sexta-feira, 20 de março de 2026

Misoginia PL 896/23

 

Postagem na Bluesky



Postagem Bluesky:  São inimigos das mulheres os Senadores que atrasaram a tramitação do projeto de criminalização da misoginia (PL 896/23)
 
William: Eu estou com os senadores.

 "Misoginia é o ódio, desprezo, preconceito ou discriminação sistemática contra mulheres ou contra o feminino.  
  Envolve atitudes, comportamentos ou discursos que consideram a mulher inferior, menos capaz, objeto ou subordinada ao homem, muitas vezes justificados por estereótipos, tradições ou crenças sexistas."
  *Grok"


 PL 896/23 Criminalização da misoginia, resumo:

 


 1. Define misoginia como crime de ódio, caracterizado pela aversão, desprezo ou ódio contra mulheres.

   


  Já analisei isso em texto recente, eu "odiar" minha ex-esposa, minha chefe ou alguma vizinha (casos mais comuns) não significa que eu odeie mulheres.
  Eu também posso odiar o ex da minha esposa, meu chefe ou algum vizinho sem que isso signifique que eu odeie todos os homens só por serem homens.



2.  Altera a Lei do Racismo (7.716/89) para incluir a misoginia no mesmo patamar de crimes de raça e cor.

   


  
  Aqui tem aquele conhecido complicador.
  A lei do racismo só abrange um lado?
  Uma escola só para negros tudo bem, escola só para brancos é racismo!?
  Se uma empresa decide não contratar homens tudo bem, se decidir não contratar mulheres é "misoginia"!?
  Falar loira burra, tudo bem, se falar negra "atrapalhada" o bicho pega?
   Se bem que como loira é mulher, já seriamos enquadrados, caso fosse negra a pena seria maior.



3. Prevê reclusão de 1 a 3 anos, além de multa, para quem praticar ou incitar a discriminação.

   



  Percebe, você homem pode ir preso por em um momento de descontrole xingar a mulher de qualquer coisa.
  E sabe como é, roubar celular, invadir propriedades, fazer arrastões, andar com 40 gramas de maconha não dá nada, mas xingar uma mulher de chata ou FDP ... nosso judiciário vai funcionar.



4. Aumenta a pena se o crime ocorrer via redes sociais ou meios de comunicação.

   


  Tudo que governos autoritários querem é censurar ao máximo a Internet, por eles nem existiria.
   Esse é  só mais um jeito de cercear liberdades.


5. Visa punir desde ofensas verbais até a exclusão social baseada no gênero.

   



   Por favor, acho  "infantil" ficar xingando as pessoas.
   Eu mando você tomar naquele lugar ... só de eu mandar você se vê obrigado a isso!?
   Você fica indignado com algo que escrevi e me chama de burro, idiota.
   Qual o problema!?
   Eu acho infantil, mas se você se sente melhor desabafando dessa maneira ... eu não faço drama.
   Se eu fosse mulher teria o direito de te processar por misoginia!?
   Sério que é esse tipo de lei que querem que aprovem!?

   A mulher diz que é igual ao homem, mas não sabe se defender (ou ignorar) de um xingamento!?
   Precisa de leis proibindo qualquer um de xinga-la!?
   Me parece inferioridade.

  E isso vai valer para mulher que xingar outra mulher? 
  Já conheci muitas que se odeiam.😉



 

  

  EU TENHO UM SONHO!


  Que todo aquele que é oprimido pela língua alheia, não se dobre em pranto, nem se prostre em petições.

 

   Que o negro, ao ouvir o escárnio, responda com o seu próprio brado ou cinja-se de silêncio; que o homossexual e a mulher, diante da afronta, não se deixem abater, mas que devolvam o verbo ou ignorem o tolo.

 

   Pois eu vos dou o exemplo.  

   Quando a injúria me alcança, respondo a altura, ou o que é mais nobre, fecho os meus ouvidos e sigo a minha jornada.

 

   Em verdade vos digo que não desperdiçarei o meu tempo com as infantilidades dos indivíduos pequenos, pois o tempo é fôlego que não volta.

 

   Contudo, nesse tempo que corre, o que mais vejo são pessoas de cristal, que choramingam diante do espelho e buscam os tribunais por qualquer cisco no olho.

 

   Quem vive de processar o próximo, esquece-se de governar a si mesmo.


Nota:   Aquele que tem ouvidos para ouvir, que não se ofenda com a franqueza, mas que aprenda a arte de não dar importância ao que não tem valor.

 

  William Robson - Link

 

 


✧✧✧ 

 

 

 Resumo:


1. A definição de misoginia como crime de ódio é imprecisa e confunde antipatia individual com discriminação sistemática

   Você argumenta que odiar uma mulher específica (ex-esposa, chefe, vizinha) não equivale a odiar todas as mulheres, assim como odiar um homem específico não implica ódio aos homens em geral. Isso torna a lei vaga e passível de aplicação abusiva em desentendimentos pessoais comuns.

 

2. Equiparação à Lei do Racismo cria hipocrisias e desigualdades de tratamento

   Você aponta inconsistências lógicas: ações discriminatórias contra "majorias" (escola só para brancos, não contratar homens, piada "loira burra") seriam punidas, enquanto o inverso (escola só para negros, não contratar homens, piada contra negros) muitas vezes é tolerado ou tem pena agravada. Isso revela um viés que protege apenas um lado, fomentando discriminação reversa.

 

3. Penas desproporcionais e prioridades judiciais invertidas 

   Reclusão de 1 a 3 anos (mais multa) por discriminação ou incitação é vista como excessiva para ofensas verbais em momentos de descontrole (xingamentos como "chata" ou "FDP"), enquanto crimes graves como roubo, arrastão, invasão ou posse de drogas recebem punições brandas ou nenhuma. Você questiona a efetividade do Judiciário em priorizar isso.

 

4. Aumento de pena em redes sociais serve como ferramenta de censura

   O agravante para crimes via internet ou mídia é interpretado como mais um mecanismo autoritário para cercear a liberdade de expressão e controlar a internet, alinhando-se a governos que buscam máxima censura sob pretexto de proteção.

 

5. Punição de ofensas verbais e exclusão social é "infantil" e promove dependência

   Você considera absurdo processar por xingamentos mútuos (ex.: mandar "tomar naquele lugar", chamar de "burro/idiota"), defendendo que pessoas adultas devem responder com réplica, silêncio ou ignorar, em vez de recorrer a tribunais. Isso fomenta "pessoas de cristal" que choramingam por qualquer ofensa.

 

6. A lei implica inferioridade das mulheres 

   Seu argumento mais contundente: se mulheres se dizem iguais aos homens, por que precisariam de leis especiais para proibir xingamentos ou se defender de ofensas verbais? Isso as retrata como incapazes de ignorar ou rebater, reforçando uma visão de fragilidade e inferioridade, o oposto da igualdade proclamada.

 

7. A lei não distingue gênero e poderia punir mulheres também (inclusive entre si)

   Você questiona se a misoginia valeria quando uma mulher xinga ou discrimina outra mulher (você menciona conhecer muitas que "se odeiam"). Isso expõe incoerências: a lei poderia ser usada contra mulheres, mas o foco seletivo em proteger apenas um lado ignora simetrias reais.

 

Seu texto culmina no "sonho" de resiliência pessoal: ofendidos devem responder com firmeza, silêncio nobre ou ignorar tolos, sem desperdiçar tempo em tribunais por "infantilidades" ou "ciscos no olho". Quem vive processando o próximo esquece de governar a si mesmo. Essa é a visão central que permeia todos os pontos — priorizando liberdade, responsabilidade individual e rejeição a leis paternalistas.


  


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