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sexta-feira, 31 de julho de 2026
Copa de 1970
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Concurso Municipal
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terça-feira, 28 de julho de 2026
Desvenlafaxina
Esses textos que você faz se quebram completamente no argumento, são extremamente simplistas, você não tem nenhuma base segura pra poder falar sobre isso.
Inclusive, é perigoso você falar essas coisas, você defende o suicídio pra pessoas que estão sofrendo como se a coisa mais normal do mundo, imagine se fosse sua filha ou sua esposa com depressão, você desejaria isso a elas?
Entendo que você quer expressar que não gosta de pessoas depressivas, mas você está completamente errado na sua tese.
Consegue apresentar “cientificamente” uma imagem de ressonância mostrando alguma alteração estrutural ocorrida no cérebro desse homem?
Consegue mostrar “concretamente” onde fica o ID, Ego ou Superego? (Pai, Filho e Espirito Santo 😂)
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segunda-feira, 27 de julho de 2026
Creches
domingo, 26 de julho de 2026
Islamismo em Angola
1. Garantia Constitucional de Liberdade de Culto
Angola é um Estado laico, e a Constituição assegura a liberdade de consciência, crença e culto para todos os cidadãos, independentemente da religião.
2. Requisitos Formais de Legalização
O não reconhecimento oficial de certas instituições religiosas (como as islâmicas ou várias igrejas evangélicas de menor porte) não decorre de proibição, mas do não cumprimento de critérios numéricos e territoriais da lei (exigência de 60 mil assinaturas e presença em 12 das 18 províncias).
3. Diferença entre Personalidade Jurídica e Prática Privada
Estar sem registo formal impede apenas a atuação do grupo como pessoa jurídica oficial perante o governo. A prática individual e comunitária — como orar, professar a fé e reunir-se — continua plenamente protegida por lei.
4. Fiscalização Técnica, Não Perseguição Religiosa
As ações passadas de fecho de mesquitas e locais de culto estiveram ligadas ao descumprimento de normas urbanísticas, falta de alvarás de construção ou ausência de licenças comerciais em espaços improvisados, e não a um veto ao Alcorão ou perseguição do Estado.
5. Defesa da Liberdade de Expressão e Não Intervenção do Estado
Você posiciona-se contra a intervenção excessiva do Estado na fé dos cidadãos, defendendo uma ampla liberdade de expressão e de crença, independentemente da natureza do grupo religioso.
6. O Papel Legítimo do Estado: Regulação Civil e Fiscal
Na sua visão, a atuação do Estado deve focar-se exclusivamente na regulação civil e urbana:
o Segurança e engenharia: Cumprimento de normas estruturais e de construção.
o Fiscalidade: Pagamento de impostos sobre propriedades e transparência/tributação sobre contribuições financeiras.
o Convivência e bem-estar: Cumprimento de normas de poluição sonora para respeitar a vizinhança.
o Proteção animal: Proibição explícita de sacrifícios ou torturas de animais.
7. Perspetiva Histórica sobre a Origem das Grandes Religiões
Você ressalta que nenhuma das grandes religiões atuais teve origem no continente europeu, destacando que a adoção de crenças de matrizes externas é um processo histórico comum e universal.
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sábado, 25 de julho de 2026
Kayapós em Nós
1. A busca por status social é anterior ao capitalismo. Você argumenta que atribuir esse comportamento exclusivamente ao capitalismo ignora que ele já existia em sociedades muito anteriores.
2. Adam Smith e o capitalismo moderno não explicam a origem desse traço cultural. Você cita A Riqueza das Nações (1776) como uma das bases do capitalismo, mas sustenta que a diferenciação social é muito mais antiga.
3. O exemplo dos Kayapó ilustra que símbolos de prestígio existiam antes da economia capitalista. O botoque representava maturidade, honra, autoridade, identidade cultural e respeito dentro da comunidade.
4. Objetos de status não precisam ter valor material elevado. Assim como o botoque possui valor simbólico para os Kayapó, marcas de luxo funcionam como símbolos de posição social para parte da sociedade contemporânea.
5. A tecnologia mudou, mas certos comportamentos humanos permanecem. Você defende que a necessidade de reconhecimento e distinção acompanha a humanidade independentemente da época.
6. Nem todos aderem aos símbolos de status. Assim como nem todos os Kayapó usam botoque, muitas pessoas consideram desnecessário pagar caro apenas para demonstrar diferenciação social.
7. Traços culturais persistem independentemente do sistema econômico. Sua conclusão é que a busca por distinção social não nasceu com o capitalismo e provavelmente continuará existindo mesmo que o capitalismo deixe de existir.
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sexta-feira, 24 de julho de 2026
Prefeitos Satisfatórios
· União (Governo Federal): fica com cerca de 55% a 60%.
· Estado de SP: fica com cerca de 25% a 30%.
· Campinas (Prefeitura): retém e recebe em repasses constitucionais cerca de 15% a 20% (somando arrecadação própria como IPTU e ISS às quotas de ICMS, IPVA e FPM).
Portanto, a grande maioria dos tributos pagos na cidade é destinada à União e ao Estado.
Gemini
REDUÇÃO DE MUNICÍPIOS CORRIGE ABUSO.
Brasil tem atualmente cerca de 1,2 mil cidades com menos de 5 mil habitantes.
Para reduzir impostos é preciso medidas concretas.
Boa parte do dinheiro dos impostos vai para sustentar prefeitos e vereadores os quais não tem razão para existirem.
Devemos apoiar a fusão de municípios.
Independência ou Imbecilidade!? - Link
1. Avaliação contextual da gestão pública local: Críticas genéricas a prefeitos ignoram realidades locais satisfatórias; a degradação dos centros urbanos decorre de um cenário macroeconômico nacional que torna inviável manter negócios no Brasil, e não de falhas puramente municipais.
2. Qualidade de vida e excesso de negatividade: Há um prazer generalizado na disseminação de negatividade que desconsidera os indicadores reais de infraestrutura e qualidade de vida oferecidos por cidades de grande porte como Campinas.
3. Limitação fiscal dos municípios: A maior parte da riqueza e dos impostos gerados nas cidades produtivas não permanece com os prefeitos, sendo direcionada prioritariamente para a União e para os Estados.
4. Subvenção de municípios inviáveis por cidades produtivas: Cidades dinâmicas e industrializadas sustentam, por meio da redistribuição tributária nacional, milhares de municípios dependentes que não possuem autonomia financeira.
5. Déficit de eficiência administrativa e parasitismo político: Cidades que não geram receita local suficiente sequer para custear sua própria estrutura administrativa (Prefeitura e Câmara) existem apenas para manter privilégios políticos e deveriam ser incorporadas a municípios maiores.
6. Inversão cultural de valores: A cultura política do país tende a punir a competência e vitimizar a ineficiência, criticando eleitores e gestores que mantêm administrações pragmáticas e funcionais ("satisfatórias").
7. Desequilíbrio do pacto federativo: A disparidade no pacto federativo cria cenários de dependência crônica, onde regiões inteiras recebem substancialmente mais recursos da União do que arrecadam, gerando déficit para o conjunto do país.
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