quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Vontade do Povo 2026

 





Postagem no Face: "Uns preferem a ignorância e a pobreza.
  (Região Nordeste, Amazonas, Pará, Amapá onde Lula teve a maioria dos votos).
  Outros preferem  a prosperidade.
  (Estados que Flávio teve maioria dos votos)
   O que fazer?"

William >> Arredondando para uma população de 213 milhões ficamos assim:

Grupo A:  Amazonas + Amapá + Nordeste = 71  milhões de pessoas 

Grupo B:  Todos os outros estados + DF = 142 milhões de pessoas.

  O problema não é que a maioria do Grupo A vote “vermelho”.
  O problema é que muita gente do Grupo B também vota vermelho.


  Hugo Motta, Presidente da Câmara. (Paraíba)
  Davi Alcolumbre, Presidente do Senado.(Amapá)
  Luís Inácio, Presidente da República. (Pernambuco)

  Se eleitores das regiões mais produtivas preferem ser administrados por políticos das regiões menos produtivas ... esta sendo feita a vontade do povo, de norte a sul, de leste a oeste.

  Vejam o caso de Minas Gerais, a população total é de 21 milhões, evidente que nem todos podem votar ou decidiram votar.

  Flávio Bolsonaro: 5.777.548 (48,24%)  
  Lula: 5.188.936 (43,33%) 

  Minas é um Estado do Sudeste que arrecada muitos impostos (Dá lucro para o Brasil) e manda a fundo perdido para Estados tipo a Bahia que só dão prejuízo.
   Observem que mais de 5 milhões de eleitores mineiros concordam com isso.

  Rio de Janeiro tem 17 milhões de habitantes.

  Flávio Bolsonaro: 4.966.844 (53,01%)  
  Lula: 3.693.021 (39,41%) 

  Outro estado que dá lucro para o Brasil, mandando dinheiro de impostos a fundo perdido para o Maranhão (só um exemplo).
  Mais de 3 milhões de fluminenses concordam com isso.


Milton >> “Analise: - Você cita os dois presidentes das casas, (escolhidos) como a suposta vontade do povo... 
  Então é, então foi, então de fato é... Mas, porque o povo não enviesa essa vontade para os políticos das cidades ricas do País?”

William >> Na década de 1960 passou a predominar em nossa cultura a Pedagogia do Oprimido.
  O ódio aos ricos se estende as cidade ricas.
  Entretanto foi um fenômeno mundial, em outras nações ganhou outros nomes e pensadores.
  Europeus por exemplo se sentem com dívida eterna a povos colonizados.
  Nas universidades americanas o que não falta é estudante achando que os Estados Unidos é tão ruim quanto dizem os árabes.
  Aqui no Sudeste ainda tem aquela ideia que devemos tudo ao nordestinos...

Milton >> "Aqui no Sudeste ainda tem aquela ideia que devemos tudo ao nordestinos"... 
 Não lembro disso não!

William >>  Não é meu caso, mas muitos aqui olham para o nordestino como vítima da seca e de políticos corruptos.
  Eu estudei geografia e sei que o Nordeste não é nenhum deserto, quanto aos políticos vocês mesmos escolhem.
  Veja o caso da Bahia que escolheu 2 senadores e governador ligados ao PT.
  Quem ou o quê de outros estados obrigou o eleitor baiano a isso!?









✧✧✧



Resumo:

1. Responsabilidade do Grupo B (Demais Estados + DF): O resultado político nacional não decorre apenas do voto “vermelho” predominantemente concentrado no Grupo A (Norte/Nordeste — ~71 milhões), mas principalmente do expressivo contingente de eleitores do Grupo B (~142 milhões) que também vota na esquerda.

2. Soberania da Vontade Popular: Embora líderes dos três poderes venham de estados das regiões Norte e Nordeste (Hugo Motta-PB, Davi Alcolumbre-AP e Lula-PE), essa liderança reflete diretamente a escolha soberana do eleitorado de norte a sul, inclusive das regiões mais produtivas.

3. Distribuição Fiscal Desigual Tolerada pelos Próprios Eleitores: Estados arrecadadores e superavitários do Sudeste (como MG e RJ) transferem montantes expressivos em impostos a fundo perdido para estados deficitários. Milhões de eleitores desses próprios estados arrecadadores (ex.: +5 mi em MG e +3 mi no RJ que votaram em Lula) concordam com esse modelo de redistribuição.

4. Influência Cultural e "Pedagogia do Oprimido": Desde a década de 1960, a hegemonia cultural de preceitos como a Pedagogia do Oprimido semeou um sentimento de culpa social e aversão ao acúmulo de riqueza, levando eleitores de regiões ricas a priorizarem lideranças alinhadas a pautas assistencialistas.

5. Fenômeno Global de Autoacusação: Essa dinâmica cultural do Sudeste brasileiro se equipara a movimentos globais, como a "dívida colonial" sentida na Europa ou a autocrítica radical observada nas universidades norte-americanas.

6. Desmistificação Geográfica e Autonomia Eleitoral: O Nordeste não é um deserto inviável por causas puramente naturais (seca); a situação política e social da região é fruto das diretas escolhas eleitorais de sua própria população (como no caso da Bahia, que elegeu governador e senadores do PT por livre escolha).

7. Rejeição do Papel de Vítima: A narrativa de que o eleitor do Nordeste é meramente uma "vítima passiva" de políticos corruptos deve ser refutada, pois o voto é soberano e a responsabilidade pelas lideranças escolhidas cabe ao próprio cidadão local.



  

.




Nenhum comentário:

Postar um comentário