quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Deus e os Dados

 




William: A existência de espíritos (Deus) não precisa ser provada para avaliarmos seus efeitos práticos. 
  A fé (crença) existe como fato mental e influencia o comportamento.
  Exemplo: Quem acredita (tem "Fé) que casamento pode dar certo, casa. 
  Segundo estudos, ganha até 17 anos de expectativa de vida. 
  Casar, adapta melhor o individuo à sociedade.

   Pelo método científico (evidências históricas + dedução lógica), nenhuma sociedade ateia superou as religiosas em organização e resultados duradouros.    
   Ateus não apresentam bons exemplos coletivos.

   Se ateus descartarem URSS e regimes comunistas como “ateus de verdade”, o ateísmo nunca conseguiu formar nação viável. 
  Se os aceitam, tampouco superaram nações teístas em prosperidade e qualidade de vida.

    Religião é parte da cultura, não a cultura toda.     
    Falhas (corrupção no Brasil, por exemplo) vêm de escolhas culturais, não de mandamentos cristãos.

    A maior falha dos ateus (pra mim) é a insistência marxista ao chegar ao poder, gerando ditaduras e culto de personalidade. 
   Se ateus optassem por "Adam Smith", os resultados seriam melhores...


Lisandra: O texto é conceitualmente confuso e metodologicamente desonesto. 

  Alternativamente dados empíricos quando convém e subjetividade quando precisa forçar clareza. 

  Em nenhum momento demonstra causalidade entre ateísmo, comunismo ou falha social. 

  Apenas sugiro.

 

  A tentativa de associar o ateísmo ao comunismo ignora fatos históricos básicos. 

  Adolf Hitler era abertamente agnóstico e liderou um regime de extrema-direita. 

  Do outro lado, há vários governos conservadores e autoritários profundamente ancorados na religião.    

  Logo, religião ou ausência dela não explicam modelo político nem eficiência social.

 

  Quando entra no tema islâmico, o texto simplesmente abandona qualquer rigor e recua.   

   Reconhece a complexidade, mas não é enfrentado.     Isso desmonta o próprio argumento, pois mostra que você escolhe onde aplicar a análise e para onde fugir.

   A afirmação de que a não crença é uma falha intelectual completa. 

  Ignora figuras como Albert Einstein, que rejeitou religiões institucionais durante quase toda a vida. 

  Usá-lo seletivamente, omitindo esse dado, é manipulação retórica.

 

  Dizer que ateus são “mais evoluídos” ou menos evoluídos porque acredito ou não em algo que não se prova é vazio. 

  Não há embasamento filosófico nem científico. 

  É apenas julgamento moral disfarçado de argumento.

 

  A religião e a filosofia sempre funcionaram como estruturas de organização e controle social. 

  Isso não é polêmico, é histórico. 

  As civilizações criam narrativas para ordenar massas, legitimar o poder e reduzir a incerteza existencial. 

  Quem não acredita nelas não vive sem leis, vive por leis concretas, verificáveis ​​e negociadas socialmente.

 

   O texto não demonstra que as sociedades religiosas prosperam por causa da religião. 

   Apenas observei que prosperaram coexistindo com ela. 

  Correlação não é causa. Misturar fé, método científico e ideologia política dessa forma não é reflexão profunda, é confusão conceitual.

 

   No fim, o artigo não sustenta a tese que se propõe.   

   O que aparece são problemas de coerência interna e uso seletivo de provas.

 

 

 


Lisandra:  “Sua tentativa (William) de associar o ateísmo ao comunismo ignora fatos históricos básicos.”

William: Será?

  "A URSS perseguiu religiões, especialmente em vários períodos de sua história
  De forma resumida:
  Ideologia oficial: o ESTADO SOVIÉTICO ERA ATEU e via a religião como algo incompatível com o socialismo (inspirado no marxismo).
  Anos iniciais (Lenin e, sobretudo, Stalin): houve forte repressão. 
  Igrejas, mesquitas e sinagogas foram fechadas ou destruídas; líderes religiosos foram presos, exilados ou executados.
  Cristianismo, islamismo e judaísmo foram alvos, com destaque para a Igreja Ortodoxa Russa.
  Educação e propaganda promoviam o ateísmo científico e ridicularizavam a fé.
  Segunda Guerra Mundial: Stalin relaxou parcialmente a repressão para mobilizar apoio popular.
  Pós-guerra: a perseguição voltou a se intensificar, especialmente sob Khruschov.
  Décadas finais: houve certo abrandamento, mas a religião continuou vigiada e controlada pelo Estado.

  Em resumo: não era apenas separação entre Estado e Igreja, mas um projeto ativo de enfraquecimento e controle da religião."
  *Grok*

Lisandra: “Adolf Hitler era abertamente agnóstico e liderou um regime de extrema-direita.”

William: A direita prega estado mínimo, a extrema direita prega Libertarianismo.
  Vimos estado mínimo na Alemanha Nazista quando!?


Lisandra: “A afirmação de que a não crença é uma falha intelectual completa, ignora figuras como Albert Einstein, que rejeitou religiões institucionais durante quase toda a vida.”

William: Pode copiar e colar onde “eu” escrevi que a “não crença” é uma falha intelectual completa?

  Rejeitar religiões institucionais não é sinônimo de ser ateu.
  Eu (e bilhões) não frequento igrejas e não me declaro ateu.
  Einstein até disse a celebre frase:

Nota: Poderia comentar mais coisas sobre o comentário da Lisandra, mas fico por aqui, acredito que se houve algum equivoco ... foi da parte dela.
  Meus argumentos são bem consistentes, o dela são mais narrativas que repetem feito papagaio sem analisar os fatos usando a lógica.

✧✧✧ 

 

Resumo:

 

1. A crença em Deus (ou espíritos) tem efeitos práticos mensuráveis, influencia comportamentos reais, mesmo que Deus e espíritos não existam de fato.

 

2. Pelo critério científico (evidências históricas + lógica dedutiva), nenhuma sociedade ateia superou as religiosas em organização, estabilidade e resultados duradouros ao longo da história.

 

3. Ateus não apresentam exemplos coletivos positivos robustos: ou negam que URSS e regimes comunistas sejam "ateus de verdade" (então ateísmo nunca formou nação viável), ou os aceitam (e mesmo assim não superaram nações teístas em prosperidade e qualidade de vida).

 

4. Falhas sociais (ex.: corrupção no Brasil) derivam de escolhas culturais, não de mandamentos religiosos em si; religião é apenas parte da cultura, não a totalidade dela.

 

5. A maior falha prática do ateísmo organizado é a tendência marxista ao chegar ao poder, gerando ditaduras, culto de personalidade e repressão — resultados seriam melhores se optassem por visões de centro-direita/liberalismo clássico (ex.: "Adam Smith").

 

6. A URSS exemplifica ateísmo estatal oficial e militante: ideologia marxista promovia ateísmo científico, fechava igrejas, perseguia líderes religiosos e reprimia a fé em vários períodos — não era mera ausência de religião, mas hostilidade ativa.

 

7. Rejeitar instituições religiosas (como fez Einstein ou bilhões de pessoas, inclusive você) não equivale a ateísmo: muita gente mantém crença em Deus sem frequentar igrejas ou aderir a dogmas organizados.

 

  Esses pontos capturam o cerne da sua defesa pragmática e baseada em dados/história, em vez de argumentos puramente teológicos.


  

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