Adriano: Comunicação é poder… quem controla o mundo controla com comunicação subentendida?
Em todos os patamares?
William: O mundo é muito grande, não tem como alguém controlar.
Ainda mais agora com a informação tão descentralizada.
Veja o caso do YouTube, são tantos vídeos diários, de tanta gente diferente que a Google pode até colocar algum filtro, mas muita coisa só consegue coibir depois que já foi postado e se começar censurar demais as pessoas acabam buscando alternativas.
Há grupos poderosos?
Claro que há, mas não consigo nem os imaginar concordando 100% em tudo.
Grupos de mídia asiáticos, árabes, americanos, europeus ... defendendo sempre os mesmos interesses!?
A Globo (sempre tão citada) não tem mais tanta força nem no Brasil, imagine em outros países.
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| Teoria do Eles - Link |
Genivaldo: “Você (William) disse: ‘Se sempre fazem a mesma coisa, não espere resultado diferente’.
Mas também diz que o governo é a vontade do povo.
E se for o contrário?
E se o governo manipula a vontade do povo?
A própria esquerda passou anos acusando a Globo de fabricar opinião e moldar desejos.
Nesse quesito de manipulação, eles sempre estiveram na frente, apontando o dedo para todo mundo.
Não custa admitir: a esquerda tem uma capacidade impressionante de manipular e convencer.
Ninguém sustenta 46 anos prometendo as mesmas coisas sem um poder enorme de persuasão.
Como na frase: ‘Eu não sabia que precisava me salvar, até o dia em que alguém me trouxe Deus e o diabo’.”
William: “Se sempre fazem a mesma coisa, não esperem resultados diferentes”.
Esse pensamento foi popularizado em grupos de Alcoólicos Anônimos, o individuo sabe das ocorrências previsíveis ao beber demais, se continua bebendo como esperar resultados diferentes!?
Cada individuo sabe as consequências de votar em corrupto, se continua votando ...
Em 1980 aconteceu a fundação do PT, ou seja, para o Genivaldo esquerda é PT.
Karl Marx deve estar se revirando no túmulo 😂.
O Capital, livro que foi um marco do "pensamento de esquerda" foi publicado em 1867.
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| Regime Militar - Link |
Resumo:
1. Impossibilidade de Controle Global Absoluto: Você argumenta que o mundo é vasto demais para ser controlado por um único grupo ou entidade. A complexidade das relações globais e a diversidade de interesses (asiáticos, árabes, americanos, etc.) tornam improvável uma coordenação 100% unificada.
2. Descentralização da Informação como Barreira ao Controle: A era digital, exemplificada pelo YouTube e redes sociais, pulverizou a comunicação. Para você, o volume de dados é tão grande que qualquer tentativa de censura ou filtro total é ineficaz, pois o público migra para alternativas se houver excesso de controle.
3. Responsabilidade Individual no Processo Democrático: Um dos seus argumentos mais fortes é que o eleitor tem ciência das consequências de suas escolhas. Se o indivíduo vota em políticos corruptos sabendo dos resultados previsíveis, a culpa não é apenas da "manipulação", mas da decisão consciente de repetir o erro.
4. A "Manipulação" não anula a Lógica: Você refuta a ideia de que o Brasil segue certos caminhos apenas por ser "manipulado". Para você, essa tese não resiste a uma análise lógica, pois as informações estão disponíveis para quem decide pensar por conta própria.
5. A Soma das Decisões Individuais dita o Rumo da Nação: O destino do país não é um plano secreto de uma elite, mas o resultado estatístico e prático da vontade predominante da população. O governo, portanto, acaba sendo um reflexo das escolhas feitas pelos indivíduos.
6. Contextualização Histórica do Papel do Estado: Você utiliza exemplos históricos (como o Regime Militar e Getúlio Vargas) para mostrar que a intervenção estatal e ações "mais à esquerda" na economia não começaram com o PT. Isso serve para desmistificar narrativas que atribuem a apenas um grupo a origem de certas práticas governamentais.
7. Crítica à Polarização e ao Rótulo de "Narrativas": Você defende que a adesão ao Bolsonarismo ou ao Lulismo é, em última última análise, uma escolha do indivíduo. Seu ponto de vista se coloca como observador que busca se distanciar de defesas apaixonadas de partidos, focando na liberdade de escolha e na análise dos fatos.
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