quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sociedade Freudiana

   “Também neste domingo a Ordem dos Advogados do Brasil defendeu a retomada da discussão sobre o desarmamento no Brasil. Para o presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, o massacre que deixou 12 crianças mortas, na última quinta-feira, deve servir como reflexão para os riscos que a sociedade corre com o livre acesso de cidadãos a armas de fogo.”   [Último Segundo]
%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%
  Até onde eu sei o assassino das crianças não conseguiu acesso as armas legalmente então não entendo porque a sociedade se perde, se desgasta em discussões inócuas.
  Temos fronteiras por terra enormes com diversos países, um litoral gigantesco.
  O Brasil tem características territoriais que dificultam demais o combate ao contrabando.
  Nossa policia Federal deveria ser multiplicada em 20 vezes e com pessoal da mais alta capacitação, esta sim seria uma luta e proposta aceitável, agora proibir o comércio de armas para quem?
  Para polícia, exército e empresas de segurança!
  Sim, porque para um civil conseguir comprar arma e obter o porte é muito difícil no Brasil então podemos dizer que efetivar a proibição total do comercio de armas para civis é algo como regar o jardim em dia de chuva, praticamente não muda nada, só prejudica aquele cidadão que por um motivo excepcional necessita andar armado, inclusive precisa da autorização de um juiz.
   Fora isso só se desarmarmos policiais e seguranças de carro forte por exemplo.
ººººººººººººººººººººººººººººººº
  Outros querem transformar as escolas em penitenciarias de segurança máxima…nem sei o que dizer.
  Outros ainda ficam evocando “traumas infantis” para justificar o ato do cara, uma das heranças malditas de Freud.
  Sabem, mesmo não sendo muito esperto eu acho que conseguiria trazer uma metralhadora do Paraguai e disparar em uma sala de cinema, não acredito que teria muita dificuldade de entrar em algum Shopping de Campinas, aí as pessoas veriam o tipo de coisa que eu escrevo e diriam que era uma tragédia anunciada, “o cara era mesmo esquisitão…”

  Todo mundo é meio esquisitão para os outros. Quantas pessoas esquisitonas você conhece ou já conheceu?

  Eu nem me imagino praticando um massacre não é da minha NATUREZA.
  Tenho batido muito nesta tecla na esperança que alguém entenda.
  Esse rapaz já nasceu com vontade de matar pessoas e era naturalmente atraído por terroristas e terrorismo, ataques suicidas eram da sua “frequência”.
  Esse não é um fenômeno moderno, se torcermos a Bíblia sai sangue com seus incontáveis massacres.
  Em tempos antigos este rapaz daria vazão a seus instintos saqueando aldeias e escravizando povos como um Alexandre o Grande; hoje em dia esse tipo de atividade não é aceitável.
  Esse rapaz gostava de matar, mas roubar não, senão seria um assaltante com uma longa lista de latrocínios como tantos que vemos por aí.
   Tipos como esse cara não temos como prevenir ou evitar é melhor aceitarmos nossa impotência diante desse tipo de acontecimento, pelo menos ele foi morto o que me poupou uma indignação ainda maior.
  Lembram que tipos tão cruéis como ele estão vivendo as nossas custas?
  O que dizer de um maníaco do parque ou desses líderes do tráfico ou ainda grupos de extermínio?
  Como está o cara que arrastou João Hélio, o assassino de Daniela Perez, ou ainda aquele assassino das garotas que o pai delas gentilmente perdoou?
  É senhoras e senhores a Filosofia é muito mais abrangente e certamente nos traria melhores resultados no combate a violência, na luta dos bons contra os maus.
  Mas por alguma nefasta interferência a psicologia e mais tarde a psicanálise jogaram a Filosofia na sarjeta e para a psicologia somos todos folhas em branco todos nossos atos são resultados de “traumas infantis” então as “verdadeiras” vítimas são os monstros, os assassinos.
  Vítimas de quem? Oras de você que aceita estas balelas freudianas e afins.
  “Eu vou me manter inocente, me recuso a pagar pelo pecador.”
  Parabéns ao policial que evitou que o massacre fosse ainda maior, ainda bem que ele não estava desarmado…


  "Obrigada por salvar a minha vida"
  “Sobrevivente do ataque em escola, a pequena Jady consegue realizar o desejo de encontrar os policiais militares que interromperam massacre ainda maior em Realengo Rio de Janeiro - 09/04/2011 08:00 A pequena Jady Ramos, de 12 anos, sobrevivente da tragédia em Realengo abraçando o Sargento Márcio Alexandre Alves”.


anterior                                           <>                                                próximo
Postar um comentário