Post no Face: “No Afeganistão, agora e lei:
Homens podem se casar com meninas a partir dos 9 anos desde que autorizados pelo pai ou pelo avô.”
Os Americanos ocuparam o Afeganistão de 2001 a 2021, esse tipo de lei era impensável.
A legislação do Afeganistão era mais civilizada.
Estabelecia a idade mínima de 16 anos para o casamento de meninas e 18 anos para os rapazes.
Embora práticas tradicionais e o casamento infantil clandestino ou consuetudinário ainda ocorressem em áreas rurais ou sob forte influência tribal um problema estrutural antigo na sociedade afegã que os americanos não conseguiam erradicar.
De qualquer forma não havia respaldo legal institucionalizado.
Inclusive em 2009 foi criada uma lei que pretendia eliminar a violência contra mulher, bem nos moldes norte americanos (e brasileiros).
A situação mudou drasticamente com o retorno do Talibã ao poder em 2021.
Em meados de 2026, o regime talibã formalizou novas diretrizes de direito de família (como o decreto conhecido como Código de Separação Judicial de Cônjuges) que passaram a vincular a elegibilidade para o casamento à puberdade o que na jurisprudência estrito senso pode abranger meninas a partir dos 9 anos, além de legitimar acordos feitos por tutores e interpretar o silêncio da menor como consentimento.
Vejam que o Afeganistão piorou bastante com a saída dos americanos.
A Venezuela pelo contrario melhorou bastante com a chegada dos americanos.
Talibã e Hamas são muito parecidos.
O Hamas é um movimento islamista jihadista, ligado à Irmandade Muçulmana.
Classificados por muitas nações como grupo terrorista, não é pelo Brasil (PT) que apoia fervorosamente o jeito de agir deles.
Nesses tempos de eleições que temos que decidir entre a aproximação com os americanos ou com a companherada do PT.
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Resumo:
1. Contraste na legislação afegã pós-ocupação: Durante a presença militar americana (2001–2021), a legislação do Afeganistão fixava a idade mínima para casamento em 16 anos para meninas e 18 para rapazes, contando inclusive com normas de 2009 voltadas a coibir a violência contra a mulher.
2. Impacto do retorno do Talibã: Com a saída das forças americanas e a retomada do poder pelo Talibã em 2021, o cenário mudou drasticamente, culminando em diretrizes recentes que vinculam a elegibilidade para o casamento à puberdade — podendo abranger meninas a partir de 9 anos sob autorização de tutores.
3. Avaliação geopolítica das intervenções: O texto aponta o agravamento das condições sociais no Afeganistão após a retirada dos Estados Unidos, contrapondo com a leitura de que a Venezuela teria apresentado melhorias com a presença ou aproximação americana.
4. Paralelo entre grupos extremistas: Há uma associação direta feita entre o Talibã e o Hamas, caracterizado no texto como um movimento islamista jihadista ligado à Irmandade Muçulmana e amplamente classificado como terrorista internacionalmente.
5. Crítica ao posicionamento partidário brasileiro: O argumento aponta que, embora o Hamas seja tratado como grupo terrorista por diversas nações, ele não recebe essa mesma classificação por parte do governo e do Partido dos Trabalhadores (PT), que, segundo sua análise, demonstram apoio às ações do grupo.
6. Dilema eleitoral e alianças internacionais: A conjuntura eleitoral é colocada como um momento decisivo para o país escolher entre a aproximação com os Estados Unidos ou o alinhamento político representado pelo PT ("a companherada do PT").
7. Abordagem analítica e lógica: O texto reflete a premissa de contrapor dados de realidades geopolíticas distintas para fundamentar a escolha ideológica e institucional que os eleitores enfrentam no pleito.
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