domingo, 31 de maio de 2026

Manhãs de Domingo

 







William: As manhãs de Domingo são as horas mais encantadoras da Semana, uma imensa sensação de PAZ.
  Olha esse céu!

Charles: Lindo mesmo. Onde é?

William: Não é o local em si.
  Céu azul tem no mundo inteiro.
  Se tem algumas nuvens continua bonito.
  Uma manhã chuvosa tem seu encanto.
  Já vi tempestades chegando e são tão poderosas com aquelas nuvens negras e raios rasgando o céu.
  Uma visão espetacular!

  Estou falando da manhã de domingo em si.
  Não tem aulas, a maioria das empresas estão na folga semanal, o trânsito fica tranquilo.
  Nas ruas tem pessoas fazendo caminhadas, passeando com seus pets.
  Até os noticiários são mais suaves.
  Tem uma feira próxima, compro pastéis pra mim e uma filha, pamonha salgada para minha esposa e outra filha.
  Observo outras famílias na mesma tranquilidade, cada uma se ajeitando em suas tradições.
   Várias igrejas nas proximidades ecoam cantos de louvor.

  Segunda de manhã a necessária busca da produtividade continua, domingo de manhã é a bonança antes da batalha do dia a dia.

  A paisagem é da sacada do meu lar doce lar, Campinas SP.
  Mas serve para qualquer outro lar doce lar a sensação de refrigério da alma nas manhãs de domingo.
  Amém?



 
 “A maioria dos males acontece aos homens por não ficarem em casa.”
    (Blaise Pascal)



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sábado, 30 de maio de 2026

Catastrofismo Seis por Um

 





Comentarista: O projeto reduz a jornada para 40 horas semanais e extingue a escala 6x1, mantendo flexibilidade para microempresas e setores essenciais.
  Reconheço o mérito da proposta, para milhões de brasileiros, ter dois dias de descanso trará um ganho real na qualidade de vida. 
  Contudo, alerto que "não existe mágica na economia".
  Manter o salário reduzindo as horas aumentará o custo das empresas, gerando demissões ou inflação, o que reduzirá o poder de compra.
  Para mim, a discussão real não é se a PEC é boa ou ruim, mas se nós, como sociedade, aceitamos trabalhar menos para ter mais qualidade de vida, mesmo sabendo que isso significa ganhar menos.

William: O que eu acho um tanto infantil é o catastrofismo. 😉
  NÃO! Isso não vai quebrar o Brasil.
  Vai aumentar o custo, mas já vivemos nesse tipo de cenário há décadas.
  Lembremos que quase metade das ocupações (nem vou falar empregos) são informais.
  Dos empregos formais a maioria já faz 5 por 2.
  E houve grande crescimento dos PJ.

  O triste para mim é proibir horas extras ou por um limite muito baixo.

  De repente o jovem quer juntar grana para  comprar uma moto elétrica (só um exemplo), a empresa que ele trabalha poderia disponibilizar horas extras, mas é proibida por lei.
  Esse jovem depois do dia de trabalho vai precisar fazer um bico provavelmente informal.
  Uma grana que poderia juntar de maneira mais tranquila, sem deslocamento, terá duplo desgaste ou não vai conseguir juntar dinheiro.
  Quem não  tem nenhuma ambição de melhorar financeiramente vai estar tudo bem.
  Quem tem vai ficar  prejudicado, mais uma daquelas ações que mantem o pobre ... pobre com menos oportunidades de melhorar. 


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Higienização Social

 



Luiz: A gente precisa parar com essa ingenuidade de explicar, discutir, mostrar dados, achando que todo mundo que defende higienização social, tortura, e
ditadura, defende por falta de conhecimento.
  Às vezes o que falta pra pessoa não é estudo, é caráter mesmo.

William: Sou a favor da liberdade de expressão, a pessoa deve poder expressar o que pensa.
  "Meus" limites nessa questão são bem amplos.
   A pessoa não vai deixar de pensar o que pensa só por não poder falar.

   Um exemplo extremo.
   Suponhamos que eu tenho vontade de ir na escola cometer uma cha**na.
   Se eu comento com alguém e isso vaza, as autoridades fazem uma vigilância mais objetiva em mim.
   Meu pensamento insano não vai deixar de estar na minha mente só porque minhas postagens são censuradas.

   Não defendo que alguém comete um crime só por pensar nele.
   Aquela coisa bíblica de pecar até em pensamento considero uma aberração.
   Se eu expresso a vontade de desviver alguém, outros sabendo disso, podem me convencer que não vale a pena, eu não cometo a AÇÃO, isso é o que importa de fato.

  Dito isso ...

  Higienização social  é o processo de afastar, "invisibilizar" ou expulsar grupos vulneráveis (como pessoas em situação de rua e ambulantes) de certas áreas urbanas, geralmente para valorizar o turismo, o comércio e a especulação imobiliária sob o pretexto de "limpeza" ou "segurança".
  (Gemini)

   Com essa narrativa parece uma coisa terrível, mas defendo maior respeito ao espaço publico.
   Sou contra ambulantes não autorizados pela prefeitura, a palavra ordem na nossa bandeira deveria ser mais efetivada.
   Sou contra transformarem praças publicas e ruas em dormitórios.
   "Por mim" seria uma contravenção.
   O poder municipal deveria avaliar a extensão do problema e disponibilizar albergues de acordo com a demanda.
   Qualquer um que fosse pego dormindo na rua seria levado para lugar apropriado.
   Poderia escolher ir para o albergue ou ser preso por 48 horas.
   Defendo que deveria ter prisões baratas, de baixo custo, para situações mais amenas de perturbação da ordem.
   
 Tortura:  Não vejo pessoas defendendo tortura.
  Houve o caso do Jair Bolsonaro homenagear um cidadão tido como torturador, Carlos Alberto Brilhante Ustra.
  Algo bem sem noção feito por Jair, tanta coisa poderia ser dita na hora do voto dele pelo impedimento de Dilma, vai logo homenagear um agente da repressão politica na ditadura militar!?
  Então, por extensão "maliciosa" os mais a esquerda se esforçam para colar nos mais a direita o estereotipo de defensores da tortura.
  Por esse ponto de vista, Che Guevara queridinho da esquerda, foi um reconhecido torturador.
  Não foi só em discurso, foi em ação.
  E agora José?😉

 Ditadura:  Em 20 de Janeiro de 2029 Donald Trump deixa a presidência dos Estados Unidos.
  A probabilidade dele continuar Presidente é tão remota que nem o esquerdista mais fanático apostaria nisso.

  Quando Xi Jinping, da China deixa o poder?
  Quando Vladimir Putin da Rússia deixa o poder?
  Quando Nicolas Maduro deixaria o poder se não fosse retirado?
  E no Irã, quando o Aiatolá deixaria o poder?

  Aqui no Brasil a esquerda se esforça de todas as formas para censurar  o máximo possivel, com a eleição do Inácio em 2022 tem ficado cada vez mais possivel.
  A esquerda aumenta a cada dia a censura, a direita luta por liberdade de expressão.
  Quem ameaça mais a democracia?
  (A pergunta é retórica)
 

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 Resumo: 

1. Liberdade de expressão tem valor prático, não apenas principista: A censura não elimina pensamentos , a pessoa continua a pensar o que pensa mesmo sem poder falar. Ao contrário, expressar intenções perigosas pode criar oportunidade para terceiros intervirem e evitarem que a AÇÃO aconteça, que é o que realmente importa.

2. Distinção entre pensamento e ação como critério moral central: Você rejeita a ideia de culpa pelo pensamento (como a noção bíblica de "pecar em pensamento") e defende que apenas a ação deve ser julgada. Isso sustenta toda a sua posição sobre liberdade de expressão.

3. O problema não é "higienização social", mas respeito ao espaço público: Você recusa o enquadramento negativo do termo e propõe uma leitura alternativa: trata-se de fazer valer a ordem no espaço público, combater o comércio irregular e impedir que ruas e praças virem dormitórios.

4. Proposta concreta e proporcional para moradores de rua: Em vez de ignorar o problema ou de aceitar a situação como está, você defende que o poder municipal mapeie a demanda e ofereça albergues suficientes , com a opção de detenção de 48 horas para quem recusar, e prisões de baixo custo para infrações leves de perturbação da ordem.

5. A esquerda usa Bolsonaro/Ustra para estereotipar toda a direita como pró-tortura: Você admite que a homenagem de Bolsonaro a Ustra foi um erro sem sentido, mas argumenta que usá-la para colar na direita o rótulo de "defensores da tortura" é uma extensão maliciosa e desonesta , especialmente vinda de quem cultua Che Guevara, torturador reconhecido não só em discurso, mas em ação.

6. Trump não é ditador , os verdadeiros ditadores estão à esquerda: Enquanto Trump tem data certa para deixar o poder (janeiro de 2029) e nem o esquerdista mais fanático apostaria na sua permanência, Xi Jinping, Putin, Maduro e o Aiatolá não têm prazo para sair. A narrativa de ameaça ditatorial da direita ignora esse contraste gritante.

7. No Brasil, quem censura é a esquerda , e quem defende liberdade é a direita: Desde 2022, a censura no Brasil aumentou progressivamente. Você inverte a narrativa dominante: a ameaça à democracia não vem da direita, mas de quem expande o controle do discurso , e a pergunta retórica ao final sinaliza que, para você, a resposta é óbvia.

  


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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Adam e a Pena de Morte

 



Lucas: Acho bizarro a direita ser contra o concurso público, pois isso contradiz a própria defesa da minimização do Estado. 
  Entendo críticas à estabilidade, mas preferir a terceirização é contraintuitivo. 
  Esse modelo entrega o poder de contratação aos prefeitos, permitindo que empreguem amigos e manipulem votos. 
  O concurso, por outro lado, garante o direito de qualquer cidadão disputar um cargo por mérito. 
  Para mim, a lógica da direita deveria ser o oposto: exigir concurso para preencher os cargos públicos e limitar a terceirização apenas às vagas de confiança.

William: Acho bizarro atribuir a todo um espectro politico algum projeto de lei de algum politico.
  Traga ou coloque o link para o texto do projeto.
  Vamos analisar o que diz.
  Eu por exemplo sou Centro Direita, penso  diferente dos "Libertários".
  Para quem prega o fim do Estado realmente não faz sentido concurso para algo que "para eles" não deveria existir.
  Porém, sabia que o Comunismo também prega o fim do Estado?



  Tenho colegas evangélicos que são lulistas fanáticos, são de esquerda óbvio.
  São super contra o aborto.(só um exemplo)
  O aborto foi proibido na URSS na ditadura Stalin.

  Suponhamos que um politico evangélico de esquerda mande algum projeto aumentando a pena para pratica do aborto.
  Isso representa todo o espectro da esquerda!?

  Outro exemplo.
  Em geral os mais a direita defendem a pena de morte.
  Sou centro direita e defendo.
  Alguns tem até aquele lema radical:

   "Bandido bom é bandido morto".

  "Eu" não chego a tanto, só aplicaria pena de morte em casos de assassinatos, crime doloso, aquele com intenção de matar.
   Para todos os outros crimes "pra mim" aprisionamento basta.

   Em geral os mais a esquerda são contra a pena de morte, preferem falar em ressocialização ... por pior que o crime seja.

   Isso quer dizer que basta o cidadão se declarar de esquerda para "ser obrigado" a ir contra a pena de morte?
   Confesso que ainda não encontrei um "esquerdista brasileiro" que seja a favor da pena de morte, mas deve existir.

  Olha que "bizarro".

  China e as 15 nações que formavam a URSS, são nossas principais referências históricas da aplicação (tanto quanto possível) do Socialismo.
  China tem pena de morte, é bastante usada.
  URSS tinha pena de morte.
  A Rússia, principal nação da URSS, tinha pena de morte até 1996, a pena esta "suspensa".
  Russos são "bonzinhos"?
  Claro que não.
  Os "prisioneiros" (não necessariamente criminosos, pode ser desafeto politico) que eles querem morto, mandam para aquelas prisões com temperaturas abaixo de 20 graus e condições precárias, a morte não demora muito para acontecer.

  Ou seja a esquerda é contra a pena de morte no Brasil e é comum falarem da segurança que existe na China que tem pena de morte!!

  Inclusive a China é o cumulo da hipocrisia dos mais a esquerda.
  Dependendo do caso a glorificam como o Socialismo que deu certo, que vai acabar (ou já acabou) com a hegemonia dos Estados Unidos.
  No caso da pena de morte ela é capitalista!?
  No caso das suas inúmeras multinacionais é capitalista!?
  No caso da escala 996 (trabalhar 9 horas por dia, 6 dias por semana) é capitalista!?

  Percebem que temos que analisar as ocorrências em separado e nem tudo cabe em conceitos de esquerda/direita.

  Porém, para os puristas, no caso especifico da pena de morte:


 
Karl Marx criticou duramente a pena capital no artigo "Pena Capital", publicado em 1853 no jornal New York Daily Tribune. 
 Ele argumentou que a punição não inibe o crime e que é abstruso punir o indivíduo enquanto as condições sociais que geram a criminalidade não forem alteradas.
 
Adam Smith tratou do tema em suas Lectures on Jurisprudence (Aulas de Jurisprudência). 
  Ele via a pena de morte como uma evolução natural da justiça estatal para conter crimes graves (como o assassinato) e evitar a vingança privada, justificando-a pela retribuição e ordem social.
 
Gemini

 

  Eu, William Robson, me declaro Centro Direita, no geral concordo mais com o companheiro Adam Smith.

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 Resumo: 

1. Rejeição a generalizações políticas: Você argumenta que é um erro ("bizarro") atribuir os projetos ou ideias de um político específico a todo o espectro ideológico (esquerda ou direita) ao qual ele pertence.

2. Defesa do Centro-Direita e diferenciação dos libertários: Você se autodeclara de Centro-Direita e faz questão de se diferenciar dos "libertários", explicando que a visão deles de extinguir o Estado é o que justifica a rejeição aos concursos públicos, algo que não reflete necessariamente a visão de toda a direita.

3. Complexidade e contradições internas nos espectros: Para ilustrar que espectros políticos não são homogêneos, você cita exemplos práticos, como o fato de a URSS de Stalin ter proibido o aborto e a existência de esquerdistas evangélicos que também são estritamente contra a prática.

4. Defesa moderada da pena de morte: Você se posiciona explicitamente a favor da pena de morte, mas de forma restrita: afasta-se do lema radical "bandido bom é bandido morto" e defende a aplicação da pena capital apenas para casos de crimes dolosos com intenção de matar (assassinatos), considerando o aprisionamento suficiente para os demais crimes.

5. Apontamento de hipocrisia e contradição na esquerda sobre a pena de morte: Você questiona o posicionamento da esquerda brasileira, que se diz contra a pena de morte e foca na ressocialização, mas exalta a segurança de regimes historicamente socialistas/comunistas (como a China e a antiga URSS) que utilizam ou utilizavam amplamente a pena de morte e métodos severos de aprisionamento.

6. Crítica à seletividade ideológica sobre a China: Você argumenta que há uma grande incoerência por parte de setores da esquerda que celebram a China como o "socialismo que deu certo" para rivalizar com os EUA, mas convenientemente ignoram ou atribuem ao capitalismo as práticas chinesas que não lhes agradam, como a pena de morte, as multinacionais e a exaustiva jornada de trabalho "996".

7. Alinhamento a Adam Smith contra a visão de Karl Marx: No fechamento do debate filosófico, você rejeita a tese de Marx (de que a pena capital é ineficaz sem a alteração das condições sociais) e declara concordar com Adam Smith, defendendo que a pena de morte funciona como uma evolução da justiça estatal para punir crimes graves, evitar a vingança privada e manter a ordem social.


  


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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Socialismo e Mulheres

 



Katia:  Odiar mulheres por exercerem seu direito de escolha é uma reação anacrônica que não cabe mais na nossa sociedade.
  O neoliberalismo nos molda como capitais humanos, levando a lógica de mercado e de otimização de resultados aos afetos. 
  Com a independência financeira feminina, o critério mudou, buscamos valor emocional, não apenas provisão. 
  Chamar isso de exigência excessiva é, na verdade, lamentar a perda do poder de barganha patriarcal.


William:  Enxergar ódio em tudo é um radicalismo que não devia caber em nossa sociedade.😉
  Basta alguém fazer uma ponderação tipo ser contra o aborto para “odiar” as mulheres!?
  Muitas mulheres (talvez a maioria) são contra o aborto, elas se odeiam!?

  Em uma conversa informal o homem interromper a fala da mulher já é misoginia.
  A mulher pode até mandar o homem calar a boca que tudo bem.
  (Essa simples ponderação da minha parte muitos já classificam de ÓDIO.)

  Me atendo ao comentário…
  Não encontro esse homem querendo carregar a família financeiramente nas costas 😂.
  Talvez tenha sido no tempo do meu avô ou bisavô.
  Minha mãe, tias, vizinhas … a maioria trabalhava.
  Mesmo nas famílias de classe média alta que conheci o mais comum é a mulher ter sua própria grana.
   Aqui em casa, minha esposa ganha mais do que eu e na maior parte do nosso relacionamento foi assim.
   Deduzo que você é mais a esquerda só de tocar em algo que não tem nada a ver com o assunto como o “neoliberalismo”.
   As “regras do jogo” são diferentes  em algum país socialista?
   Pode citar algum para analisarmos?

  A maior experiência socialista da humanidade até agora foi a URSS, composta de 15 nações.
  Rússia, Ucrânia, Belarus, Uzbequistão, Cazaquistão, Geórgia, Azerbaijão, Lituânia, Moldávia, Letônia, Quirguistão, Tadjiquistão, Armênia, Turcomenistão, Estônia.
  
  Alguém tem dados demonstrando que o relacionamento homem/mulher era muito melhor na Rússia que nos Estados Unidos?

  A Rússia foi socialista por 74 anos.
  É bastante tempo, a criança que nasceu a partir de 1917 foi criada e criou seus filhos no Socialismo.

  Meu ponto é que a Rússia deveria ser reflexo (mesmo depois de 1990) de como o Socialismo “empodera” mais a mulher que nações tradicionalmente capitalistas como a Inglaterra (só um exemplo)

  Sabemos que hábitos arraigados demoram para mudar, passam de geração para geração.
  Só para efeitos didáticos vamos considerar que uma geração seja 40 anos.
   O período que vai da primeira infância, até a fase que estatisticamente seria a “meio idade”. 

  Início da Revolução Soviética: 1917 + 40 = 1957
  Final da Revolução Soviética:  1990 + 40 = 2030

  Ou seja, de 1957 até 2030 é de se esperar que observemos uma situação feminina (e de relacionamentos) muito melhor nas nações que tentaram implementar o “pensamento marxista”.

  Vi uma pesquisa que as mulheres tendem a ser mais de esquerda que os homens.
  Você mulher de esquerda pesquise e verá facilmente que o Capitalismo trouxe muito mais “empoderamento” para mulher.
  Um exemplo fácil:

  A Alemanha Oriental (RDA Socialista) nunca teve uma mulher que governasse o país com poderes equivalentes aos de Angela Merkel.
  Durante quase toda a sua história (1949–1989), a Alemanha Oriental foi um regime socialista de partido único. 
  O poder político real não estava na presidência ou no parlamento, mas no cargo de Secretário-Geral do Comitê Central do Partido Socialista Unificado (SED), uma função que sempre foi ocupada por homens, como Walter Ulbricht e Erich Honecker.
  
  Na capitalista Inglaterra tivemos a empoderada Margaret Thatcher.
  Na Alemanha Reunificada (Capitalista) tivemos a empoderada Angela Merkel.

  Quem conhece história, seja homem ou mulher, e faz uma análise RACIONAL, fica sem argumentos para defender o Socialismo.

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 Resumo: 

1. Contestar a acusação de "ódio" como reação automática: Você aponta que classificar qualquer ponderação divergente como "ódio às mulheres" é um radicalismo. Usa o exemplo do aborto: muitas mulheres são contra, então acusar quem é contra de "odiar mulheres" não faz sentido lógico.

2. Duplo padrão em conversas sobre misoginia: Argumenta que hoje há assimetria: se um homem interrompe uma mulher já é rotulado de misoginia, mas a mulher mandar o homem calar a boca é normalizado. E só de ponderar isso, você diz que já é acusado de "ódio".

3. Contestação do "homem provedor" como realidade atual: Você diz não encontrar esse homem que quer "carregar a família nas costas" hoje. Cita experiência pessoal: mãe, tias, vizinhas trabalhavam, e sua esposa ganha mais que você. Isso para rebater a ideia de que a independência feminina mudou um jogo que ainda era patriarcal.

4. Questionamento sobre o neoliberalismo vs socialismo no tema: Você deduz que Katia é de esquerda por trazer "neoliberalismo" ao debate, e devolve: as "regras do jogo" são diferentes em algum país socialista? Pede que cite um exemplo para analisar.

5. URSS como teste histórico do socialismo e a situação da mulher: Usa a URSS — 15 nações, 74 anos de socialismo, 1917-1990 — como maior experiência socialista. Pergunta se há dados mostrando que o relacionamento homem/mulher era melhor na Rússia que nos EUA. Argumenta que, se o socialismo empodera mais a mulher, a Rússia deveria ser reflexo disso até hoje.

6. Tese das gerações: 1957-2030 como período para observar efeitos: Você cria um cálculo didático: considerando geração = 40 anos, de 1957 até 2030 deveríamos observar situação feminina muito melhor nas nações que tentaram o "pensamento marxista", já que hábitos passam de geração para geração.

7. Comparação prática: mulheres no poder em países capitalistas vs socialistas: Traz o caso da Alemanha Oriental socialista: 1949-1989, poder real no Secretário-Geral do SED, cargo sempre ocupado por homens. Compara com Inglaterra capitalista = Margaret Thatcher e Alemanha Reunificada capitalista = Angela Merkel. Conclui que, numa análise racional, o capitalismo trouxe mais "empoderamento" concreto para mulher.

   Síntese do seu ponto central: Você defende que, historicamente, não há evidência de que países socialistas entregaram melhor condição para mulheres do que países capitalistas, e que rotular críticas ao discurso atual como "ódio" fecha o debate racional.

  


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terça-feira, 26 de maio de 2026

Ônibus para Favela

 






Sheila: Quando o transporte público não é libertador o sonho do oprimido é ter um carro.

William: 😂 Engraçado, mas ter carro é muito bom.
 Nem imagino quanto bom o transporte público deveria ser para eu desistir de ter carro.
 É muito “libertador”.

Maria: Não tenho mais carro há 15 anos e nem considero comprar um, dá mais trabalho e gasto que liberdade na minha realidade.

William: Quando trabalhava longe (13 Km) usava moto, diminuía o custo.
  Agora que consigo fazer tudo num raio de 5 Km me desfiz da moto.

  Mas é bem isso, cada um tem sua própria realidade e pode tentar muda-la na medida do possivel ... se quiser muda-la óbvio.

   Uma coisa que noto muito sobre transporte publico (e tantas outras coisas) é justamente a distorção da realidade.

   Parece que o Brasil inteiro é uma grande São Paulo ou Rio de Janeiro.

   Nasci e cresci em Campina SP, uma cidade com cerca de 1 milhão de habitantes.
   Temos "favelas", mas bem menos que as capitais mais povoadas.
   Sim, temos ônibus lotados em horário de pico e o trânsito fica congestionado em algumas avenidas principais.
  A realidade de quem mora em Campinas não é tão intensa como na Capital São Paulo, mas temos uma boa noção, sentimos na pele o que é dito nos diversos debates.

  Acontece que ...
  Trabalhei na cidade vizinha de Indaiatuba, cidade com cerca de 260 mil habitantes.
  Não sei hoje, faz anos que não vou lá, mas não tinha favelas.
  O trânsito flui bem.
  A empresa ficou lá por 10 anos, não lembro dos funcionários terem problemas com transporte lotado.
  Devido as distâncias serem menores, usavam bicicleta, moto ou a pé mesmo.
  Vejam bem, um município com mais de 200 mil pessoas e a realidade já muda consideravelmente.

  O Brasil possui 5.570 municípios, apenas 319 deles têm mais de 100 mil habitantes.
  A dedução é óbvia, muito da discussão sobre favelas e transporte público cabe em uma realidade bem especifica dos grandes centros, não é a realidade de 213 milhões de brasileiros.

  Atualmente, cerca de 49,3 milhões de pessoas moram nas 27 capitais do Brasil. 
  Somando algumas outras cidade bem povoadas, vamos dizer que seja 25% da população.

  Ou seja, para 75% da população o debate sobre favelas e ônibus lotados são coisas que elas ouvem e assistem, mas não vivem de fato.

  Se levarmos em consideração que nem todo mundo que mora em grande cidade vive a realidade excruciante de ônibus lotado e favela ... estamos focando nossos debates em nichos bem pequenos que não representam a nação como um todo.

  Boa parte da população tem carro, moto, ônibus fretado, por isso os congestionamentos. 
  No Brasil todo menos de 10% da população vive em favelas e elas se concentram nas grandes cidades.

  Por favor, não estou querendo jogar o problema para baixo do tapete.
  Pelo contrario, estou expondo que muitos eleitores votam de olho em uma realidade especifica como se fosse generalizada em todo país.
  Se você trata um apendicite como câncer de intestino ... quais as chances do resultado ser satisfatório?

  (A pergunta é retórica.)




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 Resumo: 

1. A realidade é individual, não universal: Cada pessoa tem sua própria realidade e pode tentar mudá-la na medida do possível , se quiser mudá-la. O ponto de partida do texto é justamente esse: não há uma experiência única de transporte ou moradia no Brasil.

2. O debate distorce a realidade ao tratar o Brasil como se fosse São Paulo ou Rio: O principal argumento seu é que há uma distorção generalizada: parece que o Brasil inteiro é uma grande São Paulo ou Rio de Janeiro, quando na prática as realidades são radicalmente distintas por tamanho de município.

3. Experiência vivida como evidência , Campinas e Indaiatuba: Você ancora o argumento em vivência própria: trabalhei na cidade vizinha de Indaiatuba, cidade com cerca de 260 mil habitantes , não tinha favelas, o trânsito flui bem, e devido às distâncias serem menores, usavam bicicleta, moto ou a pé mesmo. Um município de 200 mil já apresenta realidade consideravelmente diferente.

4. Os dados: apenas 319 dos 5.570 municípios têm mais de 100 mil habitantes: O Brasil possui 5.570 municípios, apenas 319 deles têm mais de 100 mil habitantes. A dedução é óbvia: muito da discussão sobre favelas e transporte público cabe em uma realidade bem específica dos grandes centros, não é a realidade de 213 milhões de brasileiros.

5. 75% da população não vive essa realidade de fato: Cerca de 49,3 milhões de pessoas moram nas 27 capitais do Brasil. Somando algumas outras cidades bem povoadas, vamos dizer que seja 25% da população. Ou seja, para 75% da população o debate sobre favelas e ônibus lotados são coisas que elas ouvem e assistem, mas não vivem de fato.

6. Menos de 10% da população brasileira vive em favelas: No Brasil todo menos de 10% da população vive em favelas e elas se concentram nas grandes cidades. Isso reforça que o problema, embora real e sério, é geograficamente concentrado , não generalizado.

7. O risco político de votar com base em uma realidade específica como se fosse nacional: O argumento mais contundente e seu fecho: muitos eleitores votam de olho em uma realidade específica como se fosse generalizada em todo o país. Se você trata uma apendicite como câncer de intestino... quais as chances do resultado ser satisfatório? O diagnóstico errado leva a soluções erradas.


  



segunda-feira, 25 de maio de 2026

Marley e o Sistema

 




 Postagem no Face: Bob Marley não era apenas um músico, mas um visionário político que tentava alertar o mundo. 
 Tendo crescido na Jamaica em meio à pobreza e à desigualdade, ele percebeu que, embora os políticos mudassem e prometessem transformações, o sistema permanecia o mesmo. 
  Para Marley, a estrutura de poder foi criada para dividir e confundir a população, fazendo-a crer que o próximo líder traria a salvação. 
  Décadas depois, suas críticas continuam atuais e incômodas, pois ele questionava o jogo político como um todo, deixando perguntas sobre quem realmente se beneficia que o mundo ainda não respondeu.

William: SISTEMA É UMA PALAVRA TÃO ABRANGENTE, sem complicar muito podemos dizer que é sinônimo de método ou organização.
  Cuba tem um sistema de governo, meu carro tem um sistema de aquecimento, eu tenho um sistema escrever, o Flamengo tem um sistema de jogo…
  Para os "mais à esquerda", sistema é sinônimo de “sociedade capitalista burguesa”.
  Algo a ser combatido a ferro e fogo...😉
  Eu sou Centro Direita, quanto mais classe média (burguês) em uma sociedade “eu” considero melhor.
  Não vou me alongar sobre isso, vou só dar um exemplo rápido.
  Um “lulista” veio com esse papo de dominação de uma elite.
  Perguntei se essa tal elite elegeu Lula três vezes?
  Ele disse que não, Lula foi a vontade do povo.
  Ou seja, a “elite que domina tudo e todos” só existe quando interessa a ideologia (ou doutrina) do camarada.
  Fora seus pais e parentes mais próximos, você acha mesmo que seus vizinhos estão muito preocupados (fazendo pressão social) para que você tenha sucesso em qualquer coisa!?

Fausto: Parece que vc não entendeu a mensagem do texto. 
 Seja governo de esquerda, seja governo de direita, o povo continua sofrendo. 
  Então o problema não está na esquerda nem na direita, o problema está em quem está acima da Política.
  Num Estado burguês, quem comanda é a burguesia (portanto não é bom que o número de burgueses aumente, como vc deseja).
  Só tem um jeito de acabar com esse jogo de poder e dominação - advinha qual é...

William: Parece que você não estudou de onde vem o termo "burguês".
  BURGOS era o que chamamos hoje de cidades.
  Burguês era quem morava nos burgos não no campo, não era "camponês".
  O que movimentava financeiramente as cidades (burgos) eram comércios e serviços.
  Os negócios que prosperavam criaram uma classe intermediaria que não era da nobreza nem do clero, a classe média.
  A burguesia hoje é a classe média.
  E os ricos?
  Havia ricos no clero e na nobreza também, a maioria da população sempre foi de pobres, a pobreza é nosso estado natural, olhe como vivem os indígenas, é uma vida de subsistência no geral.

  Aconteceu de surgirem ricos também entre os burgueses, comércios, industrias, serviços que deram muito certo.
  De uma certa forma eu sou burguês, moro na cidade, não sou da nobreza (hoje isso nem faz sentido a não ser que você seja da família Orleans e Bragança 😉), nunca fui camponês (agricultor).
  Sou o que chamam de "proletário", mas vivo razoavelmente bem, tive uma infância e adolescência de muito sofrimento mais pela irresponsabilidade dos meus pais do que de um "sistema capitalista opressor/burguês".






Fausto: Com o crescimento do comércio (séculos XVII e XVIII), a burguesia acumulou muita riqueza, mas não tinha poder político. Eles lideraram revoluções importantes, como a Francesa, para derrubar o absolutismo e estabelecer o capitalismo.
A burguesia hoje é a classe social que detém os meios de produção (máquinas, terras, fábricas, bancos e capitais) no sistema capitalista. Eles contratam a força de trabalho assalariada para gerar riqueza e são considerados a classe dominante na Economia e na Política. Enquanto o termo "burguesia" é frequentemente usado no dia a dia como sinônimo de alguém com uma vida confortável ou com gostos associados à classe média, sociologicamente, a burguesia é composta por donos de grandes corporações e conglomerados que influenciam diretamente a Economia e a Política. Já a classe média é formada por profissionais e assalariados que, embora tenham estabilidade financeira, ainda dependem da venda de sua própria força de trabalho.

William: Porque os meios de produção ficariam melhor totalmente nas mãos do Estado?

  Você tem algum exemplo, em qualquer época, de uma sociedade eficiente que os meios de produção pertenciam igualitariamente a todos?

  Me antecipando ...






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 Resumo: 

1. "Sistema" é uma palavra neutra e abrangente: Você desmonta o uso ideológico carregado do termo, mostrando que "sistema" é simplesmente sinônimo de método ou organização , presente em governos, carros, times de futebol , sem conotação necessariamente negativa.

2. A esquerda usa o conceito de "sistema" de forma seletiva e conveniente: Seu contra-argumento ao lulista é preciso: se a tal "elite que domina tudo" realmente controlasse tudo, como explicar que Lula foi eleito três vezes pela vontade popular? O argumento da dominação só aparece quando serve à ideologia.

3. Você se posiciona claramente como centro-direita e defende a classe média: Sem rodeios, afirma que quanto mais "burgueses" (classe média) uma sociedade tiver, melhor , o oposto da visão esquerdista que enxerga a burguesia como inimiga.

4. Resgate histórico do termo "burguês" contra o uso marxista distorcido: Você corrige o interlocutor com precisão etimológica: burguês vem de *burgos* (cidades medievais), e burguesia é a classe média urbana , não uma elite opressora. Ricos existiram também no clero e na nobreza, muito antes da burguesia.

5. A pobreza como condição humana histórica, não como produto do capitalismo: Seu argumento de que "a pobreza é nosso estado natural" , ilustrado pela vida de subsistência dos indígenas , vai na contramão da narrativa de que a miséria foi criada pelo sistema capitalista.

6. Responsabilidade individual versus narrativa do sistema opressor: Ao relatar seu próprio sofrimento na infância como resultado da irresponsabilidade dos seus pais , e não de um "sistema capitalista opressor" , você usa a própria experiência como argumento contra a vitimização coletiva.

7. A solidariedade social é superestimada , cada um cuida de si: A pergunta retórica sobre os vizinhos questiona a ideia de pressão social coletiva pelo sucesso alheio, sugerindo que a narrativa de solidariedade de classe é mais ideológica do que real.


  


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domingo, 24 de maio de 2026

Liberdade Religiosa

 



Leandro: Como ex-evangélico e atual praticante de religião de matriz africana, defendo o presidente Lula dos ataques da oposição bolsonarista, que ironizou sua oração em Barcelona. 
  Critico as fake news que o acusam de radicalismo, pois ele sempre construiu pontes e garantiu a liberdade religiosa (como na Lei de 2003 e no Dia da Marcha para Jesus). 
  Infelizmente, o bolsonarismo distorceu a fé, trocando o Jesus de amor do Novo Testamento por um Deus vingativo do Velho Testamento.
  Lula une fé e ação pelos evangélicos verdadeiros. 
  Ele é abençoado e os fariseus que o atacam não prevalecerão.

William: Garantiu a liberdade religiosa!?😉
  Devemos isso ao Inácio!?
  O que diz a Constituição de 1988?

  Vamos ao X da questão.
  Eleitores que se declaram católicos ou evangélicos são a esmagadora maioria da população.
  Não fazer nenhum aceno politico para eles (ficar neutro) já é problemático.
  Imagine fazer leis que posicione o candidato como inimigo dos Católicos ou Evangélicos.
  Veja o caso da Marcha para Jesus.
  Que candidato com a mínima pretensão a ser presidente ou ser reeleito vai propor uma lei proibindo!?

  Estereótipos não surgem do nada.
  PT, PSOL, PC do B, PSTU ... são partidos com forte inspiração Marxista.

 💥"A religião é o ópio do povo".💥

 💥 "A abolição da religião, enquanto felicidade ilusória dos homens, é a exigência da sua felicidade real."💥

  Os marxistas quando chegaram ao poder na Rússia promoveram o ateísmo.
  Os marxistas quando chegaram ao poder na China promoveram o ateísmo.
  O Inácio nunca deixa de apoiar uma ditadura.
  Fidel Castro era bastante tolerante com a religiosidade, mas era uma exceção entre os simpatizantes do Socialismo/Comunismo.
  Se Inácio conseguisse ser ditador no Brasil, não dependesse mais de eleições (limpas), quem é religioso iria preferir correr o risco?

  Eu não sou religioso, mas primo muito pela LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
  Não acho que a liberdade religiosa corra risco, mas a de expressão já esta sendo duramente atacada.
  Lula, como seus companheiros socialistas, faz de tudo para censurar ao máximo opiniões contrárias.
  Prefiro não arriscar, Flávio ( bolsonarismo) tem um compromisso muito maior com liberdade de expressão que o petismo.

  Eu particularmente vou votar no Romeu Zema.
  Não sou bolsonarista e muito menos lulista, óbvio.

  No segundo turno prefiro o grupo que me garantir maior possiblidade de opinar livremente.
  Se eu criticar uma "autoridade" estarei exercendo meu direito democrático, não atentando contra o "Estado Democrático de Direito".








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 Resumo: 

 

1. Questionamento sobre o protagonismo de Lula na Liberdade Religiosa: Você contesta a ideia de que a liberdade religiosa no Brasil seja um mérito ou garantia pessoal de Lula (Inácio), apontando que esse é um direito assegurado pela Constituição Federal de 1988, e não por um governante específico.

2. Pragmatismo Eleitoral vs. Benevolência Política: Você argumenta que apoiar eventos como a "Marcha para Jesus" ou fazer acenos aos religiosos não é uma bondade do governo, mas sim puro pragmatismo e sobrevivência política. Como católicos e evangélicos são a esmagadora maioria do eleitorado, nenhum candidato com pretensões de se eleger ou reeleger ousaria se posicionar contra eles.

3. Associação do PT ao Marxismo e ao Ateísmo de Estado: Você destaca que o PT e outros partidos de esquerda (como PSOL, PCdoB e PSTU) possuem forte inspiração marxista. Relembra as premissas de Karl Marx contra a religião ("ópio do povo") e o fato histórico de que regimes marxistas (como na Rússia e na China) promoveram o ateísmo estatal ao chegarem ao poder.

4. Alinhamento com Ditaduras e Risco Autoritário: Você critica o apoio histórico e contínuo de Lula a regimes ditatoriais. Argumenta que, se ele não dependesse mais de eleições limpas e conseguisse se estabelecer como um ditador no Brasil, os religiosos correriam um risco real, dado o histórico do socialismo/comunismo (com raras exceções, como Fidel Castro).

5. A Liberdade de Expressão como o Alvo Principal: Embora não considere que a liberdade religiosa esteja sob ameaça iminente hoje, você alerta que a liberdade de expressão já está sendo duramente atacada. Acusa Lula e seus aliados socialistas de tentarem censurar e sufocar ao máximo as opiniões contrárias.

6. Preferência pelo Bolsonarismo em Relação ao Petismo na Pauta da Liberdade: Mesmo declarando-se de fora da polarização (afirmando que não é bolsonarista nem lulista e que votará em Romeu Zema), você assume a preferência pelo grupo de Flávio (bolsonarismo) em um eventual segundo turno, por avaliar que eles possuem um compromisso muito maior com a liberdade de expressão do que o petismo.

7. Defesa do Direito de Criticar Autoridades: Você conclui defendendo que a verdadeira democracia exige a garantia de opinar livremente. Argumenta que criticar uma "autoridade" é um exercício legítimo do direito democrático, e não um atentado contra o "Estado Democrático de Direito", rejeitando o uso dessa justificativa para silenciar a oposição.


  



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sábado, 23 de maio de 2026

Carla Zambelli

 

 



William: Parabéns a Carla Zambelli que teve a extradição para o Brasil negada pela justiça italiana.

Guto: Mas se voltar aqui para o brasil, vai presa pelo STF.😉😉😉😉😉

William: Dissestes bem, pelo STF, não pela "justiça".

  A pessoa precisa ser doida para voltar para o Brasil enquanto PT e Moraes estiverem no poder.
  Eu achei horrível ela sair de arma em punho atrás daquele provocador, foi de uma imbecilidade terrível.
  Espero que tenha sido um ato falho e não um padrão.
  Ela e outros que estão “auto exilados”, dependendo do resultado das eleições, é melhor nunca mais voltar.
  Quem tem juízo e pode, esta indo pelo menos para o Paraguai.

Guto: Que conversa fiada de "ditadura"!! 😂😂😂😂
  Se realmente tivesse ditadura no Brasil, vc não estaria livremente aqui no Facebook, falando contra o presidente Lula e a esquerda.😉😉😉😉😉

William: Estou na Internet desde o ano 2 mil, quando comprei meu primeiro computador, um Compac.
  Até 2017 não tinha receio de escrever nada...

  "A chamada onda woke (ou fenômeno do identitarismo radical) chegou efetivamente ao Brasil entre 2018 e 2020, consolidando-se de forma avassaladora nas instituições públicas, universidades e no meio corporativo a partir de 2021"
    (Gemini)

   Por volta de 2018 as suspenções foram se intensificando.
   Antes disso já tinha ficado anos fora do Twitter porque quase tudo que eu escrevia (mais a direita) gerava suspenção.
   Não gostava mesmo do formato, em 2015, voltei quando acabou o G+ por volta de 2019.

  Com o inquérito das Fake news não notei muita diferença do que acontecia até 2022.
  Em Junho de 22 as suspenções voltaram a todo vapor.
  No Face não eram 3 dias, eram 30.
  Ironicamente no agora X eu podia escrever, mas o Moraes suspendeu a plataforma por um longo período antes das eleições.
  Perdi o Instagram, pensei que era para sempre, mas em fevereiro de 2023 fui liberado para voltar...

   Não sei o que aconteceu no X, mas houve uma inundação da esquerda ali, já em 2025.
   Minha time line que antes tinha mais pessoas de direita, mudou meio que do dia para noite.
  Culminou com meu banimento, antes de 2026.
  Fui banido também do Instagram e por consequência do Threads.

  Rede grande que estou conseguindo escrever é só o Face.
  Tenho conta em outras redes menores, por precaução, mais comento que publico alguma coisa.

  Espero que até o final de 2026 eu consiga manter pelo menos o acesso que tenho hoje.

   Só sei que até 2017 me sentia em um país bastante democrático, pelo menos isso.
   Agora é uma democracia relativa.

   Quando uma democracia é relativa?

   Quando medidas ditatoriais vão restringindo cada vez mais a liberdade de expressão.
   Não podemos mais criticar integrantes do Governo sem sermos acusados de estarmos atacando o "Estado Democrático de Direito."

Luana: Mas a Carla Zambellli foi presa por falsificação de documentos, a gênia da direita falsificou inclusive um mandado de prisão do Alexandre de Moraes, assinado por ele 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
 Agora é ditadura não ir pra cadeia com documentos falsos e assinatura falsa do próprio nome.
 Ah! Essa ditadura no Brasil vai entrar para os livros de história mundial. Certeza!

William: Quando escrevo que o pior do Brasil (território) são os brasileiros, muitos ficam indignados, me chamam de vira lata.
  Eu simplesmente faço análises lógicas.
  Claro que sei de povos piores, mas moro aqui, meu foco é o Brasil.
 
  Lula pegou em 2003 um país bem encaminhado por Fernando Henrique.
  Ainda teve a benção de assumir o Governo em um momento de grande crescimento mundial que foi até 2008.
  Porque Mensalão, porque Petrolão!?


   O que dizer da roubalheira nos Fundos de Pensão!?

   O "lulismo" é incompreensível pra mim.

   E o bolsonarismo?
   Jair é meio troglodita, fala pelos cotovelos, cria armadilhas para ele mesmo.
   Mas vamos focar na Carla.
   (Correndo o risco de ser acusado de misoginia 😉)
   Vamos admitir sem sombra de duvidas que ela se envolveu com o Hacker.
   O que acontece se for colocado uma ordem de prisão no sistema de alguém conhecido, digamos Romeu Zema.
  Sei lá, colocar o nome de um Zé Ruela igual eu pode me trazer problemas, até eu explicar que focinho de porco não é tomada já passei dias na prisão.
  Mas Zema, Boulos, Haddad, Flávio ... Moraes ...

  Se burrice fosse crime, muito bolsonarista merece realmente estar preso 😂.

  Existir o bolsonarismo e o lulismo é inexplicável "pra mim".
  Que povo é o nosso!?

  "Se" a Carla fez o que o "STF" disse que ela fez, tem que ser presa mesmo.
  Mas é uma coisa tão sem consequências que 10 anos de prisão é um certo exagero.
  Poderia perder o mandato e uns 5 anos no máximo de prisão.
  Quem acredita que bastaria uma inserção no sistema, de ordem de prisão para um Ministro do Supremo e isso ocorreria de fato!?













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 Resumo: 

 1. Ceticismo sobre a "justiça" do STF , William diferencia explicitamente "STF" de "justiça", sugerindo que uma eventual prisão de Zambelli seria um ato político, não jurídico.

 2. Deterioração da liberdade de expressão desde 2018 , Relata trajetória pessoal de suspensões crescentes em diversas redes sociais, culminando em banimentos, e conclui que o Brasil passou de "país bastante democrático" para uma "democracia relativa".

3. Conceito de democracia relativa , Define o termo: quando medidas ditatoriais restringem progressivamente a liberdade de expressão, a ponto de criticar o governo ser enquadrado como ataque ao "Estado Democrático de Direito".

4. Crítica simétrica ao lulismo e ao bolsonarismo , Condena a corrupção do PT (Mensalão, Petrolão, Fundos de Pensão) e reconhece as limitações de Bolsonaro, demonstrando distanciamento de ambos os campos.

5. Análise do caso Zambelli com proporcionalidade , Admite que, *se* ela cometeu os crimes imputados, merece punição, mas considera 10 anos de prisão desproporcional para um ato de consequências práticas tão limitadas , propondo perda de mandato e no máximo 5 anos.

6. Questionamento da verossimilhança da acusação , Levanta dúvida genuína: seria crível que uma simples inserção num sistema bastasse para prender um Ministro do STF? Usa o argumento para relativizar a gravidade real do ato.

7. Diagnóstico cultural sobre o brasileiro , Afirma fazer "análises lógicas" ao criticar o próprio povo, apontando que a coexistência de lulismo e bolsonarismo revela uma irracionalidade política coletiva que ele considera inexplicável.


  


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