William: MATERIALISTAS vs ESPIRITUALISTAS.
Na teoria da evolução os mais adaptados subjugam os menos adaptados.
Ateus são claramente subjugados por outros humanos que acreditam em outras formas de vida que chamamos espíritos.
Persas, gregos, romanos ... civilizações religiosas
(espiritualistas) que moldaram a vida moderna.
Igual a qualquer outro animal surgimos sem crenças, ateísmo não é nosso futuro, foi nosso passado.
Dito isso.
Espíritos existirem ou não existirem passa a ser uma questão menor.
O fato é que espiritualistas são mais "evoluídos" (eficientes), no sentido de "adaptados".
Crer em divindades é um efeito colateral menor que NÃO afeta o melhor desempenho geral dos
espiritualistas com relação aos ateus.
Essa lógica entra em sua mente?
Fabio: Dou-lhe os meus parabéns!
Conseguiu usar a Teoria da Evolução contra o ateísmo!
Na verdade, quem estuda a história das religiões (quase sempre ateus ou religiosamente indiferentes) aplica uma versão da Teoria da Evolução ao seu desenvolvimento e ocaso.
Estudam como as religiões competem uma com as outras, quase como seres vivos.
Esses estudiosos aceitam que a existência de crenças religiosas de certo tipo foi um fator de sucesso para certas sociedades.
Mas, mais modernamente, com o desenvolvimento da ciência, os cépticos passaram a ser favorecidos.
Nesses incluo os ateus, mas também os agnósticos e os indiferentes.
Mas nem toda a gente pensa na sociedade.
Entre os que pensam, cientistas, decisores políticos e empresariais, o ateísmo predomina (mesmo que não o confessem publicamente).
As massas pobres, que não têm que pensar, só obedecer, acabam por ser mais fáceis de dominar através de sistemas religiosos.
Isso não é nenhuma vantagem para elas, mas uma fraqueza.
"Entre os que pensam, cientistas, decisores políticos e empresariais, o ateísmo predomina (mesmo que não o confessem publicamente). "
William: Se eles não confessam publicamente devo acreditar que você lê a mente deles!?😂
Agnóstico NÃO é ateu.
Não tenho nenhuma religião faz anos, mas já fui bastante em igrejas.
Encontrei muita gente endinheirada.
A maioria é pobre porque a pobreza é natural...
A pobreza é uma condição natural da humanidade.
Basta observar como viviam os povos indígenas ou nossos ancestrais: recursos escassos, vida simples, sem acúmulo de riqueza.
Quando surgiram reis e cortes, a riqueza continuou sendo exceção; a maioria permanecia pobre.
Quem diz que pobreza é apenas uma construção social ignora a realidade que desde o nascimento, já sabemos em que condição social cada criança virá ao mundo.
Os pais, ao decidir ter filhos, têm consciência da situação econômica que os espera.
Se todos possuem apenas o necessário, isso não significa que sejam ricos; significa que vivem dentro de uma limitação natural de recursos.
Enfim.
No meio religioso predomina pobres, esse é seu argumento!?
Tirando ambientes de altíssimo padrão em qual ambiente a maioria não são de pobres?
A definição de "cientistas" é bem elástica.
Ser cientista é investigar a realidade de forma sistemática para gerar novos conhecimentos.
A humanidade já gerou tanto conhecimento que para gerar novos é preciso estudar bastante alguma área de interesse.
Aquela coisa da pessoa montar um pequeno laboratório em casa e ir fazendo testes já ficou para trás há séculos.
Precisa no mínimo ter acesso a recursos de uma Universidade ou empresa privada.
Cientistas renomados trabalham em grandes empresas com bons salários, muitos alcançam a riqueza mesmo sendo "proletários".😉 Entretanto a maioria é pobre ou "classe média" ... outra definição bem elástica.
Trabalhei 12 anos na Unicamp, conheci "investigadores" da área de medicina.
Em São Paulo tem (ou tinha) um portal da transparência onde podemos ver os salários pagos a servidores.
Nunca me interessei em fuçar essas coisas, mas um colega que gostava disse que um certo pesquisador renomado lá ganhava oficialmente, bruto, 28 mil.(em 2021).
A nível de Brasil é bom salário, porém não torna ninguém "super rico", depende muito dos gastos da pessoa, que padrão ela se permite.
Ele me parecia budista (por certas falas em palestras), mas nunca tivemos contato social além da praxe.
De certo, tem muitos religiosos donos de empresa ou com bons salários.
Que na religião tem mais "miseráveis com baixa instrução" diante de outros setores, é só uma caricatura do religioso que os próprios ateus criaram e gostam de acreditar.
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Resumo:
* Superioridade evolutiva e adaptativa dos espiritualistas: Sob a ótica da teoria da evolução, os espiritualistas demonstraram ser mais eficientes e adaptados do que os ateus, uma vez que as grandes civilizações que moldaram o mundo moderno (como persas, gregos e romanos) eram essencialmente religiosas.
* O ateísmo como estágio primitivo, não futuro: O ser humano nasce sem crenças preestabelecidas, assim como os outros animais; por essa razão, o ateísmo representa o passado da humanidade, e não o seu destino evolutivo.
* Irrelevância da comprovação da existência de espíritos: A existência ou não de espíritos é uma questão secundária face ao fato concreto de que a crença em divindades funciona como uma engrenagem que não prejudica , e pode até favorecer , o desempenho geral e a sobrevivência dos grupos espiritualistas.
* A pobreza como uma condição natural da humanidade: A escassez de recursos e a ausência de acúmulo de riqueza são estados naturais observados desde os nossos ancestrais e povos indígenas, o que desmistifica a ideia de que a pobreza seja meramente uma construção social.
* Planejamento e consciência das limitações econômicas: Desde o nascimento, a condição social da criança já está desenhada, uma vez que os pais têm plena consciência da realidade financeira que os espera ao decidirem ter filhos dentro de uma limitação natural de recursos.
* A profissionalização e elitização da ciência moderna: A figura do cientista com laboratório caseiro e independente ficou no passado; hoje, a investigação sistemática da realidade exige alta especialização e acesso direto à infraestrutura e recursos de universidades ou grandes empresas privadas.
* Desconstrução do estereótipo do religioso ignorante: A ideia de que o meio religioso é composto predominantemente por miseráveis e pessoas de baixa instrução é uma caricatura criada e alimentada pelos próprios ateus, ignorando que a maioria das pessoas é pobre em quase todos os ambientes e que existem muitos religiosos bem-sucedidos, empresários e cientistas de alto padrão.
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