A malha rodoviária angolana é administrada pelo Estado através do INEA (Instituto Nacional de Estradas de Angola), com financiamento vindo do Orçamento Geral do Estado e do Fundo Rodoviário.
Gemini
Em Angola não tem nem cobrança de pedágio pelo Estado ou inciativa privada, isso a principio seria bom ... se as estradas fossem boas.
No Brasil o Estado cobra IPVA e ainda tem pedágios privados (concessão do governo).
Fica caro, mas as estradas são muito boas ... se comparadas com as de Angola.
O Brasil é grande, estou falando das rodovias Anhanguera e Bandeirantes que passam perto de casa, os trechos que eu utilizo são bem cuidados... e CAROS.
Resumindo:
Brasileiros e angolanos querem serviços de ótima qualidade, mas não querem pagar diretamente por ele.
Preferem que o Governo colete dinheiro dos cidadãos e empresas (impostos), e use esse dinheiro para o próprio Governo fazer ou contratar algum prestador de serviço.
Quando o próprio governo faz, cria uma Estatal.
Quando o Governo contrata, abre uma licitação.
Nada disso é ruim ... se os políticos eleitos são pessoas honestas e competentes como em uma Noruega.
Se o eleitor é muito tolerante com a corrupção como no Brasil e Angola ... dá mais vezes errado do que certo.
A Estatal vira cabide emprego para amigos dos políticos.
Recentemente um amigo do Lula foi colocado como diretor dos Correios, um caos, a empresa "nos afunda" em prejuízos.
Na licitação a facilitação corre solta.
Fica mais provável a empresa vencer se "presentear" políticos.
Por isso que mesmo em uma Noruega eles priorizam a Liberdade Econômica com menor intervenção do Estado possivel.
O politico ou servidor público, com muito poder, pode não resistir a tentação de se corromper, ainda mais quando tem quase certeza da impunidade.
Olhem os números mais recentes:
Índice de Liberdade Econômica 2026 - Heritage Foundation
Noruega - 8º Lugar
Estados Unidos - 25º
Chile - 26º
Uruguai - 27º
Angola - 121º
Brasil - 134º
Meu conselho para jovens angolanos e brasileiros?
Parem de odiar empresários, os que estão aí irão morrer e vocês irão assumir, nem que sejam os filhos deles, tentem ser bons empreendedores.
O mesmo serve com relação aos políticos, não adianta ficar odiando o Governo.
Não existe um Senhor chamado Governo.
Existe pessoas que são funcionários públicos ou políticos eleitos.
As que estão aí vão morrer.
Você jovem que vai assumir tente fazer um bom governo de Centro Direita.
Um estado forte o suficiente para fazer valer as regulamentações, mas não grande demais a ponto de sufocar empresas e cidadãos seja economicamente ou seja cerceando a liberdade de expressão.
José >> Quem faz as instituições?
São pessoas e essas pessoas devem estar devidamente formadas em diversas áreas
Há muita incompetência nos técnicos.
Desde a liderança dos projetos de construção de estradas e manutenção dos transportes públicos angolanos
William >> Quem dá aulas nas Universidade angolanas.
Professores sem competência pra isso?
O que você sugere, que angolanos vão estudar na China (só um exemplo).
José >> Tem muitos a se formar fora Europa , Ásia e nas Américas por
bolsas externas cobertas pelo governo outros por conta própria...
Mas ainda há muito descaso de situações básicas...
William >> Então companheiro é
um problema CULTURAL do seu povo.
É o mesmo caso do
Brasil, nenhuma potência estrangeira nos obriga a votar em corrutos.
Não tem nada a
ver com nossa colonização, período escravocrata, imperialismo inglês ou
americano.
Quem nasceu no
Brasil em 1995 (ou antes), em 2015 tinha 20 anos e viu tudo que foi revelado
pela Lava Jato.
20 anos já é
adulto tem boa percepção das coisas.
Nesses últimos anos
foram escândalos seguidos de escândalos.
Começou com Lula
e sua esposa insinuando que Jair Bolsonaro e esposa tinham roubado móveis.
Fizeram matéria jornalística
no Fantástico, um programa que tinha credibilidade e audiência, mas que por matérias
mentirosas como essa foi perdendo.
Lula é
brasileiro, a esposa dele é brasileira, a Rede Globo de televisão é brasileira,
os quase 50% que pretendem votar no PT são brasileiros.
Se cada indivíduo
não olhar para si mesmo e revisar suas “crenças políticas” vai sempre ser mais
do mesmo.
Você quer uma
solução mágica que não sei como pode acontecer.
Se a maioria prefere transferir suas
responsabilidades para o Estado e elege corruptos não sei que “milagre” pode
acontecer.