coreia do Norte) é próximo de 0. 

William >> Segundo quais fontes? 😉
  Conhece o teste PISA?
  Oficialmente, o governo chinês restringe a amostra a grandes centros urbanos altamente desenvolvidos, como Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang.
   Isso distorce a média para “melhor” e oculta a realidade rural e as províncias mais pobres.
   Em países como Brasil, Estados Unidos, Inglaterra ... se o governo distorce os dados, a imprensa investiga e aponta as falhas.
  Na China a empresa é livre ... para publicar o que o PCC permitir.

Bruno >> Sem contar que dos 3 que falou, a China é a única sem contas bloqueadas pelos EUA. 
  Imagina como seriam esses países sem a interferência do ocidente?

William >> Imagine se Fidel não tivesse confiscado propriedades americanas.
  Imagine se a Coreia do Norte investisse mais na qualidade de vida do seu povo e não em armas nucleares.
  A “imaginação” pode qualquer coisa, a realidade é menos flexível...


 
William >> Se a escola privada na China não pode ter fins lucrativos ... vive de doações?
 
Gemini >> Não necessariamente de doações, mas de um modelo onde os recursos gerados devem ser reinvestidos integralmente na própria atividade educacional, em vez de serem distribuídos como dividendos ou lucros para proprietários, acionistas ou investidores externos.
 
William >> No papel é lindo, mas na pratica se tem lucro (superávit) sempre vai para alguém por algum esquema.😉
 
Gemini >> De fato, teoria jurídica e os relatórios oficiais pintam um cenário de rigor institucional, mas na prática, especialmente em ambientes de forte controle estatal e opacidade, a busca por lucro encontra caminhos alternativos.
  Quando a lei proíbe a distribuição direta de dividendos, o excedente financeiro costuma ser drenado por meio de engenharia contábil e artifícios de mercado.
  Alguns dos esquemas mais comuns incluem:
 
Contratos de prestação de serviços superfaturados: A escola "sem fins lucrativos" contrata empresas terceirizadas (de limpeza, segurança, tecnologia, fornecimento de material didático ou consultoria) que pertencem aos mesmos donos da escola, esvaziando o caixa por meio de preços abusivos.
 
Aluguéis exorbitantes: Os donos da escola adquirem os imóveis como pessoas físicas e cobram aluguéis altíssimos da instituição de ensino, transformando o "lucro" operacional em renda imobiliária privada.
 
Salários e bonificações desproporcionais: Diretores e gestores ligados aos fundadores recebem remunerações e "bônus de desempenho" estratosféricos, absorvendo o excedente legalmente.
 
No fim das contas, a proibição legal do lucro muitas vezes não elimina a rentabilidade, mas apenas muda a forma como o dinheiro é extraído, gerando um mercado de incentivos à corrupção e à contabilidade criativa, protegido pela falta de transparência e de uma imprensa livre para auditar o sistema.
 

 




O problema do Brasil para
desenvolver alta tecnologia
é desde cedo nivelar o
 aprendizado por baixo.
  (William Robson)
 
 
  Nossa cultura tem a ilusão que todos nascemos iguais.
  Veja o caso da China por exemplo.



  Existe tradição de seleção rigorosa de alunos por meio de testes.
  (Recentemente o sistema escolar passou por reformas para tentar reduzir a pressão excessiva, especialmente nas fases iniciais.)
 
  No Brasil desde a década de 1960 ganhou espaço a ideologia da "Educação Libertadora", a disciplina com  os estudos foi afrouxando desde então.
 
   O sistema educacional chinês é historicamente centrado em exames de alto impacto.
  Vai classificando os alunos por desempenho em testes.
   Os melhores  são selecionados progressivamente para escolas de elite, que aumentam as chances de sucesso nos exames seguintes.
 
  Peneirando desde cedo ... imagine os gênios que se formam por lá.
  No Brasil você entra na faculdade porque é preto, indígena, trans... tem diversas cotas.
  A criança tem pouca disciplina nos estudos desde cedo, não vai perder esse hábito na faculdade...



✧✧✧


Resumo:


1. Separação entre método e regime e controle de informação: O método pedagógico e o regime político são esferas distintas, mas governos autoritários controlam o que é ensinado para evitar que as crianças recebam influências externas — como o fato de os chineses de Taiwan possuírem um IDH superior.

2. Restrições estritas e proibição de capital estrangeiro no ensino: O modelo chinês mantém o ensino básico obrigatório sob forte supervisão estatal, impedindo a distribuição de lucros em escolas privadas desse nível e vetando o controle por empresas ou organizações estrangeiras.

3. Ceticismo sobre dados oficiais e manipulação do PISA: Questiona-se a veracidade das taxas de analfabetismo alardeadas por regimes fechados, apontando que a China restringe as amostras do teste PISA a grandes centros urbanos desenvolvidos (como Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang), distorcendo a média para ocultar a realidade rural e a pobreza.

4. Responsabilidade interna pelo subdesenvolvimento: O atraso de nações como Cuba e Coreia do Norte é resultado de escolhas dos próprios regimes — como o confisco de propriedades e o investimento em armamentos nucleares em vez do bem-estar social — e não de interferências externas.

5. Nivelamento por baixo e o atraso tecnológico no Brasil: A cultura brasileira é marcada pela ilusão de que todos nascem iguais, o que gera um sistema que nivela o aprendizado por baixo desde cedo e impede o desenvolvimento de alta tecnologia.

6. Declínio da disciplina escolar desde os anos 1960: A introdução e expansão da ideologia da "Educação Libertadora" no Brasil enfraqueceram o rigor e a disciplina nos estudos ao longo das décadas.

7. Meritocracia por testes versus políticas de cotas: Em contraste com o sistema chinês, que utiliza exames de alto impacto e seleção rigorosa progressiva para peneirar talentos desde cedo, o modelo brasileiro facilita o acesso ao ensino superior por meio de cotas identitárias, perpetuando a falta de disciplina acadêmica.


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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Ler Clássicos

 



Adriano >> Gente qual a opinião de vocês sobre uma pessoa que lê muito, mas não tem costume de ler clássicos?

William >> Não acho que ler clássicos seja obrigatório, mas quem gosta de ler mesmo ... é estranho não ficar curioso.
  Quando Paulo Coelho lançou aquele seu livro de maior sucesso (O Alquimista) fiquei curioso para ler, comecei, mas não gostei.
  Calma ... sei que não é um clássico, foi só um exemplo.
   Ouvi falar tanto do escritor e pensador Friedrich Nietzsche fiquei curioso para ler e gostei.
   Mas vamos além ...
   Ler revistas, jornais, livros ... era antes de tudo um passatempo.
  A TV aberta é muito limitada, nem sempre tinha algo que prendesse minha atenção.
  Não dava para ficarmos na rua passeando o tempo todo.
  Eu pegava alguns livros na biblioteca (de graça) e lia no tempo livre.
  Quando consegui alguma grana assinei revistas como a Veja e a Superinteressante.
   Se tivesse internet eu faria isso?
   Dificilmente.
   Os debates on line são muito mais interessantes, interativos.
   Dúvidas são mais fáceis de pesquisar.
   Gostei demais de ler grandes filósofos, mas não condeno quem não tem mais paciência para lê-los na integra e preferem resumos da biografia e de seus pensamentos.
   Veja o caso de Dostoiévski, viveu de 1821 a 1881.
   Caraca, estamos em 2026!
   Tanta coisa aconteceu.
   Será que a sociedade russa (europeia) de 1800 é um espelho tão bom assim para olharmos em detalhes!?



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Resumo:

1. **Curiosidade natural pelos clássicos:** Para quem gosta de ler de verdade, é natural sentir curiosidade por clássicos e grandes pensadores (como Nietzsche), embora a leitura deles não deva ser tratada como uma obrigação rígida.

2. **Origem da leitura como passatempo:** Ler livros, jornais e revistas começou, antes de tudo, como uma alternativa de passatempo em uma época em que a TV aberta era limitada e não se podia ficar o tempo todo na rua.

3. **Acesso à leitura no passado:** O hábito de leitura era impulsionado pelo empréstimo gratuito de livros em bibliotecas e, posteriormente, pela assinatura de revistas (como *Veja* e *Superinteressante*) assim que houve condições financeiras.

4. **O impacto da internet:** Se houvesse internet naqueles tempos de formação dos hábitos de leitura, dificilmente o foco teria sido o mesmo, pois os debates online e a facilidade de pesquisar dúvidas tornam-se muito mais interativos e atraentes.

5. **Compreensão com resumos:** Não há condenação para quem perdeu a paciência de ler grandes filósofos na íntegra e prefere recorrer a resumos biográficos e de seus pensamentos.

6.  Distância temporal e relevância: O mundo mudou radicalmente — como o exemplo de Dostoiévski (1821–1881) em contraste com os dias atuais —, levantando o questionamento se a sociedade de 1800 ainda serve como um espelho tão fiel e detalhado para a realidade contemporânea.

7. **Visão flexível sobre a literatura:** A defesa de que o valor da leitura está na curiosidade e no interesse genuíno, relativizando dogmas literários sobre o que "deve" ou não ser lido.

 


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quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Desenrola 3.0

 




   O governo gasta mais do que arrecada recorre a empréstimos aumentando a taxa de juros, não vou entrar em detalhes técnicos.

   A responsabilidade do Governo na dívida das famílias termina aí.

  (Claro, simplificando ao máximo para melhor o entendimento.)

  É o mesmo de sempre, o governo é reflexo do povo que o elege.
  Sei que acontece da pessoa perder o emprego ou ter alguma emergência financeira, NÃO é dessas pessoas que estou falando.
  O que mais vejo acontecer é o descontrole puro e simples.
  O indivíduo, tal qual o governo que ele elege, GASTA MAIS DO QUE CABE EM SUA RENDA.
  Faz empréstimo, rola dívidas, o resultado é inevitável, INADIMPLÊNCIA.

  Os juros altos complicam tudo, mas eles estão ali no contrato de compra ou solicitação de empréstimos.
  Um governante mais responsável pode conseguir baixar a taxa de juros.
  Mas não se iludam.
  Se o próprio indivíduo não se disciplina ele fica endividado mesmo morando na Noruega, Austrália, China, Estados Unidos … o problema é  CULTURAL.

 
Não espere dos deuses ou do Governo, 
o que o cidadão tem que fazer 
por si mesmo.
(William Robson)




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Resumo:


1. Governo espelha a sociedade: O governo é um reflexo do povo que o elege, ambos compartilhando do mesmo comportamento de gastar além de sua capacidade financeira.

2. Causa raiz é o descontrole: Descontando perdas de emprego ou emergências reais, a principal causa da inadimplência é o descontrole financeiro puro e simples do indivíduo.

3. Gastar acima da renda: O problema central ocorre porque as pessoas gastam mais do que cabe em sua renda, recorrendo a empréstimos e rolagem de dívidas com resultados inevitáveis.

4. Responsabilidade pessoal: A responsabilidade do governo na dívida das famílias é limitada; o indivíduo não pode esperar que o Estado faça por ele o que é sua própria obrigação.

5. Consciência contratual: Embora os juros altos agravem a situação, eles são conhecidos e estão presentes no contrato de compra ou solicitação de empréstimos desde o início.

6. O problema é cultural: A falta de disciplina financeira não se resolve apenas com taxas de juros menores ou mudando de país; o endividamento crônico é um traço cultural que exige autocontrole.

7.  Não se deve esperar dos "deuses ou do Governo" a solução para problemas que cabem exclusivamente ao esforço e à disciplina do próprio cidadão.




 




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domingo, 27 de setembro de 2026

Professor Militante

 

Comentarista >> "Ter um professor policial bolsonarista e um professor evangélico apaixonado pelos Estados Unidos ao mesmo tempo é nocivo para uma sala de aula do ensino médio?"


William >> Tem policiais lulistas também.
  Meu irmão é.
  Tem evangélico que prefere a China e a Rússia, tenho um colega Felipe que é comunista até o osso e evangélico também.

  Meu ponto é ...
  Você poderia falar que um professor é bolsonarista e outro é apaixonado pelos EUA.
  Mas fez questão de destacar outras características como um ser policial e outro evangélico.
  A impressão que passa é que você não tem muito apresso por policiais e evangélicos e tenta influenciar quem está te lendo.
  Aqui já está a resposta para seu questionamento.
  Se os professores tal qual você tem essa necessidade de influenciar outros a ponto de deixar de lado o profissionalismo ... sem dúvida é um mal.
  Se o professor de matemática ensina matemática, o de ciências ensina ciências ... não vejo problema.
  Professores (e todos os outros profissionais) tem suas paixões, o profissionalismo tem que ser perseguido por todos.

  Dito isso ...

  Hoje em dia o professor militante mais tumultua a aula do que consegue alguma "doutrinação" dos alunos.
  Antes de 2010 com menos smartfones nas mãos de crianças e adolescentes a opinião do professor tinha peso decisivo.
  Depois, principalmente da chegada do 4G em 2014, as redes sociais ganharam uma capilaridade fenomenal.
  A opinião do professor é só mais uma em meio a tantas outras.
  O professor já tem tantos problemas na sala de aula, ficar militando vai criar só um problema a mais.
  É aquele atitude que não tem defesa.
  De repente o aluno reclama que o professor ao invés de ensinar sua matéria fica falando de politica (não importa a vertente ideológica) se for professor de História dá para dar alguma desculpa (esfarrapada) nas outras matérias é ser reprendido e ter que ficar calado.






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Resumo:

Pluralidade política e religiosa: Existem policiais de diferentes correntes políticas (como policiais lulistas) e evangélicos com variadas visões ideológicas (incluindo aqueles simpáticos à China e à Rússia, como o seu colega comunista).

Viés na formulação da pergunta: O uso de termos específicos como "policial" e "evangélico" — em vez de focar apenas em "bolsonarista" ou "apaixonado pelos EUA" — revela uma falta de apreço por esses grupos e uma tentativa velada de influenciar os leitores.

O limite da atuação profissional: A militância e a necessidade de influenciar alunos em sala de aula, deixando de lado o profissionalismo, são nocivas.

Separação entre matéria e opinião: Desde que cumpram seus papéis profissionais — ensinando suas respectivas disciplinas, como matemática ou ciências —, as paixões pessoais dos professores não representam um problema.

Redução da influência ideológica na era digital: Com a popularização dos smartphones e da tecnologia 4G (especialmente após 2014), a opinião do professor deixou de ter peso decisivo e passou a ser apenas mais uma voz em meio a uma infinidade de redes sociais.

Ineficácia e desgaste da militância docente: O professor que tenta militar em sala de aula hoje em dia mais tumultua do que consegue doutrinar, criando problemas desnecessários para si mesmo em um ambiente que já possui inúmeros desafios.

Quebra de expectativa pedagógica: Militar fora da disciplina específica (salvo eventuais justificativas rasas em História) gera reclamações legítimas dos alunos, resultando em repreensão e constrangimento para o docente.

 


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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Companherada do PT

 










Post no Face: “No Afeganistão, agora e lei:
  Homens podem se casar com meninas a partir dos 9 anos desde que autorizados pelo pai ou pelo avô.”

  Os Americanos ocuparam o Afeganistão de 2001 a 2021, esse tipo de lei era impensável.
  A legislação do Afeganistão era mais civilizada.
  Estabelecia a idade mínima de 16 anos para o casamento de meninas e 18 anos para os rapazes.
  Embora práticas tradicionais e o casamento infantil clandestino ou consuetudinário ainda ocorressem em áreas rurais ou sob forte influência tribal um problema estrutural antigo na sociedade afegã que os americanos não conseguiam erradicar.
  De qualquer forma não havia respaldo legal institucionalizado.
  Inclusive em 2009 foi criada uma lei que pretendia eliminar a violência contra mulher, bem nos moldes norte americanos (e brasileiros).

  A situação mudou drasticamente com o retorno do Talibã ao poder em 2021.
   Em meados de 2026, o regime talibã formalizou novas diretrizes de direito de família (como o decreto conhecido como Código de Separação Judicial de Cônjuges) que passaram a vincular a elegibilidade para o casamento à puberdade o que na jurisprudência estrito senso pode abranger meninas a partir dos 9 anos, além de legitimar acordos feitos por tutores e interpretar o silêncio da menor como consentimento.

  Vejam que o Afeganistão piorou bastante com a saída dos americanos.
  A Venezuela pelo contrario melhorou bastante com a chegada  dos americanos.

  Talibã e Hamas são muito parecidos.
  O Hamas é um movimento islamista jihadista, ligado à Irmandade Muçulmana.
   Classificados por muitas nações como grupo terrorista, não é pelo Brasil (PT) que apoia fervorosamente o jeito de agir deles.
  
   Nesses tempos de eleições que temos que decidir entre a aproximação com os americanos ou com a companherada do PT.




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Resumo:


1. Contraste na legislação afegã pós-ocupação: Durante a presença militar americana (2001–2021), a legislação do Afeganistão fixava a idade mínima para casamento em 16 anos para meninas e 18 para rapazes, contando inclusive com normas de 2009 voltadas a coibir a violência contra a mulher.

2. Impacto do retorno do Talibã: Com a saída das forças americanas e a retomada do poder pelo Talibã em 2021, o cenário mudou drasticamente, culminando em diretrizes recentes que vinculam a elegibilidade para o casamento à puberdade — podendo abranger meninas a partir de 9 anos sob autorização de tutores.

3. Avaliação geopolítica das intervenções: O texto aponta o agravamento das condições sociais no Afeganistão após a retirada dos Estados Unidos, contrapondo com a leitura de que a Venezuela teria apresentado melhorias com a presença ou aproximação americana.

4. Paralelo entre grupos extremistas: Há uma associação direta feita entre o Talibã e o Hamas, caracterizado no texto como um movimento islamista jihadista ligado à Irmandade Muçulmana e amplamente classificado como terrorista internacionalmente.

5. Crítica ao posicionamento partidário brasileiro: O argumento aponta que, embora o Hamas seja tratado como grupo terrorista por diversas nações, ele não recebe essa mesma classificação por parte do governo e do Partido dos Trabalhadores (PT), que, segundo sua análise, demonstram apoio às ações do grupo.

6. Dilema eleitoral e alianças internacionais: A conjuntura eleitoral é colocada como um momento decisivo para o país escolher entre a aproximação com os Estados Unidos ou o alinhamento político representado pelo PT ("a companherada do PT").

7. Abordagem analítica e lógica: O texto reflete a premissa de contrapor dados de realidades geopolíticas distintas para fundamentar a escolha ideológica e institucional que os eleitores enfrentam no pleito.

 


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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Fantoches

 








Cleiton >> Você é apenas um fantoche!

William >> Todos nós somos fantoches, Cleiton.
  Eu apenas sou um fantoche que consegue 
ver os fios.

Cleiton >> De certa forma, cabe controvérsia; se todos nós fossemos fantoches, com quem estaria os cordões!


William >> Eu nunca descarto a possibilidade de alguma inteligência (civilização) externa interferir na humanidade, aqueles que nos controlam.
  Deixando essa hipótese de lado … e lembrando que uma coisa não exclui a outra …

  Quando crianças temos dois  cordões principais.
  O meio (cultura familiar e governamental)
  Você não decide que idioma falar (só um exemplo fácil) esse fio está ligado ao meio.

  Não nascemos folha em branco, a mistura genética de nossos pais produz um ser único.
  O segundo cordão podemos dizer que é nossa “genética”.
  Você não decide seu grau de inteligência ou beleza por exemplo.

Cleiton >> Meios filosóficos, mais um tanto como divino.
  Procurando na criação uma justificativa.
  Até aceitaria, se eu não prezasse a tese do nosso condicional... no entanto, ser fantoches por filosofia não vale... não foi o saber que fez o homem... em todos os sentidos, o homem chegou primeiro, e ele então, só entendeu isso, depois da evolução condicional..
  Só sei que sei, porque logo penso.
  O pensar independe do saber... portanto, o saber é tardio.

William >> Outros animais também são fantoches, você acha que vacas e galinhas nos servem de alimento felizes da vida?
  Nossa inteligência nos dá meios para diminuir o poder do manipulador.
  Exemplo:
  Você tem muita fé e percebe que o pastor ou padre esta te levando a fazer coisas que não quer.
  Enxergando esse fio, você pode mudar de igreja, religião, ficar sem religião, virar ateu ...
  Imagine uma vaca tendo o entendimento da sua situação, não seria tão fácil o pecuarista lidar com ela.
  De qualquer forma, a vaca tem que viver em grupo, mesmo os búfalos selvagens tem a hierarquia do bando.
  Mesmo enxergando o fio, a vaca teria que se adequar a uma outra situação.

Cleiton >> Já falamos disso, desse tema, relacionado ao se.
  Não tem "se", para as espécies, até aqui que não detêm a condição de consciência!
  As outras espécies  estão inapelavelmente sujeitas à cadeia alimentar e não foi eu que criei isso.

William >> Mesmo nós que detemos a condição de consciência estamos presos as regras desse planeta. 
 A espécie humana poderá se considerar (de fato) mais “evoluída” que baratas quando conseguir colonizar outros planetas.
  Por enquanto estamos todos enlaçados na mesma teia.

"com quem estaria os cordões?"

  É um tipo de entrelaçamento quântico.😉
  Observe que você esta tentando puxar o meu cordão e eu o seu.
   Ambos temos nossos próprios cordões familiares e genéticos.
   Ambos temos outros humanos com muito mais poder sobre decisões coletivas que influenciam nossas vidas, como políticos e demais autoridades.

  Ainda tem o cordão da fé...


   Há pessoas com uma Fé enorme que a igreja que frequenta é a única verdadeira, tem Fé que aquele cordão benzido que traz no pescoço o protege de todo mal, tem Fé que um Santo protetor ou anjo da guarda está com ela em todos os lugares, outra tem Fé que o próprio Jesus está sempre com ela andando a seu lado.
 
  A Fé moderada é até um estimulo, mas exagerada só pode ser chamada de FANATISMO.
 
  Acontece que esse fanatismo pode ser justamente o defeito que sustenta aquela vida integra, assim como muitas mentes não conseguem se manter integras sem o uso de antidepressivos outras não conseguem viver sem uma Fé cega em alguma coisa.
 Sem a Fé elas seriam perversas ou se destruiriam rapidamente.
 
Cordão da Religião - Link



 
Um olho no holístico outro no reducionismo.
O todo, tem partes.
(William Robson)

 



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Resumo:


1. Condição humana como "fantoches": Todos os seres humanos são fantoches, mas a diferença central está na capacidade de perceber os "fios" (cordões) que nos controlam, sendo a consciência desses mecanismos o primeiro passo para a autonomia "tanto quanto possivel".

2. Os cordões primários (Meio e Genética): Na infância, estamos presos a dois cordões fundamentais: o meio (cultura familiar, governamental e idioma, que não escolhemos) e a genética (herança biológica que define traços como inteligência e beleza, rejeitando a ideia de que nascemos como uma "folha em branco").

3. Redução do poder do manipulador pela inteligência: Embora sejamos influenciados, a nossa inteligência permite enxergar os fios e diminuir o poder de controle externo — como exemplificado pela capacidade de questionar dogmas, mudar de religião ou abandonar crenças impostas por autoridades religiosas.

4. Paralelo com o reino animal: Outros animais também são fantoches submetidos a regras biológicas e à cadeia alimentar (como vacas e galinhas), mas a grande distinção é que o homem detém consciência e inteligência para, ao menos, tentar mitigar o controle sistêmico.

5. O verdadeiro marco evolutivo: A espécie humana só poderá se considerar verdadeiramente mais "evoluída" do que outras espécies (como as baratas) quando conseguir colonizar efetivamente outros planetas; até lá, todos continuam enlaçados na mesma teia planetária.

6. Entrelaçamento de influências mútuas ("quem segura os cordões"): O controle não vem de uma única fonte hierárquica isolada, mas de um sistema de "entrelaçamento" que inclui influências recíprocas entre indivíduos, o poder de políticos e autoridades sobre as decisões coletivas, e pressões sociais.

7. O cordão da fé e a sustentação mental: A fé cega ou o fanatismo, embora possam beirar o excesso, funcionam em muitos casos como uma muleta mental necessária para a integridade de certas pessoas — funcionando de forma análoga ao uso de antidepressivos para evitar que algumas mentes se destruam ou se tornem perversas.

 


  

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domingo, 20 de setembro de 2026

Admiração sem Idolatria

 







William >> As moças deveriam valorizar mais os
 homens que fazem exercícios para ficarem mais atraentes para elas. 
  (Não estou falando dos exagerados que treinam para eles mesmos.)
  Nascer com bilauzão é algo que o cara  não fez esforço, simplesmente nasceu com essa característica.
  Fazer exercícios para que a parceira continue nos achando atraente ou pelo menos não crie repulsa 😂  ... para isso precisa disciplina, comprometimento.

  Minha dificuldade em idolatrar pessoas começa com essa observação óbvia.
  Vou falar de mim expandam para outros casos.
  Você pode não gostar das minhas ideias, mas é inegável que eu escrevo bem.
  Escrever é uma característica minha, algo que acontece sem esforço é até prazeroso.
  Admirar meu talento é compreensível me idolatrar por conta disso não faz sentido… em uma situação que eu fosse famoso né 😉.
  Eu admiro Sócrates, Platão não tenho idolatria por eles, nem por qualquer pensador ou escritor.

  Acumulei muito conhecimento, mas é outra coisa que não foi aquele esforço fenomenal.
  Eu gosto de ler.

  Admirar um talento faz sentido, 
idolatrar a pessoa que o possui não.

  Mais complicado ainda é idolatrar pessoas que não identificamos algum talento especial.
  Dois exemplos fáceis são Lula e Bolsonaro.
  Dizem que Lula é um grande orador.
  Não  consigo identificar onde.
  Bons oradores criam frases de impacto.

  Tipo Luter King com aquele discurso sobre ter um sonho.


  Quem frequenta cultos ou missas sabe do que estou falando.
  Há padres e pastores que são excelentes oradores.
  Compare com Lula.

  Dizem que Bolsonaro é carismático.
  Eu o acho mais caricato.
  Não curto o Obama, mas vejo nele um homem carismático.
  Para citar alguém conhecido no Brasil me veio a mente Celso Portiolli entre outros.
  Você coloca um Jair Bolsonaro do lado de um Obama ou Celso Portiolli e … dispensa explicar a diferença entre caricato e carismático.😂

  Se não dá para idolatrar humanos imagine entidades espirituais que nem sabemos se existem de fato ou são produtos da nossa mente.

  Se houver um Deus que criou tudo é uma capacidade admirável.
  Idolatrá-lo porquê?
  Ele surgiu com esse enorme poder, ponto.
  Se eu não corresponder ao que ele espera de mim que me aniquile 
  Que exerça seu poder.
  Agora, criar um inferno onde serei torturado … não dá nem para gostar de um ser assim.

  Enfim...
  Tudo isso para apresentar meu argumento que idolatrar alguém ou alguma coisa não é lógico.

  Quanto ao homem do bilauzão, se for só isso que tem a oferecer ... a maioria das mulheres acredito que vai se apaixonar por um homem mais completo mesmo que falte alguns centímetros de bilau ...😂
  
  Idolatrar significa venerar ou cultuar excessivamente alguém ou algo (como imagens, deuses, ideias, bens ou pessoas) como se fossem divinos ou absolutos.
 Na essência, é atribuir valor supremo e devoção cega a algo ou alguém.


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Resumo:


1. Esforço real versus mérito biológico: Deve-se valorizar quem se esforça (como homens que treinam por disciplina para agradar às parceiras) e não apenas quem nasceu com vantagens genéticas sem mérito próprio.

2. Separação entre admiração e idolatria: É compreensível e lógico admirar talentos ou habilidades (como a sua facilidade e prazer em escrever bem), mas idolatrar a pessoa por causa deles não faz sentido.

3. Conhecimento adquirido por prazer: O acúmulo de conhecimento não veio de um sacrifício fenomenal, mas sim do simples hábito de gostar de ler, o que também não justifica idolatria.

4. Crítica à idolatria de figuras políticas: Não faz sentido idolatrar líderes como Lula (a quem você não vê como um grande orador por falta de frases de impacto comparáveis a Martin Luther King ou Churchill) ou Bolsonaro (a quem você enxerga como caricato em vez de carismático, comparando-o a Obama ou Celso Portiolli).

5. Questionamento sobre entidades espirituais: Se nem humanos com talentos devem ser idolatrados, o mesmo se aplica a entidades espirituais, cuja existência é incerta, criticando inclusive a ideia de um Deus que crie um inferno para tortura.

6. A tese central: A conclusão lógica de toda a sua reflexão é que idolatrar alguém ou alguma coisa é irracional e ilógico.

7. O essencial nos relacionamentos: No fim, qualidades construídas com dedicação e um parceiro mais completo superam características puramente físicas ou superficiais.



  

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