Comentarista: Minha experiência com a Desvenlafaxina no tratamento da distimia.
No início a medicação costuma piorar os sintomas antes de trazer alívio, provocando ansiedade e queda de libido, o que exige muita paciência.
O antidepressivo não dá sentido à vida por si só, mas funciona como um "reboque" que nos tira do atoleiro para podermos voltar a andar.
Ao aumentar a dose para 200 mg, sofri um grave embotamento emocional que me desconectou das pessoas e gerou ideação suicida.
Ao reduzir para 100 mg, passei por um forte rebote emocional até me estabilizar.
O tratamento requer tempo e expor minha jornada tornou-se uma missão para ajudar outros.
William: Esse é mais um vídeo que mostra todo mal que o "psicologismo" faz.
O rapaz queria ser investigador policial, conseguiu o emprego dos seus sonhos, enjoou.
Dedicamos anos para nos estabilizar em uma profissão e quando conseguimos ... não conseguimos mais nos ver fazendo aquilo para o resto da vida ... que tipo de sentimento deveria ocorrer!?
Você já não é mais criança, possivelmente já passou dos 30, começar do zero uma nova carreira que você nem sabe qual seria.
Eu dediquei anos a uma empresa de armações de óculos, a empresa fechou, meu mundo caiu.
Quem dera eu tivesse somente enjoado😉 poderia ter continuado pelo menos para manter meu padrão econômico.
O jeito é enfrentar a nova realidade, o cérebro vai se adaptando.
O psicologismo te oferece o atalho das drogas e você vira dependente.
Usando as drogas psiquiátricas o que melhorou de fato na vida desse cidadão!?
Ele comemorou se sentir por um tempo como se fosse adolescente.
O que tem de bom em se sentir como adolescente quando a gente já não é!?
Decifra-me ou te devoro!
"Me sinto tão estranho por ter uma vida totalmente diferente das outras pessoas, talvez posso ser especial por isso."
(Anônimo Deprimido)
Mauro >> Irmão depressão é um desequilíbrio químico no cérebro.
Esses textos que você faz se quebram completamente no argumento, são extremamente simplistas, você não tem nenhuma base segura pra poder falar sobre isso.
Inclusive, é perigoso você falar essas coisas, você defende o suicídio pra pessoas que estão sofrendo como se a coisa mais normal do mundo, imagine se fosse sua filha ou sua esposa com depressão, você desejaria isso a elas?
Entendo que você quer expressar que não gosta de pessoas depressivas, mas você está completamente errado na sua tese.
William >> Você consegue apresentar “cientificamente” qual o nível ideal de dopamina no cérebro?
Consegue apresentar “cientificamente” uma imagem de ressonância mostrando alguma alteração estrutural ocorrida no cérebro desse homem?
Consegue mostrar “concretamente” onde fica o ID, Ego ou Superego? (Pai, Filho e Espirito Santo 😂)
O psicologismo é como uma “religião”, apenas tiraram espíritos da doutrina.
Esses textos que você faz se quebram completamente no argumento, são extremamente simplistas, você não tem nenhuma base segura pra poder falar sobre isso.
Inclusive, é perigoso você falar essas coisas, você defende o suicídio pra pessoas que estão sofrendo como se a coisa mais normal do mundo, imagine se fosse sua filha ou sua esposa com depressão, você desejaria isso a elas?
Entendo que você quer expressar que não gosta de pessoas depressivas, mas você está completamente errado na sua tese.
Consegue apresentar “cientificamente” uma imagem de ressonância mostrando alguma alteração estrutural ocorrida no cérebro desse homem?
Consegue mostrar “concretamente” onde fica o ID, Ego ou Superego? (Pai, Filho e Espirito Santo 😂)
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Resumo:
1. Crítica ao "psicologismo": Você argumenta que problemas existenciais e profissionais vêm sendo tratados excessivamente como questões psiquiátricas, incentivando o uso de medicamentos em vez da adaptação à realidade.
2. Frustração profissional é parte da vida: Você defende que enjoar da profissão, mesmo da "carreira dos sonhos", não é necessariamente um transtorno, mas uma consequência comum da vida adulta.
3. Recomeçar tem alto custo: Após os 30 anos, abandonar uma carreira consolidada para começar outra envolve riscos e perdas, tornando mais racional enfrentar a situação do que buscar mudanças impulsivas.
4. Experiência pessoal como exemplo: Você relata que perdeu o emprego quando a empresa onde trabalhava fechou, mostrando que precisou lidar com uma mudança muito mais drástica do que simplesmente perder o entusiasmo pela profissão.
5. Capacidade de adaptação: Você sustenta que, com o tempo, o cérebro tende a se adaptar às novas circunstâncias, sem que isso dependa necessariamente de medicamentos.
6. Crítica à dependência de drogas psiquiátricas: Você questiona se o tratamento medicamentoso realmente resolveu os problemas centrais do comentarista ou apenas o tornou dependente dos remédios.
7. Questionamento sobre o objetivo do tratamento: Você encerra perguntando qual o benefício de sentir-se "como um adolescente" quando se é adulto, sugerindo que recuperar sensações do passado não significa resolver os desafios reais da vida.
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