Amar é sentir e demonstrar profundo afeto, carinho ou estima por alguém ou algo; querer o bem do outro, com dedicação, ternura e, muitas vezes, sacrifício.
Vai além do sentimento: envolve escolha, cuidado e ação pelo bem estar alheio.
(Dicionários)
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Resumo:
1. Cristianismo é tolerante a críticas e evoluiu — Você não tentaria desconverter um cristão, pois vê o cristianismo como uma religião boa por aceitar críticas (diferente do passado); o maior risco é o cristão tentar converter você.
2. Base ampla vs. doutrina limitada — Sua argumentação vem de conhecimento amplo (leitura completa da Bíblia e mais), enquanto a dos cristãos geralmente se baseia só na doutrina.
3. Mandamento "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" é irrealista na prática — Diante da natureza humana, é impossível amar literalmente qualquer pessoa (inimigo, estrangeiro, desconhecido) com o mesmo afeto e sacrifício que se tem por si mesmo ou entes queridos.
4. Definição de amar exige ação prática — Amar não é só sentimento: envolve escolha, dedicação, ternura, sacrifício e ação pelo bem alheio (cuidado, "pagar boletos" no chiste); falar "eu te amo" é fácil, mas demonstrar é difícil.
5. "Próximo" bíblico é amplo e radical — Biblicamente, próximo = qualquer pessoa que cruza nosso caminho e precisa de amor prático (incluindo inimigos e desconhecidos), não só família/amigos próximos.
6. Quase 100% dos cristãos percebem o exagero — Na prática, cristãos veem o mandamento como símbolo sagrado, não algo literal; a Bíblia raramente é levada ao pé da letra (diferente de maior fanatismo em outras religiões).
7. Etimologia facilita: amar = "querer bem" — Com essa origem ("querer bem"), o mandamento fica mais acessível e realista; querer o bem de todos (independente de sexo, cor, nacionalidade) é suficiente — e não exige ser cristão, é uma opção religiosa.
Seu argumento central é que o mandamento, tomado literalmente, é impraticável para a maioria, e os cristãos o adaptam pragmaticamente, o que torna o cristianismo mais tolerante e humano.
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