sexta-feira, 24 de julho de 2026

Prefeitos Satisfatórios

 



Gabi: É aniversário de Campinas (14 de Julho) e todo conteúdo de Campinas eu tô excluindo, ocultando e deixando de seguir. 252 anos da cidade porém 6 anos sobre um prefeito que acabou com a cidade! E pretendo nunca mais voltar pra lá!

William: Seja mais especifica, a região onde moro é bem cuidada.
  Estou satisfeito com o prefeito.
  O centro da maioria das cidades está degradado, lojas fecham porque ter negócio no Brasil está ficando impraticável.

  A Gabi não escreveu mais nada, deve ter me excluído também ...😂

  Vou aproveitar para falar dessa "negatividade" que muitos tem prazer em espalhar.
  Se Campinas, com tudo que oferece, com a qualidade de vida que tem, é ruim ... qual cidade brasileira é boa!?

  Entendam o óbvio, tudo em impostos que Campinas, Americana, Limeira, Diadema, São Paulo (capital) ...arrecadam não ficam nas cidades (Prefeito).
  Boa parte vai para o Estado (Governador) e outra para União (Presidente).


      Do total de impostos gerados em Campinas (somando as esferas federal, estadual e municipal):

·         União (Governo Federal): fica com cerca de 55% a 60%.

·         Estado de SP: fica com cerca de 25% a 30%.

·         Campinas (Prefeitura): retém e recebe em repasses constitucionais cerca de 15% a 20% (somando arrecadação própria como IPTU e ISS às quotas de ICMS, IPVA e FPM).

   Portanto, a grande maioria dos tributos pagos na cidade é destinada à União e ao Estado.

Gemini

 
  Segundo dados do Tesouro Nacional e do Índice Firjan de Gestão Fiscal...
  Cerca de 2.190 municípios (40% do total) dependem em 90% ou mais de transferências da União e Estados  para funcionar.
   Em 80% das cidades (4.156), a arrecadação própria representa no máximo 20% da receita.

   Sem arrecadação própria básica, cerca de 1.282 cidades não geram receita local (IPTU/ISS) suficiente sequer para custear a prefeitura e a Câmara de Vereadores.

  Percebem?
  O Brasil tem sido pessimamente administrado.
  1282 cidades deveriam ser incorporadas a municípios maiores, elas existem só para dar algum dinheiro para políticos.
 
  2190 cidades arrecadam o suficiente para pagar os políticos, mas só isso, tudo mais (na pratica) vem de cidades como ... Campinas, Americana, Limeira, Diadema, São Paulo (capital)...

  Nossa cultura tem sido assim.
  Os competentes são execrados e os incompetentes tratados como vitimas.
  O mal do Brasil são eleitores como os de Campinas que elegem "prefeitos satisfatórios", acredite quem quiser...



Bahia - Link (Estados/eleitores que dão prejuízo)




 REDUÇÃO DE MUNICÍPIOS CORRIGE ABUSO.

 Brasil tem atualmente cerca de 1,2 mil cidades com menos de 5 mil habitantes.

 

  Para reduzir impostos é preciso medidas concretas.



  Boa parte do dinheiro dos impostos vai para sustentar prefeitos e vereadores os quais não tem razão para existirem.

  Devemos apoiar a fusão de municípios.


 Independência ou Imbecilidade!? - Link


 



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 Resumo: 

1. Avaliação contextual da gestão pública local: Críticas genéricas a prefeitos ignoram realidades locais satisfatórias; a degradação dos centros urbanos decorre de um cenário macroeconômico nacional que torna inviável manter negócios no Brasil, e não de falhas puramente municipais.

2. Qualidade de vida e excesso de negatividade: Há um prazer generalizado na disseminação de negatividade que desconsidera os indicadores reais de infraestrutura e qualidade de vida oferecidos por cidades de grande porte como Campinas.

3. Limitação fiscal dos municípios: A maior parte da riqueza e dos impostos gerados nas cidades produtivas não permanece com os prefeitos, sendo direcionada prioritariamente para a União e para os Estados.

4. Subvenção de municípios inviáveis por cidades produtivas: Cidades dinâmicas e industrializadas sustentam, por meio da redistribuição tributária nacional, milhares de municípios dependentes que não possuem autonomia financeira.

5. Déficit de eficiência administrativa e parasitismo político: Cidades que não geram receita local suficiente sequer para custear sua própria estrutura administrativa (Prefeitura e Câmara) existem apenas para manter privilégios políticos e deveriam ser incorporadas a municípios maiores.

6. Inversão cultural de valores: A cultura política do país tende a punir a competência e vitimizar a ineficiência, criticando eleitores e gestores que mantêm administrações pragmáticas e funcionais ("satisfatórias").

7. Desequilíbrio do pacto federativo: A disparidade no pacto federativo cria cenários de dependência crônica, onde regiões inteiras recebem substancialmente mais recursos da União do que arrecadam, gerando déficit para o conjunto do país.

  


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