“A Nova Zelândia vai proibir a venda de tabaco para sua próxima geração, em uma tentativa de acabar com o fumo.
Qualquer pessoa nascida depois de 2008 não poderá comprar cigarros ou produtos derivados do tabaco durante toda sua vida.”
William: Vai dar certo?
É uma nação com poucos habitantes (5 milhões), cultura evoluída ... pelos "meus" critérios.
A proibição só promove o tráfico.
Com o tráfico aumenta os gastos com policiamento.
No Brasil a maconha é proibida.
Não faço ideia de como adquirir, mas pelos comentários que vejo em diversos lugares ... quem procura acha.
Até que ponto o Estado deve interferir nas escolhas do cidadão mesmo com a melhor das intenções?
Açúcar faz mal, convém usar com moderação.
Mas se eu gosto muito do produto, uso mais do que a medicina recomenda.
É algo que me dá prazer, estou consciente de todos os problemas da obesidade.
Se o Governo proibisse a comercialização de açúcar, a repressão teria que ser muito grande, senão qualquer brecha eu compraria.
Vejam o caso dos países onde traficar drogas dá pena de morte; mesmo assim o tráfico ocorre.
Comentarista: "Não dá para comparar cigarro com açúcar." 😡
William: Porque não!?
Gastamos uma fortuna tratando diabetes e suas consequências.
Não precisamos de cigarro para viver?
E quem disse que precisamos do açúcar!?
Desafio o leitor a postar alguma matéria séria dizendo que sem açúcar refinado nosso corpo fica prejudicado.
É bem mais fácil fazer controle de fronteiras nessa situação.
Pensem no Brasil que faz fronteira terrestre com outras nove nações.
“A Nova Zelândia se tornou o primeiro país do mundo a legalizar permanentemente os serviços de verificação de drogas, o que permitirá que indivíduos testem a segurança de substâncias ilícitas em festivais e outros locais sem medo de repercussões legais.”
(Smoke)
Nova Zelândia proíbe cigarro.
Essa lógica não entra na minha mente!
Resumo:
1. Ineficácia da Proibição e o Tráfico: O argumento central é que, onde existe demanda, a proibição não elimina o consumo, mas apenas fomenta o tráfico. Isso resulta na perda de arrecadação de impostos e no aumento significativo dos gastos públicos com policiamento e repressão.
2. Conscientização vs. Imposição: É defendido que o processo de conscientização e a imposição de restrições baseadas no bom senso são caminhos mais eficazes do que o proibicionismo estatal absoluto.
3. Limites da Interferência Estatal: O texto questiona até que ponto o Estado deve intervir nas escolhas individuais do cidadão. O argumento sugere que, se o governo decidir proibir tudo o que é prejudicial à saúde física ou mental, o aparato policial teria que ser expandido de forma insustentável.
4. Analogia entre Açúcar e Tabaco: Existe uma comparação direta entre o consumo de açúcar refinado e o cigarro. Argumenta-se que ambos trazem prazer, causam danos à saúde (como a diabetes e a obesidade) e geram altos custos ao sistema público de saúde, mas são tratados de formas jurídicas e sociais distintas.
5. Desmistificação da Necessidade do Açúcar: O texto lança um desafio lógico ao leitor, afirmando que o açúcar refinado não é uma necessidade biológica para o organismo, visto que a glicose presente nos alimentos naturais já é suficiente para o funcionamento do corpo.
6. Geografia e Controle de Fronteiras: O argumento destaca que a eficácia de proibitivas como a da Nova Zelândia se deve, em parte, à sua condição geográfica de isolamento (ilhas). Em contrapartida, países como o Brasil, com vastas fronteiras terrestres, enfrentariam dificuldades logísticas quase insuperáveis para aplicar restrições semelhantes.
7. Incoerência Lógica de Políticas Públicas: O ponto final aponta uma contradição nas políticas da Nova Zelândia: o mesmo Estado que proíbe o tabaco legaliza serviços de verificação de pureza para drogas ilícitas (LSD, ecstasy, cocaína) em festivais, o que é visto como uma falha de lógica administrativa e ética.
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