Alex: É triste perceber que boa parte dos textos aqui do Substack parecem feitos por… bem… o CHATGPT! Sequer percebem que a máquina tem uma linguagem viciada e que não consegue negar a sua “essência artificial”.
William: Escreva mais textos, ataque menos a tecnologia.
É o que eu faço.
Quem não faz parte da solução...
Alex: Talvez você não tenha notado, meu caro amigo William, mas a minha crítica não foi ao CHATGPT.
Mas justamente às pessoas que querem enganar seus leitores com textos artificiais como se fossem escritos por elas mesmas.
A IA não passa de ferramenta.
Se eu quiser ler algo feito por uma IA, eu abro o chatgpt não o Substack.
Apenas isso.
William: Defendo a liberdade de expressão, você pode criticar quem quiser.
Minha “crítica” é ás pessoas que se arvoram em proteger as outras do que elas acham que é uma grande ameaça.
Ou outros fazendo sucesso usando a IA te incomoda?
Decifre-se! 😉
A ferramenta está ai, é para usar.
O cidadão deu uma ideia central, a IA desenvolveu.
O leitor gostou do que leu?
Por mim tudo bem.
Indo para algo mais relevante ... no Brasil está cheio de “autoridades” que se arvoram em proteger o cidadão de “ataques a democracia” e "discursos de ódio".
Querem “regulamentar” a IA, censurar a Internet ao máximo.
Depende de quem escreve ...
Fábio: A internet virou uma arma de pirataria global.
A questão não é onde isso para, mas como escapar desses "salteadores invisíveis".
Como pessimista, prevejo um futuro de desconfiança absoluta.
Entre a vigilância extrema de câmeras e o rastreio policial de celulares, resta a dúvida: como saber quem é real?
Logo veremos o celular não como ferramenta, mas como um vigia e perseguidor onipresente.
William: Qual a vantagem de morar numa cidade pequena onde todos se conhecem e todo mundo sabe da vida de todos?
As pessoas se AUTOCONTROLAM mais, sabem que o que fizerem de errado ou antiético virá a público.
No geral eu acho bom.
O anonimato favorece os mal caráter.
Não sou mal caráter, não tenho com o que me preocupar.
Você tem?
Fábio: É bom, ver só o lado bom... o lado ruim, é saber que a pessoa mais inocente e gente boa da sua vizinhança, podem fazer vários males a você e a seus parentes...
Ah se a IA só servisse para o bem...
Sabia que a melhor utilidade aventada pela Internet era o serviço médico?
É melhor nem falar o que se pode fazer hoje... e por quem.
William: Não sou maniqueísta.
Estou mais para Taoísta.
Mas prefiro me classificar como Livre Pensador.
Se não entendeu ... peça ajuda a alguma IA.😉
✧✧✧
Resumo:
1. Defesa da liberdade de expressão e do uso da IA.
Você argumenta que criticar a tecnologia é legítimo, mas atacar quem usa IA
ou quem não considera isso uma ameaça real é desnecessário.
A IA é
simplesmente uma ferramenta para ser usada.
2. Crítica à ideia de que textos gerados por IA enganam
leitores.
Você refuta a noção de que artigos feitos com ajuda de IA seriam
automaticamente enganosos ou inferiores, ressaltando que a ferramenta em si não
invalida o conteúdo.
3. Liberação da ferramenta para quem quiser utilizar.
Para você, o leitor decide se gosta ou não do que lê; se algo escrito com IA
agrada, isso não deveria ser um problema.
4. Questionamento da crítica moral exagerada.
Você
pergunta se o crítico deseja “proteger leitores que nem conhece”, sugerindo que
algumas críticas à IA podem ser mais motivadas por incômodo com o sucesso
alheio do que por preocupações legítimas.
5. Opinião sobre anonimato e confiança online.
O texto
aborda a visão pessimista de um comentarista sobre vigilância e anonimato na
Internet, contrastando com seu ponto de vista mais equilibrado.
6. Valorização de contextos sociais pequenos.
Você
comenta que morar em uma cidade pequena, onde as pessoas se conhecem e se
autocontrolam, pode ser vantajoso, especialmente em termos de ética e
responsabilidade social.
7. Sua postura filosófica pessoal.
Você se descreve não
como maniqueísta, mas como alguém com uma perspectiva influenciada pelo Taoísmo e pelo livre pensamento, não vê a IA como algo inerentemente
bom ou ruim apenas útil e disponível.
.