quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Oxfan 2026

 



  
 Novo estudo da Oxfam revela que, embora o Brasil tenha registrado avanços em indicadores sociais e redução da pobreza nos últimos anos, a concentração de renda e riqueza no topo da pirâmide segue alarmante. 
  O relatório mostra que o 1% mais rico absorve quase um quarto de toda a renda do país, mantendo o controle sobre o patrimônio e a influência política.    A disparidade de gênero e raça também persiste como um dos pilares centrais da desigualdade socioeconômica brasileira.


William >> Eu ganho 2 mil, meu patrão 10 mil, 5 vezes mais.
  Você ganha 10 mil, seu patrão 100 mil, 10 vezes mais.
  Olhando só para o lado financeiro você vive muito
 melhor que eu.
   A desigualdade não é um mal em si.
   
  “O relatório mostra que o 1% mais 
rico absorve quase um quarto de toda a 
renda do país, mantendo o controle sobre 
o patrimônio e a influência política.” 

  É aquele velho dogma da “mais valia”, o funcionário produz riqueza e o empregador arranca (absorve) dele.
  Mas sem a empresa, que tipo de riqueza o funcionário produziria!?
  Se o funcionário produz riqueza por si só … porque vai trabalhar para outra pessoa!?
  Quem construiu a empresa não deve ter controle sobre esse patrimônio!?
  O voto do rico vale tanto quanto o do pobre, tem muito mais pobre, a influência política dos não ricos é muito maior.

 “A disparidade de gênero e raça
 também persiste como um dos pilares 
centrais da desigualdade 
socioeconômica brasileira.”

  Outra coisa que é difícil achar uma correlação.
  Não existe nada em nossa legislação proibindo alguém de ser empreendedor ao atingir a maioridade.
   Se um gênero ou raça se arrisca mais leva os maiores tombos, mas também consegue os melhores resultados.
  Outras raças e gêneros que se sentem “vítimas” se arrisquem mais.
   Se são tão eficientes quanto se acham, os bons resultados virão.





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Resumo:



1. A desigualdade financeira não é um mal em si
O aumento da diferença salarial entre níveis de renda (ex.: ganhar R$ 2 mil vs. R$ 10 mil vs. R$ 100 mil) não anula o fato de que quem recebe mais vive materialmente melhor. O foco exclusivo no abismo numérico ignora a melhoria na qualidade de vida individual.

2. Crítica à teoria do valor/mais-valia e defesa do valor da empresa
A ideia de que o 1% mais rico simplesmente "absorve" a renda do trabalhador é uma releitura do dogma marxista da mais-valia. Sem a estrutura, o capital e o risco assumidos pela empresa, o empregado não produziria riqueza no mesmo nível por conta própria.

3. Legitimidade sobre a propriedade e o patrimônio
Quem constrói, investe e assume os riscos de criar uma empresa tem o direito legítimo de manter o controle sobre esse patrimônio. Tratar a receita do topo como "apropriação indébita" ignora a responsabilidade de quem criou o negócio.

4. Soberania do voto e a real força política da maioria
Embora o relatório aponte que os mais ricos concentram influência política, no sistema democrático o voto do rico e do pobre têm exatamente o mesmo peso. Sendo a população de menor renda a maioria esmagadora, a força eleitoral dos "não ricos" é numericamente superior.

5. Igualdade jurídica e liberdade de empreender
A legislação brasileira não impõe restrições de gênero ou raça para quem deseja empreender ou ingressar no mercado ao atingir a maioridade. As oportunidades legais de iniciar um negócio são universais.

6. Propensão ao risco como fator de resultado econômico
A disparidade econômica socioeconômica de gênero ou raça está ligada à disposição de correr riscos e empreender. Quem se arrisca mais no mercado está sujeito a grandes perdas, mas também alcança os melhores retornos; a eficiência individual é o que valida o sucesso, não a vitimização.

7. A contradição moral do conceito de "ganância" (Citação de Thomas Sowell)
A reflexão final reforça a hipocrisia do debate econômico tradicional: qualifica-se como "ganância" o desejo do indivíduo de preservar a riqueza que produziu legitimamente, enquanto se isenta de crítica a conduta de querer tomar a riqueza gerada por terceiros.


 


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