domingo, 2 de agosto de 2026

Irresponsabilidade Eleitoral

 

Sandro >> Político não é o maior sanguessuga do Brasil
Brasil
  Não é papo de passar pano, emenda tem sobrepreço e tem gente enriquecendo.
  Só que o político é o ralo que te deixam ver.
  A conta da política, por ano: salário dos 594 parlamentares, R$ 330 mi.
  Emendas em 2026, R$ 61 bi. 
  Fundão, R$ 4,9 bi. 
  Com estrutura e tudo mais, chuta pra cima: R$ 70 bi

   A conta do outro lado:

  Itaú, Bradesco, BB e Santander em 2025: R$ 107,8 bi de lucro líquido, quase o dobro de todas as emendas do país. 
  Só o Itaú fatura R$ 128 mi por dia; o salário anual do Congresso inteiro sai em menos de 3 dias
  CDE, o encargo embutido na sua conta de luz em 2026: R$ 52,7 bi. 
  Quase o tamanho de todas as emendas, sem CPI e sem urna.
  Juros da dívida pública em 2025: R$ 1 trilhão. Dezesseis vezes as emendas.
  No seu bolso (BC, jun/26): juro médio de 64% ao ano, rotativo a 428%, e 28,5% da renda das famílias comprometida com dívida, acima da alíquota máxima do IR, que é 27,5%.
  E não tem escapatória.
  Não tem cartão nem empréstimo? Continua pagando.  
  O padeiro põe a conta de luz no preço do pão, o mercado põe o juro do capital de giro no preço do arroz, o locador põe o financiamento no aluguel. 
  Você paga a parte de todo mundo da cadeia, em cada compra.
  Pior: imposto tem faixa de isenção. Ninguém é isento de conta de luz nem do juro embutido no feijão. E é regressivo: rico não paga rotativo.
  Fiscalizar político é obrigação. Mas se é só isso que te tira do sério, você tá bravo com o ralo errado.

William >>  Não é para passar pano 😉, mas ... 
  O Banco não obriga ninguém a pegar dinheiro emprestado.
  Eu não gasto mais do que ganho, não tenho problemas com os Bancos.
  Se dependesse de mim o lucro deles seria o mesmo de um supermercado qualquer onde eu busco as melhores ofertas.
  Quem ocupa cargo administrativo como os políticos do Executivo (Prefeito, Governador e Presidente) devem ser bons administradores.
  Adequar os gastos ao orçamento.
  
  Em 1988, com a promulgação da Constituição, a carga tributária do Brasil era de aproximadamente 24% do PIB.  
  Atualmente, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional para 2024, a carga tributária bruta alcançou 32,32% do PIB. 
  Apesar de todo o aumento da carga tributária, em 2024, o Governo Central registrou um déficit primário efetivo de R$ 43 bilhões, é aquele que não inclui o pagamento do juros da divida.

  Ou seja, elegemos administradores irresponsáveis.
  Para fechar as contas eles recorrem a empréstimos, não só de Bancos, quem compra Títulos do Tesouro esta emprestando para o Governo.
  Sério que o "vilão" é quem empresta!?
  Sou uma pessoa ajuizada, mesmo sendo pobre sempre mantenho uma reserva para emergências.
  Houve um tempo que eu tirava dinheiro do CDB ou poupança para ajudar algum colega em apuros, depois de vários calotes, faz anos que não empresto nada para ninguém.
  Na hora de pedir trata a gente como herói.
  Na hora de pagar somos o vilão.
  Dito isso ... sério que nossos problemas são os Bancos?
  Ou nossa irresponsabilidade "eleitoral"?

   Decifra-me ou te devoro!




Ensine seu filho a ser uma pessoa honrada.






Sandro >> Pesquise sobre o dinheiro dívida, que é a forma de dinheiro que existe atualmente. 
 Sempre haverá dívida porque qualquer dinheiro existente só foi criado porque alguém se endividou.
  Esse papo de que o banco não obriga ninguém, na economia atual é tipo dizer que ninguém é obrigado a consumir energia elétrica.

William >> Pesquise sobre lastro da moeda.
  Já tentaram várias vezes emitir dinheiro sem lastro, o resultado é sempre o mesmo, inflação.
  Eu não fico desperdiçando energia elétrica, pago minha conta em dia.
  Não atraso para não pagar multa e juros.
  Meu relacionamento com os Bancos é o mesmo, eles me prestam um serviço é justo que eu pague por isso.
  Se bem que atualmente não pago anuidade no cartão.
  Não uso nenhum serviço especial, não pago taxas.
  Sei que o dinheiro que deixo no CDB eles emprestam cobrando juros maiores do que pagam pra mim.
  Como vê, quem dá lucro mesmo para os Bancos são pessoas iguais você, sem controle das contas recorrem a empréstimo pagando juros.
   Se você prefere agiotas, vai com eles,  dispense os Bancos.



  
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Resumo:

1. A responsabilidade é individual e contratual: Os bancos não obrigam ninguém a tomar crédito; o uso do dinheiro emprestado é uma decisão de quem o toma, cabendo a cada um honrar seus compromissos e cumprir os contratos assinados.

2. Eficiência do Executivo como premissa: Políticos eleitos para cargos administrativos (Prefeitos, Governadores e Presidente) devem atuar como bons gestores, garantindo a adequação dos gastos públicos ao orçamento existente.

3. Crescimento da carga tributária: A carga tributária saltou de cerca de 24% do PIB em 1988 para 32,32% em 2024, evidenciando um aumento expressivo da arrecadação sobre a sociedade ao longo das décadas.

4. Déficit a despeito da arrecadação: Mesmo com a elevação da carga tributária, o Governo Central registrou um déficit primário efetivo de R$ 43 bilhões em 2024, demonstrando uma falha de gestão em equilibrar receitas e despesas sem considerar os juros da dívida.

5. Transferência equivocada de culpa ao credor: Apontar quem empresta (seja o banco ou quem compra Títulos do Tesouro) como o "vilão" é um erro, pois o verdadeiro problema reside em governantes e cidadãos irresponsáveis que recorrem constantemente ao endividamento.

6. A "irresponsabilidade eleitoral": A raiz dos problemas do país não está na existência do sistema financeiro, mas na postura dos eleitores ao escolherem maus administradores e na falta de disciplina financeira pessoal e pública.

7. O papel da família na educação moral: A formação de princípios fundamentais, como honrar dívidas, ter conduta honrada e manter o controle financeiro, é uma responsabilidade primária da família, e não do sistema de ensino.

"Decifra-me ou te devoro!" - ou a gente entende a responsabilidade fiscal e eleitoral, ou ela nos devora.
 


 

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