sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Felicidade

  “Felicidade é praticar o bem, ajudar crianças carentes.”
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  Não acredito em felicidade mesmo assim vamos analisar esse pensamento.



  Tenho 3 irmãs e 1 irmão todos estão razoavelmente bem.
  Empregados, com suas famílias e filhos, só a caçula ainda não casou, mas se formou em advocacia está feliz por ter realizado mais esse sonho que agora espera que se transforme no velho e bom capital.
  Fico satisfeito de meus irmãos não “precisarem” de mim.
 Cada qual tem seu juízo, sabe e consegue cuidar de si, meus sobrinhos não precisam da minha ajuda ou caridade.
  Quero dizer que felicidade não é poder ajudar crianças necessitadas isso para eu é só uma amenização de um mal que me deixa muito triste.
 Bom seria que não houvesse crianças necessitadas.

 Talvez esta minha visão maior do que seria “Felicidade” seja o que faça as pessoas me acharem um tanto melancólico.

 Lembro uma noite de Sábado que vi no sinaleiro um menino de uns 11 anos vendendo o jornal de Domingo, era uma noite muito fria e chuvosa, não tinha o interesse no jornal, mas comprei assim mesmo, lhe dei 10 reais e fiz questão que ficasse com o troco, seu rosto iluminou a noite com um largo sorriso, sua felicidade momentânea deveria me fazer sentir melhor, mas segui meu caminho com o coração muito apertado…

 Felicidade seria que meninos de 11 anos não precisassem vender jornais no sinaleiro.

  Isto não é nem um sonho, é uma utopia que não tenho a ilusão de realizar, simplesmente cuido de minhas filhas, não há muito mais o que eu possa fazer.
  Felicidade é praticar o bem?
  Pode até ser.

  Gostaria de uma Sociedade onde o bem não precisasse ser “praticado”, fosse algo extremamente natural, como beber água ou respirar.

  Alguém que tem um sonho tão grande assim nunca se sentirá realizado, é mais um motivo para eu andar, não tem porque correr, não há onde chegar...






7 comentários:

Terapia da Lógica disse...


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[+Kleydson Almeida] "O que aponto é que precisa-se de mais investimentos em Saúde Mental" G+
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Hoje em dia os traficantes ganham muito e não pagam impostos.
Alem do Estado não recolher impostos sobre o trafico ainda gasta uma fabula de dinheiro para combate-lo.
O fato é que o modelo que aí esta não tem como melhorar com o tempo.
Temos que pensar um outro modelo.
REGULAMENTAR o uso de drogas, mas isso não tem como dar certo partindo de um único país.
Os países desenvolvido é que tem que iniciar o modelo.

Susimeire dos Santos disse...

Não consigo entender, como alguem tão preocupado em combater o trabalho infantil pode ao mesmo tempo defender a regulamentação do uso de drogas. O uso de drogas é muito mais prejudicial em qualquer idade do que o trabalho em qualquer idade, até pq o trabalho infantil tem diminuido bastante, relativamente a duas ou tres décadas para traz quando era bem comum e quase obrigatório em quase todas as familias que os filhos desde cedo fossem instruidos no oficio de seus pais por varias razões. Uma delas era a preocupação do pai com o futuro do filho e da familia,em caso de invalidez ou obto do chefe da familia.Só mais tarde com a entrada massiva da mulher no mercado de trabalho é que tendo o orçamento doméstico acrescido, decidiu-se por priorizar a educação dos filhos.Hoje temos leis que proibem o trabalho infantil,ao mesmo tempo que cobram dos pais a frequencia escolar de todas as crianças, por tanto essas que vemos trabalhando hoje fazem parte de uma minoria que infelizmente ainda existe más que devemos continuar lutando para q criança não seja obrigada a trabalhar principalmente a noite,quando nenhum pai ou mãe quer ter um filho fora de casa longe da segurança do lar. No entanto não posso deixar de lembrar q naqueles tempos em q os filhos ajudavam os pais em seus oficios não havia um índice de criminalidade tão escandalosamente grande e nem tanto consumismo e muito menos o consumo de todo tipo de entorpecentes como vemos hoje, pelo simples fato de que os filhos ficavam a maior parte do tempo ao alcace dos olhos dos pais, ou seja, nenhum bem de consumo pode substituir a proximidade da familia,seja trabalhando, aprendendo ou se divertindo juntos.Familia tem q caminhar junto, seja em que circunstância for, ou seja qual for o poder aquisitivo da familia, unidos no trabalho e na fé com foco e planejamento com certeza o crescimento econômico virá.

Terapia da Lógica disse...

“Não consigo entender, como alguém tão preocupado em combater o trabalho infantil pode ao mesmo tempo defender a regulamentação do uso de drogas.” [Susimeire]
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Humm... uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa.
São assuntos diferentes e bem complexos.
Tenho vários textos sobre os temas e não dá para resumir em um comentário.
Vou comentar por cima apenas a parte que destaquei.

Não sou contra o trabalho a partir dos 14 anos.
Se o menor precisa trabalhar não devemos lhe negar essa alternativa, falo por experiência própria.
Com 14 anos trabalhava registrado em uma metalúrgica, pela legislação atual isso seria quase impossível.
Trabalhar em um comércio ou industria legalmente registrado a partir de 14 anos é uma coisa.
Trabalhar informalmente em um semáforo e menor de 14 anos é outra muito diferente.

As pessoas confundem REGULAMENTAÇÃO com LIBERAÇÃO GENERALIZADA.

O uso de cigarros, bebidas, carros, remédios são REGULAMENTADOS.

Susimeire dos Santos disse...

O q ñ torna menos nocivo, a a diferença é q os traficantes se sentirão apoiados na lei para agir livremente enquanto destroem + e + vidas enquanto a justiça ficará sujeita a tal lei impossibilitada de agir em determinados casos porquê a bandidagem,com certeza ñ dará tréguas. Hoje já está generalizada por isso espero que ñ haja nenhuma lei facilitando o q já está insuportável.

Terapia da Lógica disse...

“O q ñ torna menos nocivo, a a diferença é q os traficantes se sentirão apoiados na lei para agir livremente enquanto destroem” [Suzimeire]
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Desculpe-me o que você escreveu não faz o menor sentido.
Trafico é CRIME em qualquer produto.

Darei uma exemplo bem tosco, sua confusão deve ser a de muitos:

A Pfizer comercializa legalmente o Viagra, é uma droga regularizada comercial e industrialmente, paga impostos é fiscalizada pela Anvisa.

Houve uma quebra de patente e outros fabricantes também legalizados não podem usar o mesmo nome, mas podem produzir o mesmo composto.
Então a droga Viagra tem sua fabricação e comércio legalmente REGULAMENTADA.

Se eu assaltar caminhões dessa industria e roubar os remédios é CRIME.
Se eu produzir e distribuir Viagra clandestinamente é CRIME.
Trafico é a produção e comercialização ILEGAL de produtos, qualquer produto.

Você pode traficar CD, DVDs, Cigarros, Crianças, Mulheres, óculos, relógios...

Não há produto nesse mundo que não exista trafico, como eu mostrei há trafico até de pessoas.
A melhor maneira de combater o trafico é REGULAMENTAR o comércio e a fabricação.
Se você é maior de idade e pode comprar uma ótima cocaína da Pfizer dificilmente vai se arriscar a subir o morro atrás de um produto sem fiscalização e de qualidade duvidosa...

[Vou guardar e transformar esse comentário em texto, depois complemento]

Terapia da Lógica disse...


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[justino bernardo santos03:30Responder]
PRA COMEÇAR OS NOSSOS LIVROS DIDATICOS JA PREGAM A MENTIRA GUANDO DIZ QUE FOI A PRICESA ISABEL QUE OS LIBERTOU ELES FORÇARAM A CARTA DE ALFORRIA POR QUE LIBERDADE NUNCA EXISTIU PARA ELES [G+]
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"ELES FORÇARAM A CARTA DE ALFORRIA POR QUE LIBERDADE NUNCA EXISTIU PARA ELES"
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Vixe, quanta ignorância!
O Brasil sofreu pressão dos Ingleses para acabar com a escravidão.
A Inglaterra desenvolveu o Capitalismo e esse sistema precisa de "consumidores", escravos não são consumidores.
E no campo das idéias pensadores do Iluminismo começaram a questionar a existência da escravidão como forma civilizada de convivência social.
Estude Iluminismo e Revolução Industrial.

Nihil Metilene disse...

Vi vocês aqui, finalmente.

Desejo-lhes boas prosas nesses temas sobre os quais já opinei muito.
Minha posição é "radicalmente contra a legalização do comércio de drogas",mas isso não é nenhuma novidade.

Dou "boas vindas" aos postantes recentes.

Fazia tempo,eu desejava mesmo que vcs aparecessem.(os novos amigos do sr.William).