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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Carro Flex





Fabio >> Entregando as terras raras aí é que vamos ficar mais dependentes de capital e tecnologia estrangeira!
  Encarecendo ainda mais os produtos e enfraquecendo o mercado interno!

William >> Não vamos "entregar" vamos vender ao preço de mercado, assim como fazemos com o Nióbio.
  Com o dinheiro que entrar nada impede nossas universidades estatais e iniciativa privada de desenvolverem tecnologias de purificação dos elementos.
  Inclusive nas Universidades precisamos de mais investimentos em Biológicas e Exatas.
  

Fabio >> Corre-se o risco de acontecer mesmo que com a Gurgel!

William >> Essa é outra narrativa que não aguento mais 😉, mas se fico em silêncio a mentira vence.
  Carro elétrico existe desde 1900, era muito popular em Nova York, mas os carros a gasolina passaram a ter custo beneficio muito melhor.
  (O primeiro carro elétrico em escala real e prático para as ruas foi construído em 1884 pelo inventor inglês Thomas Parker, alimentado por baterias recarregáveis.)

  A Gurgel foi pioneira em elétricos no Brasil, mas todos usavam baterias de chumbo-ácido.
  O grande salto no eletrificação dos carros foi o desenvolvimento das baterias de lítio.
  Coisa que a Gurgel nem chegou perto de desenvolver.
  Mesmo com essa nova bateria, o custo benefício dos carros a combustão ainda persistem.
  Se quer falar de algo muito bom feito no Brasil foi o carro flex.
  Feito pela iniciativa privada (Bosch).
  O programa pró álcool foi feito pelo Estado.


   
Sem competição, ainda seríamos organismos unicelulares.
O sonho socialista de acabar com a competição e com as classes sociais parece bonito na teoria, mas na prática exige um controle estatal absoluto onde todos são obrigados a pensar igual.

No mundo real, nós NÃO somos todos iguais. Uns têm mais talento, outros mais sorte, e tudo bem. Tentar nivelar artificialmente a sociedade é remar contra a natureza humana. O capitalismo, por sua vez, recompensa a inovação como os engenheiros que criaram o carro flex e revolucionaram o Brasil. O resultado das inovações capitalistas? Os ricos podem até ter ficado mais ricos, mas nós “não ricos”, ficamos menos pobres, com acesso a celulares, TVs finas e tecnologias que nem reis do passado tinham. Chega ignorar a realidade e perder tempo tentando abolir as classes sociais. Aceite a competição entre pessoas como uma corrida, você não precisa vencer o pelotão de elite para aproveitar o percurso e melhorar de vida. Escolha suas lutas, tenha juízo e vá em frente. Vida longa à democracia e ao capitalismo!



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Resumo:

 Comércio de terras raras com valor de mercado: A exploração e venda de terras raras não significa "entregar" o patrimônio, mas sim comercializá-lo a preço de mercado (como ocorre com o nióbio), gerando recursos para financiar o desenvolvimento tecnológico nacional.

Investimento estratégico em Exatas e Biológicas: O capital obtido com recursos naturais deve ser direcionado para impulsionar a pesquisa e a purificação de elementos nas universidades estatais e na iniciativa privada, valorizando áreas científicas e tecnológicas em detrimento de gastos públicos ineficientes em humanas.

Desmistificação do caso Gurgel: O fracasso da Gurgel não decorreu de boicote, mas de limitações tecnológicas da época — já que a marca utilizava obsoletas baterias de chumbo-ácido.

O sucesso do Carro Flex brasileiro: Enquanto os veículos elétricos enfrentam barreiras de custo-benefício, o carro flex — desenvolvido pela iniciativa privada (Bosch) — desponta como um exemplo de inovação nacional de enorme sucesso impulsionado pela livre concorrência.

A concorrência como motor da evolução: A competição é inerente à natureza humana, combatendo visões socialistas utópicas que tentam nivelar a sociedade à força por meio de controle estatal absoluto.

Benefícios reais do Capitalismo para todos: O capitalismo recompensa a inovação e eleva o padrão de vida geral; os ricos podem acumular mais capital, mas a sociedade como um todo ganha acesso a tecnologias avançadas (como celulares e TVs finas) que tornam os menos favorecidos cada vez menos pobres.

Pragmatismo e ascensão pessoal: Em vez de perder tempo combatendo a existência de classes sociais, o indivíduo deve encarar a vida como uma corrida saudável, focando em melhorar de classe por meio do esforço, do juízo e da escolha consciente de suas lutas.


  

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