Clesia Senah (Youtube) >> Vejo Lula desesperado e com medo de perder a eleição em Minas Gerais, estado estratégico que define os pleitos presidenciais desde 1989.
Lula faz clara ameaça ao governador eleito Cleitinho, a chantagem de paralisar investimentos e transformar obras federais em Minas em um "cemitério" caso o governador não fique em silêncio.
Cleitinho reafirmou seu apoio a Flávio Bolsonaro por gratidão e convicção, focando em pautas como o fim da escala 6x1 e a negociação da dívida estadual revertida em obras para o povo mineiro.
William >> Cleitinho disse algo interessante.
Tipo uma lei Rouanet para Estados.
Em 2025, o Governo de Minas Gerais destinou recursos à União sob as regras do Regime de Recuperação Fiscal (RRF).
Durante o período de vigência desse regime (entre outubro de 2024 e 31 de dezembro de 2025), o estado quitou um total acumulado de R$ 6 bilhões em parcelas da dívida federal.
Durante o período de vigência desse regime (entre outubro de 2024 e 31 de dezembro de 2025), o estado quitou um total acumulado de R$ 6 bilhões em parcelas da dívida federal.
Minas manda toda essa grana para "Brasília" (União) e eles decidem o que fazem.
Em geral, Congresso e Presidência distribuem para Estados que dão prejuízo como a Bahia.
Os gastos desses Estados tem que ser cobertos de algum jeito, aí sobra para Estados do Sul, Sudeste e Centro Oeste.
Flávio dispensar toda essa dinheirama vai criar um colapso fiscal.
Os Estados incompetente que só dão prejuízo terão serviços essenciais paralisados, claro que não queremos isso.
Entretanto ... e se 30% da parcela de pagamento da dívida ficasse obrigatoriamente em Minas?
Evidente que a mesma proposta serve para outros estados.
O PT faz aquele PAC direcionando verbas ao bel prazer deles, de suas maracutaias.
O "PAC do Flávio" seria permitir que os Governadores aplicassem até 30% da parcela de dívidas com Brasília em obras no próprio Estado.
Por favor, 30% por cento é só uma sugestão.
Pode ser 10, 20, 50 … é preciso fazer análise econômica profunda, algo "cientifico" não "sentimental" como pura e simplesmente perdoar a divida.
A proposta é boa e nem é nova.
Não foi o Cleitinho que teve essa genialidade, o próprio Zema (e outros governadores) propôs isso.
A diferença é que agora há um ambiente favorável para fazer …se o Flávio ganhar claro.
O dinheiro deve ser gasto exclusivamente em infra estrutura, estradas, pontes, ferrovias, saneamento básico, energia… nada de gastar com folha de pagamento e demais despesas administrativas.
Construir um hospital?
Tudo bem.
Essa lógica entra em sua mente?
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Resumo:
1. A proposta do "PAC do Flávio" (uma "Lei Rouanet para Estados"): Permitir que parte dos pagamentos das dívidas estaduais com a União fique obrigatoriamente no próprio estado para investimento local.
2. Descentralização dos recursos: Minas Gerais envia bilhões para a União (como os R$ 6 bilhões pagos entre 2024 e 2025), e Brasília redistribui esses valores para cobrir déficits de estados ineficientes como a Bahia.
3. Mecanismo de retenção de parcelas (ex: 30%): A retenção parcial das parcelas de dívidas em estados credores/devedores deve ser baseada em análise econômica técnica e científica, e não em perdões puramente sentimentais ou perdão total que gerariam colapso fiscal no país.
4. Viabilidade técnica e ambiente político: A ideia não é inédita (já foi apresentada por Zema e outros governadores), mas agora encontra um ambiente político favorável para implementação caso Flávio Bolsonaro vença.
5. Critério estrito para aplicação dos recursos: O valor retido deve ser investido exclusivamente em infraestrutura (estradas, pontes, ferrovias, saneamento, energia ...).
6. Votação e proibição de custeio corrente: Proíbe-se categoricamente o uso desse montante para folha de pagamento, custeio administrativo ou despesas de manutenção diária dos serviços públicos.
7. Contraponto ao modelo centralizador do PT: O modelo proposto contrasta com a lógica do PAC atual, no qual a União canaliza e direciona verbas federais a critério político centralizado.
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