A família de Simone de Beauvoir era tipicamente burguesa, tradicional e católica, mas passou por uma grave decadência financeira após a Primeira Guerra Mundial.
Ela era a filha mais velha do advogado Georges Bertrand de Beauvoir e de Françoise Brasseur.
Teve apenas uma irmã mais nova, Hélène.
Simone teve conflitos profundos e complexos com ambos os pais, motivados por dinheiro, religião e estilo de vida.
Com a mãe (Françoise) o relacionamento era altamente tenso e conflituoso.
A mãe era uma católica devota.
Quando Simone assumiu o ateísmo na adolescência e passou a rejeitar o papel tradicional da mulher, o choque foi imenso.
A mãe tentava controlar sua vida e suas leituras, o que gerou um forte sentimento de opressão e revolta na escritora.
Com o pai (Georges), inicialmente, Simone o idolatrava por sua inteligência, ceticismo e amor pelos livros, sendo ele quem a incentivou a ler.
No entanto, a relação azedou na juventude.
Como o pai faliu, ele não pôde oferecer um dote de casamento para as filhas.
Frustrado, ele repetia que Simone teria que trabalhar para se sustentar.
Apesar de valorizar a inteligência da filha, Georges rejeitou veementemente a vida boêmia que ela escolheu seguir.
*Gemini*
Observem que seu principal conflito era com a mãe que obviamente era mulher, vindo de encontro ao que escrevo tanto.
Não dá para falar de construção social como se a fêmea da espécie tivesse um papel menor, vitima indefesa do monstruoso macho da espécie.
A relação com o pai ficou ruim quando ele propôs que ela trabalhasse para se sustentar ... 😂 percebem a ironia.
Ele também não via com bons olhos a vida gadanheira da filha.
Coisa que até hoje nenhum pai quer para os filhos seja homem ou mulher.
Seu filho homem começa a chegar tarde em casa, bêbado, não quer nada com o trabalho, se revolta por não ter uma boa mesada ... sério que esse tipo de comportamento é incentivado no macho!?
No caso da mulher tem o agravante biológico da gravidez indesejada que se a moça não se sustenta, acaba sobrando para os pais.
Pelo menos a Simone teve o bom senso de não ter filhos.
Ela optou pela gandaia sem limites, não tenho nada contra, a vida era dela, todos sabem meu posicionamento de viver e deixar os outros viverem e arcarem com as consequências boas ou más.
"Meu interesse" nesse texto é que o leitor entenda o perfil da pensadora famosa.
Ela defendia "seus próprios interesses".
Se o "seu interesse" (leitor) são compatíveis com os dela entendo a admiração.
Se não são ... se analise para verificar se não é apenas um papagaio repetindo frases.
💥 Simone "aparentemente" se apaixonou perdidamente por Élisabeth Lacoin.
Élisabeth era hetera, nunca quis mais que amizade.
(Você leitor tem alguma tendência a homossexualidade, se decifre?)
💥 Simone era ateia por convicção ou mais por oposição a religiosidade da mãe?
De qualquer forma, já na adolescência, os "gostos" da Simone confrontavam a maioria das doutrinas religiosas que conheço.
(Leitor, pelo menos um de seus pais é religioso rígido?
Você gosta de excessos incompatíveis com a religião que frequenta a ponto de preferir o ateísmo?)
💥 Simone casou casou com Jean-Paul Sartre.
"Eu" defendo dormir em quartos separados para preservar alguma privacidade individual dentro da casa.
Resumo:
1. Crítica à repetição acrítica do pensamento de Beauvoir: Você destaca que muitos admiradores apenas repetem frases famosas da filósofa sem compreender ou refletir sobre seu contexto, tornando-se "papagaios".
2. Construções sociais versus biologia: O grupo de Beauvoir foca em explicar tudo como resultado de construções sociais, ignorando fatores biológicos ou naturais, e frequentemente atribuindo opressão à elite ou ao Estado.
3. Contexto familiar e conflitos pessoais: Simone teve conflitos intensos com os pais, especialmente a mãe, por causa de religião, papel da mulher e controle da vida dela, enquanto com o pai o conflito surgiu quando ele exigiu que ela se sustentasse.
4. Autonomia e escolhas pessoais: Simone optou por viver sem filhos e manter liberdade pessoal, vivendo sua vida sem seguir padrões tradicionais, refletindo seu interesse próprio e autonomia.
5. Relacionamentos e amor: Houve paixão por Élisabeth Lacoin, mas sem reciprocidade homossexual, e um casamento com Sartre baseado em independência e sinceridade, sem coabitação ou fidelidade sexual.
6. Crítica à visão da masculinidade: Beauvoir afirmava que homens inseguros projetam sua frustração de forma agressiva sobre mulheres, e você questiona a generalização dessa ideia, ressaltando que a maioria dos homens trata as mulheres com respeito.
7. Provocação e reflexão para o leitor: Você incentiva o leitor a analisar se sua admiração por Beauvoir é sincera ou apenas repetição de frases, e a refletir sobre seu próprio entendimento de religião, relacionamentos e construção social.

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