quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Nigéria Modelos

 




Postagem no Face:  Nigéria torna-se o primeiro país a proibir modelos brancos e britânicos em toda publicidade. 
  "Temos 200 milhões de pessoas lindas aqui ...
vamos usar as nossas".

William: Quando falamos de Índice de Liberdade Econômica a maioria não entende bem o que é.
  Aqui esta um bom exemplo.

  De repente, por um motivo qualquer, uma empresa quer contratar uma modelo e se decidiu por uma com pele clara.
  Não pode, há uma proibição legal.
  Uma intervenção com mão de ferro do Estado no mercado.



  Exemplo:
  Uma empresa de cosméticos sediada na Nigéria, quer internacionalizar seus produtos, buscar uma fatia do mercado europeu ou asiático.
  O Estado a impede, tira sua liberdade de contratar uma modelo que "possivelmente" criaria uma maior identidade com o publico alvo.

  E internamente?
  Se os nigerianos não gostam de modelos brancas, a marca de cosméticos não vai usa-las.
  Se os nigerianos gostam, porque não usa-las!?

  Percebem que a decisão não é mais da oferta e demanda, mas uma imposição do Estado?

  Essa medida é bom para quem?
  É uma reserva de mercado para as modelos negras, elas saem ganhando.
  Aquelas ideologias que promovem "pretos contra brancos" também ganham, agrada os eleitores que ligam para esse tipo de coisa.

  No geral, a maioria da população perde.
  Não conheço muito a fundo o comportamento dos nigerianos, vou falar do Brasil.
  Homens negros no Brasil não tem nenhum tipo de ojeriza gratuita por mulheres brancas.
  Gente feia ou bonita tem em qualquer tom de pele.
  O mesmo serve para as mulheres negras com relação aos homens brancos.

  No Brasil a empresa tem liberdade para contratar o tipo de modelo que preferir... por enquanto.



✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. A proibição na Nigéria é um exemplo claro de falta de compreensão do Índice de Liberdade Econômica — a maioria das pessoas não entende o conceito, mas essa medida ilustra perfeitamente uma forte intervenção estatal no mercado.

 

2. Trata-se de uma intervenção com "mão de ferro" do Estado — o governo proíbe legalmente que uma empresa contrate uma modelo de pele clara (ou branca), mesmo que a empresa decida isso por motivos próprios.

 

3. Impacto na internacionalização das empresas nigerianas — uma empresa de cosméticos local que quer conquistar mercados europeu ou asiático perde a liberdade de contratar modelos que gerem maior identificação com o público-alvo externo, o que o Estado impede diretamente.

 

4. Internamente, a decisão deveria ser do mercado (oferta e demanda) — se os nigerianos não gostam de modelos brancas, as empresas naturalmente não as usariam; se gostam, por que proibir? A escolha deixa de ser das empresas e consumidores e passa a ser uma imposição estatal.

 

5. A medida cria uma reserva de mercado para modelos negras — elas ganham diretamente com a proibição, garantindo empregos e oportunidades que antes poderiam ser disputados em livre concorrência.

 

6. Beneficia também ideologias divisivas ("pretos contra brancos") — agrada eleitores sensíveis a esse tipo de narrativa identitária, servindo a interesses políticos, mas no geral a maioria da população perde com a perda de liberdade econômica.

 

7. Comparação com o Brasil reforça o argumento pela liberdade — no Brasil, não há ojeriza racial gratuita (homens negros não rejeitam mulheres brancas por padrão, e vice-versa; beleza existe em todos os tons), e as empresas ainda têm liberdade para escolher o modelo que preferirem — "por enquanto", sugerindo preocupação com possíveis intervenções semelhantes.

 

   Esses pontos capturam o cerne da sua crítica: a medida nigeriana (como apresentada no seu texto) representa uma violação da liberdade de escolha no mercado, favorece grupos específicos e ideologias polarizadoras, enquanto prejudica o bem-estar geral e o potencial econômico das empresas.


  

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