Cleiton >> Você é apenas um fantoche!
William >> Todos nós somos fantoches, Cleiton.
Eu apenas sou um fantoche que consegue
ver os fios.
Cleiton >> De certa forma, cabe controvérsia; se todos nós fossemos fantoches, com quem estaria os cordões!
William >> Eu nunca descarto a possibilidade de alguma inteligência (civilização) externa interferir na humanidade, aqueles que nos controlam.
Deixando essa hipótese de lado … e lembrando que uma coisa não exclui a outra …
Quando crianças temos dois cordões principais.
O meio (cultura familiar e governamental)
Você não decide que idioma falar (só um exemplo fácil) esse fio está ligado ao meio.
Não nascemos folha em branco, a mistura genética de nossos pais produz um ser único.
O segundo cordão podemos dizer que é nossa “genética”.
Você não decide seu grau de inteligência ou beleza por exemplo.
Cleiton >> Meios filosóficos, mais um tanto como divino.
Procurando na criação uma justificativa.
Até aceitaria, se eu não prezasse a tese do nosso condicional... no entanto, ser fantoches por filosofia não vale... não foi o saber que fez o homem... em todos os sentidos, o homem chegou primeiro, e ele então, só entendeu isso, depois da evolução condicional..
Só sei que sei, porque logo penso.
O pensar independe do saber... portanto, o saber é tardio.
William >> Outros animais também são fantoches, você acha que vacas e galinhas nos servem de alimento felizes da vida?
Nossa inteligência nos dá meios para diminuir o poder do manipulador.
Exemplo:
Você tem muita fé e percebe que o pastor ou padre esta te levando a fazer coisas que não quer.
Enxergando esse fio, você pode mudar de igreja, religião, ficar sem religião, virar ateu ...
Imagine uma vaca tendo o entendimento da sua situação, não seria tão fácil o pecuarista lidar com ela.
De qualquer forma, a vaca tem que viver em grupo, mesmo os búfalos selvagens tem a hierarquia do bando.
Mesmo enxergando o fio, a vaca teria que se adequar a uma outra situação.
Cleiton >> Já falamos disso, desse tema, relacionado ao se.
Não tem "se", para as espécies, até aqui que não detêm a condição de
consciência!
As outras espécies estão inapelavelmente sujeitas à
cadeia alimentar e não foi eu que criei isso.
William >> Mesmo nós que detemos a condição de consciência
estamos presos as regras desse planeta.
A espécie humana
poderá se considerar (de fato) mais “evoluída” que baratas quando conseguir
colonizar outros planetas.
Por enquanto
estamos todos enlaçados na mesma teia.
"com quem estaria os cordões?"
É um tipo de entrelaçamento quântico.😉
Observe que você esta tentando puxar o meu cordão e eu o seu.
Ambos temos nossos próprios cordões familiares e genéticos.
Ambos temos outros humanos com muito mais poder sobre decisões coletivas que influenciam nossas vidas, como políticos e demais autoridades.
Ainda tem o cordão da fé...
Há pessoas com uma Fé enorme que a igreja que frequenta é a única verdadeira, tem Fé que aquele cordão benzido que traz no pescoço o protege de todo mal, tem Fé que um Santo protetor ou anjo da guarda está com ela em todos os lugares, outra tem Fé que o próprio Jesus está sempre com ela andando a seu lado.
A Fé moderada é até um estimulo, mas exagerada só pode ser chamada de FANATISMO.
Acontece que esse fanatismo pode ser justamente o defeito que sustenta aquela vida integra, assim como muitas mentes não conseguem se manter integras sem o uso de antidepressivos outras não conseguem viver sem uma Fé cega em alguma coisa.
Sem a Fé elas seriam perversas ou se destruiriam rapidamente.
Cordão da Religião - Link
Sem a Fé elas seriam perversas ou se destruiriam rapidamente.
Um olho no holístico outro no reducionismo.
O todo, tem partes.
(William Robson)
✧✧✧
Resumo:
1. Condição humana como "fantoches": Todos os seres humanos são fantoches, mas a diferença central está na capacidade de perceber os "fios" (cordões) que nos controlam, sendo a consciência desses mecanismos o primeiro passo para a autonomia "tanto quanto possivel".
2. Os cordões primários (Meio e Genética): Na infância, estamos presos a dois cordões fundamentais: o meio (cultura familiar, governamental e idioma, que não escolhemos) e a genética (herança biológica que define traços como inteligência e beleza, rejeitando a ideia de que nascemos como uma "folha em branco").
3. Redução do poder do manipulador pela inteligência: Embora sejamos influenciados, a nossa inteligência permite enxergar os fios e diminuir o poder de controle externo — como exemplificado pela capacidade de questionar dogmas, mudar de religião ou abandonar crenças impostas por autoridades religiosas.
4. Paralelo com o reino animal: Outros animais também são fantoches submetidos a regras biológicas e à cadeia alimentar (como vacas e galinhas), mas a grande distinção é que o homem detém consciência e inteligência para, ao menos, tentar mitigar o controle sistêmico.
5. O verdadeiro marco evolutivo: A espécie humana só poderá se considerar verdadeiramente mais "evoluída" do que outras espécies (como as baratas) quando conseguir colonizar efetivamente outros planetas; até lá, todos continuam enlaçados na mesma teia planetária.
6. Entrelaçamento de influências mútuas ("quem segura os cordões"): O controle não vem de uma única fonte hierárquica isolada, mas de um sistema de "entrelaçamento" que inclui influências recíprocas entre indivíduos, o poder de políticos e autoridades sobre as decisões coletivas, e pressões sociais.
7. O cordão da fé e a sustentação mental: A fé cega ou o fanatismo, embora possam beirar o excesso, funcionam em muitos casos como uma muleta mental necessária para a integridade de certas pessoas — funcionando de forma análoga ao uso de antidepressivos para evitar que algumas mentes se destruam ou se tornem perversas.
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