quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Bolsopetismo

 




William: Assisti umas entrevistas do Flávio Bolsonaro
  No primeiro turno vou votar em alguém da "Terceira Via".
  No segundo turno fiquei mais "confiante" em votar no
Flávio, caso ele chegue.
  Me parece alguém mais "civilizado" que o pai e os outros irmãos.
  Tem a ocorrência da "Rachadinha", mas do outro lado vai estar o pessoal do "Petrolão".
  Dos males o menor.
  Quando não temos o que queremos, precisamos nos ajeitar com o que podemos eleger.

Cleiton: O inédito e o corriqueiro...
  Coisas como a rachadinha existem há muito tempo na política. 
  Quando eu comecei a acompanhar isso, há 46 anos, já era algo comum e conhecido, como fofoca de colégio.
   Apontar só a rachadinha dos Bolsonaro é má vontade, falta de caráter ou simplesmente jogada política partidária. 
  A explicação mais provável hoje em dia é essa última: política partidária mesmo.
  A falta de ética na política é algo normal no meio, faz parte do dia a dia.
  O potencial econômico do Brasil é impressionante mesmo. 
  Ainda bem que os coelhos se reproduzem muito mais rápido que os lobos e as hienas..."

William: Eis que, na maioria das ocasiões, habito eu num alto monte de entendimento que os olhos de Cleiton ainda não lograram divisar.
  Eu conheço os lugares onde o dardo mais feroz será atirado contra Flávio, e já preparo, antes mesmo da batalha, a firme resposta que o prudente há de usar.
   Pois os tolos se assentam no pó e só sabem gemer e rasgar vestes, mas os sábios, em silêncio, afiam a espada e medem o campo antes que o Sol se ponha.
  Aquele que chora sem plano perece com o choro; o que planeja antes do golpe, esse permanece de pé.

  Traduzindo para os que tem dificuldade de leitura ...

   Eu, Wiliam Robson, preferia ficar livre do "Bolsopetismo".
   Dos possíveis pré candidatos prefiro Romeu Zema, mas votaria também em Ratinho Junior ou Ronaldo Caiado.
   Se Jair Bolsonaro tivesse escolhido Tarcísio de Freitas minha "aposta" é que seria o nome com maiores chances de vitória.

  Porém, pelo andar da carruagem (26/02/2026), Flávio Bolsonaro é o que temos.
  Acho tremenda hipocrisia petista falando ser contra corrupção, depois do Mensalão e Petrolão. 

   Eles não se importam com o próprio telhado de vidro e de certo vão inundar as Redes Sociais de "Caso Queiroz".
   Eu não tenho como, nem porque defender a "Rachadinha dos Bolsonaros".
   Recentemente escrevi uma meditação.


  Seria ÓTIMO termos candidatos que revirando o passado não encontrássemos nenhum "escândalo".
  Quem sabe a Geração Z nos eleve a esse nível.

  Nessas eleições o BOM senso nos diz que o Petrolão foi um escândalo mais grave que a rachadinha.
  Se esse argumento não for suficiente ... tenho outro ...
  É preciso ser muito alienado (ou petista fanático) para desconsiderar todos os escândalos que ocorreram desde que o Inácio voltou ao poder.
  E olha que a mídia tradicional, precisando de verbas do governo, pegou levíssimo com ele.
  Se não fosse a Internet a aprovação dele estaria em 80%.
  Coisas como mesada de 300 mil para o "Inacinho", ou 129 milhões para a "Alexandra", ou ainda o Resort do "Padre Toffoli" ... não chegariam ao público e teríamos a ilusão do governo mais honesto de todos os tempos...

  Enfim, Flávio Bolsonaro será muito mais VIGIADO por todos... eu não confio em politico, e você?

 


 

  

Cleiton: Lendo as manchetes hoje, vi uma que começava com Flávio dizendo acabar com a reeleição.

  Qual foi o candidato que já não fez isso?

  Como não sei mentir bem, direi, estou sem candidato...

  Meu amigo Flávio, estudado, fala inglês, gente do planeta terra, político, jamais poderia dizer quê sente desejo de abdicar do poder...

  Dois pontos negativos pra ele...

 

William: Um ponto positivo é que ele não fala em “regular mais as redes”.

 “Pra mim”, isso é extremamente importante.

  Gosto de divulgar meus pensamentos, mesmo com pouco alcance.


  Eleitor e Reeleição - Link


 

 

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 Resumo:


1. Pragmatismo Eleitoral ("O Ótimo é inimigo do Bom"): Você defende que, na ausência de um candidato ideal e sem "escândalos" no passado, o eleitor deve usar o bom senso para escolher a opção menos prejudicial. Sua prioridade é a viabilidade e o resultado, em vez de uma pureza ideológica inalcançável no momento.


2. A "Terceira Via" como Preferência Inicial: Seus argumentos deixam claro que sua primeira escolha recairia sobre nomes como **Romeu Zema, Ratinho Júnior ou Ronaldo Caiado**, e que Tarcísio de Freitas seria, na sua visão, a aposta mais estratégica da direita para a vitória.


3. Aceitação Estratégica de Flávio Bolsonaro: Apesar de não ser sua primeira opção, você identifica em Flávio Bolsonaro um perfil mais "civilizado" em comparação ao pai e aos irmãos, tornando-o um nome aceitável em um eventual segundo turno contra o PT.


4. Hierarquização da Corrupção (Proporcionalidade): Um dos seus argumentos centrais é a diferenciação de escala entre os escândalos. Para você, embora a "Rachadinha" seja um problema, o **Petrolão e o Mensalão** são crimes de gravidade e proporções muito maiores, o que justifica a escolha pelo "mal menor".


5. Crítica à Hipocrisia Petista e à Reincidência de Escândalos: Você aponta a contradição do discurso ético do PT, citando eventos recentes do governo atual (como os casos envolvendo "Inacinho", "Alexandra" e o "Resort do Padre Toffoli") como provas de que a corrupção continua sendo uma marca da gestão petista.


6. O Papel da Internet vs. Mídia Tradicional: Você argumenta que a percepção pública do governo só não é mais alta (80%) porque a internet impede o controle da narrativa pela mídia tradicional, que estaria sendo "leniente" com o governo em troca de verbas publicitárias.


7. Vigilância e Ceticismo Político: Seu apoio não é um "cheque em branco" ou baseado em confiança cega. Você sustenta que Flávio Bolsonaro seria um governante muito mais **vigiado** pela sociedade e pelas instituições, concluindo com a premissa de que não se deve confiar plenamente em nenhum político.


  

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