sexta-feira, 7 de junho de 2013

Triste Caso

  “Meu pai é gay e ele é muito legal. Seu pai não é gay. Triste seu caso”.


  Martin disse isto em entrevista a Veja e ai de quem o chamar de heterofóbico, pois poderá ser indiciado como homofóbico…
  Segundo Martin um pai gay é a melhor coisa que pode acontecer na vida de uma criança.
  Eu acho tão triste ver crianças abandonadas em creches que se eu tivesse algum poder transformaria as creches em lugares de excelência. Quem trabalhasse lá deveria passar por rigorosos testes para verificar se a pessoa adora crianças a ponto de dar muito amor para os órfãos.

  Me preocupo tanto com as crianças e observo a tão trágica situação de nossas creches que até sou favorável a adoção de crianças por gays, tudo para que elas possam viver com dignidade e cercadas de amor. 

  Mas confesso que é como no caso do aborto, é uma idéia que eu não gosto, é só um mal menor.
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  No caso do Martin ele não adotou crianças, mandou “fabrica-las” com seu dinheiro.
  Não quero entrar por esta brecha de julgar sua atitude, ele pode, tem dinheiro e fez.
  Um liberal como eu não tem argumentos para condena-lo. É um prazer seu e tenho certeza que as crianças serão bem tratadas.
  O que me irrita um pouco é este ar de “superioridade homossexual” que ele faz questão de passar, como se ser gay fosse o ápice da evolução humana.

  Eu acredito que se minhas filhas tivessem que escolher entre os milhões de Ricky Martin e eu virar gay elas prefeririam que eu permanecesse hétero.

  Martin pode se fechar no seu mundo cor de rosa, mas dificilmente seus filhos vão encontrar uma realidade diferente daqui há vinte anos quando estiverem adultos.
  Creio que serão sempre bajulados pelos milhões do pai, mas os amigos sinceros dirão:

  “Seu pai é legal, melhor seria se fosse hétero.”


  Mãe não é uma mulher descartável.

  Essa lógica entra em sua mente?



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