quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Convencer o Cérebro

 



Comentarista --  Fato da neurociência:

  O principal objetivo do cérebro não é a felicidade é a segurança.

   Por isso você permanece em situações que vão te drenando aos poucos. 

   A dor conhecida parece menos arriscada do que a possibilidade do desconhecido.

   Crescer exige convencer o cérebro de que incerteza não é a mesma coisa que perigo.

 

 

 William: Humm ... o principal objetivo de qualquer organismo vivo é não morrer 😉.

   Não gosto de olhar o cérebro como uma "entidade" separada do corpo, mas vamos lá...

   O dedinho do pé não é algo essencial para o funcionamento do corpo, porem o cérebro vai fazer de tudo para manter a integridade, veja que não é só uma questão de sobrevivência, mas de "qualidade da sobrevivência".

   Mas vamos ao meu ponto:

   Pela sua exposição temos o corpo, o cérebro e uma consciência a parte que vai treinar o cérebro!?


   O que eu não gosto desse tipo de mensagem é que as pessoas (sem generalização) muitas vezes começam procurar pelo em ovo, vou dar um exemplo popular que me veio a mente...

 

  

  Caroline Celico, ex-esposa de Kaká, pediu a separação em 2015 porque não se sentia feliz no casamento, apesar de não haver traição, agressão ou outros motivos graves.

  Kaká confirmou que ela atribuiu parte de sua infelicidade ao relacionamento e decidiu voltar ao Brasil, levando ao divórcio em dezembro de 2015.

  Ambos relataram que ele tentou reconciliação, mas ela insistiu no fim.

  Kaká e Caroline Celico casaram-se em 23 de dezembro de 2005 e divorciaram-se em dezembro de 2015, totalizando cerca de 10 anos de casamento.

  A união começou após um namoro de três anos e gerou dois filhos, Luca e Isabella.

 

  Diário de Pernambuco



  Observem que a Caroline Celico estava super segura, o cérebro dela tem alguma anomalia que prefere a insegurança!?

  Citei por ser um caso famoso, mas vemos direto em vídeo cassetadas pessoas se arriscando por nada.

  O que dizer da atração de tantas pessoas por jogos de azar, que prioridade da segurança é essa!?


  Vejam nossa geopolítica atual, tantas nações que poderiam esta prósperas e em paz tipo Irã e Rússia optam pela guerra.

  Vejam o caso da China, se arriscar invadindo Taiwan porquê?

  Taiwan produz chips poderosos, mas a China também esta desenvolvendo, se o dinheiro que gasta com armas fosse ainda mais focado no desenvolvimento dos chips ... poderia no mínimo estar em pé de igualdade com Taiwan.


  Esse "fato neurológico" que o "cérebro" prioriza a segurança cabe muitas ponderações.

  O cérebro prioriza a "sobrevivência", claro que manter o corpo seguro faz parte do pacote, mas parece não ter o peso que o comentarista quer dar a isso.


  Para terminar:


  Por vezes estamos em uma situação, boa, confortável ... mas lemos que há um pote de ouro no final do arco íris ... que vai nos fazer "feliz".

  Se quer se arriscar ... boa sorte.

  Não estou aqui para "defecar regras". 😉





   Felicidade não existe - Link


✧✧✧


 

 

  Resumo

 

1. O objetivo principal de qualquer organismo vivo é não morrer, o cérebro atua integrado ao corpo para preservar não só a sobrevivência básica, mas a "qualidade da sobrevivência" (exemplo: proteger até partes não essenciais, como o dedinho do pé).

 

2. William critica a visão que separa o cérebro como uma "entidade" autônoma, com uma consciência à parte que precisa "treinar" ou "convencer" o cérebro, questionando essa divisão entre corpo, cérebro e consciência.

 

3. Contra o "fato neurológico" de que o cérebro prioriza exclusivamente a segurança sobre a felicidade, você traz o exemplo do divórcio de Caroline Celico e Kaká: ela abriu mão de uma situação segura e confortável em busca de felicidade, mostrando que as pessoas nem sempre evitam a incerteza.

 

4. Outros comportamentos humanos contradizem a suposta priorização absoluta da segurança, como a atração por jogos de azar e riscos desnecessários (exemplos de "cassetadas" em vídeos).

 

5. Na geopolítica, nações como Irã, Rússia e China optam por caminhos arriscados (guerras ou confrontos, como uma possível invasão de Taiwan) em vez de priorizar paz e desenvolvimento seguro, o que questiona a ideia de que o cérebro (ou decisões coletivas) sempre evita o perigo.

 

6. O cérebro prioriza a sobrevivência, e a segurança faz parte disso, mas não com o peso exagerado que o comentarista sugere; há muitas ponderações e exceções a esse "fato".

 

7. Pessoas às vezes abandonam situações boas e confortáveis atraídas pela promessa de maior felicidade ("pote de ouro no final do arco-íris"), e  conclui desejando boa sorte a quem se arrisca, sem impor regras.


  

.

Nenhum comentário:

Postar um comentário