domingo, 26 de abril de 2026

Algoritmos

 


Joice: Influenciador tendo que gravar vídeo de hospital para agradar ao algoritmo é o retrato da escravidão moderna.

William: Ela não tem que gravar, ela quer gravar.
  Não sei de quem se trata, mas nem o Lula se deixar de gravar vídeo por um mês vai fazer falta.
  Duvido que essa influenciadora seja mais importante que o presidente da República.

  Escravidão é uma palavra (conceito) tão forte, ainda me surpreende a vulgaridade com que usam essa palavra.


  Se o cidadão não gravar o vídeo vai levar chicotadas ou ser vendido para outro dono!?

  Uma coisa que acho entediante é quando o youtuber fica dando longas explicações porque deixou de postar seu vídeo diário ou semanal.
  Eu acelero a reprodução.
  (Se só comenta de passagem, acho normal.)

  Por curiosidade fiz uma pesquisa no Gemini.


  Líderes de Visualizações em 2026 (Engajamento Atual)

   Se considerarmos quem está "bombando" agora, com a maior média de views por vídeo publicado (dados de janeiro a abril de 2026):

 

Giuliana Mafra: Liderou recentemente com médias impressionantes de 7,4 milhões de views por vídeo.

 

Morimura: Destaque com cerca de 6,9 milhões de views por publicação.

 

Natan por Aí: Mantém uma das maiores retenções do país, com média superior a 4,8 milhões de visualizações por vídeo.

 

Emilly Vick: Consolidou-se como uma das criadoras mais assistidas, com foco em desafios e vlogs que geram milhões de acessos rápidos.



  Pensei que reconheceria algum nome, mas nenhum😂.
  E olha que eu passo um tempo considerável na Internet, é minha principal distração.

  Enfim, não quero abalar a autoestima de ninguém, mas se alguém gosta muito do conteúdo que você posta, vai te salvar nos favoritos e sempre dar uma conferida.
  Se a pessoa deixa ao sabor dos algoritmos é porque não se interessa muito pelas suas postagens.

  Tem o modismo, o "efeito manada", isso esta mais para o imponderável.
  Vejam o caso do vídeo em destaque no alto do texto.
  Não imagino a moça tendo uma audiência fiel, interessada em todos seus próximos vídeos.
  
  Tecnicamente os "algoritmos" refletem isso, o denominador comum das nossas ações navegando pela Internet e algumas sugestões aleatórias para não ficarmos presos em um looping.

Nota: Não sou ingênuo, evidente que a META (só um exemplo) na figura dos seus controladores podem privilegiar alguma ideologia ou tendência.
  O ideal é que os algoritmos sejam neutros, mas não vivemos em um mundo "eticamente" ideal.
 "Meu" procedimento é o mesmo usado na TV aberta.
  Comparar com outras fontes e fazer análises lógicas.
  Você tem cérebro, USE!

 
✧✧✧

 

 

 Resumo:


 

1.  Refutação do conceito de "Escravidão Moderna": Você critica a banalização do termo "escravidão" aplicada ao trabalho digital. Argumenta que a produção de conteúdo é uma escolha voluntária ("ela quer gravar") e que o conceito real de escravidão envolve ser propriedade de outrem e coerção física, o que não se aplica aos influenciadores.


2.  A Ilusão da Indispensabilidade: Você argumenta que ninguém é verdadeiramente indispensável no ecossistema digital. Nem mesmo figuras de alto escalão, como o Presidente da República, fariam "falta" se parassem de postar por um mês, sugerindo que a pressão sentida pelos influenciadores é, em parte, autoimposta.


3.  Fidelidade Real vs. Dependência do Algoritmo: Um dos seus pontos centrais é que o interesse genuíno do público independe de algoritmos. Se alguém realmente gosta de um conteúdo, usará os "favoritos" e buscará o autor; se o público depende apenas das sugestões da plataforma, o interesse é superficial.


4.  A Fragmentação da Fama Digital: Ao listar os líderes de visualizações de 2026 e não reconhecê-los, você demonstra que números massivos de engajamento não traduzem necessariamente em relevância cultural universal, evidenciando as "bolhas" criadas pela rede.


5.  A Natureza Técnica dos Algoritmos: Você define o algoritmo como um reflexo estatístico do "denominador comum" das ações dos usuários, temperado com sugestões aleatórias para evitar que o navegador fique preso em um ciclo repetitivo (*looping*).


6.  Reconhecimento do Viés das Plataformas: Você admite que não há ingenuidade quanto à neutralidade absoluta. Reconhece que empresas (como a Meta) podem privilegiar ideologias ou tendências específicas, distanciando-se do mundo "eticamente ideal".


7.  Soberania do Intelecto Humano: O argumento final é um chamado à responsabilidade individual. Você propõe que o usuário trate a internet como a TV aberta: comparando fontes, aplicando análises lógicas e, fundamentalmente, usando a própria capacidade cerebral para não ser um consumidor passivo.

 

  


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