Comentarista: "Uma participante do quarto branco desmaiou.
Os outros participantes NÃO foram ajudar, e nem tinham o risco de serem eliminados.
Foi a segunda vez que os participantes do #BBB26 não se importaram com a saúde do outro (a primeira vez foi com o Henri Castelli)"
William: Se alguém passa mal é FUNÇÃO DA PRODUÇÃO agir imediatamente.
Não estou entendendo essa cobrança dos participantes.
É um ambiente controlado e monitorado 24 horas.
Uma coisa é eu estar em uma colônia de férias com colegas e um passar mal.
Claro que eu e outros vamos ver o que está acontecendo, chamar um socorro se preciso.
Se sei que estou em um programa da Rede Globo onde é responsabilidade dela a integridade física dos participantes... o que as pessoas (público) não estão entendendo!?
Comentarista: Eu sempre espero que os participantes estendam uma mão, não por ser necessário, mas por ser um atestado de humanidade.
Porém, pra além disso, o que fica na minha cabeça é justamente o despreparo da Globo pra agir em emergências.
William: Realmente não vejo problema de “falta de humanidade”.
As pessoas acham que perguntar “Você está bem” é uma grande ajuda, não é.
Eu não sou médico, sei que tem equipe médica a disposição.
Eu seguiria a prova.
Se eu passasse mal não cobraria ajuda de nenhum “concorrente”, quem não aguenta ... pede para sair...
"Eu sempre espero que os participantes estendam uma mão, não por ser necessário, mas por ser um atestado de humanidade."
(Comentarista)
Até onde sei uma das nossas principais vantagens competitivas diante de outras espécies é nosso cérebro diferenciado.
Não entendo bem quando a "argumentação" sugere que nosso ponto forte são os "instintos" ou "pensar com o coração".
"o que fica na minha cabeça é justamente o despreparo da Globo pra agir em emergências."
(Comentarista)
Que despreparo?
Houve alguma consequência mais grave que não estou sabendo?
(Não acompanho o programa, nem notícias sobre ele.
"Tropeço" em comentários ao acaso.)
Faz pouco tempo (23/01/26) escrevi sobre fazer "tempestade em copo d'agua".
As pessoas descreverem a situação com narrativa mais dramática do que é de fato ...
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Já escrevi sobre fazer "tempestade em copo d'agua".
As pessoas descreverem a situação com narrativa mais dramática do que é de fato ...
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/atestado-de-humanidade.html
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Resumo:
1. Em um programa como o BBB, que é um ambiente controlado, monitorado 24 horas pela produção da Rede Globo, a responsabilidade imediata pela integridade física dos participantes é da equipe de produção (não dos outros competidores).
2. A cobrança pública sobre os participantes por não ajudarem imediatamente alguém que passa mal não faz sentido, pois a função de agir em emergências médicas cabe à produção, que tem equipe médica disponível.
3. A expectativa de que os participantes interrompam a prova para "estender uma mão" é mais um desejo de demonstração simbólica do que uma necessidade real de ajuda; perguntar “você está bem?” não constitui uma ajuda efetiva.
4. Não há falta de humanidade na atitude de os participantes continuarem a prova: quem passa mal e não aguenta deve pedir para sair, sem cobrar solidariedade dos concorrentes em um jogo competitivo.
5. O verdadeiro atestado de humanidade não está em seguir instintos emocionais ou "pensar com o coração", mas em ser racional — justamente o que diferencia o ser humano de outras espécies, graças ao nosso cérebro desenvolvido.
6. A visão de que ajudar instintivamente seria prova de humanidade inverte a lógica: nosso ponto forte evolutivo e competitivo é a racionalidade, não os impulsos emocionais automáticos.
7. A situação está sendo tratada de forma exagerada pelo público e por alguns comentadores, configurando mais uma tempestade em copo d'água, com narrativas dramáticas que superestimam o ocorrido (sem consequências graves conhecidas).
O texto desloca a responsabilidade para a produção, questiona a cobrança moral sobre os participantes e redefini o que realmente constitui um "atestado de humanidade" em termos racionais, em vez de emocionais/instintivos.
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