quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Oxfan 2026

 



  
 Novo estudo da Oxfam revela que, embora o Brasil tenha registrado avanços em indicadores sociais e redução da pobreza nos últimos anos, a concentração de renda e riqueza no topo da pirâmide segue alarmante. 
  O relatório mostra que o 1% mais rico absorve quase um quarto de toda a renda do país, mantendo o controle sobre o patrimônio e a influência política.    A disparidade de gênero e raça também persiste como um dos pilares centrais da desigualdade socioeconômica brasileira.


William >> Eu ganho 2 mil, meu patrão 10 mil, 5 vezes mais.
  Você ganha 10 mil, seu patrão 100 mil, 10 vezes mais.
  Olhando só para o lado financeiro você vive muito
 melhor que eu.
   A desigualdade não é um mal em si.
   
  “O relatório mostra que o 1% mais 
rico absorve quase um quarto de toda a 
renda do país, mantendo o controle sobre 
o patrimônio e a influência política.” 

  É aquele velho dogma da “mais valia”, o funcionário produz riqueza e o empregador arranca (absorve) dele.
  Mas sem a empresa, que tipo de riqueza o funcionário produziria!?
  Se o funcionário produz riqueza por si só … porque vai trabalhar para outra pessoa!?
  Quem construiu a empresa não deve ter controle sobre esse patrimônio!?
  O voto do rico vale tanto quanto o do pobre, tem muito mais pobre, a influência política dos não ricos é muito maior.

 “A disparidade de gênero e raça
 também persiste como um dos pilares 
centrais da desigualdade 
socioeconômica brasileira.”

  Outra coisa que é difícil achar uma correlação.
  Não existe nada em nossa legislação proibindo alguém de ser empreendedor ao atingir a maioridade.
   Se um gênero ou raça se arrisca mais leva os maiores tombos, mas também consegue os melhores resultados.
  Outras raças e gêneros que se sentem “vítimas” se arrisquem mais.
   Se são tão eficientes quanto se acham, os bons resultados virão.





✧✧✧




Resumo:



1. A desigualdade financeira não é um mal em si
O aumento da diferença salarial entre níveis de renda (ex.: ganhar R$ 2 mil vs. R$ 10 mil vs. R$ 100 mil) não anula o fato de que quem recebe mais vive materialmente melhor. O foco exclusivo no abismo numérico ignora a melhoria na qualidade de vida individual.

2. Crítica à teoria do valor/mais-valia e defesa do valor da empresa
A ideia de que o 1% mais rico simplesmente "absorve" a renda do trabalhador é uma releitura do dogma marxista da mais-valia. Sem a estrutura, o capital e o risco assumidos pela empresa, o empregado não produziria riqueza no mesmo nível por conta própria.

3. Legitimidade sobre a propriedade e o patrimônio
Quem constrói, investe e assume os riscos de criar uma empresa tem o direito legítimo de manter o controle sobre esse patrimônio. Tratar a receita do topo como "apropriação indébita" ignora a responsabilidade de quem criou o negócio.

4. Soberania do voto e a real força política da maioria
Embora o relatório aponte que os mais ricos concentram influência política, no sistema democrático o voto do rico e do pobre têm exatamente o mesmo peso. Sendo a população de menor renda a maioria esmagadora, a força eleitoral dos "não ricos" é numericamente superior.

5. Igualdade jurídica e liberdade de empreender
A legislação brasileira não impõe restrições de gênero ou raça para quem deseja empreender ou ingressar no mercado ao atingir a maioridade. As oportunidades legais de iniciar um negócio são universais.

6. Propensão ao risco como fator de resultado econômico
A disparidade econômica socioeconômica de gênero ou raça está ligada à disposição de correr riscos e empreender. Quem se arrisca mais no mercado está sujeito a grandes perdas, mas também alcança os melhores retornos; a eficiência individual é o que valida o sucesso, não a vitimização.

7. A contradição moral do conceito de "ganância" (Citação de Thomas Sowell)
A reflexão final reforça a hipocrisia do debate econômico tradicional: qualifica-se como "ganância" o desejo do indivíduo de preservar a riqueza que produziu legitimamente, enquanto se isenta de crítica a conduta de querer tomar a riqueza gerada por terceiros.


 


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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Geração Problema

 



  
Odílio >>Tenho 72 anos.
 Mas algumas coisas nunca vou deixar de fazer.
 Votarei em Lula e em candidatos de esquerda até morrer.

William >> Nasceu em 1954.
  Quem nasceu em 1960 fez 18 anos em 1978, uma fase em que a televisão já estava presente na maioria dos lares.
  Sem a internet, era uma mídia com maior capacidade de manipulação, no entanto chegava a todos muita informação.
  Essa geração de 1960 viu que o congelamento de preços não dá certo, viveu a bagunça da hiperinflação
  Quem nasceu antes de 1990, no escândalo do Mensalão tinha pelo menos 15 anos.
  No do Petrolão já tinha uns 18.
  Nas apurações da Lava Jato (2014) tinha pelo menos 24 anos. 
  (Odílio tinha 60 anos)


  
 O escândalo do Mensalão, revelado em 2005, foi um esquema de corrupção política no Brasil no qual o PT pagava mesadas a parlamentares em troca de apoio em votações no Congresso. 
  Operado por figuras centrais do governo e do partido, financiado via contratos públicos e repasses publicitários, o esquema desviou milhões. 
  Julgado pelo Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470, resultou na condenação e prisão de empresários, banqueiros e influentes líderes políticos.

  O escândalo do Petrolão foi um bilionário esquema de corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras, revelado em 2014 pela Operação Lava Jato. 
  Envolvia o cartel de empreiteiras que superfaturava contratos da estatal e pagava propinas a executivos e políticos de diversos partidos, mas que não tinha como funcionar sem a convencia do partido no poder. 
  O dinheiro abastecia campanhas e enriquecimento ilícito. 
  Sob liderança do Ministério Público Federal e da Justiça Federal, o caso gerou centenas de prisões, recuperação de bilhões e fortes impactos políticos.

  O escândalo dos fundos de pensão envolveu investimentos temerários e fraudes milionárias nas entidades de previdência complementar de estatais brasileiras, como Postalis, Previ, Petros e Funcef.          Revelado pela Operação Greenfield em 2016, o esquema consistia na compra de títulos podres e aporte em projetos sem viabilidade financeira em troca de propinas a gestores e políticos. 
  As perdas bilionárias forçaram o reajuste das contribuições de milhares de aposentados para cobrir o rombo.
  Impossível o esquema funcionar sem a conivência do PT, quem indicava gestores para os fundos de pensão.


   Enfim.
   Os nascidos por volta de 1960, é a geração brasileira mais FILHA DA "FRUTA" que já existiu.😉
   Mesmo assistindo de camarote a queda da URSS,
idolatraram tipos como Paulo Freire e Guevara.
   Nos encheram de partidos de esquerda.
   O Brasil poderia ser tão desenvolvido quanto Canadá ou Estados Unidos.
   Só não estamos pior porque a Monarquia deixou para gente esse enorme e rico território.



✧✧✧



Resumo:


1. Acesso à informação e maturidade política: A geração nascida a partir da década de 1960 cresceu com a televisão amplamente presente nos lares e acompanhou de perto eventos históricos marcantes, como o fracasso do congelamento de preços e o caos da hiperinflação.

2. Testemunho consciente dos grandes escândalos: Essa geração já tinha idade adulta ou suficiente para compreender a gravidade de grandes esquemas de corrupção do país, como o Mensalão, o Petrolão e as fraudes nos fundos de pensão reveladas pela Lava Jato e pela Operação Greenfield.

3. Responsabilidade do PT nos esquemas de corrupção: Nos escândalos citados, houve atuação ou conivência direta do partido no poder — desde a compra de apoio político no Congresso e loteamento na Petrobras até a indicação de gestores que provocaram rombos bilionários em fundos de previdência (Postalis, Previ, Petros e Funcef).

4. Idolatria a referências de esquerda apesar dos fatos: Mesmo assistindo de perto ao colapso do modelo soviético (queda da URSS), essa geração continuou a idolatrar figuras de esquerda como Paulo Freire e Che Guevara, promovendo a proliferação de partidos alinhados a essa ideologia.

5. A "Geração Problema": Por ter vivido todos esses acontecimentos e ainda assim insistir no apoio incondicional à esquerda e a lideranças como Lula, essa geração dos nascidos em torno de 1960 é apontada por você como a mais prejudicial à história recente do Brasil.

6. Potencial de desenvolvimento frustrado: O país tinha condições estruturais e históricas de alcançar um nível de desenvolvimento econômico e social comparável ao de nações como Canadá ou Estados Unidos, oportunidade que foi travada pelas escolhas políticas dessa geração.

7. Herança territorial monárquica como salvaguarda: O Brasil só não se encontra em situação ainda pior graças à herança geográfica, territorial e de riquezas deixada pelo período monárquico (que já havia consolidado praticamente todo o mapa atual até a deposição da Princesa Isabel).

 


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sábado, 5 de setembro de 2026

Aversão a Homem

 


Karol >>  “A única coisa que me faz querer casar ou ter qualquer tipo de relação com um homem é a possibilidade de ter filhos, fico torcendo muito para ser infértil de alguma forma e assim me “livrar” do pesadelo que é lidar com homem.

William >> Uma pessoa que quer ter filhos torcer para ser infértil!? 
  Só aí já dá para perceber muita imaturidade.

  A dificuldade de lidar com “homens” de maneira generalizada como esta na postagem também indica que o problema provavelmente está em você, talvez a “imaturidade” como já mencionei.
  Nos diversos ambientes que passei , escola, igreja, trabalho, passeios … conheci inúmeras mulheres.
  Algumas tinham personalidades muito incompatíveis com a minha, preferia manter distância, mas isso acontecia com homens também.
  A maioria das pessoas que encontrei na vida são gente boa, dentro da média.
  Algumas eram muito compatíveis comigo, grandes colegas geralmente de trabalho ou escola.

  Sou hetero, não sinto atração sexual por homens.
  A gente só pode se decidir por uma para namorar e casar, vivo bem com minha esposa.
   Tratar todas as mulheres (ou homens) como se fossem iguais … não tem lógica, cada uma tem uma personalidade.

   Entretanto ... se você tem aversão a homem, já entramos em outro campo.
   Você pode ser do tipo assexuada, mas nesse caso tem aversão a se relacionar também com mulheres.
   Se sente atração por mulheres o mais indicado é se assumir.
  Quando encontrar uma parceira para casar pode recorrer ao Banco de Sêmen.
  No Brasil é permitido  utilizar técnicas de reprodução assistida, incluindo a inseminação artificial ou fertilização in vitro com sêmen doado/congelado.
  A mãe pode registrar a criança diretamente no Cartório de Registro Civil apresentando a declaração do centro de reprodução humana, constando apenas a maternidade, sem necessidade de ação judicial.




   “Ou você se torna quem nasceu
para ser, ou passará a vida
inventando desculpas por nunca
ter se tornado essa pessoa."
( Friedrich Nietzsche)

  Se acha que nasceu lésbica ...




✧✧✧




Resumo:

1. Incoerência e imaturidade nas declarações: Você aponta uma contradição lógica na fala da usuária que deseja ter filhos, mas torce para ser infértil apenas para evitar o convívio com homens, identificando nisso uma clara imaturidade emocional e racional.

2. Identificação do problema no indivíduo, não no coletivo: Argumenta que a dificuldade de se relacionar com homens de forma generalizada sugere que a questão central está na própria pessoa e em sua imaturidade, e não em todo o gênero masculino.

3. Generalização destituída de lógica: Defende que tratar todas as mulheres ou todos os homens como se fossem iguais não faz sentido lógico, pois cada indivíduo possui uma personalidade e características próprias.

4. Experiência prática e convivência social: Com base nas suas vivências em variados ambientes (escola, igreja, trabalho e passeios), você observa que a maioria das pessoas — homens e mulheres — é razoável ("gente boa") e que a incompatibilidade pontual ocorre com pessoas de ambos os sexos.

5. Diferenciação entre aversão, assexualidade e orientação sexual: Analisa a aversão declarada explicando que, se houvesse repulsa a relacionamentos no geral, poderia se tratar de assexualidade; contudo, se houver atração por mulheres, o caminho mais coerente é a autoaceitação e a escolha por relacionamentos homoafetivos.

6. Alternativas viáveis para a maternidade independente: Destaca a viabilidade prática e legal no Brasil para quem deseja ter filhos sem a necessidade de um parceiro masculino, recorrendo a bancos de sêmen e à reprodução assistida (inseminação artificial ou fertilização in vitro), com registro civil simplificado apenas em nome da mãe.

7. Incentivo à autenticidade pessoal: Finaliza utilizando a citação filosófica para enfatizar a importância de assumir a própria identidade e orientação (como ser lésbica, se for o caso) em vez de criar justificativas e viver em contradição.

 


  

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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Serviços de Aplicativos

 






HISTÓRIA CULTURA E CURIOSIDADE NO MUNDO - Link

O valor que aparece no aplicativo depois de uma sequência de corridas pode dar a impressão de que o motorista está ganhando bem. Mas, quando todas as despesas entram na conta, a realidade pode ser bem diferente.

Levantamentos realizados pelo Stop Club entre 2023 e 2024 mostram rendimentos líquidos mensais abaixo de R$ 3 mil em diferentes capitais, mesmo com jornadas que chegavam a 50 ou 60 horas por semana.

Em Recife, por exemplo, a estimativa foi de R$ 1.148,27 líquidos por mês. Em Brasília, R$ 1.320,64. Já Salvador apresentou R$ 1.712,19, enquanto Curitiba chegou a R$ 1.888,24.

Belo Horizonte teve uma estimativa maior, de R$ 2.805,77 mensais. Em São Paulo, o levantamento apontou R$ 2.501,61 líquidos com uma jornada de aproximadamente 60 horas semanais.

O problema é que o motorista não fica com todo o dinheiro das corridas. Combustível, manutenção, impostos, taxas das plataformas, financiamento ou aluguel do veículo podem consumir uma parcela significativa do faturamento.

Por isso, olhar apenas para quanto entra no aplicativo pode ser enganoso. Para saber se realmente vale a pena, é preciso calcular quanto sobra depois de pagar todos os custos para manter o carro rodando.

💬 Na sua opinião, trabalhar 50 ou 60 horas por semana para ganhar esse valor líquido compensa?

🔄 Compartilhe com alguém que trabalha ou já trabalhou como motorista de aplicativo.

📚 Fonte: Stop Club — levantamento sobre ganhos líquidos de motoristas de aplicativo

 



William >> Se o Brasil estivesse tão bem quanto dizem, não haveria tanta gente procurando esse tipo de serviço.
  Com menos concorrência os ganhos seriam maiores como eram no início.  
  É aquela lei econômica tão ignorada por brasileiro.
  Oferta e Demanda.
  Uma coisa que não entendo.
  Se o cidadão tem emprego melhor disponível ... porque não vai!?
   Quem me explica?

   Querem tornar os serviços de aplicativos inviáveis no Brasil?
   Tudo bem.

  Mais famílias no Bolsa Família.
  Sem empresas rentáveis no Brasil (gerando outros empregos e impostos) tudo vai dar certo ... confia... Deus vai nos ajudar ... oremos.




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Resumo:


1. Ilusão dos ganhos brutos nos aplicativos: O valor total exibido nas plataformas gera uma falsa impressão de alto rendimento, pois não reflete os pesados custos operacionais (combustível, manutenção, impostos, taxas e custos do veículo) que reduzem significativamente o valor líquido real retido pelo motorista.

2. Jornadas exaustivas e baixa remuneração real: Levantamentos reais em diversas capitais brasileiras mostram que motoristas chegam a trabalhar de 50 a 60 horas semanais para obter rendimentos líquidos mensais muito baixos (frequentemente entre R$ 1.100 e R$ 2.800).

3. Reflexo da fragilidade econômica do país: A grande adesão e busca por esse tipo de trabalho indicam que a economia brasileira não vai bem, ao contrário do que muitos afirmam; a necessidade força as pessoas a buscarem essa alternativa.

4. Ação da Lei da Oferta e da Procura: No início da operação dos aplicativos no Brasil, os ganhos eram maiores devido à menor concorrência. Com o excesso de trabalhadores ingressando no setor, a renda líquida individual caiu substancialmente — um princípio econômico básico muitas vezes ignorado.

5. Raciocínio sobre o mercado de trabalho: Se existissem oportunidades e empregos melhores no mercado formal ou em outros setores, os trabalhadores migrariam naturalmente para eles. A permanência nos aplicativos demonstra a falta de opções superiores disponíveis.

6. Risco de inviabilizar o setor: Propostas ou pressões que tornem os serviços de aplicativos inviáveis no país tendem a piorar o cenário econômico geral, destruindo uma fonte autônoma de renda.

7. Impacto socioeconômico e fiscal da perda de plataformas: A eventual saída ou retração dessas empresas gera prejuízos em cadeia: reduz a arrecadação de impostos, diminui a geração indireta de empregos e empurra mais famílias para a dependência de programas assistenciais, como o Bolsa Família.


 


  

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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Fiz Tudo que Mandaram

 


  
 


Comentarista: Cresci ouvindo que estudar e ter um diploma seria o passaporte para mudar de vida, assim como toda uma geração que se tornou a mais qualificada do país. 
  No entanto, fiz tudo o que mandaram para descobrir que as regras do jogo mudaram.
  Com o Enem, Prouni, Fies e o EAD, democratizamos o acesso, mas, ao nos formarmos, enfrentamos uma economia desindustrializada e desaquecida. 
  Vagas júnior sumiram, o mercado saturou de advogados e engenheiros e 40% dos diplomados foram empurrados para a informalidade ou subempregos.
  Diante dessa frustração, resta-nos disputar concursos públicos hiperconcorridos em busca de estabilidade ou depender da incerteza dos algoritmos. 
  Cumprimos nossa parte, mas fomos formados para um Brasil promissor que simplesmente deixou de existir.

                                            
   "No entanto, fiz tudo o que mandaram 
para descobrir que as regras
 do jogo mudaram."


William >> Não consegui achar a idade do autor, mas ...

  "O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi criado em 1998, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, sob a gestão do ministro da Educação Paulo Renato Souza.
  Inicialmente, seu objetivo era apenas avaliar a qualidade do ensino médio no país e o desempenho individual dos estudantes ao final da educação básica.     A partir de 2009, o exame foi reformulado e passou a ser utilizado como o principal mecanismo de seleção para o acesso ao ensino superior público e privado no Brasil."
  *Gemini*

  Podemos deduzir que ele é no mínimo da geração de 1990 ou mais jovem.
  O que me provocou escrever esse texto é algo que ouço e leio repetidamente em vídeos desse tipo.
  Que havia uma "certeza de sucesso".
  Meu último ano na Faculdade foi em 1994, pré ENEM e coisas do tipo.
  Esse mundo maravilhoso de pleno emprego pra quem concluísse faculdade eu desconheço 😂.
  Olha que moro em uma região próspera, Campinas SP.
  Estudei na PUC, claro que tinha os deslumbrados acreditando que assim que terminassem o curso alguma grande oportunidade aconteceria.
  A maioria era bem pé no chão.
  Fazer faculdade melhorava suas chances, mas não faria acontecer nenhum milagre.
  Eu mesmo fiz o curso para tentar ser mais útil na empresa que eu era encarregado, quem sabe chegar a um cargo de diretoria... caso a empresa crescesse.
   Nessa parte confesso que eu era um deslumbrado😉.
   Acreditava que a faculdade de administração iria me trazer conhecimentos valiosos.
   No primeiro ano foi uma decepção, pensei, no segundo melhora.
   No terceiro já estava ciente que era uma grande encheção de linguiça.

   Enfim, esse pessoal que acreditava piamente no que seus familiares falavam sobre faculdade sem perceber o ambiente a sua volta ... pessoal "pouco inteligente hein!?"

   No ano de 2 mil até eu tinha computador com Internet em casa, participava de fóruns de debates.
   E essa turma permaneceu alienada!?

    "Cresci ouvindo que estudar e ter um diploma
 seria o passaporte para mudar de vida,
 assim como toda uma geração que se 
tornou a mais qualificada do país."

   Mais qualificada!?
   Pegar o certificado de conclusão do curso é uma coisa, qualificação mesmo só quando você se torna um profissional competente. 

   A vida continua, quem foi tão alienado por tanto tempo tente despertar para realidade.
   O mundo te enganou ou você fez questão de alimentar uma ilusão por conta própria!?

   O estudo realmente potencializa suas oportunidades.
   Garantias ... isso não existe na vida.
   Hoje estamos vivos e com saúde, amanhã um grave acidente ou doença pode acontecer.

   O "seu passado" não volta, o que esta feito esta feito.
   Essa idealização do "passado da humanidade" é outra coisa difícil de entender.
   Não sei se tem algum estudo sobre isso, mas 99% das pessoas que nascem pobres, morrem pobres, se conseguem alcançar ou permanecer na classe média já é algo a comemorar.
   Esse passado maravilhoso onde era só conseguir um diploma e enricar ... eu que sempre gostei muito de historia da humanidade desconheço.
   Albert Einstein (morava nos Estados Unidos) e tantos outros cientistas famosos viviam com certo conforto, mas não podiam ser considerados "ricos".

  O cara pega diploma meia boca em um país que odeia empresas e quer se dar bem com certeza!?
  😂😂
  É rir para não chorar ...

Nota: Até serviços com aplicativos estamos fazendo de tudo para dificultar ao máximo para essas empresas.
  Brasil, a última empresa a sair apague a luz.
  Quem ficar vai viver de Bolsa Família.
  De onde virá o dinheiro?
  Oremos ... sem empresas robustas para gerar impostos ... é ficar a espera de milagres.


✧✧✧



Resumo:


1. A ilusão do "passado de pleno emprego" e da certeza de sucesso: Com base em sua própria experiência universitária nos anos 1990 (pré-Enem/Prouni), você rebate a ideia de que antigamente havia uma garantia ou um "mundo maravilhoso" de emprego imediato para qualquer diplomado, ressaltando que, mesmo em regiões prósperas como Campinas, fazer faculdade sempre aumentava as chances, mas nunca garantiu milagres.

2. Falta de senso crítico e alienação individual: Você questiona a postura dos jovens que acreditaram cegamente em promessas de sucesso sem observar a realidade ao seu redor, apontando que a informação e o acesso à internet já estavam disponíveis há décadas para quem quisesse ter uma visão mais pé no chão do mercado.

3. Diploma não é sinônimo de qualificação real: Contestando a tese de que esta é a "geração mais qualificada", você argumenta que obter um certificado de conclusão é muito diferente de ter uma qualificação prática e se tornar um profissional competente.

4. Decepção com a formação acadêmica e promessas do ensino: Relembrando sua trajetória na faculdade de Administração, você relata que o conteúdo acadêmico muitas vezes não entregou o valor prático esperado, mostrando que a idealização do ensino superior como salvação é um equívoco antigo.

5. A inexistência de garantias e a falsa mobilidade social do passado: Apontando que historicamente a esmagadora maioria das pessoas que nascem pobres permanecem em condições similares (sendo a chegada à classe média algo a se celebrar), você refuta a mitificação de um passado em que "bastava um diploma para enriquecer". Nem mesmo mentes brilhantes como Einstein ficaram ricas.

6. A autoenganação vs. "o mundo me enganou": Você provoca o leitor a refletir sobre a própria responsabilidade no processo, questionando se as pessoas foram realmente enganadas pelo sistema ou se preferiram alimentar uma ilusão confortável por conta própria sem encarar a realidade da vida.

7. Ambiente hostil às empresas e falta de perspectiva econômica: Por fim, você critica o cenário nacional que dificulta a vida de quem gera empregos e inova (como as tentativas de engessar o trabalho por aplicativos), argumentando que um país que "odeia empresas" inviabiliza a criação de riqueza, tornando irreal a expectativa de prosperar apenas ostentando um diploma.




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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Oncologia e Psicologismo

 




Juliano >> Curioso que, desde que “inventaram” a medicina moderna, o número de pessoas diagnosticadas com câncer nunca foi tão alto!!!! 🤷‍♀️🤷‍♀️    Estão nos enganando!!!! 
  Os negacionistas sempre estiveram certos!!!!! KKKKKKK

Bia >> Depois vem falar mal de transtornos psíquicos!

William >> Sério que vamos colocar TDHA com o mesmo peso de um câncer de mama?
   O câncer de mama é objetivamente detectado por aparelhos e testes laboratoriais, tem a existência cientificamente comprovada.   
  Quanto de ciência podemos atribuir a um  diagnóstico de "autismo tipo 1" ?

  A idade média que ocorre diagnóstico de câncer é de 66 anos. 
  A maioria dos casos ocorre na faixa entre 60 e 69 anos.
  A expectativa de vida ao nascer no Brasil ultrapassou os 60 anos na década de 1970.

  Com esses dados a dedução mais lógica é:

  A incidência de câncer em humanos provavelmente permanece a mesma, a não ser que apareça prova contundente ao contrário.
  Simplesmente as pessoas morriam antes da idade que mais ocorre anomalias celulares.

Bia >> Sim, é uma dedução bem plausível, agora também existem pessoas jovens com câncer hoje em dia, conheci uma que se recuperou com a quimio graças a Deus.

William >> Como sempre digo, devemos ter uma visão holística.
  Já conheci mulheres que batiam nos maridos.
  O "normal" é o casal não se agredir fisicamente.
  Quando a violência acontece, na maioria dos casos é o homem agredindo a mulher.

   "Traduzindo" ...

  Já conheci pessoas jovens com câncer.
  O "normal" é a pessoa morrer de outra coisa; câncer não é a causa principal das mortes.
  Quando o câncer aparece, na maioria dos casos é em pessoas acima de 60 anos.

Bia >> Eu fiz uma comparação da narrativa da mídia e não da gravidade da doença em si. 
  O que eu sei dos estudos de autismo é que os neurônios do cérebro nasceram já hiper conectados, fazem muito mais ligações do que o normal, há um excesso de sinapses nesse cérebro o tempo todo.

William >> Eu fiz a separação do que é objetivo do que é subjetivo.
  "Estudos" existem de todos os tipos.
   Usar diagnóstico de câncer para justificar diagnósticos de "psicologismo" ... é ilógico.

Nota: Nesse tipo de de texto obviamente não me refiro aos transtornos mentais graves facilmente identificáveis por qualquer um, esquizofrenia, demência, autismo tipo 2 e 3 ...
   De repente a pessoa tem Asperger, por vezes tem habilidades acima da média e ainda temos que lhe conceder privilégios!?
   

✧✧✧ 



Resumo:

1. Separação rigorosa entre o que é objetivo e subjetivo
Diagnósticos oncológicos (como o câncer de mama) sustentam-se em exames laboratoriais e dados de imagem comprováveis. Em contrapartida, diagnósticos de transtornos psíquicos leves ou moderados dependem de critérios comportamentais e avaliações de maior subjetividade.

2. Aumento na expectativa de vida e incidência de câncer
O aumento do número absoluto de diagnósticos de câncer na medicina moderna decorre precipuamente do aumento da longevidade (a expectativa de vida no Brasil superou os 60 anos a partir da década de 1970), e não necessariamente de uma alteração real na taxa de incidência biológica.

3. Demografia da oncologia
A média de idade no diagnóstico de câncer é de 66 anos, concentrando-se fortemente na faixa dos 60 aos 69 anos. Como a população passou a viver mais, alcança com maior frequência a idade em que as mutações e anomalias celulares naturalmente se manifestam.

4. Ilegitimidade de equivalências entre oncologia e "psicologismo"
Utilizar o aumento nos diagnósticos de câncer para legitimar a proliferação ou a narrativa de diagnósticos psiquiátricos/comportamentais é uma comparação ilógica, pois confunde a biologia celular comprovável com construtos diagnósticos subjetivos.

5. Análise estatística e visão probabilística (o "normal" vs. a exceção)
A ocorrência pontual de câncer em jovens não anula a regra estatística geral. Casos em pessoas jovens constituem exceções à norma epidemiológica, devendo ser analisados dentro de uma perspectiva estatística probabilística e holística.

6. Diferenciação do espectro e dos transtornos mentais graves
A crítica do texto não se aplica aos transtornos psiquiátricos e neurológicos severos e inequívocos (como esquizofrenia, demências e autismos de níveis de suporte 2 e 3), cuja manifestação e gravidade são facilmente observáveis.

7. Questionamento sobre concessões no autismo de nível 1 (ex-Asperger)
Questiona-se a justificativa social para a concessão de privilégios ou regimes diferenciados em quadros de autismo nível 1 (antigo Asperger), nos quais os indivíduos frequentemente mantêm alta funcionalidade ou até habilidades acima da média.
 



  


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