segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Oncologia e Psicologismo

 




Juliano >> Curioso que, desde que “inventaram” a medicina moderna, o número de pessoas diagnosticadas com câncer nunca foi tão alto!!!! 🤷‍♀️🤷‍♀️    Estão nos enganando!!!! 
  Os negacionistas sempre estiveram certos!!!!! KKKKKKK

Bia >> Depois vem falar mal de transtornos psíquicos!

William >> Sério que vamos colocar TDHA com o mesmo peso de um câncer de mama?
   O câncer de mama é objetivamente detectado por aparelhos e testes laboratoriais, tem a existência cientificamente comprovada.   
  Quanto de ciência podemos atribuir a um  diagnóstico de "autismo tipo 1" ?

  A idade média que ocorre diagnóstico de câncer é de 66 anos. 
  A maioria dos casos ocorre na faixa entre 60 e 69 anos.
  A expectativa de vida ao nascer no Brasil ultrapassou os 60 anos na década de 1970.

  Com esses dados a dedução mais lógica é:

  A incidência de câncer em humanos provavelmente permanece a mesma, a não ser que apareça prova contundente ao contrário.
  Simplesmente as pessoas morriam antes da idade que mais ocorre anomalias celulares.

Bia >> Sim, é uma dedução bem plausível, agora também existem pessoas jovens com câncer hoje em dia, conheci uma que se recuperou com a quimio graças a Deus.

William >> Como sempre digo, devemos ter uma visão holística.
  Já conheci mulheres que batiam nos maridos.
  O "normal" é o casal não se agredir fisicamente.
  Quando a violência acontece, na maioria dos casos é o homem agredindo a mulher.

   "Traduzindo" ...

  Já conheci pessoas jovens com câncer.
  O "normal" é a pessoa morrer de outra coisa; câncer não é a causa principal das mortes.
  Quando o câncer aparece, na maioria dos casos é em pessoas acima de 60 anos.

Bia >> Eu fiz uma comparação da narrativa da mídia e não da gravidade da doença em si. 
  O que eu sei dos estudos de autismo é que os neurônios do cérebro nasceram já hiper conectados, fazem muito mais ligações do que o normal, há um excesso de sinapses nesse cérebro o tempo todo.

William >> Eu fiz a separação do que é objetivo do que é subjetivo.
  "Estudos" existem de todos os tipos.
   Usar diagnóstico de câncer para justificar diagnósticos de "psicologismo" ... é ilógico.

Nota: Nesse tipo de de texto obviamente não me refiro aos transtornos mentais graves facilmente identificáveis por qualquer um, esquizofrenia, demência, autismo tipo 2 e 3 ...
   De repente a pessoa tem Asperger, por vezes tem habilidades acima da média e ainda temos que lhe conceder privilégios!?
   

✧✧✧ 



Resumo:

1. Separação rigorosa entre o que é objetivo e subjetivo
Diagnósticos oncológicos (como o câncer de mama) sustentam-se em exames laboratoriais e dados de imagem comprováveis. Em contrapartida, diagnósticos de transtornos psíquicos leves ou moderados dependem de critérios comportamentais e avaliações de maior subjetividade.

2. Aumento na expectativa de vida e incidência de câncer
O aumento do número absoluto de diagnósticos de câncer na medicina moderna decorre precipuamente do aumento da longevidade (a expectativa de vida no Brasil superou os 60 anos a partir da década de 1970), e não necessariamente de uma alteração real na taxa de incidência biológica.

3. Demografia da oncologia
A média de idade no diagnóstico de câncer é de 66 anos, concentrando-se fortemente na faixa dos 60 aos 69 anos. Como a população passou a viver mais, alcança com maior frequência a idade em que as mutações e anomalias celulares naturalmente se manifestam.

4. Ilegitimidade de equivalências entre oncologia e "psicologismo"
Utilizar o aumento nos diagnósticos de câncer para legitimar a proliferação ou a narrativa de diagnósticos psiquiátricos/comportamentais é uma comparação ilógica, pois confunde a biologia celular comprovável com construtos diagnósticos subjetivos.

5. Análise estatística e visão probabilística (o "normal" vs. a exceção)
A ocorrência pontual de câncer em jovens não anula a regra estatística geral. Casos em pessoas jovens constituem exceções à norma epidemiológica, devendo ser analisados dentro de uma perspectiva estatística probabilística e holística.

6. Diferenciação do espectro e dos transtornos mentais graves
A crítica do texto não se aplica aos transtornos psiquiátricos e neurológicos severos e inequívocos (como esquizofrenia, demências e autismos de níveis de suporte 2 e 3), cuja manifestação e gravidade são facilmente observáveis.

7. Questionamento sobre concessões no autismo de nível 1 (ex-Asperger)
Questiona-se a justificativa social para a concessão de privilégios ou regimes diferenciados em quadros de autismo nível 1 (antigo Asperger), nos quais os indivíduos frequentemente mantêm alta funcionalidade ou até habilidades acima da média.
 



  


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