quinta-feira, 7 de maio de 2026

Psicologia e Mulheres

 



Carla: Psicologia não funciona para a maioria dos homens.
  A maioria dos homens só aprende que precisa mudar com suor e lágrimas. 
  Por mais bem intencionado que um profissional de saúde mental possa ser, dificilmente mudará a vida de um homem médio (exceto por problemas de saúde óbvios).


William: E funciona para mulheres!?😉
  Por principio a Psicologia deve mudar algum sentimento ou comportamento "nocivo" por meio do dialogo.
  Mas o dialogo é raro, o "psicanalista" fica mais ouvindo.
  O "desabafo" alivia as tensões da pessoa, mas isso já é sabido desde que a igreja Católica implementou o confessionário.
  A mulher pode desabafar com uma amiga, o dinheiro da consulta com a psicóloga pode ser usado para comprar cerveja ou alguma outra coisa agradável.
 
  As mulheres consomem significativamente mais calmantes (ansiolíticos e sedativos) do que os homens, aproximadamente o dobro.
  Minha mãe procurava a psicóloga porque era obrigatório pelo plano de saúde antes de consultar o psiquiatra.
  O que ela queria mesmo era os remédios que o formado em psicologia NÃO pode receitar.

  A Psicologia e o Socialismo 
são os dois grandes equívocos 
do ultimo século.

  As intenções eram boas, mas os resultados péssimos.



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 Resumo:



1.  Questionamento da Eficácia Universal: Você expande a crítica de Carla (que foca no homem) para questionar se a Psicologia de fato funciona para qualquer pessoa, inclusive para as mulheres, desafiando a utilidade prática da disciplina.


2.  A Passividade do Método: Você argumenta que, embora a Psicologia se baseie teoricamente no diálogo para mudar comportamentos, na prática o profissional muitas vezes se limita a ouvir, tornando a interação um monólogo de "desabafo" em vez de uma intervenção ativa.


3.  Redundância do "Desabafo": Você sustenta que o alívio emocional proporcionado pela terapia não é uma descoberta científica da Psicologia, mas um mecanismo antigo já utilizado pela Igreja Católica nos confessionários, podendo ser replicado em uma conversa comum entre amigos.


4.  Custo de Oportunidade Econômico: Há uma crítica pragmática sobre o uso do dinheiro: você sugere que o valor investido em consultas poderia ser mais bem aproveitado em atividades que gerem prazer imediato e concreto, como o lazer social.


5.  A Primazia da Medicalização: Você aponta um dado estatístico (o consumo dobrado de ansiolíticos por mulheres em relação aos homens) para sugerir que a demanda real muitas vezes não é pelo suporte psicológico, mas pelo alívio químico imediato.


6.  A Psicologia como Obstáculo Burocrático: Através do exemplo de sua mãe, você ilustra que a passagem pelo psicólogo é, muitas vezes, apenas uma exigência dos planos de saúde para se chegar ao psiquiatra, que é quem detém o poder de prescrever o que o paciente realmente busca: a medicação.


7.  Veredito Histórico e Ideológico: Você classifica a Psicologia, ao lado do Socialismo, como um dos dois maiores equívocos do último século, concluindo que ambos compartilham a característica de possuir boas intenções, mas entregar resultados péssimos na prática.


  

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