terça-feira, 28 de julho de 2026

Desvenlafaxina

 




Comentarista: Minha experiência com a Desvenlafaxina no tratamento da distimia. 
  No início a medicação costuma piorar os sintomas antes de trazer alívio, provocando ansiedade e queda de libido, o que exige muita paciência. 
   O antidepressivo não dá sentido à vida por si só, mas funciona como um "reboque" que nos tira do atoleiro para podermos voltar a andar.
   Ao aumentar a dose para 200 mg, sofri um grave embotamento emocional que me desconectou das pessoas e gerou ideação suicida. 
  Ao reduzir para 100 mg, passei por um forte rebote emocional até me estabilizar. 
  O tratamento requer tempo  e expor minha jornada tornou-se uma missão para ajudar outros.

William: Esse é mais um vídeo que mostra todo mal que o "psicologismo" faz.
   O rapaz queria ser investigador policial, conseguiu o emprego dos seus sonhos, enjoou.
   Dedicamos anos para nos estabilizar em uma profissão e quando conseguimos ... não conseguimos mais nos ver fazendo aquilo para o resto da vida ... que tipo de sentimento deveria ocorrer!?
   Você já não é mais criança, possivelmente já passou dos 30, começar do zero uma nova carreira que você nem sabe qual seria.
   Eu dediquei anos a uma empresa de armações de óculos, a empresa fechou, meu mundo caiu.
   Quem dera eu tivesse somente enjoado😉 poderia ter continuado pelo menos para manter meu padrão econômico.
   O jeito é enfrentar a nova realidade, o cérebro vai se adaptando.
   O psicologismo te oferece o atalho das drogas e você vira dependente.

  Usando as drogas psiquiátricas o que melhorou de fato na vida desse cidadão!?

  Ele comemorou se sentir por um tempo como se fosse adolescente.
  O que tem de bom em se sentir como adolescente quando a gente já não é!?

   Decifra-me ou te devoro!


"Me sinto tão estranho por ter uma vida totalmente diferente das outras pessoas, talvez posso ser especial por isso."
 (Anônimo Deprimido)
  



Mauro >> Irmão depressão é um desequilíbrio químico no cérebro.
  Esses textos que você faz se quebram completamente no argumento, são extremamente simplistas, você não tem nenhuma base segura pra poder falar sobre isso.
  Inclusive, é perigoso você falar essas coisas, você defende o suicídio pra pessoas que estão sofrendo como se a coisa mais normal do mundo, imagine se fosse sua filha ou sua esposa com depressão, você desejaria isso a elas?
  Entendo que você quer expressar que não gosta de pessoas depressivas, mas você está completamente errado na sua tese.
 
William >> Você consegue apresentar “cientificamente” qual o nível ideal de dopamina no cérebro?
  Consegue apresentar “cientificamente” uma imagem de ressonância mostrando alguma alteração estrutural ocorrida no cérebro desse homem?
  Consegue mostrar “concretamente” onde fica o ID, Ego ou Superego? (Pai, Filho e Espirito Santo 😂)
  O psicologismo é como uma “religião”, apenas tiraram espíritos da doutrina.

 




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 Resumo: 


 1. Crítica ao "psicologismo": Você argumenta que problemas existenciais e profissionais vêm sendo tratados excessivamente como questões psiquiátricas, incentivando o uso de medicamentos em vez da adaptação à realidade.

2. Frustração profissional é parte da vida: Você defende que enjoar da profissão, mesmo da "carreira dos sonhos", não é necessariamente um transtorno, mas uma consequência comum da vida adulta.

3. Recomeçar tem alto custo: Após os 30 anos, abandonar uma carreira consolidada para começar outra envolve riscos e perdas, tornando mais racional enfrentar a situação do que buscar mudanças impulsivas.

4. Experiência pessoal como exemplo: Você relata que perdeu o emprego quando a empresa onde trabalhava fechou, mostrando que precisou lidar com uma mudança muito mais drástica do que simplesmente perder o entusiasmo pela profissão.

5. Capacidade de adaptação: Você sustenta que, com o tempo, o cérebro tende a se adaptar às novas circunstâncias, sem que isso dependa necessariamente de medicamentos.

6. Crítica à dependência de drogas psiquiátricas: Você questiona se o tratamento medicamentoso realmente resolveu os problemas centrais do comentarista ou apenas o tornou dependente dos remédios.

7. Questionamento sobre o objetivo do tratamento: Você encerra perguntando qual o benefício de sentir-se "como um adolescente" quando se é adulto, sugerindo que recuperar sensações do passado não significa resolver os desafios reais da vida.


  


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