· União (Governo Federal): fica com cerca de 55% a 60%.
· Estado de SP: fica com cerca de 25% a 30%.
· Campinas (Prefeitura): retém e recebe em repasses constitucionais cerca de 15% a 20% (somando arrecadação própria como IPTU e ISS às quotas de ICMS, IPVA e FPM).
Portanto, a grande maioria dos tributos pagos na cidade é destinada à União e ao Estado.
Gemini
REDUÇÃO DE MUNICÍPIOS CORRIGE ABUSO.
Brasil tem atualmente cerca de 1,2 mil cidades com menos de 5 mil habitantes.
Para reduzir impostos é preciso medidas concretas.
Boa parte do dinheiro dos impostos vai para sustentar prefeitos e vereadores os quais não tem razão para existirem.
Devemos apoiar a fusão de municípios.
Independência ou Imbecilidade!? - Link
1. Avaliação contextual da gestão pública local: Críticas genéricas a prefeitos ignoram realidades locais satisfatórias; a degradação dos centros urbanos decorre de um cenário macroeconômico nacional que torna inviável manter negócios no Brasil, e não de falhas puramente municipais.
2. Qualidade de vida e excesso de negatividade: Há um prazer generalizado na disseminação de negatividade que desconsidera os indicadores reais de infraestrutura e qualidade de vida oferecidos por cidades de grande porte como Campinas.
3. Limitação fiscal dos municípios: A maior parte da riqueza e dos impostos gerados nas cidades produtivas não permanece com os prefeitos, sendo direcionada prioritariamente para a União e para os Estados.
4. Subvenção de municípios inviáveis por cidades produtivas: Cidades dinâmicas e industrializadas sustentam, por meio da redistribuição tributária nacional, milhares de municípios dependentes que não possuem autonomia financeira.
5. Déficit de eficiência administrativa e parasitismo político: Cidades que não geram receita local suficiente sequer para custear sua própria estrutura administrativa (Prefeitura e Câmara) existem apenas para manter privilégios políticos e deveriam ser incorporadas a municípios maiores.
6. Inversão cultural de valores: A cultura política do país tende a punir a competência e vitimizar a ineficiência, criticando eleitores e gestores que mantêm administrações pragmáticas e funcionais ("satisfatórias").
7. Desequilíbrio do pacto federativo: A disparidade no pacto federativo cria cenários de dependência crônica, onde regiões inteiras recebem substancialmente mais recursos da União do que arrecadam, gerando déficit para o conjunto do país.
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