sexta-feira, 31 de julho de 2026

Copa de 1970

 



Gideão (angolano) >> Em Angola a Covid foi uma farsa
  Um meio pra os cães do Partido no poder angariar fundos das comunidades internacionais...

William >> Fui pesquisar...
  Na posição estimada no Ranking Global em números proporcionais, Angola ocuparia uma posição entre a 120ª e a 140ª colocação no mundo.
  Em números absolutos, ficaria abaixo do 70º lugar global.
  O impacto proporcional da pandemia em Angola foi menor.
  A idade mediana em Angola é de apenas 16,5 anos, e menos de 3% da população tem mais de 65 anos.
  Como o risco de gravidade por Covid aumenta substancialmente com a idade, a estrutura demográfica atuou como um escudo natural decisivo.
  Menor concentração urbana em edifícios fechados e menor integração em fluxos internacionais de viagem reduziram a velocidade de espalhamento inicial das variantes mais letais.

Gideão >> Mas mesmo assim com essa vantagem toda os números que víamos na TV de contágio por COVID eram assustadores.
  Ninguém acreditava que estava morrer muita gente.    Era tudo invenção do governo.
 
William >> Como vemos, com dados mais consistentes, foi invenção mesmo.
  Você estava certo em sua percepção.

Gideão >> E o Brasil, tem uma população com mais jovens ou idosos?

William >> Em 2026, a população jovem (0-14 anos) representa cerca de 19%, enquanto idosos (65+) são cerca de 12%.
  Mas envelhece rápido, idosos crescem forte e jovens diminuem.

Gideão >> Esta equilibrado, pelo menos não tá como muitos países da Europa onde tem mais idosos que jovens.

William >> O problema da Europa não são os idosos.
  É o tipo de imigrantes que tem recebido.
  A prioridade deveria ser cristãos que são mais compatíveis com aquela cultura.

Frank >> De acordo com o Copilot, o número de mortes no Brasil ficou assim:

2019 1,1 milhões
2020 1,5 milhões
2021 1,8 milhões
2022 1,5 milhões
2023 1,5 milhões
2024 1,5 milhões
2025 dados em andamento

  O que chama a atenção é 2021, tudo indica que mais pessoas morreram do que era esperado. 
  Na minha cabeça, o único lugar para ver a causa da morte é o certidão de óbito. 
  Como eu não tenho acesso a esse documento, como é que vou saber que foi a covid que levou mais gente para o outro lado da vida?

William >> Deduzimos que a Pandemia teve seu pico de morte em 2021.
  Agora estamos entrando naquela fase que eu já havia projetado.
  A expectativa de vida no Brasil é de 76,6 anos.
 (73,3 para homens e 79,9 para mulheres).

  1960 + 80 = 2040

  Análise lógica: Nas décadas de 1960 e 1970 a média de filhos por mulher no Brasil era meia dúzia.
  Tivemos um boom populacional.
  Quem lembra daquele refrão da Copa, “90 milhões em ação, pra frente Brasil, salve a Seleção” ... já está indo pra Jesus...😂
  É matemática quase pura, o bum de nascimentos na década de 1960, vai ser o boom de “morrimentos” até 2040.

  Essa lógica entra em sua mente?

  A Copa do Mundo de 1970 aconteceu no México, e o Brasil foi o campeão, vencendo a Itália na final e conquistando o seu terceiro título.


  
 As MORTES OFICIAIS POR COVID durante a pandemia no mundo não são confiáveis por serem políticas.
  Em países como o Brasil e Estados Unidos havia pressão para ampliar os números como forma de atacar quem estava na Presidência, com uma mídia mais livre o Governo tinha que assimilar os ataques.

✧✧✧




Resumo:
 
  
1. A demografia de Angola como escudo natural na pandemia: A estrutura populacional jovem de Angola (idade mediana de 16,5 anos e menos de 3% com mais de 65 anos), aliada à menor densidade urbana fechada e menor fluxo internacional, atuou como um escudo natural contra o impacto severo da Covid-19 no país.

2. Confirmação dos dados em Angola: Diante da percepção de Gideão de que os números de contágio e mortes eram inflacionados pelo governo, você corrobora que, ao analisar dados mais consistentes, tratava-se de invenção e pavor artificial.

3. Pico de mortalidade no Brasil em 2021: A partir dos dados apresentados sobre o histórico de óbitos gerais no Brasil, você conclui e deduce que a pandemia atingiu seu pico de mortes no ano de 2021.

4. Relação entre o "boom" de nascimentos nos anos 60/70 e o aumento de mortes até 2040: Com base na expectativa de vida média de 76,6 anos no Brasil e na alta taxa de fecundidade das décadas de 1960 e 1970 (mencionando a geração dos "90 milhões em ação" da Copa de 70), você projeta matematicamente que o grande boom populacional daquela época resultará em um boom natural de óbitos nos anos seguintes, culminando por volta de 2040.

5. Caráter político e não confiável das estatísticas de mortes por Covid: Você argumenta que os números oficiais de mortes por Covid no mundo não são inteiramente confiáveis devido a interesses políticos. Em países como Brasil e EUA, argumenta que havia pressão para inflar esses dados como forma de desgaste político aos presidentes da época.

6. Crítica à política de imigração europeia: Ao rebater a ideia de que o problema central da Europa são os idosos, você sustenta que a questão principal é o perfil dos imigrantes recebidos, defendendo que a prioridade deveria ser concedida a imigrantes cristãos por sua maior compatibilidade cultural.

7. Dinâmica demográfica brasileira atual: Você aponta a composição da faixa etária brasileira (19% de jovens entre 0 e 14 anos e 12% de idosos com 65+), destacando que o país passa por um rápido processo de envelhecimento populacional com a redução do número de jovens.



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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Concurso Municipal

 



Comentarista >> As prefeituras brasileiras estão substituindo concursos públicos por Processos Seletivos Simplificados. 
  O PSS faz sentido apenas para demandas pontuais, sendo inaceitável usá-lo em cargos de carreira, como professores e psicólogos, retirando a estabilidade dos servidores .
  Critico duramente a remuneração de editais como o de Serra Talhada, que oferecem apenas um salário mínimo para cargos de nível superior, nivelando os ganhos por baixo. 
  Questiono a omissão dos conselhos de classe e reforço que o problema é estrutural do Estado brasileiro, não culpo os candidatos que prestam a prova por necessidade financeira, mas denuncio essa precarização.

William >> O problema é que no Brasil foi criado uma classe de trabalhadores com benesses muito acima da média dos demais trabalhadores.
  Funcionários públicos são um "superfaturamento" da mão de obra.
  Eu comecei prestar concurso porque cansei de ser otário.
  A parte da minha família que era servidor público tinham muitas vantagens e nunca estavam satisfeitos.
  Governador bom é o que dava aumentos substancias e aumentava os privilégios, independente da situação das contas publicas.
  Passei em um concurso da Unicamp em 2011, a diferença foi gritante. 
  Seis horas por dia, 8 folgas por mês, o dobro do que eu ganhava, vale alimentação 4 vezes maior.
  Isso para um posto basicamente de recepcionista.
  Sem contar que minha "falta de sorte" me fez ser lotado no HC Unicamp, SUS.
  Havia lugares bem mais tranquilos.

  Não acho bom o que esta acontecendo (PSS), mas acho ainda pior o superfaturamento.
  Mais de 1200 municípios não arrecadam o suficiente nem para pagar Prefeitos e Vereadores. 
  Vivem com o dinheiro enviado por cidades que realmente funcionam.
  O povo brasileiro apoia municípios deficitários, apoia ter mais políticos desnecessários.
  Logo, o buraco fiscal é bem mais embaixo.

  Defendo o concurso publico, não defendo o superfaturamento dos salários.
  Não tem porque uma recepcionista "comum" ganhar 2 mil e a servidora ganhar 3 e quinhentos só por ter passado em um concurso.

  Defendo que haja critérios para ocorrer a demissão que não sejam políticos.
  Estabilidade sou contra.
  Trabalhar para o governo deveria ser como trabalhar em qualquer empresa. 
  Salário e condições compatíveis com o mercado de trabalho.

  Se funcionários públicos não tivessem tantos benefícios e privilégios poderíamos contratar muito mais.


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Resumo:
 
1. Serviço público como mão de obra "superfaturada"
Você argumenta que o modelo atual criou uma classe de trabalhadores com salários, benefícios e privilégios muito acima da média praticada pelo setor privado para funções equivalentes.

2. Crítica à estabilidade e aos privilégios históricos
Você se posiciona contrariamente à estabilidade do servidor e ressalta que, historicamente, a cultura no setor valoriza governantes que concedem aumentos expressivos, independentemente da saúde financeira e fiscal das contas públicas.

3. Experiência pessoal como evidência de contraste (Unicamp)
Com base na sua própria vivência ao ser aprovado em um concurso em 2011 para uma função básica, você ilustra a disparidade do setor público: carga horária menor (6h/dia), mais folgas, o dobro da remuneração e vale-alimentação quatro vezes superior ao do setor privado.

4. Inviabilidade e dependência fiscal dos municípios
Você aponta um problema estrutural grave: mais de 1.200 municípios brasileiros são deficitários e sequer arrecadam o suficiente para custear prefeitos e vereadores, dependendo do repasse de cidades produtivas para manter a máquina pública.

5. Defesa do concurso, mas sem distorção salarial
Apesar de discordar do avanço dos Processos Seletivos Simplificados (PSS) sem critério, você defende a manutenção do concurso público com uma ressalva central: os salários e benefícios devem ser compatíveis com a realidade do mercado de trabalho.

6. Equiparação das relações de trabalho e proteção sem estabilidade
Você defende que trabalhar para o Estado deveria seguir regras similares às do mercado privado, propondo a eliminação da estabilidade permanente, mas mantendo critérios técnicos e transparentes para demissão que impeçam perseguições políticas.

7. Sustentabilidade fiscal e expansão de contratações
Sua conclusão é de que, ao eliminar privilégios e adequar os salários ao mercado, o Estado reduziria o custo por servidor, viabilizando a contratação de mais profissionais para atender a população.


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terça-feira, 28 de julho de 2026

Desvenlafaxina

 




Comentarista: Minha experiência com a Desvenlafaxina no tratamento da distimia. 
  No início a medicação costuma piorar os sintomas antes de trazer alívio, provocando ansiedade e queda de libido, o que exige muita paciência. 
   O antidepressivo não dá sentido à vida por si só, mas funciona como um "reboque" que nos tira do atoleiro para podermos voltar a andar.
   Ao aumentar a dose para 200 mg, sofri um grave embotamento emocional que me desconectou das pessoas e gerou ideação suicida. 
  Ao reduzir para 100 mg, passei por um forte rebote emocional até me estabilizar. 
  O tratamento requer tempo  e expor minha jornada tornou-se uma missão para ajudar outros.

William: Esse é mais um vídeo que mostra todo mal que o "psicologismo" faz.
   O rapaz queria ser investigador policial, conseguiu o emprego dos seus sonhos, enjoou.
   Dedicamos anos para nos estabilizar em uma profissão e quando conseguimos ... não conseguimos mais nos ver fazendo aquilo para o resto da vida ... que tipo de sentimento deveria ocorrer!?
   Você já não é mais criança, possivelmente já passou dos 30, começar do zero uma nova carreira que você nem sabe qual seria.
   Eu dediquei anos a uma empresa de armações de óculos, a empresa fechou, meu mundo caiu.
   Quem dera eu tivesse somente enjoado😉 poderia ter continuado pelo menos para manter meu padrão econômico.
   O jeito é enfrentar a nova realidade, o cérebro vai se adaptando.
   O psicologismo te oferece o atalho das drogas e você vira dependente.

  Usando as drogas psiquiátricas o que melhorou de fato na vida desse cidadão!?

  Ele comemorou se sentir por um tempo como se fosse adolescente.
  O que tem de bom em se sentir como adolescente quando a gente já não é!?

   Decifra-me ou te devoro!


"Me sinto tão estranho por ter uma vida totalmente diferente das outras pessoas, talvez posso ser especial por isso."
 (Anônimo Deprimido)
  



Mauro >> Irmão depressão é um desequilíbrio químico no cérebro.
  Esses textos que você faz se quebram completamente no argumento, são extremamente simplistas, você não tem nenhuma base segura pra poder falar sobre isso.
  Inclusive, é perigoso você falar essas coisas, você defende o suicídio pra pessoas que estão sofrendo como se a coisa mais normal do mundo, imagine se fosse sua filha ou sua esposa com depressão, você desejaria isso a elas?
  Entendo que você quer expressar que não gosta de pessoas depressivas, mas você está completamente errado na sua tese.
 
William >> Você consegue apresentar “cientificamente” qual o nível ideal de dopamina no cérebro?
  Consegue apresentar “cientificamente” uma imagem de ressonância mostrando alguma alteração estrutural ocorrida no cérebro desse homem?
  Consegue mostrar “concretamente” onde fica o ID, Ego ou Superego? (Pai, Filho e Espirito Santo 😂)
  O psicologismo é como uma “religião”, apenas tiraram espíritos da doutrina.

 




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 Resumo: 


 1. Crítica ao "psicologismo": Você argumenta que problemas existenciais e profissionais vêm sendo tratados excessivamente como questões psiquiátricas, incentivando o uso de medicamentos em vez da adaptação à realidade.

2. Frustração profissional é parte da vida: Você defende que enjoar da profissão, mesmo da "carreira dos sonhos", não é necessariamente um transtorno, mas uma consequência comum da vida adulta.

3. Recomeçar tem alto custo: Após os 30 anos, abandonar uma carreira consolidada para começar outra envolve riscos e perdas, tornando mais racional enfrentar a situação do que buscar mudanças impulsivas.

4. Experiência pessoal como exemplo: Você relata que perdeu o emprego quando a empresa onde trabalhava fechou, mostrando que precisou lidar com uma mudança muito mais drástica do que simplesmente perder o entusiasmo pela profissão.

5. Capacidade de adaptação: Você sustenta que, com o tempo, o cérebro tende a se adaptar às novas circunstâncias, sem que isso dependa necessariamente de medicamentos.

6. Crítica à dependência de drogas psiquiátricas: Você questiona se o tratamento medicamentoso realmente resolveu os problemas centrais do comentarista ou apenas o tornou dependente dos remédios.

7. Questionamento sobre o objetivo do tratamento: Você encerra perguntando qual o benefício de sentir-se "como um adolescente" quando se é adulto, sugerindo que recuperar sensações do passado não significa resolver os desafios reais da vida.


  


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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Creches

 



Adriana: Quem aguenta a briga inútil mães x escola funcionando nas férias?
 Todo mundo tá certo nessa história.
 A mãe trabalhadora que não tem como se ausentar mais de 100 dias por ano nas férias/feriados e pontes de feriados.
 E os professores que não tem obrigação de cuidar dos filhos dos outros e tem direito às suas merecidas férias.
  Errados são os nossos vereadores e deputados estaduais que só propõe besteira ou não fazem nada para resolver essa questão.

Sheila: As mães estão erradas sim, porque a partir do momento em que escola tem período letivo determinado, cabe a elas pensar nas estratégias para quando chegam as férias. 
  Tem férias todos os anos, tem ponto facultativo em quase todo feriado com dia útil imprensado entre ele e o fim de semana... 
  Não é como se não fosse possível se organizar.   
  Agora, se a pessoa resolveu ter filho achando que o mundo é que tem que se organizar em torno dela, realmente é complicado.

Helena: Gente, pelo amor de Deus. 
 Tem escola que oferece colônia de férias a 600 reais o mês inteiro, tempo integral. 
  Planejamento, se pesa esse valor, guarda um pouquinho por mês. 
  Problema é que o povo quer ter filho e acha que a responsabilidade de resolver todas as situações é do governo. 
  Essa situação quem tem que resolver são os pais, é o mínimo. 
  Governo oferece escola de graça, vacina, médico, hospital, paga bolsa família... falta o senso né!


William: Eu defendo que os pais devem se adequar a situação, que como a maioria já disse é previsível.
  Eu e minha esposa pagávamos minha cunhada para ficar com as meninas em casa.
  Os avós geralmente aposentados podem dar uma força.
  Uma vizinha de confiança.
  Senão é procurar alguma empresa que preste esse serviço, é passageiro, as crianças crescem rápido, é uma fase da vida da gente.
   Se educamos bem, elas vão ficando menos dependentes.

Silvia: Vou entrar na polêmica como uma mãe que sempre manteve as crianças pequenas em casa: creche É rede de apoio, SIM. 
  E muitas vezes é a única que uma mãe tem.
  "Ah, mas a criança aprende coisas lá".
   Sim, aprende. 
   Mas não é pra isso que serve uma creche, é pra isso que serve a escola a partir dos 4 anos.
  Agora não basta a mãe não poder ficar com o filho em casa porque precisa trabalhar, ainda tem que ficar ouvindo xingo de gente que não sabe cuidar da própria vida.😡

William: Já que você trabalha pague alguém para te apoiar nos dias de recesso.
  Coloque essa necessidade nas suas despesas.

  POR OUTRO LADO, pensando só nas creches, ENTENDO SEU PONTO.
  Não acho absurdo pensar em uma situação diferenciada nas creches.
  As funcionárias contratadas para esse tipo de serviço teriam as férias normais de 30 dias a combinar, assim como acontece com os demais trabalhadores.
  Eu trabalhei no SUS, já pensou se tivesse recesso...

Patrícia: Vc (William) tem ideia do que é uma escola com férias escalonadas?
  É um inferno né!😡 

William:  Eu trabalhava no SUS com férias escalonadas, sem recesso, na iniciativa privada também, não sei de que “inferno” esta falando.

  Eu falei no caso especifico da creche né?😉
  Que eu saiba não tem nenhum currículo escolar a ser seguido, nem horas aula mínimas a serem cumpridas.
  Se eu fosse vereador ou Prefeito faria um projeto no sentido das creches funcionarem da 7 ás 19 horas parando só nos finais de semana e feriados.
  Não que a criança fosse ficar necessariamente esse tempo todo na creche.
  Inclusive sugiro que os pais deixem o menor tempo possivel.
  Se os pais precisam de apenas da parte da manhã (ou da tarde) é esse tipo de matricula que deve ocorrer.
  Defendo até uma entrevista onde os pais devem justificar anualmente o tempo que a criança vai passar na creche.


 (Como tantos casais passam pela situação de não ter com quem deixar o filhos por um período, defendo que o Estado/Sociedade deveria se organizar melhor para atender essa demanda por creches.
  Defendo o uso de Voucher.)
 
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 Resumo: 

1. Responsabilidade dos pais e previsibilidade do calendário:
Você defende que o recesso escolar é uma situação previsível e que cabe aos pais buscarem alternativas particulares — como contratar parentes (cunhada, avós), vizinhos de confiança ou empresas especializadas —, entendendo essa necessidade financeira como uma fase temporária na criação dos filhos.

2. Diferenciação clara entre Escola e Creche:
Para você, a creche não possui o mesmo enquadramento da escola regular (que exige currículo escolar estrito ou carga de horas-aula mínimas cumpridas em período letivo). Por conta disso, ela atende a uma demanda social e assistencial diferente.

3. Incentivo à autonomia e ao tempo de qualidade em família:
Você defende que as crianças devam passar o menor tempo possível na creche. Sugere, inclusive, matrículas por turno (apenas manhã ou tarde) e a realização de uma entrevista anual com os pais para justificar a real necessidade de permanência da criança no local.

4. Proposta de funcionamento contínuo para creches:
Como proposta de gestão pública (para vereadores ou prefeitos), você sugere creches abertas das 7h às 19h, interrompendo o atendimento apenas em fins de semana e feriados nacionais, garantindo suporte contínuo para as famílias trabalhadoras.

5. Férias escalonadas como prática viável do mercado:
Rebatendo a ideia de que férias escalonadas geram um "inferno" operacional, você argumenta com base na sua experiência no SUS e no setor privado, demonstrando que o revezamento tradicional de 30 dias de férias entre funcionários é perfeitamente aplicável ao ambiente de creches.

6. Admissão e empatia pelo papel social da creche:
Ao responder à Silvia, você reconhece a validade do ponto de vista oposto: compreende que a creche atua fundamentalmente como rede de apoio para quem trabalha e concorda que o modelo pode ser adaptado para atender a essa carência.

7. Adoção do sistema de Voucher:
Como solução estrutural, você propõe o uso de vouchers pagos pelo Estado/Sociedade para subsidiar a demanda por creches privadas, organizando o atendimento às famílias que não têm onde deixar os filhos sem sobrecarregar a estrutura pública tradicional.

  

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domingo, 26 de julho de 2026

Islamismo em Angola

 




Kwiji Yami: Defendo que a rejeição legal ao islamismo em Angola é uma medida de autodefesa da soberania. 
    Essa religião não é reconhecida por não cumprir as leis locais e por tentar sobrepor a Sharia  que discrimina mulheres e pune a liberdade de pensamento à nossa Constituição.
   O Islão expandiu-se em bairros pobres de Luanda através do comércio e de cantinas, criando uma dependência financeira e usando a ajuda comunitária como disfarce para a conversão. 
  Diante de conflitos e do terrorismo em África, o Estado deve agir preventivamente para proteger nossa identidade e cultura.

William: Angola é um Estado laico,  a sua Constituição garante a liberdade de consciência, de crença e de culto para todos os cidadãos.
  No entanto, para que uma religião tenha reconhecimento oficial do Estado, o que permite o registo formal, a construção legal de templos próprios, é preciso pelo menos 60 mil assinaturas de fiéis (o número já foi de 100 mil no passado)e presença em pelo menos 12 das 18 províncias do país.  

   Como a comunidade muçulmana em Angola é minoritária (composta majoritariamente por imigrantes da África Ocidental e uma proporção menor de cidadãos locais), as organizações islâmicas ainda não conseguiram atingir formalmente esses números para obter a legalização institucional.

   Muitas outras igrejas (principalmente evangélicas e seitas cristãs de menor dimensão) também não estão legalizadas pelo mesmo motivo. 
   Estar "sem reconhecimento do Estado" significa apenas que o grupo não pode atuar como uma pessoa jurídica oficializado perante o governo, mas a prática religiosa privada de orar, reunir-se e professar a fé é protegida pela Constituição.

   As notícias que surgiram no passado sobre o fechamento de mesquitas estavam ligadas à fiscalização de alvarás de construção ou à falta de licenças comerciais das estruturas (já que muitas funcionavam de forma improvisada em armazéns e cantinas), não a uma perseguição oficial ou veto ao Alcorão.


  O que eu, William, acho?

  Considero intervenção excessiva do Estado.
  Defendo a liberdade de expressão.
  Se um grupo quer construir uma igreja de adoração a Satanás por mim tudo bem.

   O que espero do Estado?
   A construção tem que seguir as normas de segurança, se é região sujeita a terremotos (por exemplo), alicerces condizentes devem fazer parte da obra.
   Vai pagar taxas e impostos tal qual as outras propriedades do local.
   Contribuições financeiras devem ser informadas e pagar impostos como qualquer outra empresa.
   Sacrifícios ou tortura de animais “por mim” seriam proibidos.
   Respeitar as normas sobre poluição sonora, os vizinhos não são obrigados a participar da celebração.


  (Nenhuma das grandes religiões atuais surgiram no Continente Europeu
    Europeus também abraçaram crenças de outros povos.)


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 Resumo: 

1. Garantia Constitucional de Liberdade de Culto

Angola é um Estado laico, e a Constituição assegura a liberdade de consciência, crença e culto para todos os cidadãos, independentemente da religião.

2. Requisitos Formais de Legalização

O não reconhecimento oficial de certas instituições religiosas (como as islâmicas ou várias igrejas evangélicas de menor porte) não decorre de proibição, mas do não cumprimento de critérios numéricos e territoriais da lei (exigência de 60 mil assinaturas e presença em 12 das 18 províncias).

3. Diferença entre Personalidade Jurídica e Prática Privada

Estar sem registo formal impede apenas a atuação do grupo como pessoa jurídica oficial perante o governo. A prática individual e comunitária — como orar, professar a fé e reunir-se — continua plenamente protegida por lei.

4. Fiscalização Técnica, Não Perseguição Religiosa

As ações passadas de fecho de mesquitas e locais de culto estiveram ligadas ao descumprimento de normas urbanísticas, falta de alvarás de construção ou ausência de licenças comerciais em espaços improvisados, e não a um veto ao Alcorão ou perseguição do Estado.

5. Defesa da Liberdade de Expressão e Não Intervenção do Estado

Você posiciona-se contra a intervenção excessiva do Estado na fé dos cidadãos, defendendo uma ampla liberdade de expressão e de crença, independentemente da natureza do grupo religioso.

6. O Papel Legítimo do Estado: Regulação Civil e Fiscal

Na sua visão, a atuação do Estado deve focar-se exclusivamente na regulação civil e urbana:

o Segurança e engenharia: Cumprimento de normas estruturais e de construção.

o Fiscalidade: Pagamento de impostos sobre propriedades e transparência/tributação sobre contribuições financeiras.

o Convivência e bem-estar: Cumprimento de normas de poluição sonora para respeitar a vizinhança.

o Proteção animal: Proibição explícita de sacrifícios ou torturas de animais.

7. Perspetiva Histórica sobre a Origem das Grandes Religiões

Você ressalta que nenhuma das grandes religiões atuais teve origem no continente europeu, destacando que a adoção de crenças de matrizes externas é um processo histórico comum e universal.

  


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sábado, 25 de julho de 2026

Kayapós em Nós

 




Comentarista: Capitalismo e luxo fitness.
  Os preços são  exorbitantes na loja de luxo Alo em São Paulo. 
  O valor de itens tão caros não está no produto em si, mas na "distinção" e no "capital cultural", o consumo só faz sentido se outros ricos reconhecerem aquele símbolo de status.
  A elite justifica o gasto por um suposto "bom gosto" e estética clean, ocultando que se trata de uma marcação de classe social. 
  Quando marcas com logos visíveis se tornam acessíveis a emergentes, os mais ricos migram para o minimalismo caríssimo. 
  O luxo é uma busca constante por diferenciação social.

William: Me entedia essas análises que partem sempre do "Capitalismo".
  Mesmo assim comento para ver se alcanço algumas mentes...
  O Capitalismo em si começou por volta de 1900, antes tínhamos o Mercantilismo.
  Adam Smith lançou seu livro "Riqueza das Nações" em 1776, foram as sementes.
  Traços culturais são bem anteriores a isso, são tão antigos quanto a humanidade, no tempo das cavernas não sei, mas na nossa fase "indígena" são bem identificáveis.
  Exemplo:
  Nos Kayapós, o botoque (aquela madeira nos lábios)  simbolizava maturidade, honra e autoridade, sendo mais comum entre homens adultos e líderes.
  Ele tem significados importantes, como:

 Marcar a passagem para a vida adulta, especialmente entre os homens.
 Demonstrar maturidade e que o indivíduo havia cumprido etapas importantes da formação.
 Expressar identidade cultural, distinguindo os Kayapós de outros povos.
 Sinalizar prestígio e respeito dentro da comunidade, principalmente quando associado à participação em rituais e à capacidade de falar em público.

  O botoque é feio, bobo, infantil?
  Pode ser, mas é um traço cultural daquela tribo.
  Li em uma matéria que ainda é usado, mas bem menos pelos mais jovens.
  "Talvez" um bom smartphone dê mais status, de certo é mais útil...😉


   Dito isso ...
   Se eu compro algo que "meu grupo" sabe que é caro, passa a ideia que passei a fase do salário baixo, da pouca renda.
   É bobo, infantil, o objeto é feio e nem tem custo de produção elevado, é só um símbolo de status?
   Olha o traço cultural ai geeente 😉.
   A tecnologia avançou bastante, mas continuamos indígenas (humanos).
   Nem todos grupos Kayapós usam botoque, acredito que muitos acham feio, bobo, infantil.
   A maioria, ou boa parte da nossa sociedade, acha bobeira pagar por uma coisa muito mais do que ela vale só para "se sentir" diferenciado.
   Mas se o individuo gosta e tem quem o admire por isso ... vida que segue.

  
 
  Traço cultural não nasceu com o Capitalismo e não vai acabar nem se acabar o Capitalismo.



   Essa lógica entra em sua mente?


  (“Todos os povos foram indígenas em algum momento da história e, dependendo do ponto de vista, não deixamos de ser.
     Nossas aldeias viraram cidades”)


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 Resumo: 

1. A busca por status social é anterior ao capitalismo. Você argumenta que atribuir esse comportamento exclusivamente ao capitalismo ignora que ele já existia em sociedades muito anteriores.

2. Adam Smith e o capitalismo moderno não explicam a origem desse traço cultural. Você cita A Riqueza das Nações (1776) como uma das bases do capitalismo, mas sustenta que a diferenciação social é muito mais antiga.

3. O exemplo dos Kayapó ilustra que símbolos de prestígio existiam antes da economia capitalista. O botoque representava maturidade, honra, autoridade, identidade cultural e respeito dentro da comunidade.

4. Objetos de status não precisam ter valor material elevado. Assim como o botoque possui valor simbólico para os Kayapó, marcas de luxo funcionam como símbolos de posição social para parte da sociedade contemporânea.

5. A tecnologia mudou, mas certos comportamentos humanos permanecem. Você defende que a necessidade de reconhecimento e distinção acompanha a humanidade independentemente da época.

6. Nem todos aderem aos símbolos de status. Assim como nem todos os Kayapó usam botoque, muitas pessoas consideram desnecessário pagar caro apenas para demonstrar diferenciação social.

7. Traços culturais persistem independentemente do sistema econômico. Sua conclusão é que a busca por distinção social não nasceu com o capitalismo e provavelmente continuará existindo mesmo que o capitalismo deixe de existir.


  


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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Prefeitos Satisfatórios

 



Gabi: É aniversário de Campinas (14 de Julho) e todo conteúdo de Campinas eu tô excluindo, ocultando e deixando de seguir. 252 anos da cidade porém 6 anos sobre um prefeito que acabou com a cidade! E pretendo nunca mais voltar pra lá!

William: Seja mais especifica, a região onde moro é bem cuidada.
  Estou satisfeito com o prefeito.
  O centro da maioria das cidades está degradado, lojas fecham porque ter negócio no Brasil está ficando impraticável.

  A Gabi não escreveu mais nada, deve ter me excluído também ...😂

  Vou aproveitar para falar dessa "negatividade" que muitos tem prazer em espalhar.
  Se Campinas, com tudo que oferece, com a qualidade de vida que tem, é ruim ... qual cidade brasileira é boa!?

  Entendam o óbvio, tudo em impostos que Campinas, Americana, Limeira, Diadema, São Paulo (capital) ...arrecadam não ficam nas cidades (Prefeito).
  Boa parte vai para o Estado (Governador) e outra para União (Presidente).


      Do total de impostos gerados em Campinas (somando as esferas federal, estadual e municipal):

·         União (Governo Federal): fica com cerca de 55% a 60%.

·         Estado de SP: fica com cerca de 25% a 30%.

·         Campinas (Prefeitura): retém e recebe em repasses constitucionais cerca de 15% a 20% (somando arrecadação própria como IPTU e ISS às quotas de ICMS, IPVA e FPM).

   Portanto, a grande maioria dos tributos pagos na cidade é destinada à União e ao Estado.

Gemini

 
  Segundo dados do Tesouro Nacional e do Índice Firjan de Gestão Fiscal...
  Cerca de 2.190 municípios (40% do total) dependem em 90% ou mais de transferências da União e Estados  para funcionar.
   Em 80% das cidades (4.156), a arrecadação própria representa no máximo 20% da receita.

   Sem arrecadação própria básica, cerca de 1.282 cidades não geram receita local (IPTU/ISS) suficiente sequer para custear a prefeitura e a Câmara de Vereadores.

  Percebem?
  O Brasil tem sido pessimamente administrado.
  1282 cidades deveriam ser incorporadas a municípios maiores, elas existem só para dar algum dinheiro para políticos.
 
  2190 cidades arrecadam o suficiente para pagar os políticos, mas só isso, tudo mais (na pratica) vem de cidades como ... Campinas, Americana, Limeira, Diadema, São Paulo (capital)...

  Nossa cultura tem sido assim.
  Os competentes são execrados e os incompetentes tratados como vitimas.
  O mal do Brasil são eleitores como os de Campinas que elegem "prefeitos satisfatórios", acredite quem quiser...



Bahia - Link (Estados/eleitores que dão prejuízo)




 REDUÇÃO DE MUNICÍPIOS CORRIGE ABUSO.

 Brasil tem atualmente cerca de 1,2 mil cidades com menos de 5 mil habitantes.

 

  Para reduzir impostos é preciso medidas concretas.



  Boa parte do dinheiro dos impostos vai para sustentar prefeitos e vereadores os quais não tem razão para existirem.

  Devemos apoiar a fusão de municípios.


 Independência ou Imbecilidade!? - Link


 



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 Resumo: 

1. Avaliação contextual da gestão pública local: Críticas genéricas a prefeitos ignoram realidades locais satisfatórias; a degradação dos centros urbanos decorre de um cenário macroeconômico nacional que torna inviável manter negócios no Brasil, e não de falhas puramente municipais.

2. Qualidade de vida e excesso de negatividade: Há um prazer generalizado na disseminação de negatividade que desconsidera os indicadores reais de infraestrutura e qualidade de vida oferecidos por cidades de grande porte como Campinas.

3. Limitação fiscal dos municípios: A maior parte da riqueza e dos impostos gerados nas cidades produtivas não permanece com os prefeitos, sendo direcionada prioritariamente para a União e para os Estados.

4. Subvenção de municípios inviáveis por cidades produtivas: Cidades dinâmicas e industrializadas sustentam, por meio da redistribuição tributária nacional, milhares de municípios dependentes que não possuem autonomia financeira.

5. Déficit de eficiência administrativa e parasitismo político: Cidades que não geram receita local suficiente sequer para custear sua própria estrutura administrativa (Prefeitura e Câmara) existem apenas para manter privilégios políticos e deveriam ser incorporadas a municípios maiores.

6. Inversão cultural de valores: A cultura política do país tende a punir a competência e vitimizar a ineficiência, criticando eleitores e gestores que mantêm administrações pragmáticas e funcionais ("satisfatórias").

7. Desequilíbrio do pacto federativo: A disparidade no pacto federativo cria cenários de dependência crônica, onde regiões inteiras recebem substancialmente mais recursos da União do que arrecadam, gerando déficit para o conjunto do país.

  


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