sábado, 28 de fevereiro de 2026

Jânio Fernando Inácio

 




Abuso de Poder - Link

 

  Jânio Quadros toma posse da Presidência em Janeiro de 1961.

 

  “Nos 204 dias seguintes, o Brasil viajou numa montanha-russa monitorada por um homem de 44 anos que obedecia exclusivamente ao instinto.

  Tangenciando o penhasco com perturbadora frequên­cia, alternando freadas bruscas com arrancadas vertiginosas, Jânio:

✧ Aumentou o expediente dos servidores públicos.

✧ Exonerou meio mundo, suspendeu nomeações por um ano. 

✧ Reduziu o orçamento das Forças Armadas e os quadros funcionais de todas as embaixadas.

✧ Tabelou o preço do arroz e do feijão.

✧ Condenou a invasão de Cuba financiada pelos Estados Unidos.

✧ Planejou a anexação da Guiana Francesa.

✧ Baixou medidas de combate ao monopólio, desvalorizou a moeda.

✧ Determinou ao Itamaraty que restabelecesse relações diplomáticas com a União Soviética.

✧ Proibiu maiô em concurso de miss, lança-perfume, briga de galo, corridas de cavalo em dias úteis e veiculação de comerciais no cinema.

✧ Mobilizou o Exército para reprimir uma greve de estudantes no Recife, brigou com a maioria dos parlamentares aliados.

✧ Regulamentou a remessa de juros para o exterior.

✧ Enviou o vice João Goulart à China.

✧ Condecorou Che Guevara e rompeu com Carlos Lacerda.

✧ No 207° dia de governo, renunciou à Presidência.”

 

 Revista Veja - Augusto Nunes

 

 



Leandro: Encontrar quem lembra de Jânio Quadros, é uma dificuldade... 
   É mais fácil lembrar da vassoura, ou das forças estranhas.

William: Em verdade vos digo; poucos são os nomes que o tempo não devora.  
    Outrora os homens ainda podiam polir suas lendas com o verniz da distância, e as falhas se perdiam nas brumas do esquecimento.  
   Mas eis que veio a grande inundação de dados, e já não há esconderijo para a nudez do coração humano.  
   Tudo fica registrado, a palavra impensada, o gesto mesquinho, a vaidade descoberta, o erro em alta definição.  
    Não mais se erguem mitos impunes; o arquivo os desnuda a todos.  
   Inácio, Trump, Putin, e tantos outros, gravaram seus nomes no pergaminho deste século com tinta de fogo e controvérsia.  
   Porém ouvi esta palavra dura; antes que chegue o ano dois mil e cem, vós e eles sereis pó, e vossos netos mal saberão pronunciar vossos nomes sem consultar a máquina.  
  Porque assim é a roda do tempo, levanta ídolos hoje para que amanhã sejam apenas mais uma linha no banco de dados dos mortos.  
   Portanto, ó homem, gloria-te se puderes, mas gloria-te com tremor; pois o que hoje parece eterno, amanhã será apenas um meme sepultado.

  Um nome já esquecido, embora recente em termos de história, que gosto de lembrar, é Fernando Henrique Cardoso ...  Plano Real, Fies, Luz no Campo, Termoelétricas, Bolsa Escola, Telefonia...



✧✧✧

.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Estar Errado

 

Fabricio: Estar errado é normal.
  Estava pensando nisso recentemente porque muitas das discussões que vejo acontecer e se desdobrar pra algo maior são porque nenhum dos dois lados quer admitir que está errado.
  As pessoas não gostam de admitir que estão erradas porque têm receio de serem vaiadas, debochadas e humilhadas se fizerem. 
  Mas aí é que tá: ninguém tá 100% certo o tempo todo, e estar errado é normal. 
  E admitir um erro não deveria ser vergonhoso como as pessoas fazem parecer.
  Acho que nós deveríamos começar a reagir à pessoas admitindo os seus erros com mais empatia, e normalizar o ato de aceitar que, talvez, você não esteja certo, e tá tudo bem.
  OBS: Consequências ainda existiriam, principalmente por erros graves. 
  Coloquei esse adendo antes que alguém confunda com impunidade por arrependimento.


William: Você admite quando esta errado?
  Seu discurso politicamente correto já ouvi inúmeras vezes.😉
  Todos concordam, mas na hora de por em pratica ... o discurso fica só nas boas intenções.
  Eu sempre aceito o melhor argumento.

  Um exemplo concreto.
  A Direita prega estado mínimo, eu sou centro direita, igual a Adam Smith defendo um estado forte, mas  não sufocante (autoritário). 


  A Alemanha Nazista tinha Estado mínimo?
  Não.
  Então não tem como ser de direita ou "extrema direita".
  O que se configura (pela lógica) como extrema  direita é o Libertarianismo que propõe ausência de Estado mantendo a propriedade privada.
  São ótimos argumentos.
  Geralmente a pessoa não refuta, apenas diz que o Nazismo é extrema direita e não se fala mais nisso.

  Meus argumentos são bons justamente por reconhecer desde de cedo quando eu estava errado ou que pelo menos a outra pessoa tinha um argumento melhor.
  Ao invés de ficar defendendo minha opinião com unhas e dentes eu pesquisava em livros o que a pessoa disse.

  E aqui chegamos a uma observação interessante.
  Nem sempre era fácil verificar o argumento do outro.
  Tinha que guardar a dúvida até minha ida a biblioteca e localizar algum livro que falasse sobre o assunto.
   Eu sempre gostei de ler, essa atividade de pesquisar é até "divertida" pra mim.

   Não podemos confundir algo ser divertido com não dar trabalho.

   Você acha divertido descer uma ladeira com skate?
   Porém tem o esforço de subir a ladeira.
   Acha divertido nadar?
   A lagoa não vem até você, é preciso o esforço de ir até o rio, mar, clube ... se tem piscina em casa a manutenção tem custo.

   Se o rio vier até você ... corre que é enchente ...😂

  Dito isso...

  Minha melhor expectativa com as IAs é que elas tragam mais lógica para a humanidade.
  "Pesquisar" esta extremamente fácil.
  Mesmo a mente mais preguiçosa (no sentido de teimosa), com poucos cliques pode até debater com alguma IA sobre o assunto.

  NÃO!
  Não estou incentivando ninguém a acreditar 100% em qualquer IA.
  Porém elas geralmente trazem links de onde foi tirado a informação.
  Podemos ver por nós mesmos a fonte da argumentação da IA.

  É eu sei, tem mente tão preguiçosa que nem assim vai dar alguma conferida no que o outro disse.
  Mas não devemos nivelar todos os humanos por baixo.
   A maioria esta dentro da média, pesquisar o que o outro disse ficou tão fácil que a curiosidade vence a preguiça ... é o que eu espero 😉.
    


✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. A Prática vs. O Discurso Politicamente Correto: Você argumenta que, embora a ideia de "admitir o erro" seja universalmente aceita no discurso, existe uma lacuna enorme entre a teoria e a prática. Para você, as boas intenções de aceitar o erro costumam ficar apenas no plano das palavras.


2. O Compromisso com o "Melhor Argumento": Um ponto central da sua postura é a disposição de abandonar a própria opinião em favor do melhor argumento. Você não defende ideias "com unhas e dentes" por ego, mas sim pela validade lógica e factual do que é apresentado.


3. A Lógica como Critério de Classificação Política: Você utiliza o exemplo do Nazismo e do Estado Mínimo para demonstrar como o uso da lógica pode desafiar consensos estabelecidos. Seu argumento é que, se a extrema-direita fosse definida pelo Estado mínimo (Libertarianismo), o Nazismo (que tinha um Estado forte) não se encaixaria nessa classificação técnica.


4. A Evolução através da Autocrítica: Você afirma que a qualidade atual dos seus argumentos é fruto de ter reconhecido, desde cedo, quando estava errado ou quando o interlocutor possuía uma base mais sólida. O aprendizado vem da renúncia ao erro, não da insistência nele.


5. A Natureza do Esforço Intelectual (O "Trabalho Divertido"): Você estabelece uma distinção importante: algo ser divertido (como pesquisar e ler) não significa que não dê trabalho. Assim como subir a ladeira para andar de skate, a busca pelo conhecimento exige um esforço ativo de conferência e estudo.


6. A IA como Ferramenta de Estímulo à Lógica: Sua principal expectativa com a Inteligência Artificial é que ela reduza a "preguiça mental". Como a pesquisa se tornou extremamente fácil e rápida, você vê na tecnologia um caminho para que a humanidade aplique mais lógica em seus debates.


7. Curiosidade vs. Preguiça Intelectual: Embora reconheça que sempre existirão mentes resistentes a fatos, você mantém uma visão otimista de que a facilidade de acesso às fontes (links e referências trazidos pelas IAs) fará com que a curiosidade da maioria vença a teimosia, elevando o nível médio das discussões humanas.


  

 

.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Nigéria Modelos

 




Postagem no Face:  Nigéria torna-se o primeiro país a proibir modelos brancos e britânicos em toda publicidade. 
  "Temos 200 milhões de pessoas lindas aqui ...
vamos usar as nossas".

William: Quando falamos de Índice de Liberdade Econômica a maioria não entende bem o que é.
  Aqui esta um bom exemplo.

  De repente, por um motivo qualquer, uma empresa quer contratar uma modelo e se decidiu por uma com pele clara.
  Não pode, há uma proibição legal.
  Uma intervenção com mão de ferro do Estado no mercado.



  Exemplo:
  Uma empresa de cosméticos sediada na Nigéria, quer internacionalizar seus produtos, buscar uma fatia do mercado europeu ou asiático.
  O Estado a impede, tira sua liberdade de contratar uma modelo que "possivelmente" criaria uma maior identidade com o publico alvo.

  E internamente?
  Se os nigerianos não gostam de modelos brancas, a marca de cosméticos não vai usa-las.
  Se os nigerianos gostam, porque não usa-las!?

  Percebem que a decisão não é mais da oferta e demanda, mas uma imposição do Estado?

  Essa medida é bom para quem?
  É uma reserva de mercado para as modelos negras, elas saem ganhando.
  Aquelas ideologias que promovem "pretos contra brancos" também ganham, agrada os eleitores que ligam para esse tipo de coisa.

  No geral, a maioria da população perde.
  Não conheço muito a fundo o comportamento dos nigerianos, vou falar do Brasil.
  Homens negros no Brasil não tem nenhum tipo de ojeriza gratuita por mulheres brancas.
  Gente feia ou bonita tem em qualquer tom de pele.
  O mesmo serve para as mulheres negras com relação aos homens brancos.

  No Brasil a empresa tem liberdade para contratar o tipo de modelo que preferir... por enquanto.



✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. A proibição na Nigéria é um exemplo claro de falta de compreensão do Índice de Liberdade Econômica — a maioria das pessoas não entende o conceito, mas essa medida ilustra perfeitamente uma forte intervenção estatal no mercado.

 

2. Trata-se de uma intervenção com "mão de ferro" do Estado — o governo proíbe legalmente que uma empresa contrate uma modelo de pele clara (ou branca), mesmo que a empresa decida isso por motivos próprios.

 

3. Impacto na internacionalização das empresas nigerianas — uma empresa de cosméticos local que quer conquistar mercados europeu ou asiático perde a liberdade de contratar modelos que gerem maior identificação com o público-alvo externo, o que o Estado impede diretamente.

 

4. Internamente, a decisão deveria ser do mercado (oferta e demanda) — se os nigerianos não gostam de modelos brancas, as empresas naturalmente não as usariam; se gostam, por que proibir? A escolha deixa de ser das empresas e consumidores e passa a ser uma imposição estatal.

 

5. A medida cria uma reserva de mercado para modelos negras — elas ganham diretamente com a proibição, garantindo empregos e oportunidades que antes poderiam ser disputados em livre concorrência.

 

6. Beneficia também ideologias divisivas ("pretos contra brancos") — agrada eleitores sensíveis a esse tipo de narrativa identitária, servindo a interesses políticos, mas no geral a maioria da população perde com a perda de liberdade econômica.

 

7. Comparação com o Brasil reforça o argumento pela liberdade — no Brasil, não há ojeriza racial gratuita (homens negros não rejeitam mulheres brancas por padrão, e vice-versa; beleza existe em todos os tons), e as empresas ainda têm liberdade para escolher o modelo que preferirem — "por enquanto", sugerindo preocupação com possíveis intervenções semelhantes.

 

   Esses pontos capturam o cerne da sua crítica: a medida nigeriana (como apresentada no seu texto) representa uma violação da liberdade de escolha no mercado, favorece grupos específicos e ideologias polarizadoras, enquanto prejudica o bem-estar geral e o potencial econômico das empresas.


  

.

Bolsopetismo

 




William: Assisti umas entrevistas do Flávio Bolsonaro
  No primeiro turno vou votar em alguém da "Terceira Via".
  No segundo turno fiquei mais "confiante" em votar no
Flávio, caso ele chegue.
  Me parece alguém mais "civilizado" que o pai e os outros irmãos.
  Tem a ocorrência da "Rachadinha", mas do outro lado vai estar o pessoal do "Petrolão".
  Dos males o menor.
  Quando não temos o que queremos, precisamos nos ajeitar com o que podemos eleger.

Cleiton: O inédito e o corriqueiro...
  Coisas como a rachadinha existem há muito tempo na política. 
  Quando eu comecei a acompanhar isso, há 46 anos, já era algo comum e conhecido, como fofoca de colégio.
   Apontar só a rachadinha dos Bolsonaro é má vontade, falta de caráter ou simplesmente jogada política partidária. 
  A explicação mais provável hoje em dia é essa última: política partidária mesmo.
  A falta de ética na política é algo normal no meio, faz parte do dia a dia.
  O potencial econômico do Brasil é impressionante mesmo. 
  Ainda bem que os coelhos se reproduzem muito mais rápido que os lobos e as hienas..."

William: Eis que, na maioria das ocasiões, habito eu num alto monte de entendimento que os olhos de Cleiton ainda não lograram divisar.
  Eu conheço os lugares onde o dardo mais feroz será atirado contra Flávio, e já preparo, antes mesmo da batalha, a firme resposta que o prudente há de usar.
   Pois os tolos se assentam no pó e só sabem gemer e rasgar vestes, mas os sábios, em silêncio, afiam a espada e medem o campo antes que o Sol se ponha.
  Aquele que chora sem plano perece com o choro; o que planeja antes do golpe, esse permanece de pé.

  Traduzindo para os que tem dificuldade de leitura ...

   Eu, Wiliam Robson, preferia ficar livre do "Bolsopetismo".
   Dos possíveis pré candidatos prefiro Romeu Zema, mas votaria também em Ratinho Junior ou Ronaldo Caiado.
   Se Jair Bolsonaro tivesse escolhido Tarcísio de Freitas minha "aposta" é que seria o nome com maiores chances de vitória.

  Porém, pelo andar da carruagem (26/02/2026), Flávio Bolsonaro é o que temos.
  Acho tremenda hipocrisia petista falando ser contra corrupção, depois do Mensalão e Petrolão. 

   Eles não se importam com o próprio telhado de vidro e de certo vão inundar as Redes Sociais de "Caso Queiroz".
   Eu não tenho como, nem porque defender a "Rachadinha dos Bolsonaros".
   Recentemente escrevi uma meditação.


  Seria ÓTIMO termos candidatos que revirando o passado não encontrássemos nenhum "escândalo".
  Quem sabe a Geração Z nos eleve a esse nível.

  Nessas eleições o BOM senso nos diz que o Petrolão foi um escândalo mais grave que a rachadinha.
  Se esse argumento não for suficiente ... tenho outro ...
  É preciso ser muito alienado (ou petista fanático) para desconsiderar todos os escândalos que ocorreram desde que o Inácio voltou ao poder.
  E olha que a mídia tradicional, precisando de verbas do governo, pegou levíssimo com ele.
  Se não fosse a Internet a aprovação dele estaria em 80%.
  Coisas como mesada de 300 mil para o "Inacinho", ou 129 milhões para a "Alexandra", ou ainda o Resort do "Padre Toffoli" ... não chegariam ao público e teríamos a ilusão do governo mais honesto de todos os tempos...

  Enfim, Flávio Bolsonaro será muito mais VIGIADO por todos... eu não confio em politico, e você?




 


 

  

Cleiton: Lendo as manchetes hoje, vi uma que começava com Flávio dizendo acabar com a reeleição.

  Qual foi o candidato que já não fez isso?

  Como não sei mentir bem, direi, estou sem candidato...

  Meu amigo Flávio, estudado, fala inglês, gente do planeta terra, político, jamais poderia dizer quê sente desejo de abdicar do poder...

  Dois pontos negativos pra ele...

 

William: Um ponto positivo é que ele não fala em “regular mais as redes”.

 “Pra mim”, isso é extremamente importante.

  Gosto de divulgar meus pensamentos, mesmo com pouco alcance.


  Eleitor e Reeleição - Link


 

 

✧✧✧


 

 Resumo:


1. Pragmatismo Eleitoral ("O Ótimo é inimigo do Bom"): Você defende que, na ausência de um candidato ideal e sem "escândalos" no passado, o eleitor deve usar o bom senso para escolher a opção menos prejudicial. Sua prioridade é a viabilidade e o resultado, em vez de uma pureza ideológica inalcançável no momento.


2. A "Terceira Via" como Preferência Inicial: Seus argumentos deixam claro que sua primeira escolha recairia sobre nomes como **Romeu Zema, Ratinho Júnior ou Ronaldo Caiado**, e que Tarcísio de Freitas seria, na sua visão, a aposta mais estratégica da direita para a vitória.


3. Aceitação Estratégica de Flávio Bolsonaro: Apesar de não ser sua primeira opção, você identifica em Flávio Bolsonaro um perfil mais "civilizado" em comparação ao pai e aos irmãos, tornando-o um nome aceitável em um eventual segundo turno contra o PT.


4. Hierarquização da Corrupção (Proporcionalidade): Um dos seus argumentos centrais é a diferenciação de escala entre os escândalos. Para você, embora a "Rachadinha" seja um problema, o **Petrolão e o Mensalão** são crimes de gravidade e proporções muito maiores, o que justifica a escolha pelo "mal menor".


5. Crítica à Hipocrisia Petista e à Reincidência de Escândalos: Você aponta a contradição do discurso ético do PT, citando eventos recentes do governo atual (como os casos envolvendo "Inacinho", "Alexandra" e o "Resort do Padre Toffoli") como provas de que a corrupção continua sendo uma marca da gestão petista.


6. O Papel da Internet vs. Mídia Tradicional: Você argumenta que a percepção pública do governo só não é mais alta (80%) porque a internet impede o controle da narrativa pela mídia tradicional, que estaria sendo "leniente" com o governo em troca de verbas publicitárias.


7. Vigilância e Ceticismo Político: Seu apoio não é um "cheque em branco" ou baseado em confiança cega. Você sustenta que Flávio Bolsonaro seria um governante muito mais **vigiado** pela sociedade e pelas instituições, concluindo com a premissa de que não se deve confiar plenamente em nenhum político.


  

.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Polilaminina

 
 

  Estava evitando comentar esse tema, mas vamos lá.
  Lembram da Cloroquina?
  (Só para citar um caso recente)

  Durante a Pandemia toda surgiram tantas noticias animadoras vindo de varias partes do mundo e não sabemos nem mesmo quanto as vacinas foram realmente eficientes.



Polilaminina: Em 2026, a Anvisa autorizou o início da fase 1 de ensaios clínicos (focada em segurança, com poucos voluntários e lesões agudas recentes). 
  Isso é o começo do processo científico rigoroso — ainda faltam fases 2 (eficácia preliminar) e 3 (confirmação em larga escala, comparativa e estatística).

  Especialistas (incluindo em matérias da BBC, Estadão, G1 e VEJA) reforçam:

  Os resultados são promissores e geram esperança real.
  Mas não há comprovação científica plena de eficácia e segurança para uso generalizado.
  Não é uma "cura" comprovada, e exageros nas redes sociais (como "fez 6 tetraplégicos andarem" ou "cura irreversível") vão além do que a evidência atual permite afirmar.
   Resumindo: é um avanço importante da ciência brasileira, com casos inspiradores e potencial revolucionário, mas ainda não passou pelo rigor científico completo para ser considerado "comprovado sem dúvidas". 
 *Grok*

   Pessoal, tenho certeza que todos torcemos para dar certo, mas esse auê todo é injustificado.
   Vamos com calma, bom senso.


 

  

 Inácio: Mas uma vez vc distorce os fatos!!! 

 A vacina da Covid não tem nada a ver com a descoberta da cientista tatiane em relação aos tetraplégicos. 

  Então, siga o seu próprio conselho e evite falar sobre o que vc não sabe e nem apoia. 

  Mas eu acho que vc está achando ruim porque a descoberta foi feita no governo do Lula que investiu na área da ciência.

   Aceita que dói menos!!!

 

William: Não distorci nada, apenas trouxe um caso recente de tratamento promissor.

   Quer outro exemplo?

   Lembra do auê que foi feito com o projeto Genoma.

   Quando terminássemos o sequenciamento do DNA humano curaríamos todas as doenças…

  E lá se vai mais de uma década...


Inácio: Cara... Vc é muito pessimista!!!
 Se essa descoberta fosse no governo Bolsonaro, vc estaria aplaudindo, mas como é no governo do lula, vc só crítica.
 Aprenda a separar governo( política) de ciência (biologia).
 
William: Separo, tanto que não levei em consideração as datas de governos.
  A doutora Tatiana Coelho de Sampaio  começou a trabalhar na ideia que levou à Polilaminina por volta de 1997-1998.
  Foi quando ocorreu a descoberta.
  No ano 2000 começou testes com ratos.
  Pelo jeito Fernando Henrique manteve verbas satisfatórias, a partir de 2003 já não estava mais no poder.

 

 

 


 

  

William: O problema do Brasil em alta tecnologia é desde cedo nivelar o aprendizado por baixo.

  Nossa cultura tem a ilusão que todos nascemos iguais.
  Veja o caso da China por exemplo.
  Existe tradição de seleção rigorosa de alunos por meio de testes.
  Recentemente o sistema escolar passou por reformas para tentar reduzir a pressão excessiva, especialmente nas fases iniciais.

  No Brasil desde a década de 1960 ganhou espaço a ideologia da "Educação Libertadora" e a disciplina com  os estudos foi afrouxando desde então.

   O sistema educacional chinês é historicamente centrado em exames de alto impacto.
  Vai classificando os alunos por desempenho em testes.
   Os melhores  são selecionados progressivamente para escolas de elite, que aumentam as chances de sucesso nos exames seguintes.

  Peneirando desde cedo ... imagine os gênios que se formam por lá.
  No Brasil você entra na faculdade porque é preto, indígena, trans... tem diversas cotas.
  A criança tem pouca disciplina nos estudos desde cedo, não vai perder esse hábito na faculdade.

 

 

 

✧✧✧

.

AUTOCORREÇÃO

 

 


   


  “Tropa do Prazer” é uma tradição entre os líderes norte-coreanos, já que o  avô e o pai do atual líder, Kim Jong-sung e Kim Jon-il, respectivamente, teriam tais serviços ao seu dispor.

  "Isso tem acontecido há três gerações e se tornou uma tradição, além de uma demonstração de poder sobre a população e poder sexual", explicou o professor da Universidade Waseda em Tóquio, especialista em Coreia do Norte, Toshimitsu Shigemura.

 

  Para fazer parte da Tropa do Prazer, as jovens são recrutadas pelo governo sob a explicação de que “vão servir ao país”.       

   Algumas mulheres do harém dos ditadores tinham menos de 14 anos e eram dispensadas na casa dos 20 anos.

 

  Terra

   



Sócrates: "Conhece-te a ti mesmo."  
   
Marco Aurélio:  "Seja tolerante com os outros e rigoroso consigo mesmo." 

Marco Aurélio: "Os erros dos outros pertencem a quem os comete. Deixe-os com seus donos."  
 
Sêneca: "Corrigir a si mesmo é mais útil do que censurar os outros."  
   
Demócrito: "É melhor corrigir os próprios defeitos do que os dos outros."  

Molière: "Deveríamos examinar a nós mesmos por muito tempo antes de pensar em condenar os outros."  
   
Aristóteles: "O médico que está doente chama outro médico, sabendo que não pode julgar corretamente sua própria condição enquanto sofre."  
    
William: Evidente que concordo com esses pensamentos e aplico na minha vida.

  Conheço a mim mesmo, sei o quanto sou preguiçoso.
  Minha autocorreção é me obrigar a fazer o que eu tenho que fazer.
  No trabalho não falto, não atraso, tento desempenhar minhas funções com o máximo de eficiência.
  Sou preguiçoso, NÃO sou vagabundo.

  Comecei com a caminhada desde o serviço militar.
  Musculação, comecei por volta dos 20 anos.
  Não tem um dia que seja facil.
  Sei o quanto é bom para minha saúde então  FAÇO.

  Dito isso ...

Paracelsus: A diferença entre o remédio e o veneno é a dose.

William: Já pensaram se eu me sentisse o pior dos humanos cada vez que deixei a preguiça mudar o meu dia?
   Sim, teve (e vai ter) vários dias que desisti de fazer caminhada ou musculação.
   Preferi continuar dormindo ou escrevendo, coisas que gosto de fazer.

   Se eu olhar só pra mim mesmo, bate até uma "depressão", me enveneno.

  Por outro lado, a maioria dos humanos que conheço se entregam ao sedentarismo.
  Me comparar com os outros (nesse caso) é um "remédio" para que eu não me sinta tão mal por uma falha ou outra na minha rotina de exercícios.
  

  Sem mais delongas ...

   Em países Democráticos as ocorrências vem à tona.
  “Se” a punição legal não alcança ao menos temos a execração moral.

  Em países autoritários “coisas” ocorrem também, mas aí de quem tornar público.
  Por isso nossa luta tem que ser pela liberdade de expressão, democracia.

  Nós da "Cultura Judaica Cristã" precisamos persistir em buscar a autocorreção.
  O que não devemos é olhar só para nós mesmos, e ficarmos acuados diante de outras culturas, nos sentindo os piores humanos.
  Nós tentamos melhorar, outras culturas nem ao menos tentam ...

 


  No Irã a homossexualidade é punida com pena de morte sob a lei islâmica (Sharia), especialmente para homens em atos de sodomia.

  Essa legislação, codificada no Código Penal Islâmico de 2013, permanece vigente em 2026, sem mudanças recentes reportadas.

  BBC

   



✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. A Autocorreção como Disciplina sobre a Natureza Pessoal:** Você argumenta que a autocorreção não é a ausência de defeitos, mas a imposição da vontade sobre eles. Ao admitir sua própria preguiça, você define a autocorreção como o ato de se obrigar a cumprir o dever e manter a eficiência, diferenciando o "ser preguiçoso" do "ser vagabundo".


2. O Equilíbrio entre a Autocrítica e a Autocompaixão: Utilizando a máxima de Paracelso sobre a dose entre o remédio e o veneno, você defende que olhar excessivamente para as próprias falhas pode ser "envenenador" (levando à depressão). A falha ocasional na rotina deve ser aceita para manter a saúde mental.


3. A Comparação com o Próximo como "Remédio": Diferente de algumas visões filosóficas que desaconselham a comparação, você argumenta que observar o sedentarismo alheio serve como um alívio moral. Isso ajuda a não se sentir o "pior dos humanos" quando você falha eventualmente em sua rotina de exercícios.


4. A Defesa da Democracia pela Transparência do Erro: Você estabelece que a grande vantagem das democracias não é a ausência de crimes (como o caso Epstein), mas o fato de que eles vêm à tona e permitem a execração moral ou a punição legal, algo impossível em regimes autoritários.


5. Crítica aos Regimes Autoritários e à Opressão Institucionalizada: Ao citar a "Tropa do Prazer" na Coreia do Norte e a pena de morte para homossexuais no Irã, você argumenta que existem sistemas onde o erro não é uma falha individual, mas uma prática de Estado protegida pelo silenciamento.


6. A Superioridade do Esforço de Melhoria na Cultura Judaico-Cristã: Você defende que a cultura ocidental deve persistir na autocorreção, mas sem se sentir acuada ou inferior diante de outras culturas. Seu argumento central aqui é que "nós tentamos melhorar", enquanto outros sistemas sequer admitem a necessidade de mudança.


7. A Liberdade de Expressão como Pilar da Evolução Social: O texto conclui que a luta pela democracia e pela liberdade de expressão é essencial, pois é o único ambiente que permite que "coisas" (abusos e erros) sejam tornadas públicas e, consequentemente, corrigidas.


  

.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Guerras e Orgias

 


  

YouTube - Link

 O vídeo do canal Ciência Entrópica conta a história da descoberta dos íons e da Teoria da Dissociação Iônica, uma saga de 70 anos.

 

  Começa com a eletrólise após a pilha de Volta (1800): decomposição de soluções por corrente elétrica. Humphry Davy isolou metais alcalinos (1807), mas sem explicar o mecanismo.

 

  Michael Faraday (1830) estudou sistematicamente: observou migração consistente de partes positivas para o cátodo (-) e negativas para o ânodo (+). 

  Criou as leis da eletrólise (massa carga; equivalentes químicos) e inventou os termos íon, cátion, ânion, eletrólito e eletrólise — mas não acreditava que íons fossem partículas reais.

 

  Em 1884, Svante Arrhenius propôs na tese de doutorado que sais se dissociam espontaneamente em íons na água (NaCl Na⁺ + Cl⁻), mesmo sem corrente. 

  Evidências: condutividade elevada, anomalias em propriedades coligativas (ex.: NaCl “dobra” o efeito por gerar dois íons).

  A ideia foi ridicularizada (“sódio explode na água, cloro é tóxico — como coexistem?”). 

  Tese mal avaliada, mas Ostwald e van't Hoff a apoiaram. 

  Confirmada experimentalmente, rendeu a Arrhenius o Nobel de Química em 1903.

 

   Posteriormente: Bjerrum (1909) defendeu dissociação completa em eletrólitos fortes; Debye-Hückel (1923) explicou interações iônicas.

 

   O vídeo destaca a ciência como processo coletivo, com ceticismo, persistência (Arrhenius não desistiu) e aplicações modernas (baterias, biologia, etc.). 

  Lição: grandes avanços vêm de construção paciente, não de “eurecas” isolados.

  *Grok*

 


  Observem como é difícil desenvolver tecnologia.

  Quanto o cientista precisa persistir em buscar soluções.
  Claro que os caras transam, mas seu prazer maior parece estar na solução de enigmas.
  Muitos creditam o desenvolvimento europeu ao “colonialismo”, eu vejo os “anglo saxões” como uma cultura que "tem estado" mais eficiente.
  Não se limitaram “animalescamente” a guerras e “metelança”...



  Nietzsche, Schopenhauer, Darwin ... entre outros, nos sugerem em suas obras que  a busca do homem (no sentido de macho da espécie) pelo poder e pelo prestígio pode ser vista, em parte, como uma forma de atrair o outro sexo ou criar condições para a reprodução.

"O homem é o único animal que cria
 arte para impressionar quem ele 
quer levar para a caverna, mas acaba
 se perdendo na beleza da própria pintura."

  Esses pensamentos, de uma maneira ou de outra, compartilham a ideia de que muitas das nossas ações e escolhas podem estar, de forma consciente ou inconsciente, ligadas ao desejo de atrair parceiras.
  Claro, há humanos capazes de transcender o instinto biológico e buscar objetivos mais elevados, como o conhecimento, a moralidade ou a autossuficiência.

  Homens (ou mulheres) que conseguiram transcender o instinto biológico apareceram com mais frequência no território europeu,  essencialmente no ultimo milênio.

  Por favor, limpe sua mente, não é viralatismo, é a observação isenta das ocorrências.
  
  Quando o homem foca sua mente no sexo não raro caminha para depravação.
   Se o homem não alcança sucesso, poder ... sua capacidade de atrair fêmeas (ou gays dependendo do seu gosto) vai ladeira abaixo com o passar dos anos, a deterioração física alcança a todos, principalmente depois dos 30 anos.

   Se o homem alcança sucesso e sua mente continua muito "sexualizada" ... surgem as "orgias dos poderosos".

  Orgias sexuais e bebedeiras acontecem desde tempos remotos.
  Se pessoas adultas, conscientes do que estão fazendo, participam desse tipo de festa, mesmo a trabalho no caso de garotas ou garotos de programa, eu não faço drama.
  É tipo Carnaval, não gosto não participo, quem gosta ... bom divertimento.

  No caso de ped*filia, não tem nem o que dizer, sempre defendi penas durissimas.
  Mas também não sou hipócrita, estou falando de menores de 14 anos.
  Com toda informação disponível é difícil acreditar que alguém MAIOR de 14 não saiba nada sobre abuso sexual.

  Sequestros é outra coisa que dispensa comentários.
  É um crime terrível, deve ser punido a altura.
  Da mesma forma não sou hipócrita.
  Tipo, uma brasileira recebe proposta de trabalho no exterior, grana alta sem saber ao certo o que vai fazer.
  Sério que realmente não sabe!?
  Se chegando lá viu o que teria que fazer e decidiu voltar, se não foi impedida, não vejo problema.
   Se foi impedida com uso da força ou retenção de documentos fica caracterizado sequestro e voltamos a crime a ser punido.

  Enfim.
  "Pra mim", guerras e orgias é deixar nosso lado animalesco predominar, algo que deve ser evitado em povos "civilizados".

  O prazer em buscar conhecimento, desenvolver ciência para o "bem" é muito civilizado, o melhor uso da nossa capacidade intelectual.
  Todos os povos podem fazer isso.

  O resumo mínimo dessa meditação seria.

  Guerras e orgias = Animalesco
  Ciência e fraternidade = Civilizado




✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. A história da Teoria da Dissociação Iônica exemplifica o processo científico coletivo e paciente— A saga de 70 anos (de Volta e Davy a Faraday, Arrhenius, Ostwald, van't Hoff, Bjerrum e Debye-Hückel) mostra que grandes avanços vêm de persistência, ceticismo saudável e construção gradual, não de "eurecas" isolados.

 

2. O prazer maior dos cientistas está na solução de enigmas, não apenas no sexo — Apesar de serem humanos que "transam", o que os motiva de forma mais profunda é o desafio intelectual, contrastando com impulsos mais básicos.

 

3. O desenvolvimento europeu (especialmente anglo-saxão) não se deve principalmente ao colonialismo, mas a uma cultura/Estado mais eficiente — Você contrapõe a visão comum de "colonialismo" como causa única, destacando uma capacidade superior de transcender comportamentos "animalescos" limitados a guerras e "metelança".

 

4. Muitas buscas por poder e prestígio têm raízes evolutivas ligadas à atração sexual e reprodução — Inspirado em Nietzsche, Schopenhauer e Darwin, você argumenta que o homem (macho da espécie) busca status em parte para atrair parceiras, ilustrado pela frase: "O homem é o único animal que cria arte para impressionar quem ele quer levar para a caverna, mas acaba se perdendo na beleza da própria pintura."

 

5. É possível (e ocorreu mais na Europa no último milênio) transcender o instinto biológico em direção a objetivos elevados — Conhecimento, moralidade e autossuficiência representam essa transcendência, aparecendo com maior frequência em contextos europeus, sem que isso seja "viralatismo", mas observação isenta.

 

6. Foco excessivo na mente sexualizada leva à depravação — Sem sucesso/poder, a atração diminui com a idade; com sucesso, mas mente "sexualizada", surgem orgias dos poderosos — você diferencia orgias consensuais de adultos (sem drama, como Carnaval) de crimes graves (pedofilia abaixo de 14 anos, sequestro/tráfico com violência), condenando fortemente estes últimos.

 

7. Dicotomia central e resumo da meditação — Guerras e orgias representam o lado **animalesco** que deve ser evitado em povos civilizados; já a busca pelo conhecimento, ciência para o bem e fraternidade representam o civilizado, o melhor uso da capacidade intelectual humana — e todos os povos podem alcançar isso.

 

   Esses pontos capturam a essência do seu texto: da valorização da ciência persistente à crítica do instinto animalesco predominante (guerras/orgias), passando pela possibilidade de transcendência cultural e individual rumo ao civilizado (ciência/fraternidade).


  

.