Em verdade vos digo que o Sionismo era originalmente apenas um movimento para que os judeus tivessem um “país”, voltassem ao local que foram expulsos há milênios pelos árabes.
O objetivo de ter um país para chamar de seu foi alcançado em 14 de Maio de 1948 com o reconhecimento do Estado de Israel.
“Geralmente se atribui o início da primeira diáspora (expulsão) judaica ao ano de 586 a.C., quando Nabucodonosor II — imperador babilônico.
INVADIU O REINO DE JUDÁ, DESTRUINDO A JERUSALÉM, e o Templo; e deportando os judeus para a Mesopotâmia.
Mas esta dispersão se inicia antes, em 722 a.C., quando o reino de Israel ao norte é destruído pelos assírios e as dez tribos de Israel são levadas como cativas à Assíria.
Judá passa a pagar altos impostos para evitar a invasão, o que não será possível negociar com Nabucodonosor II.”
* Wikipédia*
Quer falar de algo mais recente?
Tudo bem ...
O território NÃO era formalmente dos islâmicos.
A resolução 181 da ONU deixa isso bem claro.
Quem controlava a região era o Império Otomano depois o Império Inglês.
Não gosto de guerras, mas se acontecem sempre torço para o lado mais civilizado... no caso da guerra fria preferia os americanos, no Oriente Médio prefiro Israel.
Resumo:
1. Impacto Econômico Global do Estreito de Ormuz: Você enfatiza a importância estratégica da região, destacando que o bloqueio iraniano em uma via por onde passa 20% do petróleo mundial gera consequências econômicas que afetam todo o planeta.
2. Radicalização Iraniana vs. Concessões: O texto argumenta que, diferentemente de outros países (como a Venezuela), o Irã optou pela radicalização em vez de concessões diplomáticas, mesmo quando as exigências americanas focam na "suavização" do regime e não necessariamente na sua queda.
3. Justificativa para a Presença Militar e Ocupação: Você defende que a resistência e os ataques iranianos justificam uma resposta americana proporcional ("dobrar a aposta"). Argumenta que a morte de soldados em uma eventual invasão legitimaria a ocupação por tempo indeterminado de ilhas estratégicas no Estreito.
4. A Perda de Território como Consequência da Guerra: Um argumento central seu é que a postura do Irã levará à perda definitiva de territórios para os Estados Unidos, traçando um paralelo direto com as derrotas árabes que resultaram em ganhos territoriais para Israel.
5. Crítica ao "Vitimismo" Geopolítico: Você contesta a narrativa de que invasões no Oriente Médio ocorrem "do nada", sustentando que os fatos e as provocações prévias são frequentemente ignorados por quem adota uma postura de vitimismo histórico.
6. Legitimidade Histórica e Jurídica de Israel:
O texto recupera as raízes do Sionismo e a diáspora judaica (desde 586 a.C.) para afirmar o direito dos judeus de retornarem à sua terra de origem. Além disso, pontua que, juridicamente (Resolução 181 da ONU), o território não pertencia formalmente aos islâmicos antes da criação de Israel, estando sob controle otomano e britânico.
7. Alinhamento com o "Lado Civilizado": Você explicita seu critério de apoio em conflitos internacionais, optando pelo que considera o "lado mais civilizado". Isso se reflete na sua preferência pelos EUA durante a Guerra Fria e por Israel no contexto atual do Oriente Médio.
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