1.Ilusão do "grátis" — Gerir o PIX tem custos altíssimos; o serviço gratuito não elimina a conta, apenas a transfere para o contribuinte via impostos ou endividamento público.
2.Concorrência desleal — Um serviço estatal gratuito inviabiliza competidores privados que precisam cobrar para sobreviver, distorcendo o mercado de pagamentos.
3.Risco de dependência total — Se as alternativas privadas (cartões, TEDs, fintechs internacionais) saírem do país por inviabilidade, a população ficará refém de um único sistema controlado pelo governo.
4.Potencial de abuso futuro — Com o monopólio consolidado, o governo poderia no futuro impor tarifas arbitrárias, cobrar impostos diretamente via PIX ou até bloquear contas por razões políticas — algo impossível num ambiente competitivo.
5.Banco Central como "juiz e parte" — O PIX é operado pelo próprio regulador, o que representa um conflito de interesses estrutural e reduz a imparcialidade na fiscalização do sistema.
6.Insegurança jurídica brasileira — A "infraestrutura aberta" do PIX pode ser fechada ou distorcida por negociatas no Congresso, decreto presidencial ou decisão judicial, além do risco de favorecimento a grupos com influência política.
7.O ciclo histórico se repete — Assim como na telefonia pré-privatização, serviços estatais gratuitos ou subsidiados criam dependência e, quando a conta chega, o custo recai sempre sobre o cidadão — de um jeito ou de outro.
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