segunda-feira, 23 de março de 2026

Estreito de Ormuz

 


CNN: “EUA envia 2,5 mil fuzileiros navais para o Estreito de Hormuz
    Segundo autoridades norte-americanas, militares já estão a caminho, a bordo de navios de guerra, para reforçar as tropas na região.”

William: Isso ocorre devido a bloqueios iranianos no estreito, que transporta 20% do petróleo mundial, causando impactos econômicos globais. 

  Os iranianos poderiam fazer concessões como fizeram os venezuelanos.
  Os americanos não estão exigindo nem a queda do regime, uma suavização basta.
  Os iranianos estão optando pela radicalização.
  Nada mais resta aos americanos que dobrarem a aposta.
  Claro que isso vai ter consequências.
  Em uma invasão terrestre à principal ilha do Estreito de Ormuz é esperada a MORTE  de soldados americanos.
  Daí “pra mim” fica justificável que os americanos ocuparem a ilhota por tempo indeterminado, mesmo depois do fim da guerra.
  
  A radicalização do Irã vai implicar em perder território para os Estados Unidos, assim como “árabes” perderam para Israel.
  Depois tem aquele vitimismo de que estavam em paz e foram invadidos do nada.
  Acredita quem quer ignorar os FATOS.


 

  

  Em verdade vos digo que o Sionismo era originalmente apenas um movimento para que os judeus tivessem um “país”, voltassem ao local que foram expulsos há milênios pelos árabes.

  O objetivo de ter um país para chamar de seu foi alcançado em 14 de Maio de 1948 com o reconhecimento do Estado de Israel.


 “Geralmente se atribui o início da primeira diáspora (expulsão) judaica ao ano de 586 a.C., quando Nabucodonosor II — imperador babilônico.

   INVADIU O REINO DE JUDÁ, DESTRUINDO A JERUSALÉM, e o Templo; e deportando os judeus para a Mesopotâmia.

  Mas esta dispersão se inicia antes, em 722 a.C., quando o reino de Israel ao norte é destruído pelos assírios e as dez tribos de Israel são levadas como cativas à Assíria.

  Judá passa a pagar altos impostos para evitar a invasão, o que não será possível negociar com Nabucodonosor II.”

  * Wikipédia*

  

   Quer falar de algo mais recente?

   Tudo bem ...

   O território NÃO era formalmente dos islâmicos.

   A resolução 181 da ONU deixa isso bem claro.

   Quem controlava a região era o Império Otomano depois o Império Inglês.

  Não gosto de guerras, mas se acontecem sempre torço para o lado mais civilizado... no caso da guerra fria preferia os americanos, no Oriente Médio prefiro Israel.

 

  Varrer do Mapa - Link



 

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 Resumo:


1. Impacto Econômico Global do Estreito de Ormuz: Você enfatiza a importância estratégica da região, destacando que o bloqueio iraniano em uma via por onde passa 20% do petróleo mundial gera consequências econômicas que afetam todo o planeta.

   

2.  Radicalização Iraniana vs. Concessões: O texto argumenta que, diferentemente de outros países (como a Venezuela), o Irã optou pela radicalização em vez de concessões diplomáticas, mesmo quando as exigências americanas focam na "suavização" do regime e não necessariamente na sua queda.

 

3.  Justificativa para a Presença Militar e Ocupação: Você defende que a resistência e os ataques iranianos justificam uma resposta americana proporcional ("dobrar a aposta"). Argumenta que a morte de soldados em uma eventual invasão legitimaria a ocupação por tempo indeterminado de ilhas estratégicas no Estreito.

 

4.  A Perda de Território como Consequência da Guerra: Um argumento central seu é que a postura do Irã levará à perda definitiva de territórios para os Estados Unidos, traçando um paralelo direto com as derrotas árabes que resultaram em ganhos territoriais para Israel.

 

5.  Crítica ao "Vitimismo" Geopolítico: Você contesta a narrativa de que invasões no Oriente Médio ocorrem "do nada", sustentando que os fatos e as provocações prévias são frequentemente ignorados por quem adota uma postura de vitimismo histórico.

 

6.  Legitimidade Histórica e Jurídica de Israel:

 O texto recupera as raízes do Sionismo e a diáspora judaica (desde 586 a.C.) para afirmar o direito dos judeus de retornarem à sua terra de origem. Além disso, pontua que, juridicamente (Resolução 181 da ONU), o território não pertencia formalmente aos islâmicos antes da criação de Israel, estando sob controle otomano e britânico.

   

 

7.  Alinhamento com o "Lado Civilizado": Você explicita seu critério de apoio em conflitos internacionais, optando pelo que considera o "lado mais civilizado". Isso se reflete na sua preferência pelos EUA durante a Guerra Fria e por Israel no contexto atual do Oriente Médio.


  


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