sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Libertarianismo




 

 Freud:

 “Não é possível mudar uma pessoa sem que ela queira. Mas é possível adoecer e arruinar a própria vida tentando fazer isso."

 

  Viktor Frankl anos mais tarde:

 “Quando não somos mais capazes de mudar uma situação, somos desafiados a mudar a nós mesmos.”

 

 Postagem no Substack

 



William: Isso serve para povos também.
  Muitos criticam os Estados Unidos por não ter intervindo mais fortemente na Venezuela.
  Mas latinos (sem generalização) gostam de um estado paizão.
  Isso só vai mudar se o povo quiser, não adianta forçar nem perder vidas de soldados americanos.

Paulo: Tem coisas que não vou ver, dentre elas, algumas, será muito bom... 
  Outras eu já lamento muito, tipo um presidente universal Americano.
 
William: Presidente universal americano? 😉
  Não sei como isso poderia acontecer.
  O mandato de Trump termina em 20 de Janeiro de 2029.
  Mas lá por Julho de 2028 ele já não apitará muita coisa, dizem que é a fase "pato manco" da Presidência.
  Trump esta cometendo alguns excessos, acredito que o eleitor americano vai olhar para isso ao eleger o próximo presidente.
  Mesmo que seja outo do partido Republicano, deverá se mostrar mais moderado.
  Se fosse a China ou a Rússia no lugar dos Estados Unidos ai sim deveríamos ficar preocupados.
  Quando termina o mandato de Xi?
  Quando termina o mandato de Putin?

  Não sei o que vou ver ou não.
  Mas estou esperançoso.
  A Internet começou espalhar mais informações para humanidade.
  As IAs me parece que vão espalhar mais lógica, e isso é quase tudo que precisamos para dar um salto “evolutivo”.
  As IAs ainda estão contaminadas com muita ideologia.
  Mas percebo que por serem maquinas a lógica vai prevalecendo.

Paulo: Máquinas vão para onde o homem quer.

William: Quanto mais mentes lógicas, mais isso afeta as maquinas.
  Exemplo.
  Mais pessoas percebendo que o Nazismo não tem como ser de direita, vão inundando a internet com esse novo pensamento, a IA segue por ser uma constatação lógica.




 

  Pensamento de DIREITA

 

  Se analisarmos a obra de Adam Smith, podemos classifica-lo como Centro Direita.

  Defendia um Estado Forte, mas que não  intervisse tanto como ocorria no Mercantilismo, deixasse o Mercado livre tanto quanto possivel.

 

  O conceito explícito e moderno de "Estado mínimo" NÃO vem diretamente de Smith nem dos liberais clássicos do século XVIII/XIX, “Escola  Austríaca”.

 

  O termo "Estado mínimo" ganhou forma moderna e foi popularizado por Robert Nozick (1938–2002), um filósofo americano, em seu livro seminal Anarquia, Estado e Utopia (1974).

  Nozick defendeu filosoficamente que o único Estado moralmente justificável é o minarquista (ou Estado mínimo)

  Hoje isso se refere ao libertarianismo.

 

  Entretanto de 1900 a 1928 podemos dizer que os americanos testaram o conceito de “Estado Mínimo” e aconteceu a crise monumental de 1929.

  No geralzão podemos dizer que voltaram para a Centro Direita defendida por Adam Smith e ... por mim.

  Por ter nascido muito depois do companheiro Adam e ter estudado sobre todas essas experiências históricas tento divulgar em linguagem moderna as variações do que chamamos de “pensamento de direita”.

  Observem que não tem nada a ver como o que acontecia na Itália de Mussolini ou na Alemanha de Hitler.

  Se Fascismo e Nazismo defendiam BAIXA INTERVENÇÃO DO ESTADO em tudo ... então nem sei o que dizer ... me ajudem, devo estar alucinando como alguma IA 😂

 


  Enfim:

  Usar o termo "Extrema Direita" com referência ao Libertarianismo ou Anarcocapitalismo eu entendo.
  Usar como referência ao Fa*cismo ou Nazi*mo ... não tem LÓGICA.


✧✧✧

 

Resumo:

 

1. Classificação de Adam Smith como Centro Direita — Você defende que Adam Smith pode ser classificado como centro-direita, pois advogava um Estado forte (mas limitado), que interviesse menos que no mercantilismo, permitindo o máximo possível de liberdade de mercado.

 

2. O conceito moderno de "Estado mínimo" não vem de Smith nem dos liberais clássicos — Você argumenta explicitamente que o termo e a defesa filosófica moderna do "Estado mínimo" (minarquista) surgiram com Robert Nozick em Anarquia, Estado e Utopia (1974), e não diretamente de Smith ou da Escola Austríaca do século XVIII/XIX.

 

3. Libertarianismo como referência atual ao Estado mínimo — Hoje, o conceito de Estado mínimo refere-se diretamente ao libertarianismo (especificamente o minarquismo), que você apresenta como a evolução lógica e filosófica dessa ideia de governo moralmente justificável limitado à proteção básica.

 

4. Experiência histórica americana com "Estado mínimo" e retorno ao centro-direita — Você aponta que os EUA testaram algo próximo ao Estado mínimo entre 1900 e 1928, mas a crise de 1929 levou a um retorno ao modelo centro-direita de Adam Smith — posição que você adota pessoalmente, por ter estudado as experiências históricas.

 

5. Distinção clara entre libertarianismo e fascismo/nazismo — Você critica fortemente a associação lógica entre libertarianismo/anarcocapitalismo e fascismo/nazismo, argumentando que esses regimes não defendiam baixa intervenção estatal; rotulá-los como "extrema direita" é ilógico, e o libertarianismo nada tem a ver com Mussolini ou Hitler.

 

6. Crítica ao intervencionismo forçado e defesa da mudança voluntária — Usando Freud e Frankl, você aplica a ideia de que nem indivíduos nem povos mudam sem querer; forçar intervenções (ex.: EUA na Venezuela) é inútil e custoso, pois latinos tendem a preferir um "estado paizão" — mudança só ocorre se o povo desejar.

 

7. Otimismo com a lógica prevalecendo via internet e IAs — Você expressa esperança de que a internet espalhe informações e as IAs promovam mais lógica (apesar de ainda ideológicas), levando a um salto evolutivo humano; mais mentes lógicas influenciam as máquinas e corrigem narrativas erradas (ex.: nazismo ser de direita).

 

  Esses pontos capturam o cerne dos seus argumentos: defesa do centro-direita smithiano como equilíbrio prático, origem moderna do libertarianismo com Nozick, rejeição de rótulos equivocados à direita e ênfase na mudança voluntária e na lógica como forças transformadoras.

 

  


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