domingo, 8 de março de 2026

Consciência Racial



Jurandir: Quem não tem consciência racial, não entende que o racismo está até no seu círculo de convivência disfarçado de colegas.

William: E qual atitude você recomenda?
  De repente identifiquei um colega de trabalho racista.
  Vou denunciá-lo a chefia porque ele não me tratar como "eu acho" que deveria ser tratado?

  Segundo seu comentário ele esta "disfarçado", então não faz nada que sustente um processo judicial.

  O negro que tem "consciência racial", tem consciência que relacionamentos não se resumem a cor de pele?😉

  Será que esse negro é "perfeito", agrada a tudo e a todos em tudo?

  Veja meu caso, escrevo coisas que desagradam a muitos.
  Meus Blogs são públicos, nunca sei quem leu ou não leu algum texto ou comentário meu.
  Um colega de trabalho que era muito próximo, se distanciou estranhamente.
  Racismo?
  Eu não vivo "paranoico" com essas coisas então é a ultima coisa que considero quando alguém me trata com "deselegância" ou distanciamento.

  Um dia trabalhando próximo do colega ele disse literalmente.

 -"Você deveria parar de escrever tanta besteira".

  Citou uma analise que eu tinha feito de uma passagem bíblica.
  Até então eu nem sabia que ele tinha lido meu Blog, nem que seja uma única vez.
  Não era meu adicionado no Face, nem em alguma outra rede.
  Enfim, ele enquanto evangélico se sentiu profundamente ofendido.
  Já pensou se eu ficasse encasquetado que o problema era minha cor de pele?
  Manteria grande distância dele e nem descobriria o que o incomodava tanto.

  (Não que eu fosse atrás de entendê-lo, minha descoberta foi ao acaso, não sou do tipo carente de amizade, a pessoa quer ficar longe de mim ... que fique).

  Já conheci muita gente branca (parda ou preta) que preferi manter distância.
   Por causa da cor de pele nunca.
   Acontece da pessoa ter alguma característica que não gosto, não pense necessariamente em "defeito".
   Pessoas excessivamente comunicativas falam demais, não é um defeito, geralmente são populares, tem muitos amigos e colegas.
  O problema é que fazem arder meus ouvidos 😂, e 95% do que falam eu preferia não ouvir.😂

  Isso me fez lembrar de outro colega que dizia não gostar de mim por eu ser muito chato.
  Quando entrava alguém novo na empresa ele me apresentava como "William o Chato".
  Eu gostava dele por ser sincero.

  A sinceridade alicerçava nosso "coleguismo".
  E muita  zoação mutua, claro.😉



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 Resumo:


1. Questionamento sobre a Subjetividade do Tratamento: Você questiona a validade de denunciar ou julgar um colega baseado apenas na percepção de como se "acha" que deveria ser tratado, especialmente quando não há ações concretas que sustentem uma acusação formal.

 

2. O Risco da Paranoia Social: O argumento central é que viver em constante busca por racismo "disfarçado" pode gerar uma paranoia desnecessária. Para você, o preconceito racial deve ser a última opção a ser considerada em casos de deselegância ou distanciamento.

 

3. Consciência além da Cor da Pele: Você defende que a verdadeira "consciência" deve incluir o entendimento de que os relacionamentos humanos são complexos e não se resumem à questão racial ou ao tom de pele.

 

4. Conflitos de Ideias vs. Preconceito: Através do exemplo do seu blog, você demonstra que o distanciamento de um colega pode ser motivado por divergências intelectuais, religiosas ou filosóficas (como a análise de uma passagem bíblica), e não necessariamente por racismo.

5. A Falibilidade Humana: Você pontua que ninguém é "perfeito" ou agrada a todos. Assim, o tratamento negativo recebido pode ser uma reação a características da personalidade ou opiniões expressas, e não um ato de discriminação racial.

 

6. Desinteresse pela Validação Alheia: O texto reforça uma postura de independência emocional. Você argumenta que não é necessário buscar entender ou "curar" o distanciamento dos outros, priorizando a autossuficiência em vez da carência de amizades.

 

7. Valorização da Sinceridade nas Relações: Você prefere a aspereza de ser chamado de "chato" com sinceridade do que a interpretação ambígua de silêncios. O argumento é que a clareza nas intenções, mesmo quando rude, é um alicerce mais sólido para o coleguismo do que a suposição de preconceitos ocultos.


  


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