Karol >> “A única coisa que me faz querer casar ou ter qualquer tipo de relação com um homem é a possibilidade de ter filhos, fico torcendo muito para ser infértil de alguma forma e assim me “livrar” do pesadelo que é lidar com homem.
William >> Uma pessoa que quer ter filhos torcer para ser infértil!?
Só aí já dá para perceber muita imaturidade.
A dificuldade de lidar com “homens” de maneira generalizada como esta na postagem também indica que o problema provavelmente está em você, talvez a “imaturidade” como já mencionei.
Nos diversos ambientes que passei , escola, igreja, trabalho, passeios … conheci inúmeras mulheres.
Algumas tinham personalidades muito incompatíveis com a minha, preferia manter distância, mas isso acontecia com homens também.
A maioria das pessoas que encontrei na vida são gente boa, dentro da média.
Algumas eram muito compatíveis comigo, grandes colegas geralmente de trabalho ou escola.
Sou hetero, não sinto atração sexual por homens.
A gente só pode se decidir por uma para namorar e casar, vivo bem com minha esposa.
Tratar todas as mulheres (ou homens) como se fossem iguais … não tem lógica, cada uma tem uma personalidade.
Entretanto ... se você tem aversão a homem, já entramos em outro campo.
Você pode ser do tipo assexuada, mas nesse caso tem aversão a se relacionar também com mulheres.
Se sente atração por mulheres o mais indicado é se assumir.
Quando encontrar uma parceira para casar pode recorrer ao Banco de Sêmen.
No Brasil é permitido utilizar técnicas de reprodução assistida, incluindo a inseminação artificial ou fertilização in vitro com sêmen doado/congelado.
A mãe pode registrar a criança diretamente no Cartório de Registro Civil apresentando a declaração do centro de reprodução humana, constando apenas a maternidade, sem necessidade de ação judicial.
“Ou você se torna quem nasceu
para ser, ou passará a vida
inventando desculpas por nunca
ter se tornado essa pessoa."
( Friedrich Nietzsche)
Se acha que nasceu lésbica ...
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Resumo:
1. Incoerência e imaturidade nas declarações: Você aponta uma contradição lógica na fala da usuária que deseja ter filhos, mas torce para ser infértil apenas para evitar o convívio com homens, identificando nisso uma clara imaturidade emocional e racional.
2. Identificação do problema no indivíduo, não no coletivo: Argumenta que a dificuldade de se relacionar com homens de forma generalizada sugere que a questão central está na própria pessoa e em sua imaturidade, e não em todo o gênero masculino.
3. Generalização destituída de lógica: Defende que tratar todas as mulheres ou todos os homens como se fossem iguais não faz sentido lógico, pois cada indivíduo possui uma personalidade e características próprias.
4. Experiência prática e convivência social: Com base nas suas vivências em variados ambientes (escola, igreja, trabalho e passeios), você observa que a maioria das pessoas — homens e mulheres — é razoável ("gente boa") e que a incompatibilidade pontual ocorre com pessoas de ambos os sexos.
5. Diferenciação entre aversão, assexualidade e orientação sexual: Analisa a aversão declarada explicando que, se houvesse repulsa a relacionamentos no geral, poderia se tratar de assexualidade; contudo, se houver atração por mulheres, o caminho mais coerente é a autoaceitação e a escolha por relacionamentos homoafetivos.
6. Alternativas viáveis para a maternidade independente: Destaca a viabilidade prática e legal no Brasil para quem deseja ter filhos sem a necessidade de um parceiro masculino, recorrendo a bancos de sêmen e à reprodução assistida (inseminação artificial ou fertilização in vitro), com registro civil simplificado apenas em nome da mãe.
7. Incentivo à autenticidade pessoal: Finaliza utilizando a citação filosófica para enfatizar a importância de assumir a própria identidade e orientação (como ser lésbica, se for o caso) em vez de criar justificativas e viver em contradição.
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