William: Orgias sexuais e bebedeiras acontecem desde tempos remotos.
Se pessoas adultas, conscientes do que estão fazendo, participam desse tipo de festa, mesmo a trabalho no caso de garotas ou garotos de programa, eu não faço drama.
É tipo Carnaval, não gosto não participo, quem gosta ... bom divertimento.
No caso de ped*filia, não tem nem o que dizer, sempre defendi penas duríssimas.
Mas também não sou hipócrita, estou falando de menores de 14 anos.
Com toda informação disponível é difícil acreditar que alguém maior de 14 não saiba nada sobre abuso sexual.
Sequestros é outra coisa que dispensa comentários.
É um crime terrível, deve ser punido a altura.
Da mesma forma não sou hipócrita.
Tipo, uma brasileira recebe proposta de trabalho no exterior, grana alta sem saber ao certo o que vai fazer.
Sério que realmente não sabe!?
Se chegando lá viu o que teria que fazer e decidiu voltar, se não foi impedida, não vejo problema.
Se foi impedida com uso da força ou retenção de documentos fica caracterizado sequestro e voltamos a crime a ser punido.
Adriana: Epstein já nem era humano mais, ainda transitou entre os normais por muito tempo, só por ser ricão.
Isso fortalece a minha teoria de que a promoção das fortunas bilionárias deve ser evitada.
William: No Brasil o índice de resoluções de homicídios é baixíssimo.
Muita gente desaparece todos os dias e nunca mais temos notícias.
O Maníaco do Parque foi preso, imagine quantos não são.
Logo, associar ser bilionário com cometer crimes é um argumento bem fraco.
Mesmo nos Estados Unidos a maioria dos serial killers nem chegam a ser ricos.
E lá também há inúmeros crimes não resolvidos.
Eu faço análises lógicas.
Essencialmente o que ouço sobre o caso Epstein são orgias sexuais.
Procurei por algo "gravíssimo" comprovado tipo:
Canibalismo.
Assassinato.
Cativeiro.
"Nada oficial prova os extremos que você citou — o
DOJ/FBI confirma explicitamente que não há "client list", não há
evidência de conspirações maiores como rituais/canibalismo, e a maioria dos
testemunhos extremos é descartada como não credível.
Muita coisa
bizarra nos arquivos é incompetência governamental ou excentricidade de rico,
não crimes comprovados além do trafico sexual já conhecido."
*Grok*
Gente pobre também faz suruba.
Faz muito tempo assisti um Documento Especial (programa antigo de TV) de tudo que rolava nos Bailes Funks, para um conservador igual eu foi terrível, uma promiscuidade constrangedora.
Há pouco tempo ficou popular a expressão "Golden Shower", confesso que por orgias não estarem no meu campo de interesse, tive que pesquisar o que era.
Uma pessoa sentir prazer urinando na outra!?
A palavra mais suave que uso para esse tipo de coisa é "animalesco", embora eu não saiba de outros animais fora da espécie humana com esse tipo de comportamento.
😂😂 Me desculpem, o assunto é sério, mas me veio a mente o "prazer" dos pombos em defecar na gente.
Podem me chamar de louco, mas alguns fazem de propósito, só pode ser.
Eu estava saindo da padaria e um fiofó certeiro ... me acertou, a impressão é que esperou o momento exato e saiu voando feliz da vida ...
Voltando ...
E quem recebe a urina?
É masoquista (pessoas que sentem prazer em sofrer) ou aceita por dinheiro ... e aqui já daria outra meditação.
Basta a pessoa fazer algo por dinheiro para ser considerada "vulnerável"?
Um paciente anestesiado é vulnerável.
Um menor de 14 anos é vulnerável.
Um debilitado (idoso ou por doença) é vulnerável.
Uma pessoa diante de um assaltante armado é vulnerável.
Vamos a uma "ilustração mental".
Sei de uma mulher com dificuldades financeiras, ela não é do JOB, ganha salário minimo.
Ofereço mil reais a ela por uma transa.
Tipo aquele filme "Proposta Indecente" na versão pobre😉 ... para ficar mais perto do que nós pobres conseguimos imaginar.
"No filme Proposta Indecente o bilionário John Gage oferece 1 milhão de dólares por uma noite com a mulher, Diana que é casada.
A proposta é feita ao casal, que está em dificuldades financeiras, durante uma viagem a Las Vegas.
Inicialmente hipotética, a oferta se torna real, e o casal acaba aceitando o dinheiro em troca da noite que Diana passa com Gage."
*Grok*
a) Essa mulher pode se sentir ofendida, mandar eu enfiar meu dinheiro ... lá...
Dependendo da pessoa me denunciar por assédio.
b) Ela pode ser educada, civilizada, se sentir lisonjeada com a proposta, mas dizer "não obrigada".
c) Pode ponderar que o custo beneficio compensa, não seria tão terrível ter intimidade comigo, ela tem se relacionado com outros de graça.
Meu ponto é:
Um assaltante assalta por dinheiro.
É difícil achar alguém, mesmo classe média, se arriscando roubando pessoas na rua.
Porém roubar é uma decisão pessoal de quem sabe o que esta fazendo.
Não consigo vê-lo como "vulnerável".
Se a pessoa decide fazer um bo*uete que seja por dinheiro ...
Você acha que "eu" a considero vulnerável?
(A pergunta é retórica).
✧✧✧
Resumo:
1. Diferenciação entre Moralidade e Crime: Você
estabelece uma distinção clara entre comportamentos que podem ser considerados
promíscuos ou "animalescos" (como orgias e fetiches) e crimes reais.
Para adultos conscientes, você argumenta que a participação em tais atos, mesmo
por dinheiro, não deve ser tratada como um "drama" jurídico,
comparando-os a eventos como o Carnaval.
2. Rigor e Critério na Definição de Pedofilia: Você
defende penas severas para crimes contra menores, mas estabelece um marco
etário crítico (14 anos). Argumenta que, na era da informação, é difícil
sustentar que alguém acima dessa idade seja completamente ignorante sobre
abusos, questionando a aplicação generalizada do conceito de vulnerabilidade.
3. Questionamento sobre o "Sequestro" no Tráfico
Humano: Ao abordar o tráfico de mulheres, você introduz a responsabilidade
individual. Argumenta que adultos que aceitam propostas de alta remuneração no
exterior muitas vezes têm noção do risco, e que o crime de sequestro só se
configura de fato se houver uso de força ou retenção de documentos para impedir
o retorno.
4. Desassociação entre Riqueza e Criminalidade: Você
rebate o argumento de que grandes fortunas promovem o crime. Utiliza exemplos
como o "Maníaco do Parque" e *serial killers* americanos para
demonstrar que a maioria dos criminosos violentos não é rica e que a impunidade
(baixa resolução de homicídios) é um problema estrutural, não exclusivo da
elite financeira.
5. Ceticismo quanto a Teorias Conspiratórias: Baseando-se em dados (citando o Grok/FBI), você enfatiza a ausência de provas
para crimes "extremos" como canibalismo ou rituais no caso Epstein.
Seu argumento foca na "análise lógica", separando o que é
excentricidade e perversão sexual comprovada do que é especulação sem base
factual.
6. Crítica ao Conceito de Vulnerabilidade Financeira: Este é um ponto central do seu texto. Você questiona se a necessidade de
dinheiro torna alguém automaticamente "vulnerável" (como um paciente
anestesiado ou uma criança). Para você, a decisão de realizar um ato sexual por
dinheiro (ilustrada pelo exemplo de *Proposta Indecente*) continua sendo uma
decisão pessoal e consciente.
7. Universalidade da Promiscuidade: Você argumenta que
comportamentos sexuais controversos não são exclusividade de bilionários. Ao
mencionar os "Bailes Funks" e a "proposta indecente" em
versão popular, você sustenta que a busca pelo prazer ou pelo dinheiro através
do sexo atravessa todas as classes sociais, não sendo um subproduto apenas da
riqueza extrema.
.
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