Gostaria muito de trocar ideias e saber da galera, o que vocês acham de relacionamentos hoje em dia?
Sou basicamente um millenials, nascido em 96.
Sendo assim, basicamente minha geração é a transição entre Y e Z.
Os relacionamentos da geração Y sempre me pareceram mais saudáveis, mas claro, talvez eu só tenha exemplos bons baseados nos casais que estavam ao meu redor.
Relacionamentos da geração Z, no entanto, me parecem extremamente pautados em carência e dependência.
O que vocês acham dessa questão?
"Estudos mostram que homens
dormem melhor ao lado de uma mulher,
mas mulheres dormem melhor ao lado
de um cachorro.”
William: Eu prefiro dormir sozinho, em quartos separados, é o que recomendo a todos independente de sexo ou geração.
No casamento (se a casa dispor de espaço, óbvio), o homem deveria deixar o melhor quarto pra mulher (geralmente elas tem mais bugigangas) e a cama de casal para as relações intimas.
Se é só para dormir, o quarto do homem seria outro com cama de solteiro.
Dormir é muito importante, minha tese é que depois de casados dormimos pior só para manter uma tradição.
É um estresse no casamento que pela lógica deveria ser evitado.
Pensem comigo, a maioria não nasce tão pobre que não tenha uma cama só pra si.
Com a redução do número de filhos na década de 1990, boa parte dos nascidos tem um quarto só pra si.
Meu ponto é que estamos acostumados a dividir a casa, mas não a cama e com um pouco de sorte ao nascer não dividimos nem o quarto.
Antigamente, com muito filhos, é compreensível que o casal dividisse o mesmo quarto.
Mas hoje, se há espaço no imóvel porque se prender a uma tradição (necessidade) do passado.
Eu não tive sorte, tinha minha cama na "beliche", mas na maior parte da adolescência dividia o quarto com varias pessoas.
Na fase mais critica que durou anos ...
Eu e meu irmão em uma beliche.
Duas irmãs em outra.
Minha mãe (e outro irmão bebê) em outra cama.
Todos no mesmo quarto.
Minha irmã Jane casou cedo e mudou, senão seria mais uma amontoada no mesmo quarto ou dormindo na sala.
Nessa fase minha irmã Simone já reclamava que eu roncava muito.
Eu também não conseguia dormir direito porque sempre era muita movimentação no quarto.
O tempo passou ...
Quando eu e minha esposa alugamos uma casa, só tinha um quarto.
Com isso e mais a tradição dormimos no mesmo quarto por anos.
Mas lembrem-se, tem o problema do ronco.
Eu atrapalhava o sono da minha esposa e ela também atrapalhava meu sono, me acordando para diminuir o ronco, pelo menos até ela conseguir dormir.
Quando mudamos para o apartamento com 3 quartos tinha espaço, mas mantemos a tradição de dormir no mesmo quarto, embora eu já pensasse em um arranjo melhor.
Quando nasceu a primeira filha foi ficando insustentável.
Fizemos de tudo, mas ela não dormia sozinha de jeito nenhum, queria ficar perto da mãe.
Eu trabalhava demais precisava dormir.
Três na cama de casal era perigoso para a bebê.
Minha esposa e a bebê dormiam bem se estivessem na mesma cama.
Comecei a dormir em outro quarto e foi melhor para todos.
Minha esposa trabalhava no turno da noite.
Mais "grandinha" (depois da licença maternidade) e sem opção, minha filha dormia bem comigo.
Depois veio a segunda filha.
Enfim, na pratica na maior parte do meu casamento dormimos em quartos separados.
Cada casal tem que "racionalmente" decidir o que é melhor para si.
Minhas filhas estão grandes, cada uma tem seu quarto, NÃO aconselho elas ao casar abrirem mão desse conforto.
Se prender a tradição de dormir no mesmo quarto pra quê, qual a vantagem!?
Minha esposa continua trabalhando no período noturno.
É comum nos dias de folga ela perder o sono durante a madrugada.
Não tem problema, ela pode assistir TV, ficar no celular, ligar a luz e ler, não me incomoda, eu fico no quarto ao lado 😉.
Por favor, cada casal deve fazer o que é melhor para si.
Mas pensem comigo.
Você gosta de dormir agarradinho no mesmo quarto, sua esposa não gosta.
Dormir sozinho todos nós estamos acostumados desde a infância.
Dormir agarradinho é uma experiência nova que de certo muitos não vão gostar ... principalmente passada a fase da "paixão intensa".
É mais fácil você continuar dormindo sozinho como sempre dormiu, do que forçar sua esposa a se adaptar a essa nova situação.
Essa lógica entra em sua mente?
✧✧✧
Resumo:
1. A Racionalização do Sono sobre a Tradição: Você
defende que dormir junto é uma convenção social mantida por tradição, mas que,
logicamente, muitas vezes prejudica a qualidade do descanso. A tese central é
que casais dormem pior apenas para sustentar esse costume antigo.
2. Individualidade e Conforto na Infância: Seu argumento
aponta que a maioria das pessoas cresce acostumada a ter seu próprio espaço
(cama ou quarto). Portanto, dormir sozinho é o estado natural de conforto desde
a infância, enquanto "dormir agarrado" é uma adaptação forçada que
nem todos apreciam após a fase da paixão intensa.
3. Gestão Prática do Espaço e das
"Bugigangas": Você sugere uma divisão funcional: a mulher ficaria
com o quarto principal (por geralmente possuir mais pertences) e a cama de
casal seria reservada para os momentos de intimidade, enquanto o homem teria
seu próprio quarto para o descanso efetivo.
4. O Fator Biológico e a Saúde (Ronco e Movimentação): O
texto destaca problemas práticos como o ronco e a movimentação noturna como
estressores reais no casamento. Ter quartos separados elimina o atrito de um
cônjuge acordar o outro, preservando o humor e a saúde de ambos.
5. Adaptação às Fases da Vida (Filhos e Trabalho): Você
utiliza sua experiência pessoal para mostrar que a chegada de filhos e horários
de trabalho diferenciados (como o turno da noite da sua esposa) tornam a
divisão de quartos não apenas uma escolha, mas uma solução lógica para que
todos na casa consigam dormir.
6. Liberdade e Autonomia Madrugada Adentro: Um ponto
forte é a liberdade individual: em quartos separados, um cônjuge pode ler, ver
TV ou usar o celular durante uma insônia sem desrespeitar ou interromper o sono
do parceiro.
7. Legado para as Próximas Gerações: Você enfatiza que
não aconselha suas filhas a abrirem mão do conforto de terem seus próprios
quartos quando casarem, tratando a privacidade noturna como um valor a ser
preservado em vez de um tabu a ser quebrado.
Em resumo, seu argumento substitui o "romantismo
compulsório" pela lógica da preservação do bem-estar, defendendo que o
amor não depende de dividir o mesmo colchão todos os dias ... isso pode até prejudicar o "amor".
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