Escolarização na China
Ensino fundamental: Havia muitos testes frequentes, rankings e pressão para entrar em escolas primárias de elite (especialmente em cidades grandes como Pequim ou Xangai).
Muitas famílias investiam em aulas particulares desde os 4 anos.
Em 2021 o governo proibiu provas escritas para crianças de 7 anos (1ª–2ª série), limitou exames em outras séries do fundamental a um por semestre (sem rankings públicos por nota), baniu ou restringiu fortemente aulas particulares pagas e reduziu lição de casa.
Estamos falando de 2021, algo muito recente.
Ensino médio fundamental:
A pressão aumenta bastante.
O zhongkao(exame de entrada no ensino médio) é um filtro importante, determina se o aluno entra em escolas de ensino médio acadêmico de alta qualidade (que preparam melhor para o gaokao) ou em vias mais vocacionais.
Recentemente, políticas limitaram a porcentagem de alunos que vão para o ensino médio acadêmico, o que aumentou a competição no zhongkao em algumas regiões.
Ensino médio:
O ápice é o gaokao (exame nacional de entrada na universidade), considerado um dos testes mais difíceis e estressantes do mundo.
Mais de 10 milhões de jovens fazem o exame todo ano (em junho), e a nota define praticamente o acesso a universidades de elite, cursos desejados e, em grande medida, o futuro profissional e social.
É o "jogo final" de um torneio que dura 12 anos.
Na China sistema escolar é muito competitivo e meritocrático na teoria (muitos chineses o veem como "justo" por ser padronizado), mas na prática favorece quem tem mais recursos (cursos extras, moradia em bons distritos, pais com tempo/dinheiro).
As reformas dos últimos anos buscam aliviar a pressão precoce, mas o gaokao e o zhongkao continuam sendo gargalos poderosos.
*Grok*
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