Site de Pedagogia: Quando a criança lê um livro físico exercita o cérebro, aprende ortografia, melhora e amplia a linguagem, aumenta seu conhecimento, melhora a capacidade de
concentração, torna-se mais empática, desenvolve sua capacidade reflexiva.
William: Ler em um tablet ou smartphone tem o mesmo efeito.
Não precisa ser necessariamente em um livro de papel que consome muitas árvores.
Diana: É óbvio que ler independe se é livro digital ou de papel!
Mas muitas crianças sem smartphone tem só a opção do livro de papel.Livro não é o objeto feito de papel!
Livro é o conteúdo que pode estar na forma escrita, na forma gravada em áudio ou na forma digital!”
William: É mais um “óbvio” que eu me sinto provocado a repetir a exaustão... senão narrativas romantizadas tomam conta.
Parece que “ler livros de papel” é o santo graal do conhecimento tipo:
“Ninguém vem ao pai senão por mim”.😏
Vejo pessoas “dizendo” que cancelaram suas contas no Face (só um exemplo), passaram a ler mais livros e suas vidas melhoraram bastante...
Sempre que leio depoimentos como esse lembro de um pensamento que me veio certa vez:
“Tem gente que adquiri muito conhecimento, pena que ele fique guardado em uma estante.”
(William Robson)
Eu li muitos livros, era a tecnologia disponível.
Porque tantas pessoas se sentem melhor lendo livros (independente do formato), que debatendo nas Redes Sociais?
1- "Gosto".
Há pessoas que gostam do disco de vinil.
Para mim é uma tecnologia ultrapassada, não vejo vantagem.
Tenho mais de 500 músicas no meu celular, imagine carrega-las para todo lado no formato "vinil"!
Dizem que a "riqueza do som" no vinil é maior.
Pode até ser, mas não nasci com uma acuidade auditiva tão boa a ponto de perceber a diferença.
Logo, ter 500 músicas em formato digital é muito mais lógico.
Ver um "bolachão preto" (LP) rodando não me dá nenhum prazer especial.
Com livros de papel é a mesma coisa, como fizeram muito parte da minha vida, fica aquele "carinho nostálgico", uma "lembrança afetiva".
Daí a perder meu pragmatismo ... não rola.
2 - "Não suporta questionamento".
O individuo compra ou pega na biblioteca o autor que "gosta", as ideias que concorda.
Vai se alimentando delas sem o contraditório, sem "confronto mental".
Isso é bem confortável, até estimulante.
Exemplo fácil.
Você é evangélico, compra uma bela Bíblia ou empresta de uma biblioteca.
A Bíblia é uma coletânea de vários livros, mas sempre exaltando o "Judaismo" no Velho Testamento e o Cristianismo no Novo Testamento.
Você frequenta meios (Missa, Culto, Grupos) que também cultuam as ideias bíblicas.
Algum confronto sempre tem, por isso as diversas correntes religiosas.
Daí você se fecha ainda mais no seu "gosto preferido".
Alguns religiosos como Mórmons e Testemunhas de Jeová chegam a ter uma "Bíblia Paralela", reforçando as ideias especificas daquele grupo.
A própria Bíblia Católica difere da Protestante no numero de livros.
Na Internet fica mais difícil se fechar no seu comodismo mental.
Sempre tem o chato de um William para te incomodar com bons argumentos. 😉
Saindo do meio "religioso" é a mesma coisa.
Se o cidadão gosta de Karl Marx, fica lendo todos os autores que o exaltam.
Participa de grupos que defendem suas ideias.
Se fecha nesse mundo.
Podem ver que é comum alguns sites não permitirem nem comentários públicos, só compartilhamentos.
Você pode divulgar a ideia, questionar JAMAIS!
Se entra no grupo fechado e questiona alguma ideia de Marx é excluído na hora.
Enfim.
Se fechar em uma "leitura" sem o incomodo dos questionamentos, sem dúvida é bem confortável.
Eu William, "gosto" de ler vários autores e debater sobre tudo.
Quem se apega ao conforto mental foge do confronto de ideias.
“A leitura após certa idade distrai excessivamente o espírito humano das suas reflexões criadoras.
Todo o homem que lê demais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.”
(Albert Einstein)
Terapia da Lógica
Todo o homem que lê demais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.”
(Albert Einstein)
Terapia da Lógica
Quem se fecha em sua "caverna"...
Vai dormir "Edirficado".😉
Leia só o que gosta e seja "Marximamente" feliz. 😉
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Resumo:
• Independência do suporte físico: A essência da leitura está no conteúdo e no estímulo gerado, e não no objeto. Ler em dispositivos digitais (como tablets e smartphones) produz o mesmo efeito cognitivo e pedagógico que ler em um livro de papel.
• Pragmatismo e sustentabilidade: A preferência pelo formato digital em detrimento do papel é uma escolha lógica e racional, que evita o consumo desnecessário de recursos naturais (árvores) por apego a um formato antigo.
• Crítica à romantização do livro de papel: Existe uma narrativa romantizada e dogmática que trata o livro físico como o "santo graal do conhecimento". Essa visão fetichiza o objeto em vez de focar na utilidade real do aprendizado.
• A inutilidade do conhecimento estático: Acumular leituras apenas para exibi-las em uma estante ou inflar o orgulho pessoal não tem eficiência prática. O conhecimento real deve ser exposto, compartilhado e aplicado publicamente, e não guardado como um troféu passivo.
• Lógica digital contra a nostalgia: Assim como carregar centenas de músicas no celular é imensamente mais lógico e prático do que transportar discos de vinil, o livro digital supera o físico pelo pragmatismo, deixando o papel restrito ao campo da lembrança afetiva e da nostalgia.
• O isolamento e o conforto mental da leitura unilateral: Muitas pessoas preferem a leitura isolada ao debate em redes sociais porque o livro permite consumir passivamente ideias com as quais já concordam, blindando o leitor do contraditório e de questionamentos.
• A internet como espaço para o confronto essencial de ideias: Enquanto bolhas ideológicas (sejam religiosas ou políticas, como o estudo isolado de Marx) buscam evitar críticas e banir divergências, o ambiente aberto da internet força o indivíduo a sair do comodismo mental através do confronto de ideias e do questionamento racional.
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