“Se não puder ajudar, atrapalhe, afinal o importante é participar.”
😂
“Se a pratica faz a perfeição, e ninguém é perfeito, então pra que praticar?”
😂
Gosto desse tipo de frase que coloca em xeque o senso comum.
Não sei se conseguirei me fazer entender, vou tentar...
Por alguns minutos ficaram as três ali “sofrendo por antecedência” a respeito da possibilidade do pagamento atrasar 1 ou 2 dias.
Falaram basicamente sobre todas as contas que não seriam pagas e a ocorrência de juros e multas.
Chegaram a ponto de criticar a irresponsabilidade da empresa, o desrespeito com os funcionários...
Entenderam?
Uma funcionaria acordou no dia 4 “pressentindo” que o pagamento não sairia no dia 5 e aquilo virou uma certeza torturante!!!
Me impressiona essa dificuldade das pessoas em relaxarem.
Claro que nós criaturas devemos ter o plano B e C afinal a sorte é uma visita ilustre que raramente aparece, mas porque desconfiamos tanto da sequência de eventos?
O plano C é manter alguma poupança para momentos de emergências.
Acho engraçado que as pessoas dizem que com o que ganham não dá para poupar absolutamente nada, mas medite comigo já que estou falando em "sequencia de eventos".
O sujeito esta desempregado há meses, não esta entrando dinheiro nenhum ou bem pouco.
Consegue trabalho e passa a receber 900 reais (Ano 2013).
Caraca!
Para quem tinha zero de dinheiro garantido no mês houve um grande avanço.
Faz de conta que ganha 700 reais e mantenha o habito de colocar 200 na poupança.
No entanto, o plano A é não esperar o pior, não sofrer por antecedência.
Se não é comum o atraso do pagamento porque se preocupar em demasia com isso?
Porque duvidar da sequência de eventos?
Me é estranho como as pessoas parece que “torcem” para as coisas darem errado, esperam pelo pior e quando as coisas seguem sua sequência natural agradecem ... a alguma entidade por ter dado certo!!
O filho esta na balada, a mãe já o imagina assaltado, estuprado, assassinado sequestrado; quando ele volta para casa como sempre ocorreu ela diz:
A mãe INVENTOU um sofrimento ... ocorreu apenas a sequência de eventos.
Inventar sofrimento é coisa de doidos!
Esperar sempre pelo pior é sofrer duas vezes, uma na espera e outra no acontecimento.
Se o pior não acontece passamos horas ou dias inventando um sofrimento.
Muitas criaturas são tão eficientes em inventar sofrimentos que desaprendem o prazer do SERENIDADE.
Resumo:
1. A Crítica ao "Sofrimento por Antecipação": Você argumenta que criar um desconforto mental baseado em uma suposição (um "pressentimento") é uma forma de autotortura ilógica, que gera dor antes mesmo de qualquer fato concreto ocorrer.
2. A Quebra da "Sequência de Eventos": Um dos seus argumentos centrais é que as pessoas tendem a ignorar a normalidade estatística. Se algo costuma dar certo repetidamente, o lógico seria esperar que continue assim, mas o ser humano insiste em projetar a ruptura negativa dessa sequência.
3. A Eficiência do Plano B e C: Você defende que a prevenção real não é emocional, mas prática. Em vez de sofrer, deve-se agir estrategicamente: ajustar datas de vencimento (Plano B) e criar uma reserva de emergência (Plano C), mesmo com ganhos modestos.
4. A Psicologia da Escassez e a Poupança: Você questiona a ideia de que "não sobra dinheiro para poupar". Seu argumento é que, se alguém sobreviveu ao desemprego com zero, ao conseguir um salário, deveria manter o hábito de viver com menos do que ganha para construir segurança.
5. O "Otimismo Pragmático" (Plano A): O seu "Plano A" é, fundamentalmente, não esperar o pior. Você propõe que a serenidade advém de confiar na normalidade e não gastar energia mental com problemas que ainda não existem.
6. A Ironia do "Graças a Deus" após a Dor Inventada: Você aponta a estranheza de quem projeta tragédias (como a mãe que imagina o pior para o filho na balada) e depois agradece a uma entidade divina pelo fato de a "sequência natural dos eventos" ter ocorrido, ignorando que o sofrimento foi uma criação da própria mente.
7. O Custo do Sofrimento Duplo: Seu argumento final é um alerta sobre a eficiência perversa de algumas pessoas em inventar problemas: elas sofrem uma vez na espera e outra no acontecimento (se ele ocorrer). Ao fazer isso, perdem a capacidade de desfrutar da serenidade.
Em resumo, seu texto é um convite ao realismo e à disciplina mental, sugerindo que a "normalidade" merece mais crédito do que os nossos medos imaginários.
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