domingo, 4 de janeiro de 2026

Filosofia do Pós-Punk



  

Comentarista: Esse individualismo exacerbado que surgiu depois da pandemia não é sustentável a longo prazo


  Eu, às vezes, me desanimo com as atuais circunstâncias no Brasil. 

  Vou explicar por quê: eu sou formado em Filosofia.    Eu me formei antes da pandemia e eu estudo Filosofia da Arte Contemporânea, com foco em influência filosófica no pós-punk e metal. 

  Eu estou no meio do metal, pós-punk e motoclubismo desde os 16 anos; fiz trabalho social na Colômbia e Argentina e sempre mantive contato com universidades da América do Sul. 

  Então, além de fazer parte de uma tradição filosófica e cultural rebelde, eu sempre tentei ser coerente com minhas opções filosóficas na minha vida.

   Mas tem uma coisa que me incomoda profundamente: desde a pandemia, parece que as pessoas estão cada vez mais acomodadas, agindo de forma individualista e com uma visão de mundo cada vez mais distante uma da outra. 

  Parece que a gente não vive mais em sociedade, mas em um amontoado de gente que somente pensa em seus lucros imediatos.

   Enquanto nos movimentos culturais de que eu participo tem um foco em irmandade, parece que cada vez mais a cultura majoritária e o modelo econômico atual focam numa ideia de cada um por si; mas isso não é sustentável a longo prazo.



  William: Com a chegada do 4G em 2014 e maior popularização dos smartphones, a informação descentralizada se alastrou.

  Tanto que tivemos o primeiro governo de direita no Brasil em 2019.


  Governo de Direita no Brasil - Link



  Infelizmente estava a frente (na Presidência) o atrapalhado Bolsonaro e ainda tivemos 2 anos de pandemia.

  Entretanto a pandemia forçou mais pessoas a navegarem pela Internet, entre uma compra e outra participavam ou pelo menos viam diversas discussões.

  Ou seja, a informação descentralizada foi impulsionada como nunca no Brasil.

  Mais pessoas estão cientes que o Socialismo é uma furada e que ser de direita não é sinônimo de não conseguir viver na coletividade.

  A pessoa assume mais suas próprias responsabilidades e não espera tudo de algum "Pai Estado".


 

  

 Comentarista: ”Eu me formei antes da pandemia e eu estudo Filosofia da Arte Contemporânea, com foco em influência filosófica no pós-punk e metal.”



  Por exemplo, no passado essa apresentação poderia causar um certo impacto positivo, principalmente em pessoas que estudaram pouco.

  Hoje em dia qualquer um pode pesquisar do que se trata.


  Perguntei ao GPT o quanto esse tipo de formação é importante para sociedade como um todo?

  Resumindo a resposta foi:


 - Não gera utilidade técnica direta (não resolve problemas materiais imediatos)

 - Não é essencial para serviços básicos (saúde, engenharia, infraestrutura)

 - Seu impacto depende fortemente da capacidade comunicativa do indivíduo.


   Mesmo que a pessoa tenha boa capacidade de comunicação, algum efeito "bom", depende muito do que ela comunica, quais ideias defende ...



  Ciências Sociais - Link








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   No passado, apresentar-se como formado em áreas abstratas e especializadas (ex.: Filosofia da Arte Contemporânea com foco em pós-punk e metal) impressionava, especialmente pessoas com menos estudo; hoje, qualquer um pode pesquisar rapidamente o conteúdo e avaliar sua relevância.
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https://filosofiamatematicablogger.blogspot.com/2026/01/filosofia-do-pos-punk.html

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  Resumo

 

1. Descentralização da informação a partir de 2014:      Com a chegada do 4G e a popularização dos smartphones, a informação deixou de ser controlada por poucos veículos tradicionais e se espalhou de forma descentralizada no Brasil.

 

2. Impacto político direto: Essa descentralização da informação foi decisiva para a eleição do primeiro governo explicitamente de direita no Brasil em 2019 (governo Bolsonaro).

 

3. Fatores que atrapalharam o potencial: Apesar do avanço ideológico, o governo foi prejudicado pela figura "atrapalhada" de Bolsonaro e pelos dois anos de pandemia, que limitaram os resultados práticos.

 

4. Efeito acelerador da pandemia: Paradoxalmente, a pandemia forçou milhões de pessoas a usarem mais a internet (compras online, trabalho remoto etc.), expondo-as a discussões políticas e ideológicas que antes não acompanhavam.

 

5. Maior conscientização ideológica: Como resultado, mais brasileiros entenderam que o socialismo é "uma furada" e que ser de direita não significa rejeitar a vida em coletividade, mas sim assumir responsabilidades individuais em vez de depender de um "Pai Estado".

 

6. Mudança no valor percebido de certas formações acadêmicas: No passado, apresentar-se como formado em áreas abstratas e especializadas (ex.: Filosofia da Arte Contemporânea com foco em pós-punk e metal) impressionava, especialmente pessoas com menos estudo; hoje, qualquer um pode pesquisar rapidamente o conteúdo e avaliar sua relevância.

 

7. Baixa utilidade prática de certos cursos para a sociedade: Você consultou o GPT e resumiu que esse tipo de formação não gera utilidade técnica direta, não é essencial para serviços básicos (saúde, engenharia, infraestrutura) e seu impacto positivo depende quase inteiramente da capacidade de comunicação do indivíduo e, principalmente, das ideias que ele defende.


  


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