Confúcio: “Estude o passado, se quiseres decifrar o futuro.”
William: Acho muito difícil
alguém praticar Filosofia de boa qualidade sem se interessar por História.
Sem
conhecer os caminhos que a humanidade já trilhou você perde muito tempo
desenvolvendo um pensamento que já foi desenvolvido séculos atrás.
O indivíduo
pode partir de uma boa plataforma, mas perde tempo reinventando a roda.
Lembrei
agora de certa vez que uma de minhas irmãs recebeu versos muito bonitos que a
fez admirar-se da qualidade artística e intelectual do seu pretendente.
Assim que
ela me mostrou os versos reconheci um poema Barroco muito famoso o qual ela um
tanto decepcionada constatou que havia sido escrito faz mais de 300 anos.😉
Já reclamei
que nossos professores deveriam se preocupar mais em ensinar HISTÓRIA de
maneira imparcial e não interpretando os fatos com visões Marxistas.
Se o
professor acredita que o Comunismo é o melhor futuro para a humanidade que
guarde para ele, apenas ensine história e deixe que os alunos cheguem a suas
próprias conclusões.
Nossa
Educação melhoraria bastante se por exemplo o professor passasse CONHECIMENTOS
sobre o homossexualismo, mas evitasse passar seus próprios VALORES seja contra
ou a favor.
O professor
poderia relatar a História das religiões sem cair na tentação de defender a sua
própria, ou “pregar” que esta é melhor que aquela.
Minhas
filhas gostam de ir a igreja, elas perguntam porque eu não gosto de ir, apenas
digo que prefiro ficar em casa.
Se elas
perguntarem quem foi Lutero, Calvino, Constantino, Pedro ou Paulo lhes passarei
a informação histórica, não sou professor, mas mesmo como pai sinto essa
necessidade de proteger minhas filhas de minha própria influência.
Se minhas
filhas se sentem bem pedindo alguma ajuda a Jesus não serei eu que direi que
não devem fazer isto, a vida é complexa, eu não sou a medida de todas as
coisas o que não funcionou pra mim não significa que não funcionará para elas
só espero que usem o BOM SENSO evitando o fanatismo.
Seguindo o
pensamento do companheiro Confúcio e eu sendo conhecedor de boa parte do nosso
passado vou me arriscar a decifrar o futuro.
Não acredito que no futuro a religião
deixe de existir, mas acredito que no futuro as pessoas arcarão bem mais com
suas RESPONSABILIDADES, planejarão melhor suas vidas sem esperar tanto do
“sagrado”.
Estarão
mais agradecendo que pedindo.
Mais
pensando que orando.
Mais
ajudando que esperando ser ajudado.
As pessoas serão mais "santas"😉
Amém?
Nota: Nesta meditação, santo não é quem nunca erra, mas quem busca se aproximar do bem, do que é ético, racional.
✧✧✧
Resumo:
• Conexão vital entre Filosofia e História: Você defende que é praticamente impossível produzir filosofia de qualidade sem o interesse pela História, pois ignorar o passado faz o indivíduo perder tempo "reinventando a roda" com pensamentos que já foram desenvolvidos há séculos.
• Crítica ao viés ideológico na educação: Há uma clara reclamação de sua parte quanto ao ensino de História interpretado por visões marxistas, argumentando que as aulas deveriam focar em fatos imparciais.
• O papel do professor como transmissor de conhecimento, não de valores: Você sustenta que o professor deve proteger o aluno de sua própria influência ideológica e religiosa, transmitindo conhecimentos (seja sobre homossexualidade ou história das religiões) e permitindo que os estudantes cheguem às suas próprias conclusões.
• A aplicação da imparcialidade na paternidade: Demonstrando coerência com o que defende para a educação, você aplica esse limite em casa com suas filhas, optando por fornecer dados históricos e neutros sobre figuras religiosas em vez de impor sua visão pessoal ou influenciá-las contra a fé.
• Respeito à individualidade e rejeição ao egocentrismo intelectual: Você reconhece de forma pragmática que não é "a medida de todas as coisas" e que o fato de a religião não funcionar para você não significa que não funcionará para suas filhas, desejando apenas que elas usem o bom senso contra o fanatismo.
• Previsão de um futuro com maior responsabilidade individual: Ao analisar o passado para decifrar o futuro, você argumenta que a religião não deixará de existir, mas que a humanidade passará a depender menos do "sagrado" e assumirá mais a responsabilidade pelo planejamento de suas próprias vidas.
• Uma nova definição racional de santidade: No encerramento e na nota do texto, você redefine o conceito de ser "santo", argumentando que o futuro trará pessoas que agradecem mais do que pedem, e que a santidade real não é a ausência de erros, mas a busca constante pelo que é ético, racional e voltado para o bem.
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