domingo, 1 de março de 2026

Poder de Compra

 

  
Pintanael: O meu avô tinha um Monza.
  O meu pai tinha um Fiat Premium 91.
  Eu tenho o menor poder do compra da história!

William: Você tem o mal da atualidade o "coitadismo".😉
 
  "O poder de compra no Brasil cresceu muito de 1990 a 2024! 
  PIB per capita US$ 12.272 (1992, mínimo próximo) para US$ 19.648 em 2024. 
   O brasileiro médio compra bem mais bens/serviços hoje. 
   Salário mínimo real também dobrou vs. anos 90 pós-Plano Real. 
   Avanço real apesar de crises!"
   *Grok*

   Não tanto por nossas políticas econômicas, mas pelo avanço da tecnologia.
   Porem o Plano Real foi uma grande marco
   Telefone (só um exemplo) era caríssimo.
    Comparar os carros zero de hoje com os do passado ... não dá.
    Itens de luxo como ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag ... viraram itens de série.
    E carro usado está muito mais barato que no passado.
    Carro de pessoas bem pobres é carro com mais de 10 anos, a maioria dos que eu tive foi assim.

  No mais são decisões pessoais, sorte ou azar...
Pintanael: Você deve ter lido Keynes e acreditado nele. 
  Você deve ter visto no site do Banco Central que inflação é aumento de preços e acreditado nisso. 
  Você deve ter visto nas redes oficiais no Governo Federal que a inflação ano passado foi quase de 5% e aceitado. 
  Você deve ter visto o Ministro da Fazenda dizer que a taxação dos produtos eletrônicos não vai aumentar os preços e acreditado.
  Eu não tenho tanta fé assim no Estado de Bem Estar Social.

William: Sou centro direita, tenho certeza que estaríamos bem melhor se o brasileiro não fosse tão "mais à esquerda".
  Fernando Henrique, apesar de ser de esquerda, fez reformas importantes "neoliberais".
  Como eu disse foi isso e o avanço da tecnologia.
  De maneira nenhuma acho que o Brasil esta bem, espero que a ideologia nefasta que mantemos por tanto tempo chegue ao fim nas próximas eleições.
  Queria Romeu Zema, mas já me contento com o Flávio.

Pintanael:  “O Real Brasileiro (BRL) perdeu mais de 80% do seu valor de 1994 a 2024.”

 William: Humm … estamos falando de poder de compra.
  Sim, a moeda desvalorizou, mas você ganha mais moedas.
  Vamos focar no salário mínimo que é mais fácil de pesquisar.

  1994: R$ 70,00 (valor mínimo vigente após o início do Plano Real)
  2024: R$ 1.412,00

  Viu, do  jeito que você fala parece que a moeda desvalorizou e não houve compensação salarial.



✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. Combate ao "Coitadismo" Geracional: Você inicia contestando a visão pessimista de que as gerações atuais possuem o menor poder de compra da história, classificando essa percepção como um "mal da atualidade".


2. Crescimento Real dos Indicadores Econômicos: Você utiliza dados (como o PIB per capita e o salário mínimo real) para demonstrar que, numericamente, o brasileiro médio tem hoje uma capacidade de adquirir bens e serviços significativamente maior do que na década de 90.


3. O Impacto do Plano Real: Você identifica o Plano Real como um marco fundamental para a estabilização e para o avanço do poder de compra, servindo de base para o crescimento econômico subsequente.


4. Papel Preponderante da Tecnologia: Um argumento central seu é que o aumento do bem-estar não se deve apenas a políticas econômicas, mas ao avanço tecnológico, que barateou a produção e democratizou o acesso a produtos antes inacessíveis.


5. Democratização do Consumo (Exemplo do Telefone):** Você cita a telefonia como um exemplo claro de evolução: o que antes era um bem de luxo caríssimo tornou-se um item básico e acessível a quase toda a população.


6. Evolução da Qualidade e Itens de Série:Você argumenta que não se pode comparar carros do passado com os atuais de forma direta, pois itens que eram luxo (ar-condicionado, airbag, direção hidráulica) hoje são padrão, oferecendo muito mais valor pelo dinheiro investido.


7. Acessibilidade do Mercado de Usados: Você destaca que o mercado de veículos usados permite que pessoas com menor renda possuam bens que, em décadas passadas, seriam proibitivos, reforçando que o acesso ao consumo se expandiu.


  

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