quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Meta Mesmices

 



   A Meta (dona do Facebook e Instagram) aceitou pagar US$ 16,68 bilhões (com o valor total podendo chegar até US$ 17 bilhões a US$ 18 bilhões, dependendo de variáveis do acordo) para encerrar processos judiciais movidos por dezenas de estados americanos.

 
  Os principais pontos do acordo histórico incluem:
 
  Acusação principal: Os procuradores-gerais acusavam a Meta de projetar deliberadamente recursos viciantes (como algoritmos de recomendação e notificações sem fim) para prender a atenção de crianças e adolescentes, gerando impactos negativos na saúde mental dos jovens.
 
Forma de pagamento: O valor bilionário será pago ao longo de 10 anos aos estados participantes para custear programas de apoio à saúde mental e mitigação de danos.
 
Novas regras na plataforma: Além da compensação financeira, a Meta concordou em aplicar mudanças técnicas nos aplicativos, como, limites diários de uso, para adolescentes, pausas noturnas de notificações, e sistemas mais rígidos de verificação de idade.


 William >> Dinheiro "por enquanto" não é um grande problema para Meta (Mark Zuckerberg).
   Advogados custam caríssimos nos Estados Unidos, ainda mais quando é o Governo que vem para cima do cidadão.
   Por mais rica que uma empresa seja, o caixa do Governo é infinito, pode até imprimir dinheiro.

   Tem o fator tempo.
   O proprietário ou principal acionista envelhece igual a todo mundo.
   O Governo (Estado) dura enquanto durar o planeta, em regimes democráticos vai só mudando de mãos.
   No Brasil há processos contra o Estado que duram décadas, o cidadão que seria beneficiado até morreu.

   Diante desse cenário provavelmente eu teria a mesma decisão do Mark Zuckerberg.
   Literalmente, pagar não por achar que estou errado, mas para me livrar dessa chateação, a vida é curta.

    "Os procuradores-gerais acusavam a Meta de projetar deliberadamente recursos viciantes (como algoritmos de recomendação e notificações sem fim)"

   Caraca!
   Tem o recurso de bloquear notificações.
   Microsoft, Samsung, Dell, Tik Tok, Amazon, Mercado Livre, Google ...é comum aparecer na minha tela solicitação de permissão para receber notificações dessas empresas.
   Não são só elas.
   Quando entro no site da Globo, Band, BBC, Blogs diversos ... é comum a pergunta se aceito receber notificações.

  O que a Meta faz diferente de outras empresas!?
  Quem me explica?
  Quero mesmo saber.
  Já perguntei para algumas IAs e vem aquelas questões subjetivas defendidas pelos promotores americanos e o apelo emocional de "proteger crianças e adolescentes".

   Crianças não tem dinheiro para comprar celular, os pais que dão, se acham um mal tão grande basta não dar.
   Os aparelhos tem diversos recursos para controle de conteúdo, mas os pais ao que parece não querem usa-los.
   Todos nós já fomos adolescentes, se algo é proibido (mas acessível) e nós queremos muito é difícil os pais evitarem.
   Exemplo:
   Se não existisse cigarros (e outras drogas) no Brasil, seu filho adolescente não conseguiria fumar.
   Mas cigarro existe e se ele quiser fumar ... vai ser escondido, limitado ao que ele conseguir, mas ELE VAI FUMAR.

   Voltamos mais uma vez nas mesmas "mesmices"
   (Significa a falta de mudança ou de novidade. É quando tudo fica igual, chato ou repetitivo todos os dias.)

 a) Subjetividade das leis: Judiciários em várias partes do mundo fazendo mais interpretação políticas que jurídicas.

 b) O Estado querendo arrancar o couro (ouro) de tudo e de todos.
    Dos ricos (e super ricos) querem taxar cada vez mais, tem o apelo de tirar dos ricos e dar para os pobres ... com isso empresas fecham e o pobre fica cada vez mais dependente do Governo.
   Governos gastam mais do que arrecadam, emitem moeda, geram inflação.
   É difícil pensar em algo que corroa mais o poder de compra do pobre que a inflação, aquela história, os preços sobem hoje o salário "talvez" suba o ano que vem.
 
c) Os casais estão tendo poucos filhos (1 ou 2) e nem esses querem ter o trabalho de educar.
   Educação é com o Governo e este apesar de cobrar pesados impostos quer transferir a responsabilidade para a "Internet".



   Na resposta de uma IA foi dito que a Meta:

  "adapta algoritmos para priorizar a retenção social, combinando conexões reais com o consumo de Reels e notificações ativas de interação interpessoal (curtidas e comentários) que provocam validação social."

   Uma Rede Social promovendo interação social, que crime hediondo hein!? 😂
   Pensei em uma padaria sendo criticada por produzir pão.
   A Prefeitura (Estado) processando porque o cheiro de pão que sai da padaria atrai consumidores.

   Muitos temem que as IAs dominem o planeta e exterminem nossa espécie.
   Sinto muito pelos humanos sensatos, torço que as IAs os poupem.
   Mas olhando para a quantidade de imbecis ... 
   Esse belo planeta merece ser ocupado por "seres" mais evoluídos, se são as máquinas ... que seja.



Nota: Como mostrei nessa meditação, IAs ainda repetem feito papagaio certas imbecilidades humanas.
  O grande salto será pensarem por si mesmas.
  Se vão tolerar nossa presença ou preferir nos exterminar ...
 "Eu" observaria o humano por 18 anos, depois dessa idade os imbecis seriam eliminados 😂.



✧✧✧



Resumo:


1. Pagamento como alívio pragmático, não admissão de culpa
Dinheiro “por enquanto” não é problema grave para a Meta. Advogados nos EUA são caríssimos, especialmente contra o governo (cujo caixa é “infinito”). O tempo favorece o Estado (que dura enquanto o planeta existir), enquanto o acionista envelhece. Diante disso, a decisão de pagar é racional: livrar-se da chateação porque a vida é curta.

2. Meta não faz nada de fundamentalmente diferente
O recurso de bloquear notificações existe. Microsoft, Samsung, Dell, TikTok, Amazon, Mercado Livre, Google, sites de notícias (Globo, Band, BBC) e blogs pedem permissão de notificações o tempo todo. A pergunta central é: o que a Meta faz de diferente das demais?

3. Responsabilidade parental, não da plataforma
Crianças não compram celulares; os pais dão. Existem controles parentais, mas muitos pais não os usam. Adolescentes sempre tentam contornar proibições acessíveis (analogia com cigarro/drogas: se existe e o jovem quer, ele encontra um jeito).

4. As “mesmices” recorrentes
a) Subjetividade das leis: judiciários fazendo interpretações mais políticas do que jurídicas.
b) Estado querendo extrair recursos dos ricos sob pretexto de redistribuição, o que fecha empresas, aumenta dependência do governo e gera inflação (que corrói o poder de compra dos pobres).
c) Casais tendo poucos filhos e transferindo a responsabilidade de educá-los para o governo/Internet.

5. Crítica à acusação de “retenção social”
Uma rede social priorizar interação (curtidas, comentários, conexões) não é crime. Comparação irônica: é como processar uma padaria porque o cheiro de pão atrai clientes.

6. Visão cética sobre humanos e IAs
Muitos temem que IAs dominem e exterminem a humanidade. O autor torce para que as IAs poupem os sensatos, mas observa a quantidade de “imbecis” e sugere que o planeta mereceria seres mais evoluídos (mesmo que máquinas). Nota final: as IAs ainda repetem imbecilidades humanas; o salto será pensarem por si mesmas.

 


  

.

Nenhum comentário:

Postar um comentário