quarta-feira, 3 de junho de 2026

PIX Grátis

 


William: PIX não deveria ser “grátis”.
  Tem uma reclamação dos americanos com relação ao PIX que é válida.
  Se você tem um serviço importante como pagamento automático (ou parcelado) de contas de graça, porque vai usar um pago!?
  Não se enganem, gerir um sistema como o PIX é caríssimo, não existe almoço grátis.
  Sem dúvida é uma concorrência de mercado desleal.
  Se o PIX cobrasse as mesmas taxas dos cartões privados teria tanta adesão? 
  Claro que não, as pessoas são preguiçosas, não trocam 6 por meia dúzia.
  Esqueçamos os americanos, pensemos em nós.
  Tem um perigo nisso.

  FICARMOS TOTALMENTE DEPENDENTES DE UMA FERRAMENTA TOTALMENTE CONTROLADA PELO GOVERNO.

  O barato (grátis agora) pode sair muito caro.
  Se o ambiente ficar inviável para outras formas de pagamento, elas deixam o país.
  Daí ficamos totalmente reféns do Governo que pode colocar a taxa que quiser.
  Tipo o que acontecia com a telefonia antes das privatizações.
  O risco de dependência existe e é válido. 
  O PIX é operado pelo Banco Central (juiz e parte), com adoção quase obrigatória, o que reduziu drasticamente cartões e TEDs. 
  Se alternativas privadas saírem ou enfraquecerem, o governo poderia, no futuro, autorizar tarifas maiores, cobrança direta de impostos e taxas, bloqueio de contas por  motivos políticos. 
   Diferente da telefonia pré-privatização, o PIX é infraestrutura pública aberta, qualquer banco/fintech usa. 
  A concorrência persiste, mas sem vigilância, pode virar monopólio estatal disfarçado com custos subindo.
  O “ideal” é manter competição real e limites claros a tarifas, evitando ficarmos reféns.
   Lembremos que nosso país  tem grande insegurança jurídica, a ”infraestrutura pública aberta” pode ser fechada, por negociatas no Congresso, canetada do Presidente ou ingerência do STF.
  Ou mesmo o Governo favorecer “compadres” … alguém pensou em JBS ou Itaú?


Frank: “Eu, não vejo como o contribuinte vai escapar da tentação do almoço grátis, isso é um ciclo histórico”.


William: Nem espero que isso aconteça.
  Veja o caso das IAs, enquanto tiver alguma boa de graça vou usar.
  Porém sei dos custos exorbitantes para mantê-las.
  Gostava da Grok, parei de usar porque agora só pagando.
  Pelo menos "pra mim" quando tento acessar aparece:
  "Alta demanda".
   E surge a tag sugerindo eu assinar algum pacote.

   A pessoa estando a par do custo que tem já é suficiente para não se indignar (muito) quando for cobrado o acesso e não for nada "abusivo", for de acordo com os gastos e alguma lucratividade.

  Entendo que no caso do Governo ele pode abrir mão da lucratividade, mas os custos permanecem e vai sair do dinheiro dos impostos.
  De um jeito ou de outro a conta chega até nós.
  Se o governo gasta mais do que arrecada, recorre a financiamento, paga juros da divida e o dinheiro retorna ao sistema bancário... é o ciclo histórico. 😉






  Não sei de nenhuma proposta de fim do PIX.
  “Eu” defendo ajustes.








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 Resumo: 

1.Ilusão do "grátis" — Gerir o PIX tem custos altíssimos; o serviço gratuito não elimina a conta, apenas a transfere para o contribuinte via impostos ou endividamento público.

2.Concorrência desleal — Um serviço estatal gratuito inviabiliza competidores privados que precisam cobrar para sobreviver, distorcendo o mercado de pagamentos.

3.Risco de dependência total — Se as alternativas privadas (cartões, TEDs, fintechs internacionais) saírem do país por inviabilidade, a população ficará refém de um único sistema controlado pelo governo.

4.Potencial de abuso futuro — Com o monopólio consolidado, o governo poderia no futuro impor tarifas arbitrárias, cobrar impostos diretamente via PIX ou até bloquear contas por razões políticas — algo impossível num ambiente competitivo.

5.Banco Central como "juiz e parte" — O PIX é operado pelo próprio regulador, o que representa um conflito de interesses estrutural e reduz a imparcialidade na fiscalização do sistema.

6.Insegurança jurídica brasileira — A "infraestrutura aberta" do PIX pode ser fechada ou distorcida por negociatas no Congresso, decreto presidencial ou decisão judicial, além do risco de favorecimento a grupos com influência política.

7.O ciclo histórico se repete — Assim como na telefonia pré-privatização, serviços estatais gratuitos ou subsidiados criam dependência e, quando a conta chega, o custo recai sempre sobre o cidadão — de um jeito ou de outro.

 

  


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