Novo estudo da Oxfam revela que, embora o Brasil tenha registrado avanços em indicadores sociais e redução da pobreza nos últimos anos, a concentração de renda e riqueza no topo da pirâmide segue alarmante.
O relatório mostra que o 1% mais rico absorve quase um quarto de toda a renda do país, mantendo o controle sobre o patrimônio e a influência política. A disparidade de gênero e raça também persiste como um dos pilares centrais da desigualdade socioeconômica brasileira.
William >> Eu ganho 2 mil, meu patrão 10 mil, 5 vezes mais.
Você ganha 10 mil, seu patrão 100 mil, 10 vezes mais.
Olhando só para o lado financeiro você vive muito
melhor que eu.
A desigualdade não é um mal em si.
É aquele velho dogma da “mais valia”, o funcionário produz riqueza e o empregador arranca (absorve) dele.
Mas sem a empresa, que tipo de riqueza o funcionário produziria!?
Se o funcionário produz riqueza por si só … porque vai trabalhar para outra pessoa!?
Quem construiu a empresa não deve ter controle sobre esse patrimônio!?
O voto do rico vale tanto quanto o do pobre, tem muito mais pobre, a influência política dos não ricos é muito maior.
Outra coisa que é difícil achar uma correlação.
Não existe nada em nossa legislação proibindo alguém de ser empreendedor ao atingir a maioridade.
Se um gênero ou raça se arrisca mais leva os maiores tombos, mas também consegue os melhores resultados.
Outras raças e gêneros que se sentem “vítimas” se arrisquem mais.
Se são tão eficientes quanto se acham, os bons resultados virão.
Você ganha 10 mil, seu patrão 100 mil, 10 vezes mais.
Olhando só para o lado financeiro você vive muito
melhor que eu.
A desigualdade não é um mal em si.
“O relatório mostra que o 1% mais
rico absorve quase um quarto de toda a
renda do país, mantendo o controle sobre
o patrimônio e a influência política.”
É aquele velho dogma da “mais valia”, o funcionário produz riqueza e o empregador arranca (absorve) dele.
Mas sem a empresa, que tipo de riqueza o funcionário produziria!?
Se o funcionário produz riqueza por si só … porque vai trabalhar para outra pessoa!?
Quem construiu a empresa não deve ter controle sobre esse patrimônio!?
O voto do rico vale tanto quanto o do pobre, tem muito mais pobre, a influência política dos não ricos é muito maior.
“A disparidade de gênero e raça
também persiste como um dos pilares
centrais da desigualdade
socioeconômica brasileira.”
Outra coisa que é difícil achar uma correlação.
Não existe nada em nossa legislação proibindo alguém de ser empreendedor ao atingir a maioridade.
Se um gênero ou raça se arrisca mais leva os maiores tombos, mas também consegue os melhores resultados.
Outras raças e gêneros que se sentem “vítimas” se arrisquem mais.
Se são tão eficientes quanto se acham, os bons resultados virão.
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Resumo:
1. A desigualdade financeira não é um mal em si
O aumento da diferença salarial entre níveis de renda (ex.: ganhar R$ 2 mil vs. R$ 10 mil vs. R$ 100 mil) não anula o fato de que quem recebe mais vive materialmente melhor. O foco exclusivo no abismo numérico ignora a melhoria na qualidade de vida individual.
2. Crítica à teoria do valor/mais-valia e defesa do valor da empresa
A ideia de que o 1% mais rico simplesmente "absorve" a renda do trabalhador é uma releitura do dogma marxista da mais-valia. Sem a estrutura, o capital e o risco assumidos pela empresa, o empregado não produziria riqueza no mesmo nível por conta própria.
3. Legitimidade sobre a propriedade e o patrimônio
Quem constrói, investe e assume os riscos de criar uma empresa tem o direito legítimo de manter o controle sobre esse patrimônio. Tratar a receita do topo como "apropriação indébita" ignora a responsabilidade de quem criou o negócio.
4. Soberania do voto e a real força política da maioria
Embora o relatório aponte que os mais ricos concentram influência política, no sistema democrático o voto do rico e do pobre têm exatamente o mesmo peso. Sendo a população de menor renda a maioria esmagadora, a força eleitoral dos "não ricos" é numericamente superior.
5. Igualdade jurídica e liberdade de empreender
A legislação brasileira não impõe restrições de gênero ou raça para quem deseja empreender ou ingressar no mercado ao atingir a maioridade. As oportunidades legais de iniciar um negócio são universais.
6. Propensão ao risco como fator de resultado econômico
A disparidade econômica socioeconômica de gênero ou raça está ligada à disposição de correr riscos e empreender. Quem se arrisca mais no mercado está sujeito a grandes perdas, mas também alcança os melhores retornos; a eficiência individual é o que valida o sucesso, não a vitimização.
7. A contradição moral do conceito de "ganância" (Citação de Thomas Sowell)
A reflexão final reforça a hipocrisia do debate econômico tradicional: qualifica-se como "ganância" o desejo do indivíduo de preservar a riqueza que produziu legitimamente, enquanto se isenta de crítica a conduta de querer tomar a riqueza gerada por terceiros.
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