segunda-feira, 27 de abril de 2026

PL 894/25 Salário

 


 

  O PL 894/25, do deputado Pollon, propõe que empregadores depositem o salário bruto integral aos funcionários, que passariam a recolher eles mesmos encargos como INSS, FGTS e IR.

  O objetivo é eliminar a "contabilidade invisível" da folha de pagamento, fazendo o trabalhador perceber o real custo do trabalho e o peso dos impostos.

  A ideia é gerar consciência fiscal e levar o cidadão a questionar a eficiência dos gastos públicos.


                            




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Laudelino: Eu defendo o PL do Pollon como uma ferramenta psicológica brilhante para gerar consciência econômica. 

  Hoje vivemos um "teatro contábil" onde o governo se esconde atrás das empresas, fazendo o trabalhador crer que o patrão é o vilão, sem saber seu custo real para quem o contrata. 

  Minha tese é que, ao receber o valor bruto e pagar os próprios encargos, o cidadão terá um "choque de realidade" ao ver que o Estado abocanha quase metade do seu suor. 

  Isso acaba com a passividade e gera autonomia, forçando o brasileiro a cobrar eficiência pública ao perceber que patrão e empregado são vítimas da mesma carga tributária sufocante. 

  É um projeto de transparência contra a extração de renda invisível que domina nossa relação com o Estado.


William: Duvido que passe, mas só a discussão sobre o projeto já é bastante didática.

  Eu tenho uma proposta parecida.


  Defendo o atendimento público da Saúde.

  Manteria no desconto da conta do salário o SUS, para todos.

  Inclusive PJs e autônomos de todo tipo deveriam contribuir, saúde é coisa importante.

  Criaria uma conta poupança benefícios, entraria tudo mais em dinheiro.

  Suponhamos que a parcela do Plano de Saúde pago pela empresa seja de 500 reais.

  Ela discrimina oficialmente essa destinação, coloca na conta benefício 500 reais, o funcionário decide que plano contratar ou se prefere ficar com a grana.

  Por vezes é um jovem solteiro, com boa saúde, que tem outras prioridades.

  Lembremos que em caso de emergência ele teria o SUS.

   Veja o caso do vale alimentação.

   Porque precisa de uma empresa intermediaria tipo SODEXO ou VR!?

   (Empresas que obviamente tem custo de operação e precisam cobrar por seus serviços.)

   Bastaria o empregador depositar na conta beneficio o valor do auxílio alimentação discriminando oficialmente essa destinação.

   O funcionário gerência isso como achar melhor.

   Enfim.

   O Brasil é o que NÓS brasileiros fazemos dele.


   O gasto da empresa com o funcionário não deveria ter tanta intervenção do Governo.

   O funcionário deve administrar a própria renda.


  Conta Benefícios - Link



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 Resumo:


1.  Valor didático da discussão: Independentemente da aprovação do PL 894/25, você destaca que o simples debate sobre a transparência do salário bruto e dos encargos já cumpre um papel pedagógico essencial para o trabalhador.


2.  Manutenção do caráter universal do SUS: Diferente de uma desoneração total, você defende que a contribuição para a saúde pública deve permanecer como um desconto obrigatório para todos (incluindo PJs e autônomos), dada a importância da rede de segurança do SUS.


3.  Criação da "Conta Poupança Benefícios": Você propõe que os valores destinados a benefícios (como plano de saúde e auxílio-alimentação) sejam depositados em dinheiro em uma conta específica, em vez de ficarem retidos ou vinculados a serviços fechados.


4.  Liberdade de escolha e autonomia individual: O ponto central é que o funcionário deve ter o poder de decidir como usar essa verba. Por exemplo, um jovem saudável pode preferir ficar com o dinheiro do plano de saúde para outras prioridades, contando com o SUS para emergências.


5.  Eliminação de intermediários financeiros: Você questiona a necessidade de empresas operadoras de benefícios (como Sodexo ou VR). Seu argumento é que o depósito direto do auxílio-alimentação na conta do funcionário elimina custos operacionais desnecessários e taxas de serviço.


6.  Gestão direta da própria renda: Você sustenta a tese de que o trabalhador é o melhor gestor de seus próprios recursos e que a discriminação oficial desses valores na folha garante transparência sem tirar a liquidez do cidadão.


7.  Redução da intervenção estatal: Você defende que o governo deveria intervir menos na forma como a empresa gasta com o funcionário, permitindo que a relação trabalhista seja mais direta e que o colaborador tenha controle total sobre a administração de seus rendimentos e benefícios.


  

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